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Kura Quântica (Parte 2 – Superposições)

por em 02/07/2020 | Nenhum comentário

Kura Quântica (Parte 2 – Superposições)

Vamos então continuar nossa saga, em poucos episódios, sobre Mecânica Quântica. Antes de começar, queria fazer um disclaimer, ou dar um pequeno adendo à Parte 1 dessa nossa Kura Quântica (ver Parte 1 clique aqui): como é um texto de divulgação, tentei ser o mais generalista possível, e acabei sendo até demais quando citei “o método científico”. Conversando com colegas acabamos por concluir que não existe UM só Método Científico, o “UM Método que veio a todos conquistar”, mas sim existem Processos Científicos que abordam testes de hipóteses e/ou observações de fenômenos. O que citei é uma abordagem da ciência, mas que serve para nossos propósitos nestes textos.

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O que é o Ouro leve?

por em 01/07/2020 | Nenhum comentário

O que é o Ouro leve?

Em geral o que me leva a escrever são reflexões aleatórias que me vêm à cabeça, e eu penso, ISSO DARIA UM TEXTO, HEIN! Normalmente eu não boto elas no texto, porque, bom, não cabe muitas das vezes, mas dessa vez eu não pude deixar passar. Vamos lá! Você já parou pra pensar na quantidade ABSURDA de peso que deve ser andar por ai assim?

Esse é o Datta Phuge, que se auto intutulou “O Homem de Ouro de Pimpri”

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Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D’Arc

por em 30/06/2020 | Nenhum comentário

Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D’Arc

‘Eu nunca tive nada com Joana d’Arc, nós só nos encontramos pra passear no parque. Ela me falou dos seus dias de glória e do que não está escrito lá nos livros de história […]”, porém, nós aqui do Fronteiras no Tempo gostamos também de explicar para vocês o que os historiadores estão pesquisando sobre personagens como ela, que foi já retratada de diversas formas na literatura, cinema e, como no caso da citação inicial, em uma música. Personagem emblemática para história francesa, esta guerreira que virou santa tem uma trajetória que até hoje desperta curiosidade e paixões. Para nos levar nessa viagem, chamamos a professora doutora Flávia Amaral (UFVJM). Esta é uma longa história e que não terminou com a execução de Joana D’Arc. (aliás, não custa lembrar que “ontem eu nem a vi, sei que não tenho um álibi, mas eu, eu não matei Joana d’Arc”)

Neste episódio:

Entenda a importância de se conhecer a trajetória de Joana D’Arc e as diversas narrativas sobre ela que surgiram na literatura durante os séculos. Conheça o contexto em que ela viveu, especialmente a guerra dos cem anos, com os problemas na sucessão ao trono francês devido às disputas contra os ingleses. Surpreenda-se com as ações de guerra realizadas pela jovem Joana D’Arc, de onde ela alegava vir a inspiração para sua missão e, ainda, como e porque ela conseguiu convencer as pessoas a segui-la. Por fim, entenda quais valores e normas ela quebrou e que a levaram a ser condenada à morte. *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY

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Caracterizando um predador de topo do Cretáceo Brasileiro

por em 30/06/2020 | Nenhum comentário

Caracterizando um predador de topo do Cretáceo Brasileiro

Não. (In)felizmente esse não é outro texto sobre dinossauros. O foco aqui será nos interessantíssimos baurussuquídeos, um grupo bastante diverso de crocodilianos que rondava pelo Gondwana no final do período Cretáceo, há uns 88 milhões de anos atrás. Seu registro fóssil é bastante rico no Brasil, principalmente nas rochas do Grupo Bauru que afloram nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

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Storytelling com dados – Resenha

por em 29/06/2020 | Nenhum comentário

Storytelling com dados – Resenha

Invertendo propositadamente a minha narrativa nessa resenha, quero dizer Storytelling com Dados, por Cole Nussbaumer Knaflic, mudou imediatamente a maneira como apresento dados e construo meus gráficos. Uma excelente leitura prática para quem lida com qualquer tipo de dados.

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Como sabemos o certo e o errado (se é que sabemos)?

por em 26/06/2020 | Nenhum comentário

Como sabemos o certo e o errado (se é que sabemos)?

Como as pessoas decidem o que é certo e o que é errado? Aliás, o que é certo e errado mesmo? Apesar de durante grande parte da história ocidental a filosofia ter sido a responsável por responder a essas questões, ninguém precisa ser filósofo para tomar decisões e emitir julgamentos morais no cotidiano. Quer dizer, ninguém precisa se perguntar sobre a natureza do certo e do errado para saber que trapacear é errado. Atualmente, a psicologia social e a filosofia experimental se responsabilizaram por responder algumas dessas perguntas, isto é, os mecanismos fisiológicos, cognitivos e fatores contextuais por trás de uma decisão moral. Às vezes isso pode ser lido como a ciência finalmente sendo utilizada para responder com evidências a perguntas que os filósofos respondiam de forma especulativa. Essa moda de matar a filosofia encontrou vozes como a do próprio cosmólogo recém-falecido Stephen Hawking. Acredito que olhar para a ciência como superação da filosofia está fundamentalmente equivocada.

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