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Dom Quixote de la Einsta contra os malvado quanta (parte 2)

por em 17/12/2021 em Ciência, Notícias | Nenhum comentário

Dom Quixote de la Einsta contra os malvado quanta (parte 2)

Um pequeno conto em duas partes sobre Albert Einstein.* Esta é a parte 2 deste conto, aconselho bravamente acessar a PARTE 1 para que você não perca nada, absolutamente nada, sobre as aventuras deste grande cavaleiro das artes da magia, Dom Quixote de la Einsta (e mesmo porque, se você perdeu a PARTE 1 deste conto, estará perdendo não só um belíssimo texto – hahahaha – como também se perderá no enredo desta história).

Esta é uma história fictícia baseada em eventos reais, e em metodologias científicas já testadas e verificadas. O texto usa elementos de narrativa, e portanto palavras e expressões como “Bruxaria Quântica” devem ser vistas como auxílio de escrita. NÃO confundir com a pseudociência que usa a Quântica para vender mentiras, que infelizmente tem dominado as mídias e redes sociais. Alguns artigos científicos dessa história constam no final. Boa leitura! :)


Caricatura de Einstein, montado em um cavalo, com um cavaleiro meio abatido ao lado. No fundo, moinhos de vento.

5 – A Batalha de Estatistikov

Tudo começou em 1916 d.C., pouco depois de Dom Einsta vencer os gigantes relativísticos. A Bruxaria Quântica levava em conta que vários conceitos, antes vistos como contínuos, passavam a serem vistos como discretos, ou como os praticantes dessa arte diriam: quantizados. A Luz, que era vista como onda pelos antigos, era tratada pelos praticantes dos quanta como partículas. Até nome estas partículas ganharam: fótons. Isto só para citar um tipo de partícula, podemos citar várias outras como os tais elétrons, prótons e nêutrons, que constituíam a tudo e a todos. Mais que isso, estas partículas, para os praticantes dos quanta, às vezes também se mostravam como onda.

Um cavaleiro em especial merece ser citado: Sábio Niels Bohr, assim chamado por ter sido talvez o primeiro mestre pensador da arte Quântica, e um grande construtor de moinhos de vento quânticos. Muito provavelmente, os moinhos construídos por Sábio Bohr são os mais estáveis, ficando de pé até a atualidade. Sábio Bohr travou muitas disputas com Dom Einsta em torneios de sortilégios.

Um dos pilares básicos de cada moinho construído por Sábio Bohr, e também da Bruxaria Quântica praticada por ele e seus discípulos, é que existem tijolos probabilísticos/estatísticos, tanto na base dos moinhos como também para se obter informação de qualquer elemento deste tipo de magia. Parece estranho, mas apesar disto esta Bruxaria Quântica é talvez a magia mais precisa que a humanidade conhece até hoje! Dom Einsta inclusive usava de maneira bastante objetiva a magia estatística Quântica, e junto com um cavalariço Indiano, o Mago Satyendra Bose, criou o que hoje se conhece por Estatística de Bose-Einstein, que também nos concedeu poder de manipular o quinto estado da matéria, os Condensados de Bose-Einstein.

Mas, este pilar Estatístico aparentava estranho para Dom Einsta, que enxergava este conceito probabilístico inaceitável para qualquer tipo de sortilégio ou artefato. Dom Einsta exigia que todos os moinhos quânticos e toda a magia dentro deles não possuísse essa característica de probabilidades, que recuperássemos o que Dom Einsta chamava de Causalidade Suprema.

Dom Einsta então, enxergando monstros em toda a magia Estatística dos quanta, segue em seu cavalo para tentar destruir estes moinhos. Esta sua primeira lança foi quebrada no incrível pilar estatístico que Sábio Bohr construiu. Hoje, apesar de mesmo os cavaleiros e amazonas atuais acharem estranhos todos estes pilares Estatísticos, os moinhos quânticos continuam intactos.

6 – A guerra de Solvay

Dom Einsta, aproximadamente em 1926 d.C., estava insatisfeito com os moinhos dos quanta, mas, objetivo como era, prosseguia seus caminhos de luta. Ao mesmo tempo, um jovem cavaleiro chamado Duque Werner de Heisenberg desenvolveu um conjunto de feitiços para preservar os moinhos quânticos (junto com os cavaleiros Pascual Jordan e Max Born). Este conjunto de feitiços foi lançado em todas as bases estruturais dos moinhos, e o jovem Duque de Heisenberg os chamou de Mecanicus Matricialis.

Como resultado de sua Mecanicus Matricialis, Duque de Heisenberg concluiu um elaborado plano que usava um tipo de artefato, uma cola, para as vigas que sustentavam os moinhos quânticos. Estas colas se baseavam no que ele chamou de Princípio de Incertezas. Além do Duque, e quase que simultaneamente, Lorde Erwin van der Schrödinger desenvolveu também outro tipo de feitiçaria, que por sua vez fortaleceria mais ainda a base dos moinhos quânticos. A feitiçaria de Lorde van der Schrödinger seria chamada de Ondus Equacionales.

Vale aqui salientar que a feitiçaria de van der Schrödinger forneceria, para a base dos moinhos quânticos, um tipo de cimento, uma força de coalizão, que estava intimamente relacionada à Estatística e à Probabilidade do Sábio Bohr. Portanto, toda a “birra” de Dom Einsta com relação aos moinhos foi reavivada, pois ele realmente não gostava desta feitiçaria Probabilística e de Incertezas.

Em uma carta ao cavaleiro Max Born, Einstein escreve†: “Os moinhos quânticos merecem todo o meu respeito, mas uma voz interior me diz que eles ainda não são o feitiço correto. É uma feitiçaria que oferece muitas coisas, mas não nos faz adentrar, com maior profundidade, no segredo do Grande Velho. De qualquer maneira, estou convencido de que Ele não joga dados com o mundo.” Sendo assim, apesar de respeitar a base que sustentava os moinhos quânticos, Dom Einsta renunciava sua estrutura, e tentou atacá-la ferozmente.

Dom Einsta, neste momento praticamente sozinho e contra todos os outros cavaleiros e amazonas (com raríssimas exceções, como o próprio van der Schrödinger e Chevalier Louis de Broglie), foi convidado para participar de um torneio no feudo de Solvay. Este talvez foi um dos maiores torneios de cavaleiros e amazonas que já aconteceu na face da Terra. Pouco antes de seu primeiro duelo, porém, Dom Einsta desiste, com a seguinte justificativa‡: “em parte porque não aceito a fundação puramente estatística sobre o qual se baseia os tais ‘moinhos de vento quânticos’, e em parte porque, pensando bem, minha receptividade não é suficiente para acompanhar plenamente estes moinhos tumultuados.” Dom Einsta então somente assiste o primeiro dia de torneio de cavaleiros e amazonas.

No segundo dia do torneio de Solvay, Dom Einsta, provavelmente revigorado de uma noite de sono, decide duelar com o Sábio Bohr, duelo este que ficou marcado como talvez o maior duelo entre cavaleiros da história da magia. A luta durou dias. E o conflito estava no ar, latente. Eles se respeitavam mutuamente, mas ambos queriam sair vencedores. Dom Einsta atacava com sua magia pela manhã, e Sábio Bohr retrucava de noite. Dom Einsta procurava, dia após dia, desvendar as incoerências da base dos moinhos quânticos, e Sábio Bohr ardilosamente lançava um contra-feitiço destruindo a magia de Dom Einsta.

Este embate entre dois adversários, que se estimam reciprocamente, possui somente um vencedor: Sábio Bohr.

Foto real mostrando Einstein e Bohr debatendo, sentados, durante o congresso de Solvay de 1930. O debate entre eles é, até hoje, visto como um ponto marcante da intelectualidade humana, e também do respeito entre livres pensadores.

7 – A batalha final: Completude Realista

Após o torneio de Solvay, os moinhos de vento quânticos estavam mais fortes que nunca. Dom Einsta havia os atacado com toda a sua força, e eles estavam lá, intactos, fortes, seguros. Dom Einsta, em um momento de paz, anuncia¹: “são os moinhos de maior sucesso na magia.”

Mas Dom Einsta ainda não reconhece o espírito das fundações Estatísticas e de Incertezas. Em especial Dom Einsta não aceitava, de modo algum, o princípio de Duque de Heisenberg, que praticamente poderia ser extrapolado dizendo-se que² “Os fundamentos dos moinhos decretam definitivamente a não validade da Lei da Causalidade.” Ora, para Dom Einsta isto era inconcebível! Como poderia haver uma magia onde a causa e o efeito não estão intimamente conectados?

Dom Einsta não aceita nenhum dos fundamentos dos moinhos quânticos, e novamente parte para o ataque. Ele enxerga nos moinhos alguma realidade oculta, e portanto começa a tentar, de todas as formas, que este os moinhos, apesar de aparentarem estar fortes e seguros, são necessariamente Incompletos. E assim inicia sua batalha para mostrar que há sim algo Oculto com os moinhos quânticos.

Em 1935 d.C., Dom Einsta e dois amigos cavaleiros audazes, Sir Boris Podolsky e Baronete Nathan Rosen, lançam um severo ataque aos moinhos. O ataque deles foi feroz, destemido, e preciso. A magia dos três feriu severamente a base que toda a cavalaria quântica havia construído. O ataque foi tão drástico que ficou conhecido, até os dias de hoje, como o Ataque EPR.

Os três cavaleiros, liderados por Dom Einsta, conseguiram mostrar que apesar dos moinhos estarem corretos, eles claramente estavam incompletos. Através de sua magia perspicaz, EPR conseguiram demonstrar que os moinhos quânticos, apesar de existirem, necessitavam de algo Oculto para se sustentarem.

Foi um golpe. Um golpe aparentemente fatal. Os moinhos ficaram um pouco abalados. Sábio Bohr tentou se desvencilhar, apenas 1 mês depois de EPR terem lançado sua magia. Mas mesmo demonstrando que havia algo Oculto sustentando os moinhos, eles permaneciam lá. Intactos. Fortes. Realizando magia, e retornando artefatos incríveis para a humanidade.

Observe, caros e caras que me lêem: este ataque quase fatal de EPR, que deixava um ponto de abalo nas estruturas dos moinhos, ocorreu em 1935 d.C. Os moinhos continuavam lá, mas havia agora, de maneira clara, questionamentos sobre a base dos moinhos. Lembrem-se desta data: 1935 d.C.

Dom Einsta prosseguiu sua luta contra os moinhos quânticos, razoavelmente feliz pela sua vitória singular com o Ataque EPR. Porém, os moinhos estavam lá. E cresciam, e se ampliavam. Além do golpe de EPR, que deixava clara a necessidade de algo Oculto para sustentar os moinhos quânticos, havia mais uma cousa que incomodava Dom Einsta: a magia dos moinhos tornava a própria noção de Realidade questionável.

Em seu último ataque, agora solitário, Dom Einsta tenta, por algumas vias não cavalariças, poderíamos dizer que apenas filosóficas, atacar os moinhos quânticos. Dom Einsta escreve um papiro a um cavaleiro³: “Você acredita que Deus joga dados com o mundo, eu, ao contrário, acredito que tudo obedece a uma Lei, num mundo de realidades objetivas que busco encontrar por um caminho furiosamente especulativo. Acredito firmemente nisso, mas espero que alguém descubra um caminho mais realista do que aquele que trilhei.”

Dom Einsta, ainda atacando os moinhos e enxergando algo Oculto por trás deles, prossegue4: “Como justificativa desta minha convicção [com relação aos moinhos], não posso apresentar nenhum argumento lógico, mas somente o testemunho de meu dedo mindinho, ou seja, uma autoridade que não pode exigir o menor respeito fora do âmbito de minha mão.” Ele prossegue em sua luta contra os moinhos, em sua batalha pela unificação da magia, até o fim de sua vida, em 1955 d.C.

Mas os moinhos quânticos mantinham-se fortes como nunca, e apesar de sua aparência estranha, eram moinhos, e não monstros como Dom Einsta pensava. Em suas palavras, numa carta enviada ao amigo Dom Michele Besso5: “Tornei-me, aos olhos dos meus colegas, uma espécie de herege teimoso.”

8 – Dom Einsta e os moinhos de vento quânticos

Dom Einsta foi, e será sempre, um dos maiores cavaleiros dos sortilégios que já surgiu na Terra. Isto está demonstrado nestas poucas palavras, tanto em seus momentos de vitória em batalhas, como também, e talvez principalmente, em suas “derrotas”. Quando Dom Einsta atacou os moinhos quânticos, por enxergar que eles estavam incompletos, foi necessário praticamente um exército de cavaleiros e amazonas para demonstrar que os moinhos seguiam formes, que possuíam bases sólidas.

Eu pedi para vocês lembrarem da data do Ataque EPR: 1935 d.C. Este ataque foi tão forte, que somente em 1964 d.C. um cavaleiro irlandês, conhecido como Druída John Bell, lançou a primeira receita de poção que tentaria bloquear o Ataque EPR. Com esta receita ficaria demonstrada que a base dos moinhos era realmente sólida, que os moinhos eram completos, e que não precisaria do Ocultismo de Dom Einsta.

A receita da poção estava lançada em 1964 d.C., mas uma primeira versão da poção, ainda sem todos os ingredientes, ficou pronta somente em 1982 d.C., e foi testada por Monsier Alain Aspect. A poção funcionou perfeitamente, os moinhos estavam seguros, mas ainda havia críticas, pois alguns elementos da receita do Druída Bell estavam faltando.

Somente em 2015 d.C., 80 anos passados do Ataque EPR, alguns grupos de cavaleiros e amazonas espalhados pela Terra conseguiram confeccionar a poção com todos os seus ingredientes, livrando assim os moinhos do Ataque EPR. A pessoa que me lê consegue imaginar o que é isso? Oitenta (80) anos até que o Ataque EPR tenha sido plenamente solucionado.

Mais que isso, todos os artefatos gerados para solucionar tanto o Ataque EPR, quanto outros ataque de Dom Einsta contra os moinhos quânticos, foram e são extremamente úteis para a humanidade.

E chega aqui ao fim esta Ode ao trabalho de um cavaleiro que lutou contra Orcs, Trolls, outros cavaleiros e amazonas, e também contra moinhos de vento. Exaltemos o poder da “magia”.


Forte abraço,

Leo.


Notas e referências:

*Esta é uma história fictícia baseada em eventos reais, e em metodologias científicas já testadas e verificadas. O texto usa elementos de narrativa, e portanto palavras e expressões como “Bruxaria Quântica” devem ser vistas como auxílio de escrita. NÃO confundir com a pseudociência que usa a Quântica para vender mentiras, que infelizmente tem dominado as mídias e redes sociais.

† Adaptado do seguinte trecho REAL de uma carta enviada por Einstein a Born: “A mecânica quântica merece todo o meu respeito, mas uma voz interior me diz que ela ainda não é a solução correta. É uma teoria que oferece muitas coisas, mas não nos faz adentrar, com maior profundidade, no segredo do Grande Velho. De qualquer maneira, estou convencido de que Ele não joga dados com o mundo.”

‡ Adaptado da seguinte fala REAL de Einstein: “em parte porque não aceito o ponto de vista puramente estatístico sobre o qual se baseiam as novas teorias, e em parte porque, pensando bem, minha receptividade não é suficiente para acompanhar plenamente estes desenvolvimentos tumultuados.”

¹ Adaptado da seguinte fala REAL de Einstein: “[A mecânica quântica] é a teoria física de maior sucesso da nossa época.”

² Adaptado da seguinte fala REAL de Heisenberg: “Mediante a Mecânica Quântica é decretada definitivamente a não validade da Lei da Causalidade.”

³ Este é o trecho EXATO que Einstein escreveu a Max Born numa de suas correspondências: “Você acredita que Deus joga dados com o mundo, eu, ao contrário, acredito que tudo obedece a uma Lei, num mundo de realidades objetivas que busco encontrar por um caminho furiosamente especulativo. Acredito firmemente nisso, mas espero que alguém descubra um caminho mais realista do que aquele que trilhei.”

4 Novamente, outro trecho EXATO do que Einstein disse (exceto pelo colchete inserido por mim): “Como justificativa desta minha convicção [com relação à mecânica quântica], não posso apresentar nenhum argumento lógico, mas somente o testemunho de meu dedo mindinho, ou seja, uma autoridade que não pode exigir o menor respeito fora do âmbito de minha mão.”

5 Outro trecho com as palavras EXATAS de Einstein: “Tornei-me, aos olhos dos meus colegas, uma espécie de herege teimoso.”

[1] O apelido “Dom Quixote de la Einta” foi dado pelo grande amigo de Einstein, com relação à luta de Einstein com relação à Teoria Quântica. Por exemplo, podemos ver neste trecho: “Quando Einstein, reclamando do trabalho de um colega, brincou com Besso dizendo: “Ele monta o pobre cavalo de Mach até a exaustão”, Besso respondeu: “Quanto ao cavalinho de Mach, não devemos insultá-lo; não tornou possível a viagem infernal pelas relatividades? E quem sabe, no caso dos malvados quanta, também pode levar Dom Quixote de la Einsta por tudo!”” Link

[2] Este texto foi inspirado no livro “O Sonho de Einstein: em busca da teoria do todo”, de Pietro Greco. Link livro

[3] Para ver um texto sobre o livro de Pietro Greco, da referência [2], e como este Sonho de Einstein dizia respeito a Teorias de Unificação de Campos, consultar o seguinte texto no Portal Deviante: Einstein e a história de um fracasso, por Leo Souza.

Artigos sobre os vários “duelos” citados neste conto:

Os artigos abaixo constam em sua tradução para o inglês, sendo que alguns não necessariamente foram escritos nesta língua.

A) Os artigos de Einstein do ano de 1905 
B) Artigo original de Maxwell sobre o campo eletromagnético
C) Artigo original de Michelson-Morley
D) Artigo sobre a incompatibilidade entre as equações de Maxwell e as transformações de Galileu
E) Transformações de Lorentz
F) Artigos de Hertz sobre ondas eletromagnéticas
G) Artigos de Einstein sobre Relatividade Geral
H) Artigo original de Bohr sobre seu modelo atômico
I) Artigo de Einstein (com citação a Bose) sobre condensação Bose-Einstein
J) Conferências de Solvay
K) Artigo original de Heisenberg, Jordan e Born sobre Mecânica Matricial
L) Artigo origianl de Schrödinger sobre sua equação para Psi
M) Artigo original de de Broglie sobre sua interpretação do átomo
N) Os debates de Einstein-Bohr
O) Artigo EPR de 1935
P) Resposta de Bohr ao EPR (também de 1935, e com o mesmo título!!!)
Q) Artigo original de Bell
R) Artigo ogininal do Aspect “e gangue”, contendo o 1º experimento tentando mostrar uma (violação da) desigualdade de Bell
S) Um dos artigos de 2015 que mostrou, sem brecha, uma violação da desigualdade de Bell

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