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O direito na viagem no tempo

por em 25/06/2021 | Nenhum comentário

O direito na viagem no tempo

Nessa semana estamos fazendo um grande contrafactual textual: e se o ser humano inventasse a viagem no tempo? Bom, teríamos vários problemas pra lidar. Os filmes mostram alguns, mas as mudanças seriam tantas que nem dá pra imaginar todo o pepino que existira pra resolver.

Um ponto pra se resolver seria qual direito aplicar em casos que envolvessem pessoas de tempos diferentes. Vamos pensar dois casos nesse texto:

(1) se uma pessoa do ano 2059 fosse no ano 2033 e matasse uma pessoa do ano de 2027?

(2) se uma pessoa de 2099 fosse até 1998 para fazer um contrato com uma pessoa de 2143 para adquirir, a partir de 2031, a parte de uma empresa fundada em 2025 em troca de um pagamento a ser realizado em 2101?

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Uma reflexão sobre o que é agir eticamente a partir do RPGuaxa #68

por em 19/02/2021 | Nenhum comentário

Uma reflexão sobre o que é agir eticamente a partir do RPGuaxa #68

A arte permite reflexões sobre a sociedade ao apresentar experiências, reais ou fictícias, que não teríamos no cotidiano. Nesse texto (e em outros que virão), pretendo usar isso com uma obra de arte que admiro muito, o RPGuaxa. Mais especificamente, vamos discutir o que é agir eticamente e o conflito de culturas a partir do incrível RPGuaxa #68, Primeiro Contato.

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O dever do Estado de concretizar os direitos humanos fundamentais

por em 03/02/2021 | Nenhum comentário

O dever do Estado de concretizar os direitos humanos fundamentais

Olá, leitoras e leitores, trago mais um texto da série de direitos humanos fundamentais, que começou com seu surgimento e continuou com as características da fase liberal. Acontece que esses direitos sofreram muitas mudanças ao longo do tempo. Eles começaram como direitos do indivíduo contra o Estado, que simplesmente precisava se abster de tomar certas decisões (olha lá no segundo texto). A partir de agora, vamos começar a ver como os direitos humanos fundamentais são muito mais complexos que isso. Nesse texto, vamos entender como passaram a cobrar uma postura ativa do Estado.

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Traduzindo o juridiquês: um apelo à escrita simples no direito

por em 04/12/2020 | Nenhum comentário

Traduzindo o juridiquês: um apelo à escrita simples no direito

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 2ª vara cível da comarca de Deviante City.

Processo nº xxxxxxxxx

Tarik Fernandes, já devidamente qualificado nos autos da ação de indenização por danos morais no processo em epígrafe, que move contra Marcelo Guaxinim, por meio de seu causídico subscrito, vem, mui respeitosamente perante Vossa Excelência requerer a juntada do documento em anexo (foto de uma beterraba).

Nesses termos, pede-se deferimento.

André Trapani

Advogado

 

Se você entendeu o que está escrito aí e, se, mais ainda, você já escreveu (ou copiou e colou) algo parecido, precisamos conversar.

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