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Açúcar, tempero, e tudo que há de bom

por em 01/10/2016 | 12 comentários

Açúcar, tempero, e tudo que há de bom

Outubro chegou e com ele mais uma experiência do CEAD – Centro de Estudos Avançados Deviante. Estimulado pelos ótimos resultados que a redatora Gabriela Reciputti obteve com suas experiências relacionadas a natureza do sono (caso você não tenha acompanhado, veja aquiaquiaqui e aqui), este humilde redator que vos escreve decidiu também testar como o organismo reage à mudanças abruptas, mas no âmbito nutricional. A ideia é cortar da dieta durante este mês de outubro todo e qualquer tipo de açúcar, seja ele puro ou industrializado, e relatar para vocês semanalmente aqui no Deviante os resultados dessa experiência: como o organismo irá reagir, quais serão os pontos positivos, os negativos, etc etc.

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Novos receptores olfativos descobertos nos brônquios podem levar a novos tratamentos para a asma

por em 10/08/2016 | Nenhum comentário

Novos receptores olfativos descobertos nos brônquios podem levar a novos tratamentos para a asma

Pesquisadores alemães identificaram dois novos tipos de receptores olfativos em células musculares dos brônquios humanos. O que mais desperta atenção, no entanto, é o fato de que, se esses receptores forem ativados por certos odores, eles acabam dilatando os próprios brônquios, o que nos proporciona uma nova abordagem potencial para o tratamento da asma. Pelo menos essa foi a conclusão tirada pelos Profs. Drs. Hanns Hatt e Benjamin Kalbe, do Departamento de Fisiologia Celular da Universidade de Bochum, Alemanha. Os pesquisadores publicaram seu artigo na revista Frontiers in Physiology.

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Simulação pode finalmente ter explicado a origem dos satélites de Marte

por em 06/07/2016 | Nenhum comentário

Simulação pode finalmente ter explicado a origem dos satélites de Marte

Apesar de ser bem menor que a Terra, nosso vizinho vermelho possui o dobro de satélites naturais que o nosso planeta. Enquanto a Lua ilumina as noites por essas bandas, no Planeta Vermelho quem dá as caras é Phobos e Deimos. No entanto, ao contrário de nossa lua, a origem dos dois satélites de Marte nunca foi clara. Eles poderiam ser asteroides que acabaram sendo capturados pelo planeta; poderiam ser formados do próprio planeta; poderiam ser satélites caseiros; dentre outras possibilidades.

Agora, um estudo divulgado na revista Nature Geoscience sugere que Phobos e Deimos podem ser tudo o que restou de uma família maior que originou-se em decorrência de um impacto gigante com o planeta vermelho, bilhões de anos atrás.

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