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SciCast #207: Ada Lovelace

por em sex 14America/Sao_Paulo jul 14America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 50 comentários

SciCast #207: Ada Lovelace

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast “biografia”, essa semana falaremos Ada Augusta King, Condessa de Lovelace! Escritora e matemática que basicamente criou o primeiro algoritmo para ser processado por uma maquina, sim um”programa”.

Então venha para os laços do amor.

*Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Arte da Capa:


Redes Sociais:


Saldão da Loja do SciCast – corram!


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo GuaxinimEdição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: Ronaldo Gogoni, Gabi Reciputti, Natalia Nakamura e Ana Eliza Freitas. Vitrine: Jânio Garcia (Portfólio • Instagram)


Material Complementar:

  • Caiado

    #esperandoviraranoiteparameucastpredileto #scicast #caiadocausando @play123

  • Anderson Camatari Vilas Boas

    Olá galera do Scicast,

    Acabou de ver que saiu este episódio sobre Ada Lovelace, eu ainda vou começar a ouvir daqui a pouco, mas tive que fazer este comentário antes que eu esqueça.

    aproveitando o tema “Mulheres na Ciência”, que este episódio remete, acho extremamente importante que o Scicast mantenha uma regularidade em falar da participação das mulheres na ciência (não necessariamente em episódios exclusivos pra isso, mas inserir nos temas regulares, quando possível, discussão sobre as contribuições dela para o tema em pauta), quero sugerir um episódio sobre a mulher que, talvez, tenha sido a primeira de todas:

    Hipátia, filósofa matemática de Alexandria, da época de +- 400 d.C.

    OBS.: não quero entrar no mérito da discussão filosófica sobre Matemática ser uma ciência ou uma linguagem, o fato é que ela foi, senão a primeira, uma das primeiras, de acordo com os registros históricos

  • Saulo Alexandre

    Fala pessoal do Scicast,
    Fiquei com uma grande dúvida sobre a parte que vocês falaram dos polinômios calculados quando jogamos Angry Birds, toda vez que eu lanço um daqueles passarinhos frenéticos uma Máquina Analítica lá do Google começa a calcular a trajetória de onde o pobre passarinho irá bater? kkk
    Brincadeiras aparte, estou querendo escrever um livro para utilizar como TCC, nele sem duvida vou falar da Ada e do Babbage, e o cast me ajudou a ter muitas inspirações, principalmente com as terrivelmente maravilhosas piadas do Guaxa, então, de onde vocês tiraram todo o material de referência? Vocês citaram uns filmes da Ada mas não disseram o nome, e também o material complementar está em branco, agradeço se vocês poderem mencionar-los.

    Fiquei até o final do cast, mds cada trocadilho pior que o outro kk… vcs se superam, principalmente o Tarik

    • Nanaka

      Olá, Saulo!
      Que legal que se interessou :)

      No angry birds e qualquer jogo do tipo, o programa e processador, que são a nossa evolução da máquina analítica, calculam sim, a partir dos valores iniciais de posição, a função que resulta na trajetoria no plano. (para cada momento, temos uma entrada de posiçao x, e uma saída de posição y, que ao colocar os resultados de posição seguidos acaba, nesse caso, formando uma trajetória em parábola).

      Citamos um livro chamado a máquina diferencial, porém ele é romancizado e ficcional.

      Para referências usamos principalmente os sites da enciclopedia britanica e biografias, aqui tem uma lista de referencias sobre ela:

      http://www-groups.dcs.st-and.ac.uk/history/References/Lovelace.html

    • Naelton Araujo

      Também queria saber do filme da Ada. :-(

  • Antonio Carlos da Graça Mota D

    Guaxa! Se o seu usuário é John qualquer senha, só com três letras, é inapropriada. ;)

    • Marcelo De Matos

      né? só faltou o post-it no monitor

  • Antonio Carlos da Graça Mota D

    O que é algoritmo, para leigos?

    https://youtu.be/cDA3_5982h8

  • Excelente cast!
    Um exemplo de bug no exemplo da fechadura seria a porta já estar destrancada e aberta. A inscrição é destrancada a fechadura mas ela nem está na posição esperada. Nisso o algoritmo dá erro na instrução e finaliza o processamento.

  • Esron Silva

    Eu ouvi até o final. Quase derrubei a bandeja do RU na hora do “Não é maior que a Salsicha”.

  • Caiado

    Olá olá Pessoas queridas Olha o Caiado aqui de banho tomado! kkkk Ops…Nao digo …kkkk

    Pessoal depois de ouvir na madrugada este cast tenho umas considerações que gostaria de deixar claro:::: (Nao é bronca…ufa!!!! :))

    Nanaka…..simplesmente UAU!!!!!! Me lembro quando o Silmar apresentou a Jujuba e ela toda envergonhada mal sabia o que falar….. com o tempo virou uma Jujuba Petunia querida!!!!! E assim foi contigo me lembro de voce no inicio e as dicas do paceirão Pena e demais te encorajando…. Olha voce neste cast!!! Toda desenvolta e engraçadissima, falando com propriedade!!! Me lembrei daquele video motivacional dos dois sapinhos presos no buracos e um deles era surdo…. acredito que já tenha visto! Este sapinho é voce! Deixando todos de boquiabertos!!!!
    Ohhhhh Parabens mesmo!!!! O Caiado aqui faz questão de te elogiar sinceramente e te apoio no sucesso de sempre!

    Agora aos quatro terroristas da Familia “Maior que a Salchicha” Tarik Fencas Jujuba e Guaxa…. Meu deus…. voces o que andaram aprontando…. me fiz lembrar nos casts na decada antes da saida do Silmar com maquele papo de zueira de colégio…. Dei tantas na madugada que precisei me “policiar” aqui na pensao para nao acordar a turma e a Dona Teresa(dona da casa) me mandar bilhetinho dando bronca pelas gargalhadas….

    E tem mais, terei que ouvir novamente o cast porque voces grudaram na minha mente de um jeito que até ao escrever aqui dou umas risadinhas de canto de boca…. Voces são demais viu!!!!

    Sobre o cast, nao me lembro de referencia citada do Alan Turin associando à Sr Ada!

    Um abração do Caiado!!!

    • Nanaka

      owwn obrigada Caiado! :)
      espero melhorar ainda ^^

  • Fábio Peres

    Sou um dos 2 ouvintes que fica até o final para ouvir os nomes dos patronos, Tarik…

    ;-P

    • Willian Adriano

      Creio q eu seja o outro kkkkk

      • Túlio Barros

        Eu também, e até fiquei sem entender a crise de riso da Jujuba.

  • Daniela Araldi

    Fiquei muito empolgada quando vi que o scicast era sobre a Ada! Vocês são maravilhosos! Eu não conhecia ela quando entrei na faculdade de engenharia, mas depois ela virou um ícone pra mim. Cheguei a apresentar uma palestra sobre as mulheres mencionadas no cast com uma colega de curso e, estudando o assunto deu pra perceber o quão poderosas eram essas mulheres! Parabéns pelo cast! Adorei saber mais sobre ela!❤
    (Minha única tristeza é não ter um sobrenome passível de brincadeira :T ksjdjsbduhwifnabudb)

    • Bruno Fernandes

      Araldi? Esse nome pra mim veio da terra média ;)

  • Willian Adriano

    Aehhh adoro esses cast q tratam os primórdios da tecnologia. Parabéns pelo cast, sempre aumentando o nível de conteúdo e baixando o nível das piadinhas ruins( só agradeço por essas partes hehehehe ).
    A respeito de ficar até o bar fechar ou a festa acaber, eu sou esse tipo de pessoa q fica sempre até o fim(por isso ouço o podcast sempre até conpletar os 100%), mesmo na escola eu era o aluno q ia até o último dia, nem q fosse só para bagunçar, ate mesmo pq sou quase sempre o último da chamada.

  • Alejandro Pinto

    Caros scicasters, fiquei com curiosidade na quest˜ao algor´itmica: Quando fazemos aqueles passos descritos no cast, de forma autom´atica, pode o nosso c´erebro funcionar por essa l´ogica? Ou seja, usarmos a mem´oria da nossa localizaç˜ao atual, a mem´oria da localizaç˜ao da cosinha, da localizaç˜ao da chave, da porta,,,, dddo carro, etc. Existem estudos sobre isso? E um script, pode ser considerado como algor´itmo?
    Ainda gostava de fazer um algor´itmo apartir de um .txt, para ser ativado nos meus idspositivos para eles falarem por voz, cada mudança da temperatura do mesmo dispositivo.

    Infelizmente ainda temos de falar em pleno s´ec XXI, que mulheres e homens ou homens e mulheres s˜ao capazes de executar iguais tarefas, que a competˆencia n˜ao ´e inerente ao g´enero.

    Lamentavelmente antes deste cast, eu desconhecia a pessoa biografada.

    E ainda fico chocado por saber que em muitas empresas por este mundo espalhadas, consideram que o custo de unidade de produç˜ao de trabalho feita por homens ou mulheres seja diferente.

    Um forte abraço desde a ilha da Madeira em Portugal.

    • Nanaka

      Olá, Alejandro!
      Nosso cérebro não funciona dessa maneira procedural e programada como os algoritmos.
      Os novos estudos em machine learning e redes neurais tentam se aproximar mais de como é (ou como achamos que seja) o funcionamento do cérebro. Basicamente é mais uma questão de reforço de conexões.

      Realmente a questão do gênero ainda tem muito a ser trabalhada.

      Abraços através do Atlântico ;)

      • Alejandro Pinto

        Cara Nanaka, antes de mais, muito obrigado pela sua resposta. Acabei por confundir os conceitos de aprendizagem e de execução de procedimentos. Explicando a minha confusão: Quando estamos num processo de aprendizagem de qualquer coisa, nos primeiros tempos, pensamos em cada um dos procedimentos, mas depois, com a prática e rotina, eles ficam de tal forma automatizados, que nós já nem notamos cada passo desses procedimentos, tal como descrito no exemplo de buscar a chave, abrir a porta, fechá-la e entrar no carro.

        A diferença está ou na forma algorítmica ou no reforço de sinapses. será mais ou menos isso? ou fiz mais uma viagem na maionese e voltei a confundir tudo?

        Abraços.

        Em 18/07/2017 14:48, “Disqus” escreveu:

        • Nanaka

          Caro, entendi o que quis dizer no primeiro parágrafo mas ainda não sei exatamente qual sua dúvida.
          A forma algoritmica já nasce pronta, assim que a pessoa termina de escrever as instruções. Já no cérebro, como voce disse, existe um processo de aprendizado baseado no reforço das sinapses, que vai tornando cada vez mais ‘automático’ um processo realizado com frequência. (mesmo que sejam uma sequência complexa como, por exemplo, tocar uma música de cor).

          Apesar de usarmos metáforas computacionais para explicar como estamos pensando, não é bom reforçar esses conceitos uma vez que o cérebro não funciona de forma análoga ao computador. (ainda).

          Não sei se ajudei hahaha. Talvez queira ler esse texto que postei há algum tempo: http://www.deviante.com.br/noticias/ciencia/o-aprendizado-das-maquinas-o-que-estamos-ensinando-elas/

          Paz

    • Cara, essa sua questão remete a uma discussão bem antiga — e ainda atual — tanto na neurociência e na psicologia quanto na filosofia da mente.

      É porque esse problema, sobre se nosso cérebro funciona ou não como um computador, acaba esbarrando tanto no problema filosófico da relação mente-cérebro quanto no modo como o cérebro funciona, que é algo que só pode ser respondido cientificamente.

      É como a Nanaka falou: nosso cérebro não parece funcionar de forma algorítmica — muito embora às vezes seja teoricamente útil trabalhar com modelos que lembram o funcionamento algoritmo de algo como uma máquina de Turing; mas na realidade real, digamos, sabemos que não é o caso.

      O lance é que a maior parte das áreas que estudam isso usam o paradigma computacional, que aproxima muito o funcionamento cerebral do modo como computadores funcionam. Isso é bem útil, mas está perdendo a sofisticação, principalmente porque percebemos que máquinas feitas com base nesse tipo de sistema não funcionam como um cérebro, então por aí já se vê que estamos errando o alvo.

      Por outro lado, tem o paradigma da embodied cognition. Eles não estão negando exatamente a noção de algoritmo, mas estão negando um pouco essa noção de que a mente seria uma espécie de software incorpóreo, por assim dizer. Pra essa perspectiva — que tem gerado estudos bem legais — a cognição (a mente) seria corporificada (no cérebro, assim como em todo o corpo).

      Enfim, isso foi mais um adendo do que uma tentativa de sanar sua dúvida. haha

      • Alejandro Pinto

        Caríssimos, ainda relativamente à discussão, é algo digamos, assustador o paradigma que a IA pode chegar. Treinar uma máquina? Isso talvez demore muito tempo para nós, que somos uma geração que quer os resultados no imediato, rs. Mas se não compararmos o funcionamento do nosso cérebro ao de um computador, isto pode derrubar vários estudos sobre a neurologia, pois, supostamente, já conseguimos determinar algumas funções mais adequadas a cada hemisfério.

        Um forte abraço.

        • Cara, não entendi bem. Rs

          • Alejandro Pinto

            Bom, tentei resumir aquilo que eu tinha entendido após as vossas respostas e após a leitura do texto que estava na hiperligação de uma das respostas da scicaster Natália, o que quis dizer, é: se conciderarmos que o cérebro não funciona como um computador, o que acontece aos estudos sobre neorologia? Pois já temos algumas informações sobre funções mais adequadas a cada hemisfério.

            Em relação às IA, digamos que treinar uma máquina poderá levar mais tempo que escrever um programa de forma convencional e isso não combina muito com a nossa geração, pois queremos os resultados no imediato.

            Podem estar erradas, mas foram as conclusões que retirei após a nossa saudável discussão.

            Um forte abraço.

          • Mas eu não entendi o que o entendimento do cérebro como um computador tem a ver com os estudos sobre as funções de cada hemisfério.

    • Alejandro, li dois artigos que podem te dar alguma inspiração. https://plato.stanford.edu/entries/embodied-cognition/

      Essa é uma visão alternativa a isso que vc tá questionando, sobre ver o cérebro como um computador baseado em algoritmos e tal. Vou da uma resumida no que eu vi (apesar de já ter falado algumas coisas em outros comentários aqui).

      Em geral, a visão de que o cérebro funciona com base em algoritmos vem do paradigma computacional. Em suma, essa é uma visão teórica que tenta explicar como diabos o funcionamento cerebral produz todos os outputs que a gente vê, incluindo comportamentos e cognições.

      Esse paradigma computacional enxerga essa interface cérebro-cognição da seguinte maneira: recebemos inputs do ambiente, e nosso cérebro monta representações desse ambiente na forma de símbolos. Tudo o que a gente faz é na verdade um processo de manipulação desses símbolos representacionais, digamos. Isso abre espaço para uma visão que separa a cognição como algo abstrato, e os processos corporais.

      O paradigma da embodied cognition, ou cognição corporificada, exclui da história essa ideia abstrata de manipulação de símbolos. Cognição seria um processo que ocorre no corpo mesmo. Sendo assim, não tem representação abstrata do mundo exterior, o que existe é um aprendizado vinculado à ação no mundo.

      Não sei se deu pra captar, mas é mais ou menos isso aí.

      • Alejandro Pinto

        Caro Felipe, realmente é uma complexa discussão, e realmente eu desconhecia que havia diferentes consepções sobre o modo como vemos o funcionamento do cérebro.

        Devo dizer qeu li apenas uma vez o artigo que linkou, preciso de ler mais vezes para tentar compreender melhor.

        Para além do que foi falado, ainda existem variadíssimas teorias, umas ainda não confirmadas, mas mesmo assim já faladas. Como por exemplo: se recebermos um órgão transplantado, há quem diga que ficamos com ténues flashes de memória do dador. Claro, não vou dizer que é algo certo ou errado, nunca investiguei sobre isso e os cientistas que investigam utilizando o método cientifico , discutem isso. Ou então, a teoria acima referida é pseudo-ciència, rs.

        Também hei-de ouvir o sicast episódio 77 sobre memória, lol.

        Nos comentários do episódio 160, creio eu, abordaram a questão da nossa consciência um dia ser copiada e reproduzida em máquinas, Bom, uma opinião pessoal, se eu viver até esse tempo e poder escolher, não sei se vou escolher cpiar o meu (self), isto porque o nosso (self), numa máquina, acho algo pobre, pois adoro o mundo analógico em que vivemos, rico em sons, cheiros, toques e contraste de luz/escuridão e as cores.

        Claro, se as máquinas melhorarem na recepção de estímulos como o tacto e olfato, aí sim, já dá para equacionar isso. Depois se podermos replicar e processar ao mesmo tempo vários (selfs) nossos, ui ui! será algo ou interessante, ou tão confuso que até vamos precisar de um reset.

        Esta última parte foi uma autêntica viagem na maionese, xd.

        Um forte abraço.

        • Acho que abordar a questão no formato “teorias confirmadas” e “teorias não confirmadas” nos conduz ao erro.

          A rigor não se confirma uma teoria na ciência, mas se corrobora um modelo explicativo após refutar o modelo contrário. O complexo é que, como eu falei anteriormente, tanto o paradigma da embodied cognition quanto o do computacionalismo têm teorias derivadas corroboradas. Por isso eu disse também que é difícil falar algo como “descobrimos a verdade, o cérebro é como um computador”, ou ” o cérebro funciona de forma corporificada, sem a manipulação cognitiva desses símbolos da teoria computacional”.

          Escolher uma abordagem ou outra dependendo muito do problema de pesquisa em questão. Usa-se a teoria mais útil pra explicar o que se quer explicar.

          —————-

          Sobre memórias vindas de doações de órgãos…

          Realmente falam disso, mas nenhum estudo nunca atestou tal fato. E teoricamente seria até difícil de explicar algo assim. De acordo com o que se sabe hoje, cogitar tal fenômeno não faz muito sentido.

          ————–

          Sobre o possível upload da mente no futuro.

          Então, essa é uma previsão possível apenas em termos do paradigma computacional, se não me engano. Se ele for perdendo cada vez mais espaço, talvez esse upload seja algo até mesmo teoricamente impensável.

          Mas imagine que seja possível. O upload nada mais seria do que uma cópia digital dos padrões de conexão do seu cérebro. Copiaria-se essa arquitetura pra um software. Ou seja, seria uma cópia do seu self, não seu self. Tem um episódio de Back Mirror que aborda isso. Muito interessante pensar a respeito. hehe

          Tá boa a conversa.

          Abraço!

  • Caramba! Eu faço aniversário dia 13 de outubro, trabalho com programação a sei lá quanto tempo e eu nunca soube disso! O.o
    Sobre a escolha da data, não é pq dia 12 é dia do programador e todo programador é infantil?
    Adorei o cast õ/ casts na área de programação são sempre bem vindos! ^^

  • Tiago G. Rocha

    Ela só deu um palpite no artigo de outra pessoa?

    • Nanaka

      mas foi tanto palpite que revolucionou o bagulho ;)
      Ciencia nao precisa ser 100% inovadora, ” se vi mais longe foi porque estava sobre os ombros de gigantes”

  • Eric Adan

    passei aqui só pra dizer que ouvi até o final…

    • Marcelo De Matos

      s2

  • Se o B9 tem a família B9 o Scicast tem a família Salsicha, que é a família que mais cresce no Brasil… não?

    • Marcelo De Matos

      é.

  • Nyell Quantos

    Ana S2

  • Alysson

    Nossa o Guaxinim trouxe a nostalgia Ada era a senha do computador do Arklay Laboratory do resident evil 1 (pelo menos no PS1) você descobre a senha lendo a carta que o John Clemen manda para a Ada Wong.
    Na época foi um tempão traduzindo os pappers com dicionário inglês português atrás da senha, que saudade.

    • Marcelo De Matos

      Eu joguei em japonês, dai a carta estava toda em japonês MENOS John e ada… parabéns japão. no remake a senha ainda é a mesma.

  • Nyell Quantos

    Sempre suspeitei que meu cérebro usa java pela manhã quando eu acordo… pelo tempo que demoro pra importar tudo que o meu corpo tem que fazer pra sair da cama, sem contar todos os try catch para desligar o despertador.

  • Sérvio Cartaxo

    Nossa, vocês realmente conseguiram superar todos os limites na leitura de nomes. Não consegui segurar o riso no trabalho.

  • Rodrigo Braga

    Excelente cast como sempre! Poderia ter camiseta do Scicast para essa deviante!
    Abraços!

  • Darley Santos

    Uma deviante… Ei, já fizeram um cast sobre a Hipátia de Alexandria?

  • Deivid Pacheco

    Foi ótimo, parabéns!

  • André Miola Bueno

    vc percebe q a sua mente já está corrompida qdo vc lê “Lovelace” e pensa antes na Linda do que na Ada u.u’

    bora aprender um pouco mais, ouvindo agora!

  • Bárbara Oliveira

    Aprendi um pouco mais sobre a Ada, então valeu pelo conteúdo!

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