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Contrafactual #03: E se tivéssemos 3 dias de descanso?

por em 02/01/2017 | 24 comentários

Contrafactual #03: E se tivéssemos 3 dias de descanso?

Desde o início da revolução industrial e a especialização do trabalho, turnos de trabalho e dias de descanso fazem parte do nosso dia-a-dia. O que hoje conhecemos como “fim de semana” é uma construção social com fortes raízes religiosas, já incrustadas em nossa sociedade.

Mas e se tivéssemos mais um dia de descanso? E se o que hoje conhecemos como “sexta-feira” também fosse um dia sem trabalho, um ia de descanso, de lazer? Qual o impacto dessa alteração profunda no cotidiano social global para o trabalho, para a economia e para nossas vidas?

Nesta semana, no Contrafactual.

*Este programa especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

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Scicast #173: Intoxicações Alimentares

por em 30/12/2016 | 52 comentários

Scicast #173: Intoxicações Alimentares

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast especial de fim de ano! E após um MA-RA-VI-LHO-SO (Fencas, 2016) episódio sobre o Natal nada mais justo que um programa sobre outra certeza de final de ano! As intoxicações alimentares!

O que podemos comer? O que não podemos comer? Como algo tão gostoso pode te trair? Devemos comer palmito? E, principalmente, podemos usar o camarão para matar nosso amiguinho? Descubra tudo isso e muito mais no SciCast!

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MeiaLuaCast #121: Overwatch

por em 29/12/2016 | 6 comentários

MeiaLuaCast #121: Overwatch

Em 2014 a Blizzard anunciou sua mais nova IP: Overwatch, seu primeiro jogo em primeira pessoa, de tiro, que viria para estabelecer um novo estilo em seu portfólio.

Pensado inicialmente para ser um novo MMO, com codinome Titan, que devido a diversas mudanças de planejamento e aproveitando observações de mercado foi alterado para um jogo pensado em eSports e pensando em explorar um novo público.

Overwatch estabelece uma disputa entre times pelo domínio de locações e proteção de comboios, misturando ação e estratégia que atinge e diverte tanto jogadores casuais quanto hardcore.

Caio Nobre (@nobre_caio), Matheus dos Santos (@matheus_2santos) e Rodrigo Guerra (@guerra) conversam sobre o fenômeno dos jogos digitais que conquistou milhões de fãs em pouco tempo e estabeleceu mais um grande título para o mundo dos eSports.

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Miçangas #25: Doutor Ed Gama e as Doze Casas do Domingão

por em 28/12/2016 | 13 comentários

Miçangas #25: Doutor Ed Gama e as Doze Casas do Domingão

Bem vindos a 2017!
Oficialmente o ano acabou no dia 25 de dezembro, estamos vivendo aquela prorrogação que vai até dia 31 (alguns estudiosos afirmam que na verdade a prorrogação vai até o carnaval, mas como dia dois eu tenho que trabalhar terei que discordar).
E é óbvio que o miçangas não ia deixar o ano terminar em tristeza! Essa semana chamamos o Faustop Ed Gama, humorista, imitador e doutor! Para conversar sobre sua vida de humorista e prever o futuro da sua vida amiga ouvinte!!!
Fique junto de sua caravana e se vira nos trinta!!!

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República Deviante #08: Remake do Japão na CCXP

por em 27/12/2016 | 5 comentários

República Deviante #08: Remake do Japão na CCXP

Queridos ouvintes sejam bem-vindos ao oitavo República Deviante, a leitura de comentários, emails e devaneios do Portal Deviante.

Esse dia foi louco… Na antevéspera de Natal nós estávamos comprando presentes e alimentando o capitalismo? Preparando o cardápio da ceia natalina com muitas passas? Não, ouvintes, estávamos gravando uma live, afinal o Portal Deviante não tem férias (barulho de chicote — wapah!)! E não é só isso! Tá, parei. Só ia falar que tem quase o dobro do tempo mesmo. Divirtam-se e comentem!

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Notas Históricas #2 (Scicast #172 Especial): Tensão na Belle Époque – Bolero de Ravel

por em 25/12/2016 | 26 comentários

Notas Históricas #2 (Scicast #172 Especial): Tensão na Belle Époque – Bolero de Ravel

Uma das coisas mais esplêndidas sobre a arte é a interpretação que o seu apreciador tem sobre a obra. Diz-se que um músico, poeta, escritor, artista é dono de sua criação tão somente enquanto ela está ainda em sua cabeça (ou flutuando no mundo das ideias). A partir do momento em que a coloca no mundo, perde o controle sobre seu significado, sobre o que ele desejava, sobre sua influência e, principalmente, sobre seu impacto na sociedade. A obra de arte é um ente vivo, independente de quando ou porque foi criada.

Um exemplo intrigante que temos é o Bolero composto por Maurice Ravel em 1928. Criado originalmente para o balé da atriz russa Ida Rubinstein, o Bolero de pouco mais de 15 minutos é escrito para madeira e metais, percussão, harpa e cordas. Sua principal característica, que a tornou a obra mais famosa do compositor francês, é o crescendo de pianíssimo a fortíssimo a partir de um mesmo ritmo – batidas de tambores e percussão que ficarão inalteradas por toda a música, a despeito das “idas e vindas” dos demais instrumentos.

E a interpretação, essa benção e maldição de que sofrem os artistas, pode nos levar bem longe de uma pacífica música dançante para o balé. Muito pelo contrário. Ravel, mais um filho de seu tempo, nasceu e cresceu no perigeu da era dos impérios, em um momento de extrema mudança geopolítica no mundo. Uma época em que os exércitos europeus somente aumentavam em número e em tecnologia. Numa perigosa e crescente marcha; tal qual o ritmo de seus tambores…

É sobre este momento, que viria a marcar profundamente a história dá humanidade, que falaremos hoje. Boa jornada.

*Este episódio especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

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