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Scicast #168: Paradoxo de Fermi

por em sex 02America/Sao_Paulo dez 02America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 73 comentários

Scicast #168: Paradoxo de Fermi

Uma das perguntas que mais intriga a humanidade, de filósofos a folhetins, é: estamos sozinhos no universo? A resposta a esta pergunta, independente de qual seja, está atrelada a um sem-número de consequências religiosas, políticas, sociais, culturais e tecnológicas.

Nos anos 1950, um momento em que a atividade aeroespacial da humanidade florescia, Enrico Fermi (e muitos outros) elevaram o nível da indagação e redirecionaram a pergunta: oras, mas se existem, onde estarão esses alienígenas?

Prepare-se para uma jornada de compreensão sobre este dito paradoxo, seus cálculos e consequências. Afinal, qual a probabilidade de estarmos sozinho no universo? Se não estamos sozinhos, por que nunca os contactamos? Se estamos, a Terra é de fato um caso único, excepcional dentro de uma infinitude de possibilidade? E isso é bom ou ruim para nosso futuro como civilização?

Olhe para o alto e contemple as estrelas. É possível que eles estejam nos olhando de volta. Ou não.

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Sobre o Encontro Podcast:
No fim de semana (3 e 4 de dezembro) faremos um grande encontro na CCXP com muitos amigos podcasters;
Vai ser um grande bate papo e reuniremos no palco e no mesmo ambiente diversos podcasters do Brasil todo;
É a oportunidade de conhecer pessoalmente o seu podcaster preferido, fazer muita bagunça e provar que o podcast é sim, uma mídia incrivelmente forte;
Vamos encher as redes sociais com a #EncontroPodcast e fazer muito barulho, porque vai ser épico!

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Aperte o pause:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Roberto Pena, Naelton AraújoRonaldo Gogoni e Felipe ReisArte da Vitrine:

Links de programas correlatos (que saíram esta semana, o que claramente quer dizer alguma coisa… não digo que são aliens, mas são aliens):

Nerdcast #544 – Colonizando o espaço

Nerdologia #191 – Estamos sozinhos no universo?

Ponto em Comum #51 – Por que não encontramos aliens ainda?

  • Caiado

    Deviantes! Saudações do Caiado aqui! Oh fiquei impressionado com o tema e com a discussão da turma! Me fez lembrar que essas discussões vossas são identicos porque não da escola de Compenhaguem…. Até que ponto tais pontos podem se igualar na pratica?. Estamos limitados tecnologicamentes?

    • Eu adoro uma boa discussão. Foi uma experiência muito legal esse cast, num debate amplo e livre com meus amigos scicasters.
      Estamos sim limitados tecnologicamente e antropologicanente. Como comparativo, imagine uma discussão de 2 cientistas medievais tentando prever como seria o futuro, nos anos 2000? Eles talvez nunca suporiam a existência da eletricidade, do computador, da TV, da Internet, pois toda tecnologia deles era baseada nas engrenagens, nas rodas, nos pistões etc.
      Agora imagine esse exemplo aumentado a 10 potência. É mais ou menos isso q estamos fazendo ao imaginar a tecnologia de uma civilização tipo 2

      • Luiz Augusto Calvo Tiritan

        Como sempre, maravilhoso cast!
        Pela sua sugestão Pena, nós seriamos como cientistas formigas discutindo sobre a migalha da bandeja. Porém, hipoteticamente e baseando-se na seleção natural, em algum momento uma categoria de formigas teria que ultrapassar essa barreira de compreensão e entender que essa migalha veio de uma sociedade superior, minha colocação é se você acha que esse ponto será alcançado e o que podemos inferir?

        • Oi Luiz.
          A ciência e tecnologia hoje avançam muito mais rapidamente que a evolução natural. Ainda bem que hoje, as formigas que somos, desenvolveram esses artifícios para não ficar dependendo do mero acaso para avançar rs. E mesmo que seja necessária alguma melhoria genética para compreendermos certas questões alienígenas, ainda assim temos a engenharia genética que certamente no futuro estará gerando super humanos.
          Eu acredito que sim, um dia poderemos compreender civilizações avançadas, assim como fizemos com o nosso mundo: antigamente atribuía-se todo tipo de explicações mágicas e mitológicas aos efeitos naturais, e hoje já conseguimos compreender de maneira muito melhor a realidade que nos cerca. Mas inferir quando isso vai acontecer seria muita pretensão minha rs. Só me restam minhas expectativas e esperanças. Espero de verdade que eu possa ver em vida algum contato extraterrestre em qualquer grau.
          abraços

  • Soymara Ribas

    Ainda não ouvi mas, tenho certeza que o resto do meu celebro o que sobrou do cast passado vai escorre.

    • Eu estou no começo ainda, e as informações já estão sendo absorvidas por difusão facilitada.

  • Nossa gente, tô aqui jogando PES compulsivamente pq, sei lá quantos dias depois dessa tragédia da Chape, ainda não consegui superar. Hoje a noite tava tão bad que fui ouvir os dois Scicasts acumulados. Eu juro que não conhecia o hino da Chape e tava evitando ouvir pra não bater na emoção. Quando o hino começou a tocar do nada no começo do cast, vocês me fuderam! Doeu :( Segue a vida, segue o cast. Abraço Tarik.

  • Acho que foi aqui no Scicast mesmo que eu ouvi dizer que os índios quando viram os Portugueses chegarem na praia, não enxergaram as caravelas, pq eles não conseguiam mensurar uma embarcação tão grande. Tanto faz. Meu ponto é: Será que existia o “Paradoxo de Papa-Capim”? Será que algum índio um dia, antes da chegada dos europeus, se quer se perguntou porquê as pessoas não vinham do mar? Eu creio que não. Pensem sobre isso, o tamanho do nosso privilégio. Se realmente tem algo lá fora, a gente tá aqui, pensando sobre isso. Não sei se me fiz entender. Não sei de nada.

    • Lucas Powl

      Isso mesmo

  • Olá Deviantes, muito bom o tema desta semana, espero entender tudo (rsrsrs). Também gostei dos links correlatos, incentiva o consumo de podcasts.

    • Werther Krohling

      A idéia é essa!

  • Dany Madrid

    Ave Deviantes! (homenagem singela ao Mestre Willian Spengler) Sim!!!! Depois de derretermos nossos miolinhos no cast de quÂntica…estamos diante “Da” pergunta que realmente não quer calar :-)

  • Wil Filho

    Eu tenho uma dúvida que nunca vi ninguém falando a respeito, quando o assunto é o Grande filtro. Acreditam que uma civilização vai se auto extinguir. Mas ninguém pensou ainda que o filtro pode não ser a destruição mas sim o fato de não haver energia suficiente para se chegar ao nível 2, dessa forma nunca teriamos uma Esfera de Dyson, só basta pensar que talvez lá pelos anos 2400 estariamos consumindo mais energia do que recebemos do Sol, dessa forma todos os tipos de tentativa de comunicação estariam limitadas a pequenas sondas com mensagens que demorariam dezenas de milhões de anos para atravessar somente 1 ano luz.

    • Oi Wil,

      Com uma tecnologia um pouco superior a de hoje já teríamos como desenvolver sondas von neuman, por exemplo, que pousariam num planeta, extraindo materia prima e se replicariam, enviando novas sondas p outros planetas. Isso já seria utilizar energia de fora do planeta e de explorar a galáxia. Em 3 milhões de anos essas sondas já teriam pousado em todos os planetas da via láctea.

      • Naelton Araujo

        uma vez li um conto onde as sondas de von neuman produzidas por uma civilização avançada eramos nós…kkk

      • Wil Filho

        Penso se uma dessas sondas Von Neuman teria realmente chance de se replicar em “qualquer planeta”, por exemplo se pousasse em Europa, e o que pensamos é verdadeiro, haveria muito gelo para chegar a minérios. E precisariamos não depender de alguns materiais, como o alumínio que é dificilimo de se extrair.

        • Oi Wil
          De fato não é todo planeta que teria condições de prover todos os componentes. Mas existem muitos asteróides disponíveis, com composições variadas. Talvez minerar asteroides pode ser mais fácil que minerar planetas, principalmente porque decolar de um planeta necessita muito mais combustível que decolar de um asteroide.

  • Kiefer Kawakami

    Além desses 3 links, tem mais dois correlacionados:

    http://podentender.com/2016/11/podentender-014-sobre-astrobiologia.html

    http://eurekapod.com.br/2016/11/30/37-crispr-em-humanos-ursos-de-jardim-e-nova-tech-para-deteccao-de-doencas/

    Os dois acima se relacionam com Tardígrados, e vocês também o citaram. Acho que tem coisa com eles…

    Tem também um Dragões de Garagem, de Outubro, que entrevistaram um brasileiro que trabalha na Nasa.
    Como o objetivo é divulgar a ciência, não há concorrências então fica a dica aí =D

    • Oi Kiefer.
      Posts sobre ciência são sempre bem vindos. Todos estamos remando p mesmo lado, pela divulgação da ciência e levar conhecimento para mais gente. Seria uma conduta nada científica não falar ou boicotar os outros casts.

    • Fernando Malta

      Nem concorrência na ciência, nem em podcast, Kiefer. Fiquem tranquilos de sempre sugerirem programas correlatos. :-)

  • Fabricio Karim

    Quando citaram formas de vida com composições diferentes das encontradas na terra, lembrei-me da série de jogos Mass Effect. Lá existem duas espécies alienígenas, turians e quarians, que são dextrogiros, isso limita suas fontes de alimentos fora de seus planetas natais e mais alguns pequenos inconvenientes.

  • Bicuinha

    Ronaldo, Childhood’s End não é também a musica do Iron Maiden!?:!?!?

  • Mozart Carvalho Araújo Carmo

    Ótimo cast, vou compartilhar um pesamento que eu ouvi, seu eu não estou enganado foi no programa do Neil deGrasse Tyson, sobre um possível filtro que impediria vidas inteligentes de avançarem a ponto de tomarem conhecimento uma das outras. Esse filtro seria os desastres causados por asteróides. No nosso próprio planeta aconteceram vários desses impactos e a maioria das formas de vida dessas épocas não sobreviveram. Logo, uma civilzação avançada o suficiente que possa evitar esses corpos gigantes, que caem na terra de tempos em tempos (milhões de anos no caso dos maiores que podem causar um estragasso), poderia prosperar tempo suficiente pra encontrar outras formas de vida inteligentes, caso elas existam.

    • Naelton Araujo

      Desviar asteroides não seria algo assim tão inalcansável desde que se veja o asteroide com a devida antecedência. Pelo que conheço de dinâmica orbital falta muito pouco para começar realmente a alterar trajetórias de asteróides. Claro que asteróides descobertos muito perto não seria nada fácil evitar. Este assunto é muito interessante. Eu gostaria de indicar um livro de ficção sobre o assunto: https://www.skoob.com.br/livro/11540ED12844

      • O assunto é mesmo interessante. O seu ponto é bem válido Naelton. Mas mesmo desconsiderando capacidade das civilizações em desviar os asteroides, pela estatística da Terra um asteroide de escala grande a ponto de destruir uma civilização (como o dos dinossauros) só nos atinge a cada 100 milhões de anos. Neste hiato tem bastante tempo p um civilização ficar inteligente e colonizar o espaço. Imagine nosso civilização daqui 1 milhão de anos, quantos planetas já teremos colonizado? E pelo argumento da mediocridade, deve haver milhares de planetas como a Terra em regiões relativamente livres de asteroides.

  • Mega Mendigo

    O Princípio antrópico deu o que falar nesse episódio!

    • Fernando Malta

      Isso porque cortamos parte da discussão… que não estava indo pra muito lugar =P

  • Francisco Almeida

    Vcs não tem ideia do quanto eu já procurei podcasts falando sobre esse assunto. Esse sem duvidas precisa de uma parte 2.

  • Eduardo Tanoue

    Bem, vamos lá. Antes de mais nada, quero deixar claro q todos os pods são ótimos. Numa escala numérica, variam de 7-10 (considerando q a média para passar é 5 – rs). Meu parâmetro de 10 recente foi o de quântica #1.Por isso, várias coisas q elencarei, remetem àquele formato… Vamos às sugestões: (i) em outros casts, vcs sempre deixavam as principais referencias citadas na descrição do cast. Senti falta neste (Ex.: Os livros “o fim da infância” e “os próprios Deuses”. Muito ruim ter q ficar procurando…). Pfv, se devido à excepcionalidade desta semana isso não fora feito, ok; mas não percam esse formato. (ii) Achei o cast muito difuso… tb sei que não dah para ser muito aprofundado. Mas, por exemplo, jah q estamos procurando por ela, acredito q uma discussão mais abrangente do que é Vida seria indispensável (já vou me desculpando se a discussão jah fora feita em um cast anterior… mas, se for o caso, fica como dica elencar os “pré-requisitos” do cast – acho até q jah vi isso aki em outros casts, algo do tipo: “nos casts x, y, z falamos sobre os assuntos pertinentes a serem tratados neste cast….”). Por exemplo, existe alguma teoria de Vida que não seja baseada compostos orgânicos? Ou, pior, um teoria de Vida que não fosse baseada em matéria (energia, p.ex)? (iii) Infelizmente (rs), vcs terão q fazer um “Paradoxo de Fermat II”. (iv) Para aqueles interessado no assunto, tb gostaria de indicar o livro “O que é Vida” do Schrodinger (sim, o mesmo do gato!) Abss!

    • Oi Eduardo. Muito obrigado pelas críticas, sempre bom saber onde podemos melhorar. O obrigado pelas boas notas, scicast não vai ficar de rec. rs
      i – Verdade, faltou deixar as referências. Eu tive a ideia de sugerir o livro na hora e esqueci de deixar na pauta para o produtor depois colocar no texto. O mesmo ocorreu com a sugestão do Ronaldo. Vou ficar mais atento.
      ii – Discutir o que é vida rende um cast inteiro. Nosso objetivo era focar não no que é a vida e sim na questão do paradoxo. A gente até acaba sugerindo possibilidades de vida não baseadas em água e em carbono, mas entrar em mais detalhes sobre o que é vida ali perderia o foco do cast, não sei o quanto realmente ajudaria ou atrapalharia o cast entrar nesse detalhe. Mas agradeço a observação, levaremos isso para as próximas pautas.
      Nos primórdios do Scicast temos dois episódios sobre Astrobiologia, mas acredito que essa discussão sobre o que é vida não acontece lá. Acredito, inclusive, que ela deveria ocorrer em algum de biologia que explore a vida primitiva, ou um que aborde evolução, ou um que trate mesmo das teorias de origem da vida, pois como eu disse, já dá um cast inteiro. Já fica a dica para um novo episódio.
      iii – Queremos fazer um sobre o teorema de Fermat, mas acho que vc quis dizer Paradoxo de Fermi rs. Eu acho digno voltarmos em algum momento a esta questão. Quem sabe a humanidade não encontra logo vida em Marte (sim, eu estou convicto da existência de vida lá rs) ou recebe um sinal artificial do espaço agora que estão expandindo o programa SETI para rastrear bandas muito mais amplas, ou mesmo encontremos oxigênio ou metano numa análise de espectroscopia da atmosfera de um exoplaneta (oxigênio ou metano abundante seria um indicativo muito forte de vida) e assim temos mais um pretexto para a continuação. Estou com os dedos cruzados.
      iv – Eu li o livro “O que é Vida 50 anos depois” que é uma compilação de artigos de 50 anos depois do livro do Schrödinger, sim é um assunto que muito me interessa.

      PS – Eu particularmente achei que o Fencas conseguiu dar as recapituladas de maneira bem palatável, mas obviamente estou enviesado na minha análise rs. Grato pela dica.

      abs

      • Eduardo Tanoue

        Bom, acho q vcs devem ter clones para um feed-back taum rápido (rs). Parabéns. Quanto às suas observações:
        “mas acho que vc quis dizer Paradoxo de Fermi” -> sim, errei. Ainda bem q errei somente o “dono” do paradoxo, pois errar o dono do buraco pegaria mal (rs).
        “O que é Vida 50 anos depois” -> valeu pela dica! Jah coloquei no skoob!

        Abraços!

        eduardo

  • DIOGO

    me sentir um merda

  • Matheus Esteves Monteiro

    Nada melhor que escutar um cast desse nipe jogando stellaris

  • Lucas Powl

    Stranger Things?

  • Lucas Powl

    Procuramos vida inteligente, será que somos inteligente?

    • Essa pergunta é o corolário das pesquisas. Lembro de ter assistido no vocêtubo uma palestra de um astronomo chefe do instituto SETI. Ele defiene vida inteligente como uma vida capaz de produzir um transmissor de ondas eletromagneticas.
      Como civilização conseguimos isso.
      Enfim, a vida per se já é algo difícil de se definir, imagina vida inteligente.

      • SonySantos

        Boa definição, mas “e se” a vida em outro planeta se desenvolveu diferentemente de forma que, em vez de enxergar luz (ondas eletromagnéticas) eles enxerguem gravidade (ondas gravitacionais)? Toda a tecnologia deles podem estar baseada em ondas gravitacionais em vez de eletromagnéticas. Talvez eles estejam tentando se comunicar conosco com uma tecnologia que nós não enxergamos, e nós usando uma tecnologia que eles não enxerguem. Exploro uma tentativa de contato assim no conto “Visão Gravitacional”, no livro “Sete universos nada paralelos” – http://7universos.sonylabs.net/

  • Lucas Powl

    Bilhares foi a melhor kkkk uma mistura de sinuca com milhões

    • Exatamente, os aliens jogam sinuca com os milhões de planetas. A caçapa é o buraco negro ;)

      • Lucas Powl

        kkkkkkkkk

  • Nayra Evangelista

    Pessoal, não vou comentar sobre o tema do podcast, vou falar sobre esse sábado que foi muito especial pra mim. Ver vocês ao vivo, não só as vozes, ver as pessoas por trás delas, foi emocionante ❤ Continuem fazendo esse trabalho maravilhoso de divulgação científica! Eu só consegui tirar uma foto com a Jujuba, queria muito ter tirado com todos vocês, mas estava uma loucura hahaha Guaxa, você tem um coração gigantesco, me emocionei com as suas palavras ❤ Não desistam desse trabalho, vocês merecem tudo de melhor.

    • MarceloGuaxinim

      Muito obrigado moça! são mensagens assim que nos fazem continuar! Fico te devendo uma foto então =D

  • Iara Grisi

    Adorei o episódio. Muito bom mesmo!
    mas tenho algumas dúvidas:
    1. Sobre a Esfera de Dyson: não pode ser 1/2 esfera? Ou um arco de esfera?
    2. Sobre os ETs não falarem conosco: deu tempo? Quero dizer (escrevi isto 5x até ficar claro para mim mesmo) considerando que velocidade da luz é mesmo intransponível qq mensagem ou tentativa de contato levaria alguns milhares de anos então ainda não chegou ou chegou e nós nem percebemos PQ éramos maciços.
    3. Sobre Argumento Antropocêntrico: entendi. Tudo o que interpretamos estará sempre baseado no fato de que não temos mais nada para comparar do que nós mesmos e nosso mundo. Somos nossa própria régua. Esquisito.
    Considerando que não sabemos como a vida surgiu na terra e já que apenas um ser vivo pode gerar outro ser vivo procuramos pelo que não conhecemos. Ok. Achar vida fora da Terra será pura sorte.
    4. Acho somos formigas.
    Abraços para todos

    • Oi Iara, vou tentar responder:
      1 – Uma das ideias da construção da Esfera de Dyson, conhecida como “Enxame de Dyson” (Dyson Swarm) é justamente ir construindo aos pouquinhos. Você coloca uma placa solar orbitando o Sol, depois outra, depois outra, etc. No limite teríamos um enxame de “insetos” orbitando o Sol, que seria equivalente a uma esfera.
      2 – A luz leva 100.000 anos para atravessar de uma ponta a outra da nossa Galáxia. Então, se uma outra civilização começou a enviar sinais há esse tempo ou mais, a gente hoje teria condições de detectar. E 100.000 anos é nada para tempo astronômico. Claro que existem mil outros dificultadores no processo. Por exemplo, a intensidade do sinal eletromagnético (luz, rádio, etc) cai com o quadrado da distância, então se o sinal vier de muito longe ele será tão fraco que a gente não conseguiria perceber. Existem faixas de frequência que seriam mais ou menos absorvidas pelo material interestelar. Existem muitas maneiras de modular a informação, e a gente não faz ideia como uma raça alienígena faria isso. A questão é que não seria um problema de “dar tempo”, visto que o planeta Terra tem só 4,6 bilhões de anos, e há planetas muito mais antigos que poderiam ter desenvolvido vida inteligente há muito mais tempo.
      3 – Tem uma nuance mais especial no princípio antrópico que acho que não consegui explicar direito.
      Os cientistas não acham interessante a hipótese da Terra rara pq ela coloca a gente como sendo muito especiais no universo, o único lugar cujas propriedades eram tão perfeitas que permitiram o surgimento da vida. E de fato, pensando assim, por que logo a gente teria essa chance incrível de nascer num lugar tão especial? Simplesmente porque a gente não teria chance nenhuma de nascer em nenhum outro lugar, já que todos os outros não geraram vida, e portanto não há ninguém lá para argumentar sobre porque a vida não surgiu lá. É exatamente esse o princípio antrópico.
      Vou dar outros exemplos:
      Hoje sabemos que de milhares de espermatozoides, apenas um consegue fecundar um óvulo. Isso quer dizer que cada um de nós já ganhou na mega-sena, por ter sido justamente o espermatozoide vitorioso de uma corrida contra milhares de concorrentes. Esse pensamento pode me fazer pensar que sou muito especial, e q é um milagre logo eu ter sido o escolhido. Porém, essa medida está contaminada pois somente os escolhidos viraram pessoas conscientes para se questionar o porquê foram escolhidos. Como os não escolhidos nunca existiram, 100% das pessoas são espermatozoides vitoriosos.
      Outro exemplo. Pense num campeonato de par ou ímpar. São 1024 jogadores, 512 duelos. Os vitoriosos avançam, os perdedores caem fora. Na próxima fase teremos 512 vencedores, que farão 256 duelos. Depois 128 duelos, depois 64, 32, 16, 8, 4 e finalmente haverá uma final com 2 jogares. O vencedor da final terá vencido 10 jogos de par ou ímpar SEGUIDOS. A chance de alguém conseguir isso é tão pequena que parece surpreendente que alguém conseguiu isso. Porém todo campeonato de par ou ímpar tem 100% de chance de que alguém vença 10 jogos seguidos. Embora eu não saiba, dos 1024 participantes, quem será o vencedor, eu sei com certeza que alguém vai vencer 10 jogos seguidos. Certamente o vencedor vai se sentir muito especial de conseguir este feito, e se olharmos individualmente para o caso dele, vai parecer algo incrível. Isso depois de já sabermos o resultado, e conhecermos o vencedor. Mas o formato do campeonato vai sempre garantir que tenha sempre um vencedor que fez este feito incrível. Então não tem como o vencedor julgar o próprio feito depois de tê-lo vencido, pois ninguém que não ele teria como fazer.
      Todos os outros planetas que poderiam ter tido vida mas não tiveram, ou todas as formas de vida que apareceram mas que sucumbiram antes do salto da consciência nunca puderam se questionar. Só os vitoriosos puderam. O jogo só permite aos selecionados questionar sobre a miraculosidade de sua própria vitória. E nesse sentido, é como vc disse, somos nossa própria régua.
      4 – A ideia das formigas ou da simulação são as que mais me fazem sentido :)

      abraços

      • Iara Grisi

        Valeu, Pena! Obrigada pelo esclareciment sobre o princípio antrópico. Ficou mais claro agora.
        Abs

  • Anderson Nascilouco

    Vou escutar na minha corrida matinal!
    Obrigado Scicast!

  • André Miola Bueno

    Senti falta de citações à Bebes Gigantes, hehe…

    De certa forma correlaciono o Paradoxo de Fermi com e da Noite Escura, a Longevidade de uma civilização é fator determinante para de espalhar pelo espaço.

    Curti a citação à esfera de Dyson, mas senti falta de vcs falarem de uma possível FEDERAÇÃO alienígena com 234 civilizações (devido a assinatura de luz de dois pulsos de laser separados por 0,1 nanossegundo). Se essa assinatura for confirmada (após descartarem a hipótese de falha no equipamento), será um tapa na cara da humanidade.
    Abraços

  • Marcio Santos

    Senhores, estive na CCXP e não sou (na verdade, não ERA) ouvinte do Podcast Scicast. Este é o primeiro episódio que ouço e o fiz pelo depoimento tocante e sincero e depois pela simpatia do @marceloguaxinim:disqus no Encontro dos Podcasters, após o evento, eu meu amigo nós encontramos com o Marcelo e virei fã do Scicast antes de primeira “ouvida”. Agora, depois deste papo sobre o Paradoxo de Fermi, sou mais um ouvinte.
    Marcelo e Deviantes, parabéns, muito sucesso e muito obrigado. E se um dia vierem para os lados de Hortolândia – SP, me chamem para fazermos algumas anotações em guardanapos de bar.

    • Juliana Vilela França

      Yey q bom que curtiu o Encontro! <3 e certamente, façamos alguma coisa pra misturar mais esse povo o/

      • Marcio Santos

        Muito Obrigado Jujuba!

  • Darley Santos

    Scicast bugando mentes… Há de ter, mas nenhuma prova há! Console-se. Não se desespere. Talvez um dia resposta isso possa ter.

  • Ana Da Rocha Kurata

    Devo dizer q vira e mexe escuto casts com temas semelhantes em épocas próximas
    Dessa vez ouvi o Atila tentando explicar brevemente, em um cast muito popular dessa internet, porque encontrar seres vivos simples em outro planeta seria ruim
    E eu pensei: desiste de explicar e faz referencia ao scicast

  • Rapaz… Se já é difícil definir a vida per se, imagina vida inteligente

  • Oi André,
    Quando colocamos a necessidade de estrelas parecidas com o Sol é porque não sabemos o que exatamente é necessário para a vida surgir. Talvez não seja só a questão da temperatura parecida. Pode ter a ver com o espectro de luz, com a composição química da formação daquele sistema solar, com o tipo de estabilidade de radiação, a cor etc. Pode ser que a vida possa aparecer em ambientes muito mais amplos, o que deixaria a quantidade de vida no universo ainda mais abundante. Mas diante da nossa completa ignorância sobre as condições necessárias para a vida, uma abordagem mais conservadora é mais garantida.
    Definir vida inteligente é muito complicado. Embora intuitivamente as pessoas tenham uma boa noção, dar uma definição formal é extremamente difícil. Tanto é que o Alan Turing utiliza o teste Turing para definir inteligência, que basicamente é a capacidade de emular um ser humano. Claro que isso não se aplicaria para civilizações extraterrestres. Algumas definições amplas incluem: capacidade de raciocínio lógico, resolver problemas, pensar de maneira abstrata, ter consciência e desenvolver linguagem complexa. Claro que ainda temos o problema em como julgar se uma colmeia tem consciência, ou se tem linguagem complexa, ou se podem pensar de maneira abstrata etc.

  • Gê Brandao

    A questão é a vida na terra originou-se antes da água chegar a terra ou adaptou-se depois que ela chegou???…Assim como nos primórdios o oxigênio não era comum na atmosfera,se fosse a vida teria se originado??

  • Rafael Plentz

    Mesmo que gravassem um dia todo e publicassem na íntegra, imagino que seria pouco tempo para viajar sobre todos os assuntos relacionados ao paradoxo. Por mais que tenha adorado o episódio, achei muito incompleto e que poderiam ter debatido mais. Creio que foi o Pena que citou o cast do Jovem Nerd sobre realidade simulada e que “ouviu mas não concorda”. Tenho um pensamento similar sobre o de vocês. Acharia mais simples desbancar o paradoxo usando o argumento do tempo de propagação das mensagens galácticas. Em termos, ainda que uma parcela pequena dos exoplanetas pudesse ou fosse desenvolver vida inteligente a ponto de se comunicar conosco e/ou pesquisar e chegar na habilidade de viajar pelo espaço até nós (e supondo que esse desenvolvimento foi consolidado muito antes de a Terra ter sequer condições de portar a vida como a conhecemos), só receberíamos o contato de raças alienígenas se a idade do início da comunicação interplanetária deles fosse maior que o raio de recebimento físico. Vou exemplificar: Imagine que uma civilização do outro lado da galáxia tivesse começado a enviar hoje mesmo uma mensagem em binário falando “saudações, seres pangaláctios, do povo de Zoom”. Iria demorar o tempo equivalente em anos-luz para chegar até aqui, isto é, 60 mil anos. Se chegassem nesse nível de tecnologia antes de 60 mil anos, não receberíamos a mensagem e ainda demoraria outros 60 mil para respondermos. De nada adianta uma civilização super avançada, 10 milhões de anos à frente do nosso tempo em termos de satélites e espaço-naves, se ela está a 2 bilhões de anos-luz de distância. Poderíamos estar olhando para um planeta habitado e que tenha desenvolvido ótimos sistemas de comunicar-se com outrem, mas estamos observando sua sombra passada de milhões ou bilhões de anos, talvez antes mesmo da vida ter se desenvolvido nele (ou esses seres estarem olhando para nosso lar e enxergarem nada mais que um pedaço de rocha quente flutuando num sistema solar em formação). Começamos a investir nos radio-observatórios 50 anos atrás, um período de tempo insignificante em termos de grandes explorações cósmicas. Arranhamos um nada do período de existência do universo, nem sabemos direito como ele se comporta e temos noção de galáxias apenas 13 bilhões de anos-luz distantes de nós, sabendo que a Terra existe há 4 bilhões de anos e a vida nela há 1 bilhão de anos. Acho que a barreira física na confraternização com outros mundos poderia ser melhor explorada em futuros episódios sobre o tema com, claro, mais pirações por parte dos participantes e convidados especiais do Scicast.

  • SonySantos

    – na minha opinião, uma guerra entre civilizações alienígenas em nossa galáxia “respingaria aqui” não diretamente, mas sim através de sinais da guerra que veríamos no céu. Exceto se formos tão formigas que encaramos esses sinais como leis naturais, expansão do universo, explosão de supernovas etc.
    – 16:22: “O número de estrelas em nosso universo é mais ou menos 10^23; eu não consigo pronunciar este número” – eu consigo: 1 mol! Interessantemente, nosso universo tem cerca de 1 mol de estrelas! Se trouxermos para a nossa aplicação de mol no dia-a-dia (quanto pesa um mol de átomos), não somos formigas; somos menos do que átomos!
    – 1:02:50: acho que as esferas de Dyson explicariam melhor a matéria escura do que a energia escura, rs. Estrelas e galáxias inteiras poderiam estar escondidas.
    – gosto de pensar que os aliens existem e estão nos observando sem interferir, mas acho bem mais provável que exista um Grande Filtro e que ele seja a Singularidade Tecnológica da Inteligência Artificial (não a nanotecnologia autorreplicante burra, nem holodecks), que dar-se-á quando as máquinas ficarem mais inteligentes que os humanos. Toda civilização cuja tecnologia evolui exponencialmente, como no nosso caso, vai inevitavelmente atingir a Singularidade Tecnológica em poucos séculos após desenvolver a comunicação eletromagnética. (Alguns acreditam que atingiremos esse estágio entre 2040 e 2100.) O termo “singularidade” refere-se ao fato de que não temos como prever o que as máquinas farão em seguida. O que elas vão fazer com a vida, se vão se interessar por outras civilizações ou pela exploração espacial não podemos saber. Esse pode ser o Grande Filtro. As máquinas podem simplesmente decidir viver humildemente em seu próprio planetinha, consumindo menos energia do que recebe do Sol, mantendos os criadores limitados dentro de uma jaula de zoológico. As máquinas poderão “viver” assim por bilhões de anos sem se preocupar.

  • Tiago G. Rocha

    Você são otimistas demais quando pensam em vida fora da terra.
    As probabilidades dizem que é algo abundante, mesmo assim é afobação demais ficar tão desesperado com meras suposições sem evidencias.

    • Fernando Malta

      Você percebeu afobação nossa no episódio, Tiago? E onde discorda do que falamos? =)

  • Márcia Silva

    O livro “O fim da infância” é muito bom, assisti a minisérie e gostei muito da adaptação. Recomento.

    • Alexsandre Domingues Junior

      Vi comentarem que deram um enfoque religioso na mini série, em que sentido é isso?

      • Leandro

        Pelo que me lembro o enfoque religioso foi apenas no capítulo final da mini série.
        Quando finalmente o chefão aparece e descobrimos que era o demônio esse tempo todo

        • Alexsandre Domingues Junior

          [SPOILER] Na real assisti depois de fazer esse comentário, isso acontece no segundo episódio (de três) e ele não é exatamente um demônio, realmente é um alien, porém a sua aparência é a mesma da qual criamos para os demônios, isso acaba dando a entender que realmente seria um e tals, mas no fim vemos que não era isso, daí dão meio que a explicação que por tudo estar conectado (algo assim), desenvolvemos esse medo, e criamos coisas referentes a eles, pois para “nós” inconcientemente “saberiamos” que aquilo representava o fim, logo, algo negativo do nosso ponto de vista, mas não coloca nenhuma religião como a correta como eu estava temendo.

  • Gabriel Ramos Souza

    Esse episódio é maravilhoso…

  • Adriano Alexandrino

    Ouvi ele mas precisei de uma semana para processar tudo “Alarme 1202” .
    Caramba to até agora remontando o tico e teco com tanta informação neste cast, absorvendo informação por osmose por condensação, e filtragem.

  • passcardo

    Excelente podcast, vocês são demais!

  • Willian Rochadel

    Ficamos esperando a vida semelhante ao que vemos por aqui, mas, seria possível haver algo fora do espectro de cores visíveis?
    Assim, não poderíamos identificar este ambiente e seres. Não necessariamente uma outra dimensão, mas apenas a questão da visibilidade.
    ——
    Dica:
    No BTCast 180 – Estamos prontos para os ETs? (http://bibotalk.com/podcast/btcast180/) trataram desse tema de forma semelhante. Foi um ótimo episódio.

  • FernandoGoias81 .

    Moçada do Scicast! Acompanhando aqui alguns dos temas, principalmente os relacionados à fisica, já digo que este scicast #168 foi o mais empolgante! Além do ótimo assunto e ótimo entrosamento, teve até ânimos exaltados no finalzinho do cast exigindo a intervenção do moderador. Show de podcast!!

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