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Marvin e a classe média

por em 20/07/2021 | Nenhum comentário

Marvin e a classe média

Hello there…

… the angel from my nightmare…

Por maior diálogo que passamos fazer entre a saudade que invade o trio do Blink 182 e um certo saudosismo de tempos não tão distantes manifestado pela classe média brasileira, é uma outra saudade e de uma outra classe média, ex-classe média, o ponto de partida. É nessa confusão que nosso Virgílio se manifesta. Marvin é nosso guia pelos 5 níveis das classes sociais brasileiras, cujo centro é o que se chama classe média e que não guarda a surpresa de uma Beatriz.

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Entre a realidade distópica e a sonhadora utopia, a Rockescola

por em 24/05/2021 | Nenhum comentário

Entre a realidade distópica e a sonhadora utopia, a Rockescola

Hey Judes, como estão?

Falar de Rock e História é um diálogo já bastante comum, pois, em certa medida, a história do rock se confunde com determinados eventos históricos. É onde o rock’n roll cumpre perfeitamente a sua essência questionadora e provocadora, uma veia expressionista de leitura crítica e cantada sobre diversos momentos. Nesse sentido, o rock é praticamente uma enciclopédia musicalizada e, como os poemas cantados pelos aedos, fonte de conhecimentos considerável sobre a nossa própria história enquanto sociedade.

No entanto, falar da prática de ensino ou do ensino na prática não costuma ter tanta atenção e, talvez por isso, não fique muito claro o diálogo entre o rock e o ensino, sendo aquele uma escola ou uma ferramenta de ensino.

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O mimimi e a violência sublimada

por em 12/03/2021 | Nenhum comentário

O mimimi e a violência sublimada

Hey, Judes, como estão?

Dessa vez vamos falar sobre o tal do mimimi e a violência trazida a reboque consigo. Afinal, quem nunca leu ou ouviu alguém falando sobre essa geração ser mimizenta ou então que “tudo agora é mimimi”? Até o humor vira fundamentação argumentativa quando, por exemplo, se ouve por aí que o politicamente correto acabou com a graça, com o chamado humor negro, como se a esfera do humor fosse um ambiente sem limites para tirar o riso alheio.

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Não existe trabalho ruim; o ruim é ter de trabalhar: Seu Madruga e o conceito de trabalho para os ibéricos

por em 16/12/2020 | Nenhum comentário

Não existe trabalho ruim; o ruim é ter de trabalhar: Seu Madruga e o conceito de trabalho para os ibéricos

Hey Judes, como estão?

Me digam uma coisa: o que vocês fariam se ganhassem sozinhos na loteria? Com certeza vocês já pensaram sobre isso, não? Nesse momento, enquanto escrevo cada uma dessas linhas e de acordo com o site da Loteria, o valor em EXPECTAÇÃO é de R$50 mi enquanto para a Mega da Virada supera os R$ 89 mi. Mas, e aí? O que você, jovem Jude, trabalhador, buscador de um lugar à sombra, comedor de marmita e pegador de transporte público lotado… O que você faria com essa verba toda?

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Por que não é tabu o vestir-se “de mulher” no carnaval?

por em 17/09/2020 | Nenhum comentário

Por que não é tabu o vestir-se “de mulher” no carnaval?

Hey Judes! Como estão?

A “fantasia” de mulher ou o hábito de se vestir como mulher durante os dias de carnaval não é uma novidade para ninguém. Até porque, como acabei descobrindo durante a pesquisa, esse hábito tem registro desde muito tempo e acaba se misturando às raízes do nosso carnaval “moderno” – classifiquemos assim. Descobri que, em 1835, um anúncio oferecia, entre outros itens de fantasias, “peitos de senhora para vestir-se de mulher”. No entanto, recentemente esse costume mais que centenário foi alvo de uma campanha de desconstrução de culturas preconceituosas e racistas.

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