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As vantagens [reprodutivas] de ser altruísta

por em 20/06/2019 | Nenhum comentário

As vantagens [reprodutivas] de ser altruísta

Heróis quase sempre têm algum efeito sedutor sobre o sexo oposto. Pode ser a máscara, o físico atlético, as proezas acrobáticas, mas pode ser também que personagens dispostos a se sacrificar pela coletividade tenham algum efeito sedutor sobre personagens femininas. Esse efeito pode ser um dos sintomas das pressões seletivas que moldaram o H. sapiens com sua característica capacidade, mesmo entre os mais sociais dos primatas, de se sacrificar para ajudar os outros.

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Os testes de Harvard selecionam seus genes

por em 09/04/2019 | Nenhum comentário

Os testes de Harvard selecionam seus genes

Em Gattaca, a engenharia genética avançou a tal ponto que pais podem esculpir geneticamente seus filhos. Isso não se limita a traços físicos, mas a tendências comportamentais também. Você pode ter um filho com nível alto de inteligência, que tenda a ir para área de Exatas, que seja talvez engenheiro, ou físico teórico, basta querer e uma empresa de engenharia genética realiza seu sonho.

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A realidade biopsicossocial da violência

por em 08/02/2019 | Nenhum comentário

A realidade biopsicossocial da violência

No scicast sobre violência comentaram rapidamente sobre fatores ambientais/sociais e biológicos que podem influenciar no quanto as pessoas são agressivas, na violência como um todo, e nos reflexos disso, sendo um deles a criminalidade (ainda que nem todo crime implique violência física). Me pareceu que partiram do princípio de que esses fatores ambientais/sociais e biológicos poderiam ser muito bem separados, existindo uma violência que seria fruto da agressividade proveniente de fatores biológicos, mais natural, e outra agressividade causada por fatores ambientais, algo mais conjuntural, mais cultural. Reconheço uma possível vantagem didática nessa separação, mas acredito que fora de uma ótica meramente instrumental, abordagens que integram biologia e cultura sem apelar para dicotomias tendem a ser mais robustas. Além disso, esse par de opostos reforça a dicotomia nature x nurture, o que há bastante tempo vem parecendo insuficiente e inacurado para explicar não só o comportamento humano, mas aspectos mais nus e crus da biologia — a própria capacidade de digerir lactose na idade adulta não existiria sem um entrelaçamento entre práticas culturais e genética. É essa abordagem que considero preciosa para abordar o problema da violência e da criminalidade.

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