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Resenha – Ecologia até na sopa

por em 05/09/2019 | Nenhum comentário

Resenha – Ecologia até na sopa

Essa resenha é uma parceria do Portal Deviante com a Cia da Letras, que disponibiliza livros do seu catálogo para os nossos redatores escreverem as resenhas. Livro de hoje: “Ecologia até na sopa”, publicado pelo selo Companhia das Letrinhas, escrito pelas biólogas argentinas Mariela Kogan e Ileana Lotersztain, com tradução de Mell Brites, e ilustrado pelo também argentino Pablo Picyk.

Para fabricar coisas grandes se usa mais natureza do que para fabricar coisas pequenas? O que acontece quando uma espécie é extinta? Aonde vai parar a fumaça que os carros soltam? Por que temos que economizar energia? Por onde a água viajou até chegar na sopa? Através de perguntas como essas, as autoras fazem leitores de todas as idades pensar sobre os ciclos da natureza, os impactos do consumo, as origens e os destinos de tudo o que utilizamos, etc. O livro visa a divulgação desses conceitos ao público em geral, em especial para as crianças, afinal, como o próprio livro diz, “todas as pessoas podem (e devem) assumir o compromisso de cuidar do planeta por meio de pequenos atos no dia a dia.”

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O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 4/4: conflitos pelas especiarias nos séc. XVI e XVII

por em 07/08/2019 | Nenhum comentário

O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 4/4: conflitos pelas especiarias nos séc. XVI e XVII

No primeiro texto desta série, vimos as aplicações das especiarias na Idade Média como itens de luxo e medicinais e o efeito de suas substâncias no organismo. No segundo texto, entendemos como elas chegavam à Europa Ocidental passando por navegadores árabes e monopólios no Oriente Médio e no Mediterrâneo. E finalmente vimos no terceiro texto como a busca por novas rotas diretas até as especiarias incentivaram as Grandes Navegações e como Portugal conseguiu o controle sobre as fontes das lucrativas especiarias. Mas e os outros Estados europeus? Como reagiram ao fato de realmente existir rota alternativa pelo mar para se chegar ao Oriente?

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O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 3/4: a busca por rotas alternativas no séc. XV

por em 10/06/2019 | Nenhum comentário

O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 3/4: a busca por rotas alternativas no séc. XV

Como foi discutido no texto anterior, o preço das especiarias estava tão elevado na Europa Ocidental, que o negócio mais promissor seria estabelecer um novo monopólio, uma rota que não passasse por regiões dominadas por outros povos, chegando diretamente à fonte das especiarias, onde se poderia negociar diretamente com seus produtores.

A alternativa inédita e exclusiva seria não pelo continente, mas sim por mar. A primeira ideia de rota marítima que pareceu viável seria pelo oceano Atlântico, contornando o continente africano e chegando ao Oriente pelo oceano Índico.

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O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 2/4: o comércio até o séc. XV

por em 24/04/2019 | Nenhum comentário

O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 2/4: o comércio até o séc. XV

Durante os vários séculos do período que denominamos Idade Média, as especiarias do Oriente eram raras e valorizadas na Europa. No texto anterior sobre as especiarias, entendemos qual era a sua utilização e quais os efeitos das substâncias químicas que as compõem. Agora, vamos ver como que elas viajavam por mais de 10.000 km vindas do Sudeste Asiático até chegar ao seu destino.

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