Pages Menu
TwitterRssFacebook
Categories Menu

“Nham nham, papá de Idade Média”: uma breve introdução às transformações alimentares

por em 03/02/2020 | Nenhum comentário

“Nham nham, papá de Idade Média”: uma breve introdução às transformações alimentares

Hey Judes!!!! Como estão?

Se me permitem um certo grau de parcialidade, o aspecto mais fantástico da historiografia é que tudo tem uma história e, consequentemente, tudo tem uma história para contar seja ela individual, seja coletiva. Dessa forma, descobrir sobre o cotidiano de outras épocas é se propor a descobrir detalhes sobre costumes que hoje possam ser tão comuns para nós. Então, vocês já se perguntaram ou alguma vez pensaram na quantidade de elementos que compõem nosso cotidiano e que simplesmente não fazemos a menor ideia de suas origens? Alguém aí já parou para pensar sobre a nossa alimentação? A origem e as razões pelas quais comemos determinadas comidas? Por exemplo, vocês imaginam como se instituiu a prática do café da manhã? E como se dava a alimentação antes desse nosso modelo dividido em quatro refeições principais? Quais eram os alimentos mais comuns e como eles chegaram até nós? Será que consumimos ainda os pratos de outrora?

Leia mais...

Entre Fátimas e ameaças de ataque nuclear, uma grande transformação: joguemos War

por em 22/01/2020 | Nenhum comentário

Entre Fátimas e ameaças de ataque nuclear, uma grande transformação: joguemos War

Hey Judes, como estão?

2020 está aí e parece que “chegou chegando”, como diria aqui no RJ. Afinal, o ano pode até ser novo, mas as engrenagens ainda fazem girar a máquina obscura e obsoleta reanimada há dois anos atrás. Em mais um movimento que parece orientado pelo card “Conquistar 24 territórios à sua escolha”, os EUA carregam ao Oriente Médio mais uma vez sua bandeira de paz ao melhor estilo e símbolo da Akatsuki.

Leia mais...

Raízes à mostra: da consciência negra

por em 19/12/2019 | Nenhum comentário

Raízes à mostra: da consciência negra

Hey, Judes, como estão?

Este texto é uma sequência não planejada do título anterior quando abordei elementos das nossas raízes em cima de canções do norte, nordeste e do sudeste, especialmente por se tratarem de ritmos característicos dessas regiões. Contudo, me pareceu bastante importante que seja abordado esse assunto, tendo em vista a ideia haver ocorrido devido a um post em uma rede social. Nele via-se um grupo de escravizados e uma legenda apresentando o percentual de negros que sabiam ler e escrever no Brasil, de acordo com o Censo de 1872.

Leia mais...
Modo Noturno