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Saúde e pandemia: a tecnologia como uma possibilidade de proteção

por em 18/04/2022 em Ciência, Coronavírus - Artigos, Notícias | Nenhum comentário

Saúde e pandemia: a tecnologia como uma possibilidade de proteção

Texto de Fernanda Lencina Ribeiro

Estamos passando por um exemplo de uma grande crise que assola o mundo com a morte de milhões de pessoas por conta de uma doença que chegou rapidamente e sem qualquer aviso e que se tornou um grave problema mundial e, mesmo após dois anos, continua tirando a vida de muitas pessoas.

Frente a isso, a experiência pessoal para lidar com a questão é quase inexistente, sendo necessário que se faça uso da ciência e da tecnologia para tentar mitigar os danos causados pelo novo vírus.

Ao falarmos da questão tecnológica encontramos um grande fator de ajuda para sanar esse problema homérico, pois ela pode trazer soluções e maneiras de tornar nosso convívio mais seguro e foi uma grande aliada para que a população pudesse ter o mínimo de contato com o mundo exterior.

Seja por meio de aplicativos ou sistemas informatizados, ou até mesmo soluções que serão implementadas na área médica, podemos e devemos contar com as pesquisas cientificas para tornar o combate à pandemia mais efetivo e certeiro. Por isso se tem que essa discussão é extremamente atual, pertinente e necessária no momento em que estamos vivendo.

As novas tecnologias podem ser aliadas da sociedade para facilitar o acesso a novos meios de enfrentamento à pandemia, que parte da junção de investimento, tecnologia e ciência para que possamos sair vitoriosos dessa grande batalha com o menor número de óbitos possível.

A presença das novas tecnologias como a inteligência artificial rapidamente envolveu o tema e buscou encontrar inúmeros jeitos para que as pessoas ficassem mais seguras quando do enfrentamento desse cruel inimigo silencioso. Foi uma busca urgente, e que certamente salvou muitas vidas que seriam ceifadas pelo vírus, enquanto as pessoas ainda aguardavam o surgimento das vacinas específicas.

Por isso, pode-se fazer a análise de que a tecnologia em nossos tempos tem um papel crucial para que possamos cada vez mais buscar uma vida baseada na dignidade humana e no progresso, pois todos merecem ter o seu direito fundamental à saúde efetivamente respeitado.

O medo vem sendo constante no enfrentamento da pandemia, pois com o isolamento social e as políticas de segurança, a economia sofreu um grande baque que não pode ser desconsiderado em uma ampla discussão.

Ainda, o que se pode entender é que a necessidade de auxílio dos Estados para as pessoas mais vulneráveis é imprescindível para que elas não precisem se colocar a riscos para levar o alimento até as suas mesas, principalmente temos um alto índice de desemprego gerado pela pandemia.

Somados a isso, o Brasil tem grande esvaziamento dos recursos para realizar pesquisas científicas, e isso foi um dos fatores que gerou grandes dificuldades durante a pandemia, pois a falta de recursos é algo que interfere muito na qualidade e constância da ciência. Porém, mesmo com investimentos reduzidos, nossa nação conseguiu ótimos resultados, prestando o máximo de atendimento possível, viabilizando a manutenção da saúde da população com o auxílio das mais modernas técnicas tecnológicas e científicas.

Sendo assim, ainda é necessária uma grande ligação entre o poder público e os seres humanos para que as políticas relacionadas à segurança sanitária possam ser realmente efetivadas. Feito isso e com respeito às normas e determinações da ciência, os seres humanos podem se ver livres da pandemia no menor tempo possível e com o menor número de vítimas fatais.

É necessário que o financiamento a instituições de pesquisa sempre sejam prioridades, pois as nações que tem têm uma ciência forte e desenvolvida conseguem contribuir para uma melhor condição de vida da população. Apenas com a ciência e com a tecnologia é que os seres humanos poderão ter vidas cada vez mais plenas com a sua dignidade sendo respeitada em todos os requisitos.

 


Fernanda Lencina Ribeiro

Bacharela em Direito, Advogada, Mestranda em Direitos Humanos, bolsista Capes, pesquisadora de Tecnologias, Saúde e Direitos Humanos. Amante do cinema e da música.

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