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Ser cético não implica ser cínico!

por em 06/08/2020 | Nenhum comentário

Ser cético não implica ser cínico!

A ideia de escrever esse texto surgiu enquanto eu assistia o The Great Debate: The Storytelling of Science (O grande debate: A Narrativa da Ciência, em tradução livre). Um dos debatedores, o Bill Nye, conhecido pelo programa de divulgação científica infantil Bill Nye the Science Guy, foi convidado a responder uma pergunta sobre a possibilidade de um indivíduo, supostamente um cientista, de ser “cético proativamente” e durante sua resposta mencionou o que ele descreveu como uma conflação dos termos ceticismo e cinismo. Talvez isso ocorra pelo uso no dia a dia desses dois termos, e nesse contexto eu deixo para os colegas linguistas :-). Mas quando somos céticos, ao menos como cientistas, ocorre esse mal entendido que o Bill Nye trouxe, já que cinismo e ceticismo não são a mesma coisa.

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“Depois disso, logo, causado por isso”… Será?

por em 09/06/2020 | Nenhum comentário

“Depois disso, logo, causado por isso”… Será?

Isso é uma falácia!

O termo falácia vem do verbo fallere, em latim, que significa enganar. Se alguma vez você topou com um raciocínio logicamente errado, mas com aparência de verdadeiro, as chances são grandes de você ter estado diante de uma falácia argumentativa, ou como é rotineiramente chamada: uma falácia. O artigo da Wikipédia sobre falácia tem um trecho muito interessante, que diz:

Reconhecer as falácias é por vezes difícil. Os argumentos falaciosos podem ter validade emocional, íntima, psicológica, mas não validade lógica. É importante conhecer os tipos de falácia para evitar armadilhas lógicas na própria argumentação e para analisar a argumentação alheia.

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