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Detecção de mentiras – Podemos confiar completamente?

por em 18/03/2021 | Nenhum comentário

Detecção de mentiras – Podemos confiar completamente?

Desde os clássicos filmes de máfia até as duvidosas obras que embalaram a nossa infância ­— em uma distante programação da sessão da tarde com seus filmes curiosos e muitas vezes inapropriados para nossa idade — ­ temos a clássica visão de uma delegacia esfumaçada, com algum suspeito passando pelo detector de mentiras, para atestar sua culpa ou provar sua inocência.

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Narrativas no Processo Penal

por em 15/03/2021 | Nenhum comentário

Narrativas no Processo Penal

Alguém tem seu direito violado e, para que o Estado possa decidir se foi realmente violado e tomar uma atitude, a pessoa precisa contar o que aconteceu. Em praticamente todas as etapas de um processo judicial temos elementos de narrativa. Desde o inquérito policial, com as entrevistas, até a sentença. Vamos ver um pouquinho sobre os elementos de narrativa nas situações menos óbvias, como a entrevista policial e as oitivas de testemunhas, vítimas e acusados.

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O mimimi e a violência sublimada

por em 12/03/2021 | Nenhum comentário

O mimimi e a violência sublimada

Hey, Judes, como estão?

Dessa vez vamos falar sobre o tal do mimimi e a violência trazida a reboque consigo. Afinal, quem nunca leu ou ouviu alguém falando sobre essa geração ser mimizenta ou então que “tudo agora é mimimi”? Até o humor vira fundamentação argumentativa quando, por exemplo, se ouve por aí que o politicamente correto acabou com a graça, com o chamado humor negro, como se a esfera do humor fosse um ambiente sem limites para tirar o riso alheio.

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Rastejando até Belém – Resenha

por em 11/03/2021 | Nenhum comentário

Rastejando até Belém – Resenha

Fui apresentada ao trabalho de Joan Didion há cerca de 8 anos, quando li O Ano do Pensamento Mágico e Noites Azuis. Gostei dos dois livros, me comovi com seus relatos e fiquei admirada com o texto sincero da autora, que fala de si mesma com muita honestidade e amor próprio, sem dourar a pílula ou colocar-se como vítima.

Então esse mês tive a feliz oportunidade de ler Rastejando até Belém, publicado pela Todavia, e pude conhecer um pouco mais sobre o estilo da autora. Foi a primeira vez que li a autora em português e achei o trabalho de tradução incrível. Com este livro também pude conhecer Joan Didion jovem, quando tinha quase a minha idade e vivia entre a Costa Leste (New York) e a Costa Oeste (California).

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