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A miscelânea deslumbrante e +18 de Love, Death & Robots

por em 15/04/2019 | Nenhum comentário

A miscelânea deslumbrante e +18 de Love, Death & Robots

Love, Death & Robots é uma série ótima! Mesmo! Mas esse texto não vai ser um panfleto encomendado pela Netflix – onde ela está hospedada – e nem uma resenha sobre o quão disruptivo e revolucionário o seriado seja. Porque não é. Nem a primeira, muito menos a segunda opção. risos Resolvi escrever sobre essa série porque eu realmente gostei e, assistindo, me peguei pensando em algumas questões que julguei interessantes compartilhar.

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Precisamos falar sobre camisinha! :)

por em 28/01/2019 | Nenhum comentário

Precisamos falar sobre camisinha! :)

Calma! Não pretendo resgatar uma história milenar da dita cuja; apontar os primeiros vestígios arqueológicos do que poderia ter sido usado como um preservativo no Egito pré-cristo, na Antiguidade europeia, nos trópicos trobriandeses, etc. Também vou pular a parte da galera no Império Romano usando tripa de ovelha ou dos japoneses que, por mais incrível que pareça, elegeram um fucking casco de tartaruga como acessório sexual… Depois vocês me agradecem.

Quero falar da camisinha sob a perspectiva que me cabe, a da Saúde Coletiva. Pensar, brevemente, sobre como esse objeto tão trivial carrega consigo um mundo de significados, uma pá de transformações e que hoje representa não só uma tecnologia a serviço das pessoas como também um direito adquirido, aos trancos e barrancos, e que parece ainda não ter se consolidado como tal: o direito à prevenção e a uma saúde sexual plena.

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As “pílulas da inteligência”: pontos de vista sobre a medicalização do aprimoramento cognitivo

por em 10/12/2018 | Nenhum comentário

As “pílulas da inteligência”: pontos de vista sobre a medicalização do aprimoramento cognitivo

Desde os anos de 1960, estudiosos do comportamento humano investigam como o discurso médico influencia a construção e reprodução de categorias sociais e identidades individuais. Irving Zola, Thomas Szasz, Michel Foucault e Erving Goffman são alguns exemplos. No início, as discussões se restringiam ao campo da psiquiatria, porém, a partir dos anos 1980, elas se expandem para as outras áreas da medicina. Em 1975, como parte da recém inaugurada sociologia médica, o sociólogo Peter Conrad propõe o conceito de medicalização.

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Distopias, subjetividade e Ghost in The Shell: Atualizando nossos receios frente ao futuro tecnológico

por em 26/09/2018 | Nenhum comentário

Distopias, subjetividade e Ghost in The Shell: Atualizando nossos receios frente ao futuro tecnológico

Sou fascinada pelo tema da Tecnologia e não é de hoje que penso sobre como vamos lidar com os avanços anunciados e quais seriam suas prováveis consequências sociais e filosóficas. Aqui, propus organizar parte dessas percepções e construir uma chave de interpretação possível capaz de explicar: por que nós, reles mortais, diante dos acontecimentos recentes no mundo da inovação tecnológica, começarmos a temer ainda mais nosso futuro ao invés de celebrá-lo?

Essa vai ser a pergunta que norteará esse texto e já adianto que ela não é retórica! Tem resposta, e vem antes do final do post, juro!

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