Pages Menu
TwitterRssFacebook
Categories Menu

Games no Lab: Arcades, fichas, átomos e forças intermoleculares

por em 06/12/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Arcades, fichas, átomos e forças intermoleculares

No início dos anos 70 vimos o surgimento dos primeiros arcades (fliperamas como são mais conhecidos aqui), máquinas eletrônicas com games que utilizavam o que havia de mais moderno para criar gráficos até então inimagináveis, muito à frente do que os consoles domésticos podiam realizar. Como essas máquinas eram caras demais para o consumidor comum, surgiram as casas de jogos eletrônicos, lugares com várias máquinas que podiam ser jogadas através de fichas ou moedas. O que chegou até mesmo a ocasionar a falta de moedas em certo mercado estrangeiros, devido à febre pela jogatina.

Leia mais...

Games no Lab: Downgrades, varíola, loots e ataques terroristas

por em 15/10/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Downgrades, varíola, loots e ataques terroristas

Em 2012 durante a E3, a Ubisoft revelou o game Watch Dogs com um gameplay espetacular, gráficos lindos e uma ambientação primorosa, porém quando o game saiu em 2014, vimos que as coisas não eram bem assim, o game tinha passado por um grande downgrade, ficando bem atrás do que foi apresentado em 2012. Então, foi com grande receio e desconfiança que o público viu a revelação de mais uma IP inédita da empresa em 2014, novamente na E3. The Division foi apresentado com um gameplay e gráficos espetaculares, porém quando lançado em 2016, o mesmo também passou por um downgrade, mas nem tanto como o visto em Watch Dogs. Passado todo o “alvoraço” em volta disso na época, o game se mostrou ser muito bom, com um forte apelo multiplayer e calçado em elementos de RPG, mesmo sendo um third person shooter. As vendas foram boas, o que garantiu uma sequência lançada no começo de 2019.

Leia mais...

Games no Lab: Espadas, demônios, alguns samurais, período Tokugawa e En Garde!

por em 20/09/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Espadas, demônios, alguns samurais, período Tokugawa e En Garde!

Nos anos 90, apenas uma empresa conseguiu fazer frente à Capcom e seus games de luta, essa empresa era a SNK. Fundada em 1978 em Osaka, Japão, a empresa produziu games de diversos gêneros, mas foi com os games de luta que ela se consagrou. Art of Fighter, Fatal Fury e, aquele que introduziu o sistema de lutas entre times, The King of Fighters. Todos esses games são lembrados com muito carinho e jogados até hoje, seja nas versões mais antigas ou nas mais recentes. Porém no meio de tanta porradaria e extensos combos, um game diferente apareceu, Samurai Shodown. Ambientado no Japão feudal, tínhamos samurais, ninjas, sacerdotisas e demônios, personagens que, no lugar de socos e chutes, se enfrentavam com espadas, adagas e outras armas.

Leia mais...

Games no Lab: Acidentes nucleares, heróis da vida real, mutantes e Rússia sendo Rússia

por em 26/07/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Acidentes nucleares, heróis da vida real, mutantes e Rússia sendo Rússia

Estava eu envolto em meus pensamentos, desenterrando games esquecidos que poderiam gerar um texto para esta coluna, quando, vendo todo o burburinho da internet sobre a nova série da HBO, Chernobyl, me lembrei de um game que usou esse acidente como pano de fundo para sua história e está prestes a ganhar uma sequência. Lançado em 2007 exclusivamente para PCs e desenvolvido pela GSC Game World, o game fez um relativo sucesso na época graças à propaganda boca a boca daqueles que o jogaram. Então, aproveitando o hype da série (Chernobyl), vamos conhecer um ótimo game com essa temática e aproveitaremos para entender um pouco sobre esse acidente e como ele ainda afeta a vidas de muitas pessoas e animais do local. Portanto pegue seu medidor Geiger e vamos juntos conhecer S.T.A.L.K.E.R.: Shadow of Chernobyl.

Leia mais...

Games no Lab: Cinto de utilidades, explosivos, rapel, raios-X e… Eu sou o Batman.

por em 04/07/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Cinto de utilidades, explosivos, rapel, raios-X e… Eu sou o Batman.

Por um bom tempo, jogos baseados em super heróis não foram o que indústria de games tinha de melhor. Não que não existiam games bons, os dois Spiderman do PS1 comprovam isso, mas, se por um lado tínhamos esses games, por outro tínhamos coisas como o infame Superman para N64 e o Aquaman para Game Cube. Porém o cenário mudou em 2009 quando a Rocksteady, uma empresa nova que tinha apenas um game em seu currrículo (Urban Chaos: Riot Response, um FPS que eu recomendo jogarem), nos presenteou com Batman: Arkham Asylum. Arkham Asylum. O game inovou com seu sistema de combate fluido e tático que nos passava a sensação de estar na pele do Morcegão, além de uma ótima história levemente baseada em um quadrinho de mesmo nome.

Leia mais...
Modo Noturno