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O carbono alterado dos deuses humanos

por em 04/06/2018 | Nenhum comentário

O carbono alterado dos deuses humanos

Pelo título deste post, os leitores mais atentos já devem ter sacado que farei uma crítica da série Altered Carbon, que passa naquele canal de streaming que o Sílvio Santos adora. Todavia, resolvi juntar no pacote outra obra, esta exclusivamente impressa – Homo deus (Yuvão da massa) – que gira em torno de um tema parecido: a possibilidade humana de vencer a morte. Para tentar não dar spoilers da série para quem ainda não assistiu, vou dividir o post em três partes. Na primeira vou falar da série, na segunda do livro e na terceira vou tecer comentários a respeito das implicações morais e éticas da imortalidade, mas sem dizer se isso vem do livro, da série ou da minha cabeça. Se mesmo assim alguém tem medo de tomar spoiler, fique à vontade para não ler o texto. Venham comigo, então. Vamos juntos desvendar com quantas capas se faz um deus.

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O alfabeto genético e o sentido da vida

por em 02/05/2018 | Nenhum comentário

O alfabeto genético e o sentido da vida

Faz um tempo já, a revista Nature deu um grande destaque ao fato de que pesquisadores conseguiram incorporar ao DNA humano duas letras a mais dos que as clássicas A, T, G e C. Por uma absoluta falta de criatividade, batizaram estas novas moléculas como X e Y (acho que alguns cientistas deveriam dar uma olhada no Twitter brasileiro para extrair algumas ideias). Tendo duas letras a mais, o número de combinações aumenta exponencialmente, permitindo que novas proteínas sejam criadas, expandindo de maneira inimaginável as possibilidades. O alfabeto aumentou e com ele agora se torna possível escrever novas mensagens. Mas, para quem dormiu na aula de Biologia do primeiro ano, como algumas poucas letras escrevem todos os livros da vida na Terra? Venha comigo nesta viagem que o tio irá explicar.

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Resenha: Sapiens – Uma breve história da Humanidade (Yuval Noah Harari)

por em 19/04/2018 | Nenhum comentário

Resenha: Sapiens – Uma breve história da Humanidade (Yuval Noah Harari)

Resolvi fazer a resenha deste livro por dois motivos: foi o melhor livro que li em 2017 e porque ninguém ainda havia feito isso aqui no Deviante. Sobre a segunda parte das minhas motivações, eu não tenho nada para dizer, é apenas um fato constatado. É em relação à primeira parte que discorrerei breves linhas justificando por que achei o livro tão bom e incentivando a quem não leu que o faça. Não raro a obra está em promoção em lojas virtuais por aí (e mesmo que não esteja, vale muito o dinheiro gasto ou, no caso, investido).

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Ciência em Crise (?) – parte III: Informação não é conhecimento

por em 13/03/2018 | Nenhum comentário

Ciência em Crise (?) – parte III: Informação não é conhecimento

Finalmente, chegou ao fim a série que iniciei no ano passado e que prometi que seria uma trilogia falando sobre uma (suposta) crise atual do conhecimento científico (acesse aqui e aqui). Relembrando, este sentimento surgiu e começou a ganhar força ao longo do tempo por eu estar sendo bombardeado diariamente com um monte de non-sense sobre os mais diversos temas (Terra Plana sendo a gota d’água). Daí, resolvi escrever algumas coisas relacionadas ao assunto com o intuito não só de compartilhar meus sentimentos ruins em torno deste (aparente) retrocesso, mas também de tentar organizar as ideias e entender como podemos estar vendo negacionismos e debates tão infundados em um mundo onde as fontes de informação estão cada vez mais acessíveis e no qual nossa dependência da ciência e de suas tecnologias nunca foi tão grande.

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As armadilhas da divulgação científica para o grande público

por em 05/02/2018 | Nenhum comentário

As armadilhas da divulgação científica para o grande público

Deu na Science: em uma carta enviada para a prestigiada revista científica há algumas semanas, Alexandre Antonelli (Gothemburg University) e Allison Perrigo (Harvard University) discutem alguns dos problemas que podem ser enfrentados por cientistas quando dão entrevista para os meios tradicionais de comunicação (jornais, televisão et caterva). Os autores citam um exemplo que aconteceu no ano passado e causou alguma comoção na comunidade científica. Além disso, sugerem estratégias para evitar que certas situações não desejáveis ocorram quando cientistas forem tentar conversar com um público via artigos que não aqueles indexados em revistas especializadas.

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