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Games no Lab: Partículas cronons, máquinas do tempo, física quântica e cientistas excêntricos

por em 01/11/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Partículas cronons, máquinas do tempo, física quântica e cientistas excêntricos

No começo de 2016, a Remedy Entertainment produtora de Max Payne e Alan Wake anunciou que o desenvolvimento de seu game mais ambicioso até então havia chegado ao fim, Quantum Break seria lançado em abril do mesmo ano com exclusividade para as plataformas da Microsoft (Xbox One e PC). O game é um shooter em terceira pessoa com algumas sessões de plataforma, quando foi lançado chamou a atenção por ser um projeto transmídia com nomes de peso de Hollywood e por contar com a orientação de um físico teórico na construção de sua trama baseada em viagens no tempo. Então não perca tempo, dê um stop no que esta fazendo e consiga uns minutos, pois vamos conhecer os conceitos científicos usados em Quantum Break.

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Games no Lab: Motoserras, brutamontes, satélites e armas no espaço

por em 24/09/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Motoserras, brutamontes, satélites e armas no espaço

Alguns games, quando lançados, acabam influenciando a indústria e ditando tendências, seja por seu sistema de jogo ou mecânicas. Foi assim com Super Mario Bros, que estabeleceu as bases do gênero plataforma em 2D, com Street Fighter II, que popularizou os comandos “hadouken” e “shoryuken” nos games de luta e mais recentemente PUGB (Playerunknown’s Battlegrounds), espalhando a febre do Battle Royale. Existem vários outros exemplos e um deles é Gears of War, game de tiro em terceira pessoa lançado pela Epic Games em 2006 para Xbox 360 e PC. Sua mecânica de “cover”, em que qualquer parede, muro, escombros e objetos no cenário poderiam ser usados como proteção, praticamente se tornou uma mecânica padrão para games de tiro em primeira pessoa.  Os combates corpo-a-corpo viscerais também chamaram a atenção, já que o rifle de assalto Lancer, possuía uma motosserra como baioneta.

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Games no Lab: Total Recall, combos, DJ de memórias e… esqueci

por em 07/08/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Total Recall, combos, DJ de memórias e… esqueci

Life is Strange surpreendeu muita gente quando foi lançado. A narrativa e história conquistaram muitos fãs e vários sites especializados consideraram o game como o melhor de 2015, porém esse não foi o primeiro game da desenvolvedora francesa Dontnod Entertainment. De uma parceria com a Capcom, nasceu Remember Me em 2013, que, apesar do nome, acabou caindo no esquecimento (tá prometo me segurar nas piadas e trocadilhos). O game se passa ano de 2084, nas ruas de Neo Paris, cidade que é controlada pela megacorporação Memorize, empresa criadora do implante cerebral SENSEN (Sensation Engine), que permite que as pessoas digitalizem suas memórias e compartilhem umas com as outras. Porém, por trás dessa tecnologia, há uma trama de vigilância constante e o controle da população. Portanto, vamos juntos apagar lembranças e implantar outras, além de descobrirmos o que a ciência já sabe sobre memórias e se já é possível altera-las.

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Games no Lab: Segunda Guerra Mundial, raios-X e o poder da matemática

por em 13/07/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Segunda Guerra Mundial, raios-X e o poder da matemática

Em meio aos acalorados e cinematográficos tiroteios da Segunda Guerra Mundial apresentados por franquias como Call of Duty, Battlefield e o finado Medal of Honor, uma série se destacou por apresentar uma abordagem mais “realística” do mesmo período. Desenvolvido pela Rebellion Developments, Sniper Elite é um game de tiro tático que já conta com 4 títulos principais e 3 spin offs, colocando o jogador na pele de um atirador de elite que realiza missões de espionagem e infiltração durante todo o período da guerra. Utilizando um rifle sniper, o jogador deve considerar alguns princípios da física a cada disparo de longa distância para que a bala acerte o alvo. Portanto, se acomode em algum lugar estratégico e prepare seu rifle, pois hoje falaremos sobre Sniper Elite e aprenderemos um pouco sobre balística.

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Games no Lab: Animais artificiais, o fim da humanidade e ruivas novamente

por em 08/06/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Animais artificiais, o fim da humanidade e ruivas novamente

2017 foi um ano com grandes games. Entre os vários que disputaram o prêmio de melhor do ano, um chamou a atenção pela sua ótima história, gráficos incríveis, por ser uma nova IP (propriedade intelectual) e pela sua ambientação. Horizon: Zero Dawn da Guerrilla Games apresentou um mundo pós apocalítico dominado por máquinas, onde o que restou da humanidade voltou a viver de forma primitiva e tribal, tratando a tecnologia remanescente como algo proibido e profano. As máquinas agora dominantes não eram simples robôs assassinos ou coisas do tipo, elas possuíam formas e comportamentos de animais, fazendo parte do novo ecossistema daquele mundo. Mas será que estamos longe de conceber máquinas desse tipo? A resposta é não, e elas até já existem. É o que veremos nesse texto, então pegue seu arco, suas flechas de fogo e vamos caçar animais artificiais ao lado da ruiva Aloy.

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