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Games no Lab: Espadas, demônios, alguns samurais, período Tokugawa e En Garde!

por em 20/09/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Espadas, demônios, alguns samurais, período Tokugawa e En Garde!

Nos anos 90, apenas uma empresa conseguiu fazer frente à Capcom e seus games de luta, essa empresa era a SNK. Fundada em 1978 em Osaka, Japão, a empresa produziu games de diversos gêneros, mas foi com os games de luta que ela se consagrou. Art of Fighter, Fatal Fury e, aquele que introduziu o sistema de lutas entre times, The King of Fighters. Todos esses games são lembrados com muito carinho e jogados até hoje, seja nas versões mais antigas ou nas mais recentes. Porém no meio de tanta porradaria e extensos combos, um game diferente apareceu, Samurai Shodown. Ambientado no Japão feudal, tínhamos samurais, ninjas, sacerdotisas e demônios, personagens que, no lugar de socos e chutes, se enfrentavam com espadas, adagas e outras armas.

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Games no Lab: Acidentes nucleares, heróis da vida real, mutantes e Rússia sendo Rússia

por em 26/07/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Acidentes nucleares, heróis da vida real, mutantes e Rússia sendo Rússia

Estava eu envolto em meus pensamentos, desenterrando games esquecidos que poderiam gerar um texto para esta coluna, quando, vendo todo o burburinho da internet sobre a nova série da HBO, Chernobyl, me lembrei de um game que usou esse acidente como pano de fundo para sua história e está prestes a ganhar uma sequência. Lançado em 2007 exclusivamente para PCs e desenvolvido pela GSC Game World, o game fez um relativo sucesso na época graças à propaganda boca a boca daqueles que o jogaram. Então, aproveitando o hype da série (Chernobyl), vamos conhecer um ótimo game com essa temática e aproveitaremos para entender um pouco sobre esse acidente e como ele ainda afeta a vidas de muitas pessoas e animais do local. Portanto pegue seu medidor Geiger e vamos juntos conhecer S.T.A.L.K.E.R.: Shadow of Chernobyl.

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Games no Lab: Cinto de utilidades, explosivos, rapel, raios-X e… Eu sou o Batman.

por em 04/07/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Cinto de utilidades, explosivos, rapel, raios-X e… Eu sou o Batman.

Por um bom tempo, jogos baseados em super heróis não foram o que indústria de games tinha de melhor. Não que não existiam games bons, os dois Spiderman do PS1 comprovam isso, mas, se por um lado tínhamos esses games, por outro tínhamos coisas como o infame Superman para N64 e o Aquaman para Game Cube. Porém o cenário mudou em 2009 quando a Rocksteady, uma empresa nova que tinha apenas um game em seu currrículo (Urban Chaos: Riot Response, um FPS que eu recomendo jogarem), nos presenteou com Batman: Arkham Asylum. Arkham Asylum. O game inovou com seu sistema de combate fluido e tático que nos passava a sensação de estar na pele do Morcegão, além de uma ótima história levemente baseada em um quadrinho de mesmo nome.

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Games no Lab: Protagonista overpower, vírus, mutações e atchiin

por em 24/05/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Protagonista overpower, vírus, mutações e atchiin

No cinema temos os chamados filmes gêmeos, filmes com a mesma temática e que são lançados no mesmo ano. No mundo dos games isso também ocorre, mais raramente, mas ocorre. Foi o que aconteceu no ano de 2009, que nos apresentou Infamous e Prototype. Os dois são games de mundo aberto em que controlamos um personagem com superpoderes e que vai ganhando mais skills durante a jogatina. Porém hoje nossa atenção estará voltada a Prototype. Infamous ainda pode esperar sua vez.

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Games no Lab: Cidades flutuantes, foguetes, balões e levitação quântica

por em 29/04/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Cidades flutuantes, foguetes, balões e levitação quântica

Já falamos aqui sobre a desenvolvedora Irrational Games e seu enorme sucesso, Bioshock. Porém ainda nos resta outro grande sucesso criado por ela, Bioshock Infinite. Lançando em 2013, o game segue os moldes do seu antecessor sendo um FPS com elementos de RPG, novamente trazendo os tônicos que garantem “poderes” ao protagonista e a exploração de uma cidade perdida. E, se antes explorávamos a cidade submersa Rapture, agora o cenário é completamente o oposto com Columbia, uma cidade que flutua pelos céus.

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