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Crash Bandicoot e a modificação genética

por em 16/10/2020 | Nenhum comentário

Crash Bandicoot e a modificação genética

Eu sou muito fã de Crash Bandicoot. Mas, tipo, muito mesmo. Eu amo esse jogo em um nível ridículo. Se eu paro para pensar, nem faz muito sentido, eu já estou velho, no auge dos meus 22 anos.Mesmo depois de tantos anos, tantas novas experiências de jogos (passei por The Last of Us, GTA V, Uncharted 4, entre tantas obras-primas da indústria), no topo dos jogos da minha vida, lá está aquela cara laranja desengonçada. Memória afetiva nos leva a lugares esquisitos.

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O Renascimento do Harlem: Música, Literatura e empoderamento negro (Parte 1)

por em 12/10/2020 | Nenhum comentário

O Renascimento do Harlem: Música, Literatura e empoderamento negro (Parte 1)

Quando eu comecei a estudar todos os movimentos, divididos por períodos históricos, da Literatura Norte-Americana, eu me apaixonei rapidinho pelo Renascimento do Harlem (Harlem Renaissance, em inglês), movimento político-cultural, em que se vivenciou o florescimento de importantes autores e músicos negros, e assim a arte e a intelectualidade negra foi colocada em foco para o mundo todo.

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Spin 1036 – Linguística e Covid-19

por em 11/09/2020 | Nenhum comentário

Spin 1036 – Linguística e Covid-19

Bom dia! e bem-vindas e bem-vindos a mais um Spin de notícias, o seu giro diário de informações científicas… em escala subatômica. Aqui é a Debbie Cabral e, em 1 Kosian no calendário Dekatrian ou who cares no calendário da régua torta,  eu falei de Linguística e Covid-19. Trago para vocês aqui, em formato de texto:

– Será que é possível detectar doença por meio da voz?

– Qual é a melhor forma da falar sobre a doença do coronga?

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Hidradenite e a importância da multidisciplinaridade

por em 01/09/2020 | Nenhum comentário

Hidradenite e a importância da multidisciplinaridade

Sim, somos todos fanáticos. Ok, tudo bem, no mínimo, torcedores. Não falo só em relação ao futebol, mas em diversas áreas. Todo mundo conhece um amigo ou colega que é corintiano, são-paulino, palmeirense, flamenguista. Mas esse amor à camisa ultrapassa as barreiras do esporte. Somos aficionados por aquilo que amamos, e esse tipo de amor é totalmente compreensível. Eu, por exemplo, sou extremamente bairrista com minha cidade, São Paulo, que pra mim é a maior, melhor e mais incrível do mundo, e se eu fosse imperador do Brasil catchup na pizza seria crime inafiançável.

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