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Lembrai-vos da guerra… Aníbal Barca

por em 13/04/2022 | Nenhum comentário

Lembrai-vos da guerra… Aníbal Barca

Salve, salve gente amiga das Ciências!

Ao longo dos oitocentos anos de supremacia romana, tanto como república quanto como império, Roma enfrentou inúmeras ameaças, mas a mais terrível foi quando o grande general cartaginês ANÍBAL BARCA conduziu seu exército mercenário pelos Alpes para confrontar os romanos em seu próprio terreno.

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Tetrodotoxina, golfinhos e a realidade

por em 06/04/2022 | Nenhum comentário

Tetrodotoxina, golfinhos e a realidade

A realidade é triste, ou melhor, frustrante. Sim, meu caro leitor, eu sei que você pode ser um pessimista ou um otimista, mas a realidade é implacável. Temos sempre aquele viés de acreditar que depois de uma sequência de ocasiões ou acontecimentos ruins, inevitavelmente teremos uma coisa boa, uma espécie de “depois da tempestade, sempre vem a bonança”, como se alguém em algum momento da nossa existência vivente tivesse prometido isso. A verdade mesmo é que as coisas podem continuar dando errado e não há nada que possamos fazer que influencie nesse processo. Mas acreditar que há uma luz no fim deste túnel, talvez seja o que chamamos de “esperança”, que é um sentimento fundamental para nós humanos suportarmos esse processo longo e doloroso chamado de vida.

Muitas vezes a vida é desagradável conosco, faz parte do jogo. Entretanto, lidar com esse desagrado pode ser opcional se temos ferramentas que nos tirem da vivência por algum tempo, enquanto tentamos buscar dentro de nós mesmos as respostas que precisamos. Uma dessas ferramentas são as drogas. Como é apresentado por Sigmund Freud em seu livro “O mal-estar na cultura”:

a vida, tal qual nos é imposta, é muito árdua para nós, nos traz muitas dores, desilusões e tarefas insolúveis. Para suportá-la não podemos prescindir de lenitivos [que podem ser] distrações poderosas que nos façam desdenhar de nossa miséria, satisfações substitutivas que a amenizem e entorpecentes que nos tornem insensíveis a ela.

Mas julgar as drogas como apenas uma passagem para outro local em que os problemas não chegam é uma falácia. As drogas também podem trazer prazer e conexão interior, afinal, se levarmos a definição clássica de que drogas são substâncias que alteram um estado basal de um organismo, quantos não conhecem pessoas que “funcionam” apenas sob efeito de café ou outros estimulantes?  O estigma cultura carregado pela palavra “droga” precisa ser debatido, pois existem recortes sociais profundos que surgem deste tipo de debate que há muito tempo necessitam de exposição frente à sociedade.

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