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SciCast #212: Saneamento Básico

por em sex 18America/Sao_Paulo ago 18America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 15 comentários

SciCast #212: Saneamento Básico

Você sabe o que é saneamento básico? Como ele é na sua cidade? Você sabe quantas pessoas no Brasil não tem acesso ao “mínimo” do saneamento básico? Já se perguntou qual é o impacto dessa deficiência para economia, para desenvolvimento social e para a saúde pública? E numa perspectiva global, como está o Brasil? Spoiler: não estamos bem. Nem um pouco. Venha saber mais sobre um dos principais problemas do nosso país e suas consequências.

*Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Arte da Capa:


Redes Sociais:


Saldão da Loja do SciCast – corram!


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo GuaxinimEdição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: Fernando Maia e Flavia Ward .Vitrine: Jânio Garcia (Portfólio • Instagram)


Material Complementar:

  • Maycon Alves

    Ótimo cast, na minha área! Trabalho com projetos de saneamento há uns 10 anos.
    O setor está em crise, não há mais investimento. Imagina o governo se preocupar com saneamento justo agora que vivemos em crise política? Como disse o Guaxa, obras em sanamento são invisiveis, não vendem votos – fato.
    Meu TCC foi sobre perdas de água. É alarmante os números. Hoje existem soluções excelentes para pesquisa de vazamentos e cadastramento de setores ligados a internet, o problema que as companhias de saneamento não investem o necessário, ou tem medo de investir.

  • André Miola Bueno

    Ótimo cast, ainda ouvindo, mas não foi só o Monteiro Lobato q ajudou a mudar o hábito da galera, a Whoopi Goldberg tbm ajudou pakas, pô foram 2 filmes… (COMO o Guaxa deixou passar essa!?, retirem a insalubridade dele!)

  • Edu Balbino

    Passei aqui só pra falar que eu sou um dos únicos 2 que entenderam a referência ao Frank Frazetta na leitura dos patronos. O cara é mesmo muito bom. Tamo junto Jujuba!

  • Thamiris Dornelas

    Que grupo do whatsapp é esse que os patronos participam? Eu sou patrona e não posso? Procurei se algum valor de contribuição dava direito a isso mas não achei não…. buáááááááá

  • Anderson Cardoso

    Surgiu uma dúvida, desculpem minha ignorância se eu estiver errado. Foi falado do percentual de esgoto que sai das casas que são tratados. Agora não to lembrando exatamente quanto, mas era bem pouco. Porém pelo que eu lembro, pelo menos aqui no Rio somos cobrados de esgoto pela mesma quantidade de água que entra na casa (http://www.cedae.com.br/Portals/0/Estrutura_tarifaria_2016.pdf). Estaríamos sendo cobrados de forma errada?

    Esses nomes de bactéria não parecem feitiços? Da pra imaginar o Harry Potter apontando a varinha dizendo “Staphylococcus aureus!”. Desculpa aí, nunca tinha lido Harry Potter, e to lendo agora depois de velho. To gostando bastante, agora tudo é referência.

    Caramba, foram 40 minutos de leitura dos patronos. Foi extenso, mas foi tão divertido quanto o resto do episódio.

  • Ótimo episódio, como sempre! Assunto muito importante e muito menosprezado.
    Uma dúvida…. Qual é o menos destrutivo para o meio ambiente, o esgoto que vai para fossas (como a participante do cast citou que tem em casa) ou o esgoto que vai para o sistema de tratamento tradicional?

    • Fernando Malta

      Oi Fabricio, obrigado pelo comentário!

      Na prática, um sistema de fossa séptica bem feito e proporcional ao seu uso (ou seja, que não fique saturado rapidamente) tem o mesmo impacto ao ambiente que o tratamento de esgoto convencional. A questão é a proporção entre os dois, mesmo. Mas, dependendo do local onde a pessoa se encontra, é, sim, a melhor solução pensando no custo-benefício (como, imagino, no caso da Flavia).

  • Darley Santos

    De fato, a questão do saneamento básico no Brasil é de uma insanidade ultrajante: as estatísticas são insanas! O descaso dos políticos é a pior parte… A pressão ambiental advinda do crescimento urbano desordenado é trágica… A velha falta de conscientização da população com o trato da água é uma história antiga também, e parece que não há campanhas de sensibilização que deem jeito nisso… Aqui no Pará tem histórias cabulosas, principalmente ali na Grande Belém; na minha cidade, as pessoas lidam com a falta de água por dias, e quando ela volta tem que prestar atenção em qual o melhor momento para lavar as roupas, pois a água vem barrenta e com lodo – sobre isso a concessionária diz que é culpa da rede, pois o tratamento é feito atendendo aos parâmetros necessários para potabilidade da água, mas em algum ponto do trajeto da água na rede ela tem sua qualidade alterada…

  • Ana Da Rocha Kurata

    Sério, vcs precisam se comer antes de de gravar o nome dos patronos 😂

    • Fernando Malta

      NOS comer, não…. ó.ò

  • Eric Adan

    Serio que para BM falaram Biscoito molhado E NINGUÉM FEZ PIADINHA COM MOLHAR O BISCOITO? to decepcionado, pessoas…

  • Abdias Queiroz

    Achei excelente o tema! Gostei do desenvolvimento do assunto abordado que usou interessantes dados estatísticos e a contextualização atual e histórica foram bem embasados com fontes confiáveis. Se me permitem uma crítica construtiva… eu acho que seria de grande utilidade pública se vocês abordassem possíveis propostas de intervenção sobre o assunto. Analisar com mais profundidade as tecnologias que deram certo em outros países e quais dessas soluções poderiam ser viáveis para a realidade do nosso país. Estimular a busca de possíveis soluções favoreceria o pensamento crítico dos ouvintes e quebraria essa cultura atual do brasileiro de só apontar os problemas. De qualquer forma, foi de grande ajuda para adquirir conhecimento e elaboração de redação para concursos e vestibulares caso caia esse tema tão atual e presente na nossa realidade.

  • leoniscarlotis

    Fiquei triste demais com o podcast. A nossa realidade é horrível e como civis nos sentimos extremamente impotentes para fazer algo para mudar essa realidade. Como o Abdias disse, seria muito benéfico tentar levantar alternativas para esses problemas. Caso contrário, corremos o risco de cairmos no lugar comum como nas operações lava-jato em que todos já estão acostumados a todo momento ver notícias ruins e escândalos que nem conseguem reagir. Talvez essa problemática mereça uma linha paralela no scicast, apenas uma ideia… Com certeza isso é um conjunto de problemas que merece estar sempre sendo discutido.

  • Rodrigo Braga

    Há uns 15 anos atrás, foi implementado o tratamento de água na cidadezinha dos meus avós (umas 2 mil pessoas atingidas), e houve resistência da população, pois eles passariam a ter conta de água, ou seja, do ponto de vista da população eles estariam sendo prejudicados por pagar por algo que nunca na história tinham precisado pagar. O ponto que acalmou no conselho da cidade foi mostrar que tal medida evitaria doenças, ou seja, diminuiria gastos com medicamentos e evitaria dias não trabalhados na roça. O que pega a população parece ser sempre a parte financeira.
    Não imagino essa população aceitando tratamento de esgoto (pensamento: “vou pagar o dobro na minha conta para a cidade vizinha receber água mais limpa?”), como a história que o Guaxa contou do rio com esgoto de porco indo para a Argentina.

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