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Games no Lab: Criaturas bizarras, a vida na Terra e Do the Evolution

por em 29/03/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Criaturas bizarras, a vida na Terra e Do the Evolution

O PC por muito tempo foi a casa de certos gêneros de games, como os RTS (estratégia em tempo real), os Point-and-Click e os simuladores de gerenciamento como Roller Coaster Tycoon e SimCity, esse último um dos grandes sucessos de Will Wright e sua empresa Maxis que foi lançado em 1989. Porém Will Wright não parou só em seu “simulador de cidades”, logo foi lançado seu “simulador de vida” The Sims, game que foi não foi só mais um sucesso, como deixou sua marca na indústria. Contudo foi só em 2008 que ele (Will) nos entregou aquilo que foi o ápice da sua ambição, Spore. No game acompanhamos toda a evolução de uma única célula até seres inteligentes que podem fazer viagens espaciais. Então, se você quer saber mais sobre as teorias da evolução e como o game explora isso, não fique parado e evolua com mais conhecimento, porque hoje o tema é: Spore o “simulador de evolução da vida”.

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Games no Lab: Bombas nucleares, filas em metrôs, mutantes e sotaque russo

por em 25/02/2019 | Nenhum comentário

Games no Lab: Bombas nucleares, filas em metrôs, mutantes e sotaque russo

Em 2013, em meio a um monte de shooters genéricos, um FPS se destacou por possuir pitadas de sobrevivência e uma atmosfera de solidão devido aos cenários devastados por bombas atômicas. Esse game é Metro 2033, que foi baseado em uma obra de mesmo nome, escrita pelo russo Dmitry Glukhovsky (não me pergunte como se pronuncia esse sobrenome) e lançada em 2002. A história acompanha o protagonista Artyom e outros sobreviventes que vivem refugiados dentro dos metrôs de Moscou, depois que uma guerra nuclear devastou a capital e tornou a superfície inabitável. Mas se houvesse uma guerra nuclear, os tuneis do metrô de uma cidade, seriam capazes de resistir às bombas? Poderiam servir de abrigos aos sobreviventes? Vamos responder a essas e outras questões a seguir. Então, lembre-se de trocar os filtros de sua máscara de gás e fique atento quanto a aparição de mutantes, pois hoje entraremos nos tuneis de Metro 2033.

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Games no Lab: Espionagem, balões infláveis, resgates e “Kojimisses”

por em 26/12/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Espionagem, balões infláveis, resgates e “Kojimisses”

Com certeza Hideo Kojima é um dos maiores game designer da história dos games. Trabalhando na Konami, ele nos trouxe excelentes jogos, mas ficou mundialmente conhecido pela sua série de espionagem Metal Gear, iniciada no console MSX2 em 1987. Já em 1998 ele revolucionou a indústria com Metal Gear Solid para PS1 e sua “pegada” cinematográfica. A parceria Konami/Kojima foi bem duradoura, porém, depois de muitos rumores de brigas e abusos por parte da desenvolvedora, o designer saiu da empresa em 2015, logo depois de entregar seu então último game, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain.

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Games no Lab: Games indies, cantoras sem voz e nós vamos copiar sua mente

por em 30/11/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Games indies, cantoras sem voz e nós vamos copiar sua mente

Nem só de grandes empresas e orçamentos milionários vive o mundo dos games (ainda bem). No meio disso tudo existem desenvolvedoras independentes que, com pouco dinheiro, mas com muita vontade de fazer jogos e boas ideias, nos trazem excelentes games. Elas são chamadas de indie, e a Supergiant Games é uma dessas desenvolvedoras. Em 2011 ela lançou seu primeiro game, Bastion, um action/rpg com visão isométrica. Com sua direção de arte incrível e trilha sonora marcante, o game foi sucesso de crítica e público, então não foi surpresa quando todos ficaram animados com o anúncio de um novo game da desenvolvedora. Transistor foi lançado em 2014 e é como um sucessor espiritual de Bastion, mantendo a visão isométrica, a excelente direção de arte além da magistral trilha sonora, porém a temática mudou, aqui estamos em um mundo sci-fi.

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Games no Lab: Partículas cronons, máquinas do tempo, física quântica e cientistas excêntricos

por em 01/11/2018 | Nenhum comentário

Games no Lab: Partículas cronons, máquinas do tempo, física quântica e cientistas excêntricos

No começo de 2016, a Remedy Entertainment produtora de Max Payne e Alan Wake anunciou que o desenvolvimento de seu game mais ambicioso até então havia chegado ao fim, Quantum Break seria lançado em abril do mesmo ano com exclusividade para as plataformas da Microsoft (Xbox One e PC). O game é um shooter em terceira pessoa com algumas sessões de plataforma, quando foi lançado chamou a atenção por ser um projeto transmídia com nomes de peso de Hollywood e por contar com a orientação de um físico teórico na construção de sua trama baseada em viagens no tempo. Então não perca tempo, dê um stop no que esta fazendo e consiga uns minutos, pois vamos conhecer os conceitos científicos usados em Quantum Break.

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