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Chute 028 – Marcelo Valença fala sobre Aprendizado Ativo em Relações Internacionais

por em 11/11/2017 | Nenhum comentário

Você já ouviu falar em aprendizado ativo? Neste episódio, Marcelo Valença (UERJ) fala sobre técnicas de ensino e aprendizagem aplicadas às Relações Internacionais. De Rick and Morry à Calvin and Hobbes, passando pela música, cinema, e simulações de organizações internacionais, Marcelo nos conta sobre os desdobramentos recentes da literatura especializada em ensino ativo. Aperte o play e aprenda conosco!

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Comentários, críticas, sugestões, indicações ou dúvidas existenciais, escreva pra gente em [email protected]

Participaram desse podcast:

Filipe Mendonça – facebook.com/filipeamendonca
Geraldo Zahran – facebook.com/geraldo.zahran
Marcelo Valença – twitter.com/miurrause

Podcasts citados neste episódio:

ONDEM Podcast – http://www.onomedissoemundo.com/
Olhares Podcast – https://olharespodcast.com.br
Treta Talks – http://www.treta.com.br/podcast/
Scicast e Spin de Notícias – http://www.deviante.com.br
Aleixo FM – https://www.rtp.pt/play/p510/

Lista do Spotify do Marcelo: 2017 Estudos da Guerra e da Paz
https://open.spotify.com/user/12142639268/playlist/62RwkhJjviq44kY1mWKtj3

Artigos citados neste episódio:

Marcelo Valença. Contribuições do Aprendizado Ativo ao Estudo das Relações Internacionais nas universidades brasileiras. Meridiano 47 n. 18, 2017, p. 1-15. https://goo.gl/PtaAr1

Marcelo Valença. Combinando Teoria e Prática na Criação de um Programa: experiências em um curso de Guerra e Paz, Política Hoje 20(1), 2011, p. 7- 35. https://goo.gl/LkdP2U

Michael J. Tierney. Schoolhouse Rock: Pedagogy, Politics, and Pop. http://wmpeople.wm.edu/asset/index/mjtier/schoolhouserock

Trilha sonora:

No Use For A Name, Dumb Reminders
U2 & Luciano Pavarotti, Miss Sarajevo
The Clash, I Fought the Law
Os Replicantes, A Verdadeira Corrida Espacial
Propagandhi, We Thought Nation States Were a Bad Idea
Screeching Weasel, Come and See the Violence Inherent in the System
REM, It’s The End Of The World
System Of A Down, Chop Suey!

Green Daze, music by audionautix.com
Periscope, music by audionautix.com
Whats It To Ya Punk, music by audionautix.com

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Quem é Jerome Powell e como ele pode mexer com o seu dinheiro

por em 10/11/2017 | Nenhum comentário

Esta semana o presidente americano Donald Trump anunciou Jerome Powell como o próximo presidente do FED – o Banco Central americano. Com uma carreira em direito e política, Powell já servia no Board of Directors da instituição desde 2012, aconselhando nas diretrizes da política economia, dentre elas a política monetária dos EUA. Os especialistas e economistas entenderam como uma escolha acertada do presidente (quem diria!), por não promover uma ruptura brutal com a política atual conduzida por Janet Yellen, mas o principal motivo da felicidade dos mercados, em especial dos emergentes, é que Powell defende a manutenção da baixa taxa de juros americana enquanto a inflação de produtos e salários não pressionar os preços. E isso é um grande alívio (pelo menos imediato) no nosso bolso. Mas por que?

Por ser considerado o investimento de menor risco do mercado mundial, os títulos públicos americanos atraem um grande número de investidores que buscam em mercados emergentes (como o brasileiro) prêmios (ou também chamados de taxas de retorno) mais altas para compensar os riscos do mercado local. Com esta dinâmica global de investimentos, a taxa de juros determinada pelo FED acaba servindo como uma taxa básica global, pois todos os outros investimentos acabam tendo que oferecer retornos maiores para atrair investidores. E isso acaba tendo duas consequências diretas: a primeira é o lógica aumento dos juros mundiais, o que desacelera a economia e afeta diretamente o preços dos empréstimos e os resultados das bolsas ao redor do mundo.

A segunda consequência é menos óbvia, mas tem efeitos mais diretos: com os títulos americanos mais atraentes, há uma fuga de investidores que devem comprar dólar para sair do país e fazendo o câmbio disparar. Com isso, produtos importados (como o trigo do seu pãozinho) sobem, puxando a inflação rapidamente para cima. Isso leva a um aperto na política monetária, isso é, mais aumento de juros e reforçando as consequências que já falei aqui em cima.

A escolha de Powell congela, por enquanto, as expectativas sobre mudanças nas políticas americanas, já que a retomada da economia ainda é uma peça difícil de ler: os economistas ainda não conseguem precisar por que o crescimento constante do emprego não tem pressionado a inflação, e nem mesmo conseguem afirmar se haverá uma onda inflacionária ou se este é um crescimento sustentado a mais longo prazo. E por incrível que pareça, a escolha de Trump por um diretor mais constante ao invés de seguir seu instinto agitador, é um suspiro de alívio imediato para a economia americana e global.

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