Pages Menu
TwitterRssFacebook
Categories Menu

Scicast #187: Caatinga

por em sex 24America/Sao_Paulo mar 24America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 57 comentários

Scicast #187: Caatinga

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast multidisciplinar! Essa semana vamos conversar sobre um importante bioma brasileiro, um bioma 100% verde e amarelo! E você vai se surpreender o quão verde ele pode ser…

Descubra neste podcast: A caatinga faz jus a sua contra parte sem encontro vocálico? O que é um brejo? Como surgem os vendedores de guarda-chuva? Porque a vegetação é torta? O que acontece quando chove? E, principalmente, porque somos podcasters e não repentistas?

Arte da Capa:


Publicidade:


Avisos Paroquiais:


Contato Comercial:

Quer anunciar seu produto, marca ou serviço aqui no SciCast? Entre em contato:


Redes Sociais:


Aperte o pause:


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: Julissy Tocachelo e Ilustração: Flavio Morais.


Material Complementar:

Caatinga – Um bioma brasileiro reportagem com descrição da Caatinga, mostrando parte de seu endemismo, instabilidade meteorológica, problemas e cita sua importância.

EcoSenado falando sobre a flora endêmica da Caatinga e suas adaptações para o ambiente semiárido, reduzindo perda de água e proteção; Fala sobre as diferentes fitofisionomias e usos das plantas.

Cerratinga é um esforço de organizações para divulgar e sensibilizar a população em geral a respeito do grande potencial de uso dos recursos da biodiversidade do Cerrado e da Caatinga, congregando informações sobre as espécies, os produtos, os produtores, além de receitas e outras informações. É também uma ferramenta de apoio para iniciativas produtivas comunitárias, que promovem a geração de renda e a inclusão social.

  • Edgley Cesar

    Muito bom o cast.
    Sou paraibano (e biólogo), ‘nativo’ da área chamada planalto da Borborema, onde se encontram os brejos de altitude. Cidades como Areia, Bananeiras, Alagoa Grande, Alagoa Nova, são equivalentes a oásis, com uma vegetação nativa rica (nos resquicios que ainda estão de pé), claramente distoante da caatinga das areas em volta, mostrando uma mistura de espécies tanto da caatinga quanto da mata atlântica. Chove com frequencia nestas áreas e a temperatura é mais amena (mínimas de 10°C em algumas epocas do ano). Cidades como Areia e Bananeiras (PB), Garanhuns (PE), acreditem, promovem festivais de inverno, devido ao frio, principalmente no mes de Junho, com direito a chocolate quente, fondue e tudo mais rsrsrs

    Senti falta de falarem da riqueza pre-historica e peleontológica do bioma, principalmente da Chapada do Araripe.

    • Guilherme Ceolin

      Olá Edgley, tudo bem? Obrigado pelo comentário. Só respondendo o seu questionamento: fiz parte da elaboração da pauta e tinha tanta coisa para dizer que esquecemos um monte de pontos sobre a Caatinga que poderíamos ter falado e que valeriam muito a pena a discussão. Com certeza, esta parte de paleontologia e arqueologia foi um grande vacilo. Agregaria muitíssimo ao programa. Mas, captamos a dica e se algum dia houver um Caatinga II – o Retorno, lembraremos disso.
      Vida longa e próspera!

  • Auridian

    Saudade de comer buriti, minha vida quase toda comi muito isso, recomendo o doce que vem encaixado com a “madeira” da planta — que é muito usada pra gaiolas de pássaros. Atualmente morando no Rio Grande do Sul (sou do Piauí), sinto falta tanto do buriti como do caju.

    De fato as frutas brasileiras são muito subestimadas, tanto o buriti quanto o caju são frutas que dão várias possibilidades de preparo (doce, suco, etc).

  • mega_luca

    Sempre ouvi dizer na escola que a agricultura predatória na época do Brasil colônia piorou a degradação da vegetação na região. Isso é verdade?

  • Mandacaru da Caatinga

    Salve deviantes! Me chamo Cassio José, sou Biólogo, morador de região de Caatinga (Itapetim-PE) e ouvinte assíduo do Scicast!

    Adorei o episódio sobre Caatinga e tenho apenas uma pequena objeção: Eu acho a Caatinga linda mesmo no período de seca, pois temos nesse período de fato um bioma único! No período de chuvas temos aqui algo que lembra a mata atlântica e talvez por influência midiática muitas pessoas tendem a ver a Caatinga com outros olhos quando está verde, eu discordo dessa percepção. A Caatinga é linda de janeiro a janeiro. (e cheirosa! rs…)

    Fiz as fotos a seguir com um lapso de tempo de alguns meses e nelas podemos observar essa mudança de “roupagem” que a Caatinga sofre antes e depois do período de chuvas:
    https://uploads.disquscdn.com/images/fe10b31b847530ea9d67d1e9eb5e6f0040e9d3898e3073e7e2901d88272fb6a3.jpg

  • Anderson Cardoso

    Pessoal faltou colocar informações sobre o evento no post, se eu entendi direito no cast, é Pint of Science? Segue o link http://www.pintofscience.com.br/.

    Uma música que combina com o tema https://www.youtube.com/watch?v=AzLUrmhBJkA , meu filho se amarra!

  • Gabriel Menezes Santana

    Fala scicasters… queria agradecer por essa abertura. Vocês não tem noção de como eu, recifense de nascença, me senti em casa quando ouvi as rimas no mesmo estilo que eu costumava ouvir no centro da cidade e as vezes até dentro dos ônibus. Vocês são geniais!

  • quando minha mãe dizia que meu quarto fedia caatinga, isso quer dizer?

  • Como uma pessoa de origem do interior de Pernambuco esse episódio não podia ser ouvido sem me fazer lembrar da minha terra natal e de várias coisas que me deixaram com saudades e nostálgico.
    Eu quando criança achava muito triste que o lugar que eu vivia era tão seco e quente a maior parte do ano, via em filmes e desenhos aquelas florestas verdes e bonitas e queria que lá fosse igual, mas era chegar a época das chuvas e tudo mudava, a caatinga ficava verde e a vida multiplicava, o riacho transbordava e era quase um evento no povoado onde vivia, as barragens enchiam de água, as pessoas já se animavam e começavam a por os seus roçados, e pras crianças era muita diversão poder brincar na terra molhada. Sério a época das chuvas e São João eram sempre a melhor parte do ano, tanto que eu não entendia quando via na tv as pessoas se reclamando da chuva e como era deprimente um dia chuvoso, pois pra mim era uma das coisas mais esperadas por mim e acho que todo mundo de onde eu morava, tanto é que quando o seu ficava com nuvens pretas e grande as pessoas falavam é que estava BONITO pra chover, enquanto agora vivendo numa cidade grande as pessoas dizem que o tempo tá feio.
    Como dito no episódio eu concordo muito que as pessoas não costumam ver o valor da caatinga, até mesmo pelas pessoas que vivem bem próxima dela. A vida inteira enquanto vivia numa área de caatinga eu via as pessoas derrubarem e queimarem ela pedacinho por pedacinho e isso já me deixava triste e com raiva desde pequeno, mas hoje mesmo ainda lamentando eu consigo entender o porque disso. O povo nordestino assim como a caatinga foi historicamente tratado com descaso e sem tanta atenção pelos governos, então pro povo que tá lá jogado meio que a própria sorte não tem ninguém que vai lá dar opções diferentes e mostrar algum valor pra caatinga que justifique manter ela em pé, o que resta então é queimar ela aos poucos pra fazer carvão ou abrir espaço pra pasto ou roça pra arrumar algum meio de subsistência. Infelizmente isso tem um preço enorme, desde pequeno eu ouvia da minha mãe de quando ela era criança e havia mais tipos de arvores, mais pássaros e animais, parecia até algo meio fantasioso se comparado ao que tinha naquela época, meu tio até tentava fazer medo pra mim e a minha prima sobre o Lobo Guara que nunca chegamos nem perto de conhecer. E isso piorou muito nos últimos anos, viajei de carro até lá ano passado e a seca de agora transformou tudo, tanto a vegetação que parece ainda mais escassa e desertificada do que eu lembrava quanto a situação social, no caminho era evidente a quantidade de casas abandonadas, e chegando lá dava pra ver a desesperança e tristeza das pessoas, meu avós mesmo perdeu vendeu todo o seu gado e sobrevive com a aposentadoria, e o mesmo se repetiu com a maioria das pessoas, gente que teve de ver todo o seu gado morrer de fome e sede, soube até o caso de uma pessoas que matou o seu gado a tiros porque já estava desesperado e não aguentava ver o sofrimento dos animais. A deterioração social é tão grande que agora as pessoas que agora tem ainda menos do que tinham antes ainda tem que conviver com o problema da criminalidade ainda maior e mais violento.
    Enfim, acabei me empolgando e fazendo um textão de novo hehehe

    (foto de juremas em flor, elas ficam são lindas nessa época, e quando tem uma floresta cheia delas cobrindo uma área enorme e até serras é de tirar o folego de tão bonito ♥)
    https://uploads.disquscdn.com/images/2d72abefda42960e9d6f410020a96c856307ea18ca931b6e1f2a3a2a9a71d1b8.jpg

  • Adorei que o Tarik falou do umbu, que onde eu vivia chamava imbu, pois é uma fruta maravilhosa e dá pra fazer muita coisa gostosa com ela como o suco de imbu com umas folhinhas de hortelã, fica uma delicia e é super refrescante, também tem a geleia que não comi ainda mas dizem que é bem gostosa mesmo, e o melhor de tudo é a imbuzada/umbuzada que é a poupa dos imbus/umbus cozidos misturado com leite e açúcar num tipo de vitamina muito gostosa mesmo, e que também ainda tem a opção de comer com um pouco de farinha de mandioga junto, como uma papa/mingau muito saboroso.
    Outras duas frutas tipicas que gosto muito são a pitomba e seriguela ♥. https://uploads.disquscdn.com/images/51731c5f3c8a73d0686579158526695e12736b8ffbe890fd1a1227c131dd22d1.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/3f90df199f3acdc0cafda9cb992421ede6c165e3237278c80070ece622b3463d.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/3ee34f83bef6af72643329d5535a20fbef9a77cf29ddddc40a8b7b18061f7955.jpg

    • Julissy

      Ai pitomba ❤ meu eterno amor.
      Siriguela é muito bom,mas so como madura,meus primos comem ela verde com sal tu tb come assim?

      • Nunca comi assim não haha
        Mas agora que vc falou eu lembrei que tinha quem comesse assim mesmo!
        E faziam o mesmo com manga verde, lembro que uma vez a molecada do meu povoado atacou uma mangueira perto do cemitério (eca) e comeram tudo com sal kkkkk
        Nunca entendi esse costume e sempre achei esquisito. Minha vó e a mãe da minha prima tinha outro costume ainda mais esquisito de comer melancia com farinha de mandioca.
        O ser humano pira muito nas frutas cara.

  • E só mais uma coisinha, já que falaram de nordeste e recentemente houve o aniversário de 200 anos da revolução pernambucana (puxando a sardinha pro meu estado) que tal um contrafactual teorizando o que teria acontecido caso Pernambuco tivesse conseguido manter sua independência até os dias de hoje? :D ( pessoa viciado no “e se…” )

  • Riveiro

    Cadê a batalha de repente que o Tarik prometeu?

  • Rodrigo (Bodas)

    Tão rico quanto a própria caatinga esse episodio!
    Parabéns!

  • Bom cast pra aprender mais sobre a cultura do nosso Brazilzão.

    Fica a recomendação de cast imaginando sobre o futuro:
    http://geekslab.com.br/2017/03/27/geeks-lab-03-o-celular-que-assa-pizza/

  • Eric Adan

    “… a pessoa que tem preguiça não sobrevive numa região dessas.” Obrigado, Guaxa!!!!

    • Julissy

      Eu abracei o Guaxa virtualmente quando ele falou isso ^^

      • Eric Adan

        Seu sotaque é muito lindo!!! lembrou a voz e sotaque de uma amiga minha… mandei o cast para ela ouvir e ela ficou dizendo que era estranho, pq parecia que ela estava falando hahahahahah

        • Julissy

          Aiin obrigada ^^ eu nao achava que tinha sotaque tao carregado, fiquei impressionada me escutando.

  • Junior Nicolau

    Episódio espetacular, gostei ainda mais por ouvir o sotaque dá minha conterrânea

    • Julissy

      Haha obrigada ^^

    • Eduardo Falcão

      Muito gostoso esse sotaque!

  • Lucas Barboza Martins

    Ótimo programa. Existe outro agravante quanto a produtividade das plantas na Caatinga, o bioma tem grandes áreas de Planossolos, é um tipo de solo extremamente complicado, para a agricultura. Possui alta CTC e argilas 2:1, mas sua física é extremamente complicada, extremamente argiloso, duro quando seco e áreas impermeáveis em subsuperfície. São poucas espécies que conseguem sobreviver nesse solo. Mesmo com técnicas de manejo, silvicultura, adubação e maquinário agrícola, não é certo a implementação de monoculturas na região. SAFs( sistema agroflorestal ) e Agrosilvopastoril podem ajudar a manter a biodiversidade local e melhorar a produtividade da população local. Esse artigo é bem interpresante e mostra um experimento na Caatinga. Florentino, Alissandra Trajano Nunes, E. de L. Araújo, and UP de Albuquerque. “Contribuição de quintais agroflorestais na conservação de plantas da Caatinga, Município de Caruaru, PE, Brasil.” Acta botanica brasilica 21.1 (2007): 37-47. http://www.scielo.br/pdf//abb/v21n1/05.pdf

  • Ótimo episódio.

  • Arthur Lage de oliveira

    Uma musica para realçar o ufanismo do magnifico Umbu.

    Como é que pode umbu ser tão gostoso?
    https://www.youtube.com/watch?v=Yd_Wh2eet04

    “Certo dia lá pra banda do nordeste
    Conheci um nordestino que ficou meu amigão
    Fui numa festa
    Numa tal de vaquejada
    A cultura nordestina foi tudo que impressionou
    Puxei a inchada e abri as alas contornadas
    E eu não to metido a besta
    Inventei dançar forró
    Então “rastei” uma linda garotinha
    Arretada e danada
    Ela quase me matou

    Fiquei quebrado
    Fiquei quebrado

    O meu amigo pra tentar me consolar
    Me disse:

    “oh meu bichinho, num se avexe não!
    O meu cunhado chegou ontem da fazenda
    Trouxe um saco de umbu
    A energia do sertão
    Chegando em casa,
    Depois de uma umbusada
    É só dar uma descansada
    Tu vai ver como que é bom”

    A sua filha preparou o prometido
    E atendendo seu pedido
    Tomei logo um copão.
    Tomei e gostei.
    Tomei e gostei.

    Como é que pode umbu ser tão gostoso? (4x)

    Depois de tudo que eu vi lá no sertão
    Daquele povo alegre nunca mais vou esquecer

    No outro dia eu fui cedo pra fazenda
    Conhecer o umbuzeiro da frutinha milagrosa
    Fiquei surpreso ao chegar no umbuzeiro
    Conheci uma fazendeira e o milagre completou
    Chupei umbu peludinho e miudinho
    Azedinho e docinho
    Coisa igual eu nunca vi

    Chupei e gostei
    Chupei e gostei

    Como é que pode umbu ser tão gostoso? (8x)”

  • Wesley Teofilo Oliveira

    Oi pessoal ! Excelente episódio.
    Sempre que ouço sobre a seca no nordeste a imagem que vem na minha cabeça é de uma pessoa dando murro em ponta de faca.
    Desde que o mundo é mundo (pelo menos nessa era geológica) o nordeste é seco. Muito me espanta até hoje o governo e a população tentar viver na caatinga como se fosse um lugar que depende da chuva como no sul e sudeste. No mundo há regiões como os desertos dos EUA, do oriente médio e da china onde se chove muito menos e há regiões prósperas. E são prósperas pois pararam de lutar contra a seca e encontraram outros meios para sustentar a população com turismo, exploração mineral, centros logísticos dentre outros. Bastando para isso a construção de aquedutos e perfuração inteligente de poços. O nordeste tem que parar de tentar plantar na caatinga e encontrar outra solução econômica. Se isso não ocorrer nossos netos ainda irão ouvir o SCICast #8345 falando sobre isso.
    Abraços !

  • Rodrigo Alencar

    Sem querer ser chato, mas o livro da Rachel de Queiroz foi em relação a seca de 1915 e não a quinze anos de seca, mas o fato que aqui no meu Ceará hoje vivemos um período de seca de mais ou menos 5 anos que devem se encerrar nesse ano uma vez que a média de chuva até agora tem sido superior a desses últimos cinco anos, hoje se somarmos todos os reservatórios cearenses de água juntos, temos apenas 7% da sua capacidade.
    Gostei muito do programa, me senti muito representado e muito feliz por terem abordado esse tema.
    Um forte abraço!

    • Julissy

      Obrigada pela correção, as vezes me confundo.

  • Lucas Dos Santos

    Estava eu ouvindo o Scicast pela segunda de manhã, na fila do banco, quando pra minha surpresa foi citado minha cidade natal Baturité- CE e a cidade onde hoje moro Quixadá-CE, sobre as aves em extinção citadas na região de Baturité, as aves residem na cidade vizinha de Guaramiranga e outras serras vizinhas, onde existe todo um processo de conscientização sobre o cuidado para com as aves, sendo até mesmo proibido sons em alto volume em determinadas regiões da cidade, em relação a cidade de Quixadá depois de alguns anos de seca é a secagem geral do açude cedro, no qual faz distribuição de água para maioria da cidade, sendo necessário racionamento de água e o investimento de sistemas que tragam água de cidades vizinhas que também estão em situação de emergência em relação a seca, nesse ano de 2017 as chuvas voltaram, porem com as chuvas outros problemas são gerados devido alguns bairros que foram construídos em locais onde antigamente haviam lagoas, gerando assim ruas totalmente inundadas dificultando a passagem dos moradores, outro aspecto da cidade de Quixadá que é conhecido a área 51 brasileira kk, onde tem um alto numero de visões de et´s pelos moradores, não estou falando que aqui é aeroporto de aliens, mais sim a pedra da galinha choca e aeroporto de aliens.
    de resto parabéns pelo cast que já é um dos meus favoritos, segue abaixo imagens da pedra da galinha choca (aeroporto de aliens)

    https://uploads.disquscdn.com/images/5ac08632a0a8250496c5bb148f5c517ecd41cc676e8ec0aa37861dfe9aacd6f4.jpg

  • Lenilson Olinto

    Excelente Programa, parabéns equipe do scicast. De campina Grande-PB, morador da região definida como “agreste” do planalto da borborema… Aqui o bioma Caatinga mistura-se a outros biomas como resquícios de mata atlántica nas regiões mais altas ( Brejos de altitudes). Bem peculiar a situação, visto que o planalto da borborema é uma região de transição, em que alguns pontos indo em direção ao litoral a vegetação e relevo assumem determinadas características e do planalto indo para o Carirí e sertão se tem novas características. ( http://www.igc.ufmg.br/geonomos/PDFs/17_1_19_25_Alves.pdf) (http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/07/16/a-origem-da-montanha/)
    (http://www.terrabrasilis.org.br/ecotecadigital/pdf/brejos-de-altitude-em-pernambuco-e-paraiba-.pdf)

    Outro ponto curioso é em relação a amplitude térmica nas regiões semi-áridas… como exemplo na região do carirí Paraibano, a temperatura durante o dia poderá chegar aos (33º…34º)C, mas em algumas épocas do ano a temperatura durante a noite cai para (15º…14º até 12º)C…(http://paraiba.pb.gov.br/aesa-registra-138oc-na-cidade-de-sume-e-sensacao-termica-chega-aos-12oc/)

    Muito Obrigado pelo podcast!

  • Marcus Ferreira

    Que cast maravilhoso, é incrivel ver como o brasileiro é imcapaz de ver beleza em seu proprio pais, no maximo enxergam pelo espelho do estrangeiro,e só acham bonito aquilo q eles acham bonito e importante e olhe la… nosso pais é riquissimo em territorio, com belezas e maravilhas q só existem aqui, a caatinga com certeza e´um dos maiores deles… só espero q um dia o brasileiro saiba valorizar o brasil, em sua totalidade… mas por enquanto, só me entristeço…

  • Darley Santos

    Um dos melhores Scicast! Tão regional, tão informativo! Quando começaram a falar da cultura advinda da região em que se situa tal bioma, fiquei lembrando constantemente da abordagem naturalista enquanto teoria sociológica e cultural.

  • David Castro da Silva

    Lá da Universidade onde trabalho, em Redenção (CE) temos uma visão maravilhosa da Serra, e a diferença de cores é incrível entre esta época do ano, estação de chuvas por aqui, e como fica de junho ou julho até dezembro. Vou lembrar de fotografar o antes e o depois por lá…

  • Ruy Acquaviva

    Achei tremendamente irresponsável o modo como foi abordada a questão da transposição do Rio São Francisco nesse podcast. Vocês fizeram acusações pesadas de corrupção, as quais deveriam ser feitas com seriedade indicando como e quem fez os desvios de verbas que vocês AFIRMARAM que houve em grande quantidade. Essas acusações e as insinuações de desvio de finalidade da obra são coisas extremamente séria que foram abordadas de forma leviana no podcast. Se vão fazer AFIRMAÇÕES peremptórias de que houve roubo de dinheiro público nessa obra, como fizeram, ficam na obrigação moral de detalhar onde ocorreu, quem fez e como fez, o que não ocorreu, ficando o tema muito mal abordado e passando apenas acusações levianas jogadas ao ar, chegando perigosamente próximo de se configurar calúnia. Os podcastares colocaram sob suspeita e no mesmo balaio todos os que participara da obra, incluindo trabalhadores, engenheiros e administradores dos quais vocês não tem razão alguma para suspeitar mas que foram arrastados a uma condição de suspeição sem o menor motivo devido ao caráter (desculpem-me o termo forte mas é o termo correto sobre o que foi feito) irresponsável das acusações feitas.
    Em um período conturbado da História de nosso País, onde a disputa político ideológica que deveria se dar de forma democrática com o livre debate de idéias fica soterrada sobre o discurso do ódio alimentado por uma abordagem muitas vezes hipócrita e moralista de acusações difusas de corrupção e por um ativismo judiciário que substitui de forma inaceitável a necessidade de provas e a racionalidade por convicções sem o devido embasamento, vocês prestaram um péssimo desserviço à democracia e ajudaram a envenenar ainda mais o debate sobre os grandes temas nacionais, entre os quais se encontra o projeto da transposição. É perfeitamente possível analisar esse projeto com fatos e argumentos racionais sem apelar para acusações levianas como vocês fizeram.

    • Fernando Malta

      Oi, Ruy.

      Como coloquei no cast, não valeria o debate sobre a questão da corrupção e discussão sobre potencial pouca eficácia de dinheiro público. E, de fato, para o programa, não fizemos uma pesquisa a fundo sobre casos de corrupção sobre a obra.

      Mas, dada às palavras duras que colocou seu comentário, fiz uma pesquisa de (sem exagero) 5 minutos na internet. Seguem abaixo alguns links que falam de diferentes casos de corrupção na obra. Esses são, como você mesmo colocou, os fatos. Aliás, tanto são fatos que a própria PF destinou uma ação somente sobre a transposição, denominada ‘Vidas Secas’ – e não acusações levianas, dado que são processos judiciais e administrativos – a não ser que sua acusação seja que a justiça seja leviana, mas aí de fato não cabe ao podcast interpelar.
      http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/12/presos-suspeitos-de-desviar-milhoes-da-transposicao-do-rio-sao-francisco.html
      http://rollingstone.uol.com.br/edicao/edicao-125/o-canal-da-propina#imagem0
      http://folhacentrosul.com.br/brasil/11026/transposicao-do-rio-sao-francisco-ja-dura-9-anos-entre-escandalos-de-corrupcao-sem-fim
      http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2013/02/12/transposicao-do-sao-francisco-r-84-bilhoes-e-nem-uma-gota-dagua/ (esse não fala de corrupção, mas sobre o mal uso do dinheiro)

      Por fim, mas não menos importante: não inventamos nada. Não acusamos ninguém de nada. Minha frase, na verdade, foi a seguinte (sim, me dei o trabalho de reouvir essa parte para que não fosse interpretado, veja você, de forma leviana):
      “Você tem diversas polêmicas com relação a corrupção no processo. Ou corrupção de fato ou dinheiro mal empregado. Como nisso não vale a pena entrar aqui, mas vale a pena mencionar pois isso é um puta problema…” e continuei pra outro assunto. A única menção anterior foi a do Guilherme que jogou que, por ser uma obra faraônica, poderia ser uma desculpa pra roubar dinheiro.
      E foi isso. Nenhuma acusação. Apenas uma constatação corroborada por esses 5 minutos de pesquisa e que, sem dúvida, podem ser complementados por uma busca mais aprofundada.
      Daí, Ruy, eu peço: não faça esse tipo de leitura do podcast. Mesmo. Tentamos realmente fazer um debate franco de ideias jogando alguns fatos sobre a transposição. Se não foi isso que te incomodou, mas as demais críticas, poxa, coloque aqui a sua opinião, outros fatos, enriqueça o debate. Mas não coloque em nossas bocas palavras que, sem dúvida, não proferirmos.

      Um abraço.

      • Ruy Acquaviva

        Se eu usei palavras duras em meus comentários é porque vocês usaram palavras duras no podcast. Não se pode dar uma canelada no meio de uma partida e depois exigir que o jogo siga com fair play só para não levar uma réplica.
        Colocar umas notícias com uns links pescados da Internet agora não vai mudar o fato de que foram feitas acusações pesadas sem o devido embasamento e aprofundamento. Uma obra grande como essa envolve milhares de pessoas, a maioria trabalhadores e pessoas que agem de forma honesta. Existem pessoas que defendem a transposição e tem argumentos válidos para essa defesa, tanto quanto são válidos os argumentos dos críticos. ocês podem muito bem colocar sua opinião pessoal e seus argumentos, nem precisam colocar os argumentos contraditórios, embora isso enriquecesse o debate, mas não foi isso que foi feito. Apenas se colocou que houve corupção, assim, de forma generalizada como se a obra toda fosse apenas um sorvedouro de dinheiro público e todos os que nela trabalharam ou defenderam a idéia fossem ladrões e aproveitadores. Acusações assim generalizadas afetam pessoas inocentes e muitas vezes desmerecem boas idéias por causa de circunstâncias e atitudes que não tem nada a vez com a concepção da obra.
        Olha, eu esperava que vocês se propusessem a fazer um debate sério sobre o assunto com a devida profundidade e a apresentação dos diferentes pontos de vista, para que o assunto não ficasse somente na forma de acusações. Você diz que as acusações não foram feitas mas olha a frase proferida aos 26min25seg: “O QUE EU SEI É QUE FOI UMA DESCULPA PARA ROUBAR DINHEIRO”. Não foi “eu ACHO” foi “eu SEI”. Você não pode negar que a frase foi dita, está lá. E desmerece não apenas todo o projeto, mas todos os que nele estiveram envolvidos, inclusive que defendeu a idéia, pois estaria apenas arrumando uma desculpa para roubar. È sim uma afirmação leviana. Você pode achar a o termo pesado mas não é injusto. Injusto é dizer que um projeto defendido por milhares, senão milhões de pessoas seja uma mera desculpa para roubar dinheiro. Não se fala uma coisa dessas e muda-se de assunto assim dessa forma, Simplesmente o podcast chamou todo mundo que não estivesse contra o projeto de ladrões.
        Não tenho dúvidas que tenha ocorrido casos de corrupção, pois há em toda obra pública. Foi generalizada? Ou foi combatida e contida? Foi parte fundamental do projeto, ou foram ações criminosas de indivíduos que se aproveitaram de oportunidades? NADA resalvando essas questões, simplesmente chamaram todo mundo de ladrões. E não diga que foi coisa do Guilherme, foi o podcast, pois passou na edição.
        Lamento muito ter que chamar na chincha dessa forma, sei que estou sendo duro, mas a pisada de bola foi grave. Pense bem a respeito.

        • Fernando Malta

          Você tem todo o direito de colocar aqui sua opinião. Como eu o tenho de discordar e achar que o que você fala que foram “críticas pesadas” foi UMA frase, quase de conversa de bar, e que justamente pela falta de embasamento dos participantes não teve a discussão continuada. O debate sério e com alguma profundidade foi da parte ambiental posterior. Mais uma vez, convido a criticar aquilo sobre o que falamos, não sobre uma frase que foi intencionalmente não abordada a fundo, como já comentei anteriormente.

          E não, não é “o que o podcast acha”. O podcast é composto por pessoas, inclusive convidados externos, e cada um é passível de sua opinião. Se você estivesse na gravação, provavelmente faria uma réplica a essa frase e estaria igualmente registrada. Não vou falar pelo Guilherme se essa é a opinião dele, se foi uma frase infeliz ou o que foi. Mas tirar uma frase de contexto após uma conversa de mais 15 minutos só sobre o tema (ou de 1h30 do episódio), tirar a frase do contexto também depois que segundos depois que eu coloquei a questão da corrupção de forma mais imparcial e movi o debate pra outro lado, e concluir que isso é “o que o podcast acha” é, pra mim, simplesmente errado.

          • Ruy Acquaviva

            “Tirar uma frase do contexto” significa passar um significado diferente do que foi dito por apresentar apenas uma parte. E não foi isso que eu fiz. O que foi dito que eu critiquei? Que o projeto da transposição seria apenas uma “desculpa para roubar”. A frase inteira tem o mesmo significado. Nada do que foi dito antes ou depois relativizou a afirmação, pelo contrário, o que você disse foi que um lado é a corrupção e outro é o lado técnico e mudou de assunto rapidamente. Hora, depois de uma afirmação agressiva como a acima não entrar no assunto é agir levianamente. O mínimo que se poderia esperar é que a questão fosse abordada com seriedade e não ficasse simplesmente com essa acusação no ar.
            Não avaliei o podcast inteiro e não critiquei o posicionamento das pessoas sobre o assunto. Apesar de discordar de diversos pontos e ter argumentos que vão de encontro aos colocados no podcast, tenho consciência de que vocês podem perfeitamente colocar suas opiniões sem a necessidade de dar espaço para os argumentos contraditórios. Opiniões todos tem e não tem problema apresentá-las, porém quando se trata de desmerecer todo um projeto com uma acusação generalizada um crime, como foi feito, a coisa muda de figura.
            Não estou dizendo que não houve corrupção ou superfaturamento na obra, porém o projeto não tem outro significado que não ser uma desculpa para cometer crimes joga essa acusação sobre todos que o defendem e desmerece o esforço de pessoas envolvidas com a questão.
            Existem diversas denúncias de corrupção e superfaturamento ocorridos durante a construção de Brasília, porém seria uma barbaridade dizer que a construção da nova capital foi apenas uma “desculpa para roubar dinheiro”. Você estaria não apenas desmerecendo o trabalho de pessoas como Lucio Costa e Oscar Niemeyer, mas também lançando suspeição de crime contra eles.
            Há inúmeras denúncias de corrupção na construção da Universidade de São Paulo, isso então torna essa universidade apenas uma “desculpa para roubar”? Há denúncias de corrupção na compra de vacinas, então eu posso dizer que a vacinação é apenas uma “desculpa para roubar”, insinuando que não tem nenhum resultado positivo e até que quem defende que ela é necessária estaria mentindo para dar desculpas para a corrupção.
            Imagine se alguém desmerecesse o enorme trabalho e a dedicação de vocês nesse projeto do Scicast colocando uma frase que ao mesmo tempo menosprezasse suas motivações e ainda colocasse uma suspeição generalizada sobre ele. Será que você acharia que tudo bem falar uma simples frase ou diria “peraí, agora que você me acusou vai ter que explicar melhor isso aí”. Jogar uma frase no meio de uma discussão sem explicar e nem desenvolver o assunto é muitas vezes pior que realmente abordar a questão.
            Participei de muitos debates sobre o projeto da transposição quando ele estava em seu início. Ouvi argumentos sobre os quais eu ponderei, informações que fui conferir através de pesquisas. Falei e ouvi, ví gente convicta tanto contra quanto a favor do projeto, formei minha opinião com o embasamento que obtive e levei essa posição ao debate que houve na época, posicionando-me com meus argumentos e colocando-os em contraposição a outros. Ao ouvir essa simples frase a qual você diz “não ter importância” senti como levando uma bofetada na cara porque declara que todo o cuidado que eu tive em debater essa questão não teve o menor valor. E aí a eu também pensei “não peraí, explica melhor por que dizer isso”, mas não, o assunto ficou apenas nessa declaração e aí está o porquê de ser leviana.
            É dizer, “olha todo o esforço dessa gente toda, toda sua opinião, não serve para nada.
            Não disse que isso é “o que o podcast acha”, digo que é o que foi editado e foi ao ar pelo podcast, então, não jogue nas costas de um participante. Essa frase também não define todo o conteúdo abordado e o que foi dito, não critiquei o podcast como um todo, critiquei esse posicionamento e só ele, não diga que estou desmerecendo o podcast inteiro por uma frase, porque não fiz isso. Ao contrário, critiquei essa frase porque é ela que desmerece o todo (do projeto da transposição) por uma parte (a ocorrência de corrupção).
            Mas eu estou errado sim, errado em ficar polemizando. Minha intenção não era ficar aqui explicando a importância de se ter o devido cuidado com o que se afirma, principalmente quando envolve acusações de desonestidade e generalizações grosseiras, acho que vocês já sabem disso. Minha intenção foi apenas externar minha rejeição a essa acusação que foi jogada no ar e ao modo com ela foi feita. Se você acha que não tem nada demais falar assim e eu não tenho razão na minha reclamação, então tá.

          • Fernando Malta

            Se sua opinião fosse desimportante, não teríamos dado o trabalho de lê-la e, mais ainda, respondê-la, Ruy. Entendo seu ponto e ele fica ainda mais claro ante seu histórico de envolvimento no projeto. Dado que foi algo que de fato o atingiu tão profundamente como externou, então só posso pedir desculpas, ainda que a frase não seja minha e nem minha opinião.
            Continuo achando que foi uma “frase de bar” e, possivelmente, nem mesmo deve ser o que o Guilherme acha ou deixa de achar sobre a transposição; ainda assim, fica aqui uma opinião diferente registrada.

          • Guilherme Ceolin

            Prezado Ruy
            Desculpe-me se a minha colocação te atingiu pessoalmente e isso é o máximo que eu posso te dizer. O Scicast é uma conversa de bar sobre ciência, com algum embasamento, sim, mas ainda assim, uma conversa de bar, com liberdade para se dizer o que quiser, dentro de certos limites. Por esta lógica, não irei me retratar pela frase pois não pauto o que digo ou deixo de dizer pelas feridas que eu possa causar em outrem. Me pai lutou contra a ditadura militar nos anos 70 para que seus filhos pudessem ter a liberdade de expressão que a geração dele não teve. Sei que liberdade só funciona com responsabilidade (os limites que falei aí em cima). Isso eu aprendi com meus pais e estou hoje ensinando para os meus filhos também. De modo que não citei nomes, não fiz acusações pessoais, não falei que A ou B tinha feito isso ou aquilo. Então, minhas desculpas são para a pessoa do Ruy, que ficou ofendida colateralmente pela frase que falei. O que joguei no ar foi o fato que não tinha certeza se a obra era boa ou ruim enquanto “obra para levar água para as partes secas”, já que desde que a proposta foi aventada, existem correntes contra e a favor (como não lembrar do bispo Dom Luiz Cappio que fez greve de fome contra a transposição? – segue link abaixo), mas que sim, obras faraônicas SEMPRE são uma boa desculpa para superfaturamentos e desvios, o que aconteceu de fato, vide os links que o Fencas colocou e qualquer pesquisa no Google. Mais uma vez, caro Ruy, se você trabalhou de maneira séria e comprometida com esta obra, ficam aqui minhas desculpas mais uma vez. Sou professor federal e já trabalhei como consultor ambiental e também sempre fiz meu trabalho de maneira séria e comprometida. Faço o que tenho que fazer, digo o que tenho que dizer, não cometo ilícitos e ainda assim posso ofender alguém no caminho. Não é a intenção, mas faz parte da vida! Espero que continue ouvindo os próximos programas sobre biomas que estão previstos para acontecerem. Se me chamarem para gravar depois de minha “frase polêmica”, vou tentar desfazer a má impressão que porventura tenha causada. Sou uma pessoa legal, acredite (minha mãe é minha fã).
            Vida longa e próspera!

            http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/12/1381665-bispo-que-fez-greve-de-fome-contra-transposicao-aponta-uso-eleitoral-da-obra.shtml

  • Josyane Carla

    Oiii gente!!!
    Estava aguardando essa continuação, o episódio de Amazônia foi um dos meus preferidos do ano passado. Foi através dele que me interessei mais pelo assunto, e me levou a estudar Ecologia e Conservação de Recursos no curso de Engenharia Florestal aqui da UFMT, e está sendo uma experiência sensacional!!! Além da aprendizagem geram dos ecossistemas e biomas do mundo todo, pude aprender de forma mais detalhada sobre o Cerrado, um dos biomas presentes no meu estado e que conhecia muito pouco.
    Também foi conteúdo da disciplina a Caatinga, esse bioma lindamente peculiar, com suas diferentes apresentações entre a seca e a cheia.
    E como relatado no episódio, é realmente difícil pra gente imaginar essa condição de falta de chuva. Aqui em Cuiabá, apesar dos meses que passamos sem chuva, temos a certeza que ao final do ano o ciclo recomeça e o período de cheia sempre aparece de novo. É uma realidade distante, mas presente em nosso país e acho extremamente importante nos atentarmos a isso.
    Um grande abraço, Julissy, sua linda, seu sotaque deixou o cast ainda mais especial!!!!

  • Fábio Peres

    Fala Galera!
    Ouvindo o República aqui na esteira da academia, resolvi reparar um erro e comentar nesse episódio simplesmente fantástico!
    Parabéns!!!!
    #tácomentado
    ;-P

  • Bruno Fernandes

    Fencas está interpretando muito mal o capitalismo, como se utilidade marginal, valor econômico, auto interesse e egoísmo só existisse sob o capitalismo. Mas o capitalismo é só um de muitos sistemas econômicos. As regras da Economia se aplicam a todos os sistemas, capitalismo é só aquele que, até o momento, tira o melhor resultado dessas regras.

    • Fernando Malta

      Tô não, cara. Ç_Ç
      Eu não disse que só existe isso no capitalismo; eu disse que, em geral, ao que você alardeie conceitos que levem a esses, você é assim taxado – mas não é uma crítica em si, mas um “salvo-conduto” àqueles que sei que criticariam os conceitos abordados por motivos assim não o fizessem por motivos frívolos. :-)

  • Bruno Fernandes

    Primo, você não disse que ia colocar no post a batalha repentina de Senhor dos Anéis contra Harry Potter?

  • Adriana

    Oi pessoal ! Eu tento atualizar o feed porque vi que tem muitos outros podcastds publicados mas o ultimo que aparece é esse 187 … não consigo atualizar pra baixar os outros … o que eu faço? eu uso o app PODCAST do iPod. Me ajudem!! obrigada !

    • Fernando Malta
      • Adriana

        Oi Fernando .. não deu certo … mas eu apaguei e fiz de novo assinatura pelo app do iPod e agora deu certo ! obrigada !

        • Fernando Malta

          o/
          O que importa é conseguir nos ouvir. :-)

  • Eduardo Falcão

    Apesar de ter escutado este episódio com um grande atraso não pude deixar de parabenizar pelo conteúdo como um todo, mas o que me chamou mais atenção foi a trilha sonora dos Rabequeiros de Pernambuco que encaixou com uma luxa no tema. Parabéns pessoas!

%d blogueiros gostam disto: