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SciCast #194: A História da Comunicação Humana 2

por em sex 05America/Sao_Paulo maio 05America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 30 comentários

SciCast #194: A História da Comunicação Humana 2

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast comunicativo!

Esse semana vamos continuar nosso bate papo sobre a comunicação humana! Rádio, TV, Internet, Fake News, Nutella e um Deviante legitimamente brasileiro!

Conheça a história triste do Padre Landell de Moura, um deviante a frente de seu tempo!

Cambio e desligo.

Arte da Capa:


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Redes Sociais:


Aperte o pause:


Saldão da Loja do SciCast – corram!


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação:  Willian Spengler, Werther Krohling, Roberto Pena e Josyane Carla Vitrine: Jânio Garcia


Material Complementar:

SciCast #134 -A História da Comunicação Humana

SciCast #83: Música

Sugestão de literatura:

ALMEIDA, Hamilton. Padre Landell de Moura: um herói sem glória. Rio de Janeiro: Record, 2006.

BRIGGS, Asa & BURKE, Peter. Uma história social da mídia. De Gutenberg à internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004

CALABARE, Lia. A era do rádio. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.

KLÖCKNER, Luciano e CACHAFEIRO, Manolo Silveiro. Por que o Padre Roberto Landell de Moura foi inovador? Porto Alegre: Edipucrs, 2012. Disponível em http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/Ebooks/Web/978-85-397-0226-8/pages/v2.pdf

NETO, Waldemar D. Pelas lentes da televisão: propaganda e política na eleição presidencial estadunidense de 1960. E-book disponível em https://www.amazon.com.br/Pelas-Lentes-Televisao-Presidencial-Estadunidense/dp/150095876X/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&qid=1492529286&sr=1-4

PRADO, Magaly. História do Rádio no Brasil. São Paulo: Livros de Safra, 2012.

RIBEIRO, Ana Paula Goulart [et al]. História da Televisão no Brasil: do início aos dias de hoje. São Paulo: Contexto, 2010.

RODRIGUES, Antonio Paiva. Sua excelência, o rádio. São Paulo: Biblioteca 24 horas, 2009.

TAVARES, Reynaldo C. Histórias que o rádio não contou: do galena ao digital, desvendando a radiodifusão no Brasil e no Mundo. São Paulo: Paulus, 2014.

VASCONCELOS, Ana. Televisor: uma janela para o mundo. São Paulo: On Line, 2016.

Sugestão de vídeos:

Vídeo: Since

Sugestão de filmes:

Sugestão de links:

Informações sobre como se tornar Radioamador

  • Anderson Cardoso

    Sempre tive essa dúvida de quanto tempo demora a gravação de um episódio! https://uploads.disquscdn.com/images/8e943751dadc98e9c8b9c831701d50adf85b48d66a86b014e532e156cf44cb62.gif

    • Fernando Malta

      A gente tava brincando, Anderson. Um episódio médio do SciCast dura mais ou menos 2hs de gravação bruta (+ os recados/emails que são gravados à parte)
      :-)

      • Anderson Cardoso

        Kkkkkk poxa vida Fencas, normalmente quem faz as piadinhas é o Guaxa.

        Depois de ouvir esse episódio coloquei mais 2 na minha fila: história da comunicação humana e música.

  • gabi

    A “família cabeça de TV” tem uma TV na parede?

    • Anderson Cardoso

      Verdade, tenso.

  • Biskvito

    Podcast muito legal, gostei muito do tema. Poderiam ter falado um pouco do papel do rádio e da TV na divulgação do italiano dentro da Itália. No terceiro poderiam falar um pouco mais sobre internet e das barreiras como as linguísticas e culturais. Obrigado a toda equipe por fazerem minha manhã de sexta ser mais útil.

  • Zé Barreto

    Reforçando o que foi comentado: pesquisadores indicam que a primeira utilização oficial do VT foi na inauguração de Brasília, em 1960, pela TV Record. Mas o primeiro uso revolucionário do VT foi em 1961 no programa “Chico Anysio Show”, da TV Rio. Chico Anysio contracenava com ele mesmo interpretando vários papeis diferentes, “efeito” que seria novamente utilizado na novela “Mulheres de areia” em que Eva Wilma interpretavas as irmãs gêmeas Ruth e Raquel, pela TV Tupi em 1973.

  • Fábio Peres

    Um dos melhores casts de todos os tempos!!!

    Eletrônica, física e história nas medidas exatas, perfeitamente homogeinizadas!!!

    Adorei mesmo!!!

    Com direito a mais um deviante histórico!
    #nospoiler
    ?

  • Silvio Pinheiro

    Boa noite Deviantes e Derivadas.
    Se os moderadores me permitirem gostaria de dividir aqui um pouco de minha experiência pessoal no radioamadorismo. Fiquei empolgado em ver o feed do tema abordado em meu Podcast preferido.
    73 DE PU2SRZ

    A Lâmpada elétrica e a era dos Incandescentes.

    Ainda hoje, 47 anos após ver o mundo pela primeira vez, me surpreendo com esse invento. O cristal, o vácuo a eletricidade circulando num diminuto filamento de tungstênio. A resistência elétrica desse frágil herói-filamento que consegue pelas suas cartacterísticas fisicas e químicas “domar” de forma correta e balanceada um fluxo de elétrons tendendo a desordem.
    Nesse elegante equilíbrio entre forças o altíssimo calor gerado se manifesta em outra sensação que nossos olhos percebem como luz. Todas essas energias contidas num frágil bulbo de cristal, sem atmosfera e silencioso. Tudo isso dentro desses pequenos mundos.

    A muitos anos atrás visitava com minha família amigos que moravam em nosso bairro e um belo dia soube no auge dos meus sete anos através das palavras de minha mãe que vários desses amigos eram radioamadores. Eu nunca tinha ouvido essa palavra e muito menos entendido o que isso significava.

    Percebi que logo após chegármos na casa desses amigos, as mulheres se reuniam quase sempre na cozinha para conversar e fazer café e os homens ja iam saindo de fininho até a sala do rádio. Com a curiosidade típica da idade, segui um deles até uma mesa cheia de luzes e peças de metal cromado, caixas com altofalantes e uma infinidade de cadernos e canetas. Do rádio sobre uma mesa saia um som anasalado e algumas vezes uns apitos cadenciados que todos ouviam atentamente. Depois que aqueles “burst” de sinais incompreensíveis chegavam, invariavelmente todos sorriam como se algo de grande feito tivesse ocorrido. Anotavam tudo num caderno e começava agora novamente os apitos, só que dessa vez quem produzia esses sinais eram aqueles que antes estavam ouvindo. Os sinais eram feitos pressionando um botão de baquelite preto, fixado numa haste de latão de onde vinham fios de tecidos listrados, de um lado branco e preto de outro branco e vermelho, ambos ligados a uma grande caixa com mostradores, telas de tecido e luzes incandescentes.

    Ao notarem a minha presença me chamaram para chegar perto. Me aproximei e perguntei o que era aquilo tudo, um deles me falou que estavam falando com pessoas do outro lado do mundo. Me admirei com aquilo e logo perguntei como era possível falar tão longe já que não estava vendo nenhum fio de telefone saindo da caixa. Pacientemente um deles me explicou apontando para uma lâmpada no centro da sala que com a mesma energia era possível naqueles equipamentos em vez de luz, emitir radio freqência. Do outro lado do mundo existia uma pessoa com mesma caixa que iria receber a nossa voz. Me mostrou também que em vez de falar podiam se comunicar com sons. Cadências e durações diferentes eram interpretadas como letra por quem ouvia e por quem emitia. Como as antigas “cartas enigmáticas” que tinham desenhos para representar letras e palavras, eles usavam sons para representar as letras. Um deles perguntou o meu nome e me mostrou como seria o som de meu nome naquele estranho código. Achei fascinante tudo aquilo, como um segredo de uma turma de amigos, eu agora tinha um nome sonoro.

    Anos depois, e bota anos nisso, dentro vários podcasts que ouço um deles ma chamou a atenção, foi produzido pelo João Roberto para o Papotech, um podcast sobre tecnologia que num belo dia eles resolveram falar sobre radioamadorismo. Ouvi atentamente e me decidi a comprar um par de HT chineses para corujar alguma coisa e também pra me comunicar com meus filhos do apartamento até o playground. Hoje sei que estava sendo ilegal, mas siceramente nem sabia o que era isso. Comprei com três cliques no eBay e um mês depois estava falando com os moleques na faixa dos talkabout.

    Num belo dia ouvi uma conversa diferente sobre capacitores e antenas entre dois colegas. Como sou hobbista de eletrônica a anos não me contive e dei o meu pitaco. Quem me constestou foi um colega me explicando sobre o assunto tratado e de forma extremamente educada, me informou que estavamos usando uma faixa de frequência dedicada exclusivamente ao hobby do radioamadorismo e que era necessário para continuar falando comigo que eu deveria providenciar a licença de a minha estação. Em menos de dois meses estava com o Coher na mão e as lincenças das minhas estações devidamente habilitadas.

    Ao fazer o primeiro chamado oficial da estação de PU2SRZ nos 2 metros fui prontamente constestado por PY2EDD. Depois das minhas apresentações formais na troca de cambio aguardei receber os dados da estação, localização e nome do operador. Ao ouvir o nome do operador não acreditei. O mesmo colega que a mais de 35 anos atrás tinha me ensinado o que era rádio estava contestando a minha primeiríssima trasmissão. Foi muito emocionante a mim e a todos que estavam na frequência. Choradeira minha, de minha mulher, filhos, radioamigos, até hoje não entendo o que realmente aconteceu.

    Essa é uma das várias histórias que ainda lembro ao olhar para as atigas lâmpadas incandescentes. Nelas vejo o nosso hobby, apesar de outras tecnologias superarem ainda têm muita mágica e assombro. Fica aqui o meu formal agradecimento a estes nobres colegas incandescentes que ainda me ajudam a escrever algumas histórias como essa.

    PY2EDD – Padrinho Néveo. A lâmpada.
    PY2UV – Fabinho. Meu querido amigão.
    PY2FFZ – Carlão. Professor de RF e genial amigo
    PY2LCD – Billy. O alemão mais brasileiro do rádio.
    PU2NZZ – Mario (China) professor de modos digitais
    PU2KGK – Joffre. O cara mais boa praça do rádio.
    PY2DEL – Pedrão. O cara mais antenado em tecnologia que conheço.
    PU2LLJ – Celsão. Gentil colecionador de amigos e games.
    PU2PTU – Carlão. Onde o coração sempre chega antes dos pés.

    73 DE PU2SRZ
    Silvio Pinheiro
    Diretor de Ensino Labre-SP

    • Relato emocionante meu caro!

      • Silvio Pinheiro

        Obrigado pelas palavras.

        RF têm coisas muito estranhas mesmo, kkkk

        73

    • Werther Krohling

      59 meu amigo!

      Que legal ter um Labreano ouvinte do Scicast. Falar sobre radioamadorismo é uma coisa que sempre quis fazer desde que entrei no grupo.

      Aproveita e recomenda esse episódio para os demais colegas de rádio.

      73´s

      PU2SRZ de PU1BRA sk

      • Silvio Pinheiro

        Eu que fiquei muito feliz de saber que no grupo dos scicaster tinha um radioamador atrás do tôco …
        Se um dia estiver em SP entre em contato comigo e vamos até a sede da Labre SP para te apresentar algumas “novidades nerds” que quero implementar por lá. Aos poucos velhos “cânones” irão cair e muitas coisas boas serão realizadas para atrair o publico mais jovem ao nosso amado hobby.

        Se puder, modero um grupo no face e gostaria que você desse uma olhada. Para respeitar e evitar “jabá gratuíto” por aqui, entre em contato pelo meu email que divulgo os projetos que realizo por conta própria e os que de forma “pro bono” realizo na sede da LabreSP.

        73

        [email protected]
        Silvio Pinheiro

  • Túlio Barros

    Uma pequena correção quanto às competências dos entes públicos: os códigos PP-PY a ZV-ZZ são de competência do MCTIC, que outorga os serviços de radiodifusão. Para a radiodifusão, o MCTIC outorga o serviço e a Anatel autoriza a radiofrequência.

  • Rosineide Alves

    Cast fantástico. Já fui locutora de uma rádio AM, numa cidadezinha do interior do Paraná onde nasci.. foi uma experiência muito bacana, e o jornal que ainda hoje é transmitido sempre ao meio-dia na rádio, é a leitura de noticias postada em outros jornais.

  • uma pessoa humana do planeta t

    Cast incrivel, Mas e esse “Queen” aí no fundo?

  • Rita de Cássia Sakano

    Simplesmente!! Bombril!!!

  • Zaira

    Lero lero!!

  • Bruno Fernandes

    Esqueci de imaginar a Jujuba de Samara no fundo ao longo do episódio.

    O produtor do SciCast não é o primo Tarik? Por isso que as falas inteligentes vão pros convidados e as bobagens para o Guaxa.

  • Vinicius Zhu

    Bom dia, pessoal!

    Muito bacana o cast, gostei do detalhamento no que tange rádio-comunicação que é um assunto que não conheço a fundo mas me interessa bastante!

    Como provavelmente fui uma das primeiras pessoas a desbravar as internets no Brasil entre 95/96, comunicação é realmente um assunto que me interessa, principalmente pelo fato de ser intrínseco do nosso dia-a-dia e às vezes nem percebermos mais.

    Quero dizer: geralmente quando falamos em “comunicação”, o pensamento imediato que surge na minha cabeça se refere a pelo menos duas pessoas interagindo de alguma forma. Praticamente não existe interação sem comunicação em algum nível de consciência – provavelmente quando você está dormindo, rola pro lado e esbarra na sua esposa(o) que também está dormindo, a menos que seja um Snorlax, ela(e) tem uma resposta sensorial, consciente ou não – eventualmente vai se mover, ou cair uma escala na profundidade do sono, ou às vezes até incorporar essa sensação no sonho. Em outras palavras, mesmo em nível subconsciente há certa forma de comunicação.

    O que quero dizer com tudo isso é que hoje em dia é muito comum termos profissões em que passamos o dia tendo muito contato com letrinhas voadoras no computador e sem de fato conversar com ninguém – e nestes casos, às vezes pensamos: “puxa, não tive contato humano com ninguém hoje”. Mas se formos olhar um pouquinho mais a fundo, enquanto a Skynet ainda não existe, essas letrinhas voadoras foram digitadas por pessoas! Notícias, blogs, youtube, jogos online, a internet como um todo, são inúmeros os recursos que temos hoje e que foram construídos sobre os alicerces da comunicação. Acho isso algo bem interessante quando paro pra pensar mais a fundo!

    Bem, novamente, parabéns pelo cast! Mas confesso que vim aqui comentar hoje sobre uma parte meio inusitada desse cast: a leitura dos nomes dos patronos!

    “VINICIUS B M SANTOS” sou eu!

    Infelizmente “B M” não é “Bem Marcelo” como o Guaxa supôs! O nome completo é Vinicius Valls Blanch Maimone Santos Zhu, mas como infelizmente não escolho o que sai impresso no cartão de crédito, apareceu desse jeito aí pra vocês! Heheheheh!

    Forte abraço a todos!

  • Jonas Lima

    Muito bacana o episódio, adorei que desde o podcast passado do mesmo tema, vocês tomaram como princípio citar a história e também mostrar como as tecnologias de informações foram importantes para influenciar o modo de vida e também a ideologia científica de cada ser deviante que possuía acesso a tais meios.

    Acho que faltou um pouco falar sobre como os meios de comunicação avançados foram aos poucos incorporados ao cunho militar, tal como foi o rádio e também a internet posteriormente.

    Btw, parabéns pelo episódios a todos os envolvidos!

    (enquanto você lia isso o guaxinim e a jujuba fizeram propagada do miçangas)

  • Darley Santos

    História da Comunicação Humana – capítulo 2: meios de comunicação em massa.

    • Darley Santos

      Pra ver só como a tecnologia pode moldar o comportamento e a mentalidade das pessoas> Depois falam que não existe engenharia social…

  • Vinicius Roggério da Rocha

    Parabéns por terem tocado no tema da influência da mídia sobre a população. Gostaria de indicar um documentário “Muito além de cidadão Kane”, que fala sobre a Rede Globo, e “A Revolução não será televisionada”, sobre a Venezuela no tempo de Hugo Chavez. Eles mostram um pouco sobre como a mídia pode influenciar em direta e indiretamente sobre as massas e a política – os dois tem no youtube. E tem esse comercial antigo da Folha que acho muito bom: https://www.youtube.com/watch?v=bZaYeiptmd4
    E parabéns também pelas menções ao Chaves (do México rs) e Chapolin! “SBBHQK” e “Marmota 2…” kkkk

  • Isabel Ataide

    Rindo feito uma idiota com cada entrada do Kiko “marmota 2, marmota 2…” hahahaha
    Procurem uma foto do Ricardo Boechat, sentado atrás da bancada do Jornal da Band de calça jeans e chinelos

  • Edenilson Ferreira

    Muito bacana esse episodio!!!!
    Muito interessante as informações sobre o Padre Landell, pena que não teve apoio em sua época.

    []´s
    Edenilson Ferreira

  • Marcelo Rigoli

    Achei uma grande falta de respeito com o Sulito não mencionar que o Pe. Landell de Moura é gaúcho e desenvolveu muito dos seus experimentos aqui em Porto Alegre.

  • Eric Souza

    Questionar alguma coisa se torna uma tarefa díficil quando os retornos não são positivos. Ninguem quer ser estigmatizado, rechaçado ou ou ser tranformado em chacota por discordar de algo.
    Então, é escolhido a forma menos prejudicial de se encarar o fato: Deixar quieto, não se impor, omitir sua imposição. Quem nunca foi ‘podado’ por alguma forma diferente de pensar? Ao invés de manter esse raciocínio, e receber algum título incômodo de alguem, simplesmente me calo, e penso: não faz diferença e deixo pra lá.

  • Luiz Felipe Victorio

    Episódio tão incrível que irei referenciar como fonte bibliográfica no meu trabalho de graduação sobre o Comportamento Social e Aparências, mostrando por uma perspectiva Comportamental como vários fatores influenciam na forma como nos vestimos a aparentamos socialmente. Isso é Scicast! Parabéns para todos Deviantes!

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