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Scicast #71: Introdução à Informática

por em sex 06America/Sao_Paulo mar 06America/Sao_Paulo 2015 em Destaque, Scicast | 26 comentários

Scicast #71: Introdução à Informática

SciCast_MP3Cover (1)

Do ábaco aos smartphones, o homem ainda hoje se preocupa em construir equipamentos que possam minimizar o custo de realização para tarefas repetitivas. Talvez essa frase seja simplória demais para definir a era tecnológica em que vivemos, mas ela se aplica muito bem ao inicio da informática. Afinal no inicio era só isso mesmo, nós, inventando máquinas que facilitassem a realização de tarefas repetitivas. De lá para cá evoluímos muito, chegando à criação das máquinas que tanto facilitam nossa vida como também muitas vezes nos são fonte de transtorno: o computador moderno. Mas o percurso até aqui não foi fácil.

Neste episódio a intrépida equipe do SciCast e os convidados Bluehand e Matheus Gonçalves entram no DeLorean e fazem uma viagem através das origens da informática. Descubra onde e quando se iniciou a matemática binária, veja o quão incrível Ada Lovelace era ao desenvolver uma linguagem de programação para uma máquina hipotética, contemple os primórdios da computação eletrônica no século XX quando computadores ocupavam edifícios inteiros e aprenda a respeitar o hardware legado, pois com com muito menos poder de processamentos das máquinas que usamos hoje conseguimos mandar o homem para a Lua. E finalmente descubra a diferença entre software, hardware e suporte.

 

Produção e Coordenação Geral: Silmar GeremiaCoordenação deste episódio: Ronaldo Gogoni. Equipe de Pauta: Augusto Granjeira e Gustavo Simioni. Revisores: Tarik FernandesWerther KrohlingApresentação: Silmar GeremiaEngenharia de Som: Silmar GeremiaEdição, Sonorização e Mixagem: Silmar GeremiaConvidados Especiais: Caio Boiteux (BlueHand) e Matheus GonçalvesFoto da Vitrine: Pablo Rigamonti.

 

Feed do SciCast: http://feed.scicast.com.br

 

Diretoria:

 

Comentado no episódio:

 

Filmes e Séries:

Colossus: The Forbin Project (1970): Durante a guerra fria, os Estados Unidos decide construir um super computador e lhe entregar todo o comando dos sistemas de defesa, inclusive os mísseis nucleares. O computador acaba por desenvolver vontade própria e entra em contato com o computador russo, semelhante a ele. Os dois se unem e, chegam a conclusão de que, para o próprio bem da humanidade, esta deve lhes prestar obediência e evitar assim a autodestruição. Com o comando das armas nucleares, os computadores conseguem, ao menos aparantemente, triunfo em seus objetivos.

Piratas da Informática (1999): Quando a revolução começou, ninguém poderia imaginar que ela começaria em dois lugares tão diferentes. De um lado estava Steve Jobs, que de sua garagem criou Apple e um dos computadores pessoais mais usados na atualidade, e Bill Gates, o criador da Microsoft e do Windows, que tirou suas idéias de conversas noturnas em seu dormitório da faculdade. Ambos mudaram o jeito de encarar a informática, criando sistemas tão simples e abrangentes, para trabalhar, viver e se comunicar. Mas essa não foi uma revolução fácil e nem honesta.

Ela (Her, 2013): Her estilizado como her (no Brasil, Ela; em Portugal, Uma História de Amor) é um filme estadunidense de comédia dramática, ficção científica e romance escrito, dirigido e produzido por Spike Jonze. O filme é estrelado por Joaquin Phoenix, Amy Adams, Rooney Mara, Olivia Wilde, e Scarlett Johansson como a voz de Samantha. O filme gira em torno de um homem que desenvolve uma relação com um sistema operacional inteligente de computador (OS), com uma voz feminina e personalidade. Ele marca a estréia em roteiro de Jonze. O filme estreou no Festival de Cinema de Nova Iorque de 2013 e foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 18 de dezembro de 2013.

Futurama (1999-2013): Fry era um entregador de pizza de 25 anos, cuja vida não tinha o menor significado. Depois de congelar-se acidentalmente na véspera do Ano Novo de 1999, ele acorda mil anos mais tarde, tendo a chance de começar tudo de novo em um futuro repleto de alienígenas misteriosos e de robôs ameaçadores. Ele trabalha agora para a Planet Express, um serviço de entregas intergaláctico que transporta pacotes para todos os cinco quadrantes do universo. (Na animação temos diversas piadas e referencias ao código binário, elas são feitas principalmente pelo robô Bender).

Archer (2010-): É uma série de comédia em animação criada por Adam Reed para a FX americana, onde o programa está no ar desde de janeiro de 2010 até hoje, já na sua 6º temporada. O protagonista da série é Sterling Archer, um espião da ISIS e o filho mimado de Malory Archer, que, por sua vez, é a dona da mesma empresa. Na segunda temporada da série, o cientista louco Krieger cria a sua própria namorada virtual, um holograma de uma garota semelhante aos estereótipos dos mangás e que tem inteligência e consciência própria. A criação de Krieger é tão real que o estado de Nova York permitiu o casamento entre os dois. A série inclusive deixa subentendido que os dois tiveram relações sexuais. Ela, o holograma, também releva ter uma queda pelo astrofísico Neil deGrasse Tyson.
Games:

Transistor (2014 – PC e PS4): Transistor se passa em um mundo futurista e distópico, onde a sociedade se formou na grande cidade de Cloudbank. É neste cenário que temos Red, uma jovem ruiva que canta e espalha seu charme pela alta sociedade. Os problemas começam quando uma das apresentações de Red é surpreendida e interrompida por um ataque misterioso, que culmina de uma forma bem inesperada.

Metal Gear (1987 – MSX2):  Em 1995, uma fortaleza localizada na África do Sul, chamada Outer Heaven, é observada por vários países. Todos temem que Heaven possua uma arma muito poderosa, capaz de mudar o rumo de guerras. As Nações Unidas entram em contato com a FOXHOUND para enviar um agente até o local e colher informações. Como comandante da agência, Big Boss manda seu melhor agente, Gray Fox. Após alguns dias de missão, Fox envia uma mensagem para a base do comando dizendo apenas duas palavras: METAL GEAR. Big Boss resolve enviar outro agente. O escolhido é Solid Snake, que dá início à operação “Intrude N313″.

Metal Gear 2: Solid Snake (1990 – MSX2):  Solid Snake deve infiltrar-se em Zanzibar Land , um território altamente defendido, situado entre a União Soviética, Afeganistão, Paquistão e China. A missão de Snake é salvar o cientista sequestrado, Dr. Kio Marv, que criou uma bactéria que fermenta petróleo de alta qualidade e, mais tarde, procurar e destruir o Metal Gear D.

  • Cesar Osvaldo Müller

    Podcast Animal… Realmente muito Bom Mesmo… Convidados ilustres e Informações precisas e de forma Dinâmica e Boa de Ouvir! Parabéns pelo ótimo Trabalho…

  • Edmilson_Junior

    O computador mais antigo que eu interagi foi um 386 mas meu primeiro foi um K6-II 550mhz com 128mb de ram, 16mb de vídeo e 9,3GB de HD, me lembro de me sentir poderoso pois meu pc rodava tudo do Baixaki.

  • MSX rodando jogos de Megadrive? Vocês tão loucos e viajaram nessa aí. Mas chegaram perto. O Z80 do MSX era o mesmo Z80 do MASTER SYSTEM (o Mega vinha com um Motorola 68000 E um Z80, para rodar os jogos de Master com o adaptador). Por isso era possível SIM rodar jogos do MASTER no MSX, assim reza a lenda. Mas o que me impressionava mesmo era a eletrônica dos controles. Além do conector dos joysticks do MSX ser o mesmo do ATARI e do Mega (o famoso DB9), eles eram compatíveis entre si e os controles dos 3 funcionavam uns nos outros (não o do Master, pois o conector não era um DB-9 como era nesses 3 e em 99,99% dos Nintendo-clones da época). Isso eu testei em primeira mão, espetando o joystick do meu velho MSX no Mega Drive de um primo, e conseguindo mover o Sonic de um lado para o outro. E como todos os botões eram PULAR, eu só perdia o Start (o joystick do MSX só tinha dois botões, análogos ao A e B do Mega).

    E depois desse MSX eu tive um 8086 (com co-processador matemático 8087, que chique!) com 384KB de RAM. Isso mesmo, 384 KILOBYTES. E dois drives de 5 1/4″ de altura dupla, sem HD: o segundo drive pifou em menos de dois meses. O PC foi comprado de n-ésima mão (em pleno 1995 :D), e eu tinha que me virar dando boot do DOS no drive que sobrou, tirar o disquete, colocar o outro com o programa que queria rodar, e depois devolver o disquete do DOS quando saia do programa, para recarregar o COMMAND.COM. Bons tempos que não sinto saudades :D

    • Eu fui um feliz proprietário de um Zip Drive Paralelo original, de “apenas” 100MB (e tecnicamente ainda sou: ele não está em uso, mas ainda está guardado). Na época esses 100MB era um MUNDO de dados. E o meu NUNCA deu o bendito clique da morte: funcionou perfeitamente até a última vez que eu o liguei, até instalar o Windows XP e perder suporte ao mesmo (não tinha drivers, ou pelo menos nunca achei). E na época eu trabalhava numa empresa que tinha o modelo SCSI. E lá o chefe logo depois comprou também o JAZ DRIVE, com seus cartuchões com 1GB de capacidade. Um “monstro” excelente para backups (na época). Também era SCSI e era ligado em cascata junto com o Zip Drive. E também era o modelo avançado, com suporte à cartuchos de 2GB (eu disse DOIS GIGA!! :D). A gente zoa hoje, mas na época esses aparelhinhos eram maravilhosos :)

      • Caio Boiteux

        Eu também tive um zip drive … mas bem depois que ja era moda, tive um zip plus que comprei de um amigo e ligava ele via scsi para ficar menos ruim … o meu tambem sobreviviu ate eu dar cabo dele, em perfeito estado .Qaunto ao jaz drive era otimo , tive 1 e funcionava lindamente mas os cartuchos eram beeem carinhos 9tanto que so tive 2 ou 3). eu acabava usando mesmo minhas fitas que eram beeem mais baratas e com um software magico chamado Seagete Direct Tape Access apareciam como drives de disco para o windows… ahh bons tempos

        • Willian Spengler

          Eu também utilizei a “maravilha dos anos 80/90”, a.k.a. ZipDrive SCSI. Sim, eu fui vítima do click da morte.
          E como esquecer os 30 (sim 30!) disquetes de instalação do Windows 95?
          Saudações!

          • Dessa eu não sei, pois nessa época já usava drive de CD no PC :D

    • Caio Boiteux

      Mega drive nao era aquele da tectoy ? foi esse que eu pensei quando falei … se era master system, ai foi falha minha mesmo hahahaah

    • Lucas Bahamut

      Tenho que compartilhar aqui uma das maiores conquistas: zerei Sonic The Hedgehog no Megadrive!… com a minha estante quase pegando fogo, mas zerei.

    • João Cláudio Fidelis

      Na realidade o MSX tinha o projeto similar ao SG-1000 que é pai do Master System. E os jogos do SG-1000 (e não Mega Drive) que rodam no MSX. Mas era facilmente portados. Esse lance do cartucho foi viagem braba! Ou coisa de magia! É o Sci-Cast praticando pseudo-ciência aí! :P

      E o MSX que rodava Metal Gear eram os MSX2 para cima, esse sim uma evolução nos micros que tinham no Brasil.

    • Malcomtux

      O controle do Master era DB9 sim, tanto que foi o antecessor do Mega. Sei disso porque comprava aqueles controles genéricos Atari/Master/Mega às toneladas porque viviam quebrando, usava no meu Atari e no Master do meu primo. Só os genéricos do Nintendo, como você falou, que tinham plug diferente.

  • Leandro Pereira

    Excelente podcast. Só não sei como será pra quem é leigo, pq eu mesmo entendi tudo né hahahaha. Como não gostar do assunto sendo formado nisso?
    Sobre ajudar na depressão, ano passado eu tive um sério problema no trabalho. Eu simplesmente não conseguia mais pensar direito e minha memória estava uma droga. Eu não conseguia fazer nada, nem coisas simples.
    Fui a uma psicóloga e ela dizia que eu tinha que aprender a relaxar a cabeça, e que tinha que procurar o que me ajudasse. Duas coisas me ajudaram muito:
    1) fazer cerveja – 8h pensando em quase nada, só cuidando de termômetro, pesagem de lúpulo, etc. Este me relaxava
    2) podcasts – Gente que de alguma forma se parece muito comigo, fazendo piadas, falando de assuntos que eu gosto ou que eu sou fascinado. Este me fazia me sentir parte do universo de novo, uma vez que eu sempre estou deslocado nas minhas turmas, nos assuntos, etc.

    Taí um cast que seria legal hein! um tema não abordado ainda.

  • Lucas Bahamut

    O @caioboiteux:disqus é sensacional! Sou ouvinte dele a 7 anos e nunca me desaponta. Valew Bluehand! Volte sempre, além do SciCast ser a sua cara, você tem muito a adicionar aqui.

    Enquanto isso, a lista de podcaster que já participou do SciCast e do Nerdcast só cresce: Tucano, Eduardo Spohr, Átila, Caio Gomes, Cardoso e agora o excelente Bluehand.

  • Hey hey hey eymael na sua mãe

    Bluehand: por sua influência eu cursei eletrônica e faço bacharel em ciência da computação. Obrigado cara :)

  • Lucas Bahamut

    O Matheur Gonçalvez também manda muito bem. Visitem o site dele:

    http://toad.com.br/2015/02/23/vamos-falar-sobre-popularizacao-da-ciencia/

  • Eros Canestraro

    Bluehand apavora! Programa foi show! Toda a equipe tava sincronizada! Parabéns meus amigos!!

  • Lucas Bahamut

    COMO ASSIM TEM ELA COMO INDICAÇÃO E NÃO TEM GHOST IN THE SHELL!? Herege!

  • Aqui, do lado do Campus 2 da faculdade, há um bar chamado… Campus 3 Rock Bar :)

  • Sérgio Luiz Santanna

    Sobre a história do Bug, não leram o livro do Cardoso (que fez falta), “O Buraco da Beatriz” que conta que essa expressão surgiu após uma mariposa ficar presa em um relê (que eram abertos na época) quando um desses resolveu fechar o contado bem na hora em que ela estava pousada ou passando pelo UNIVAC no capítulo “Grace Hopper, a maior de todas as geeks”. E na história do Enigma, fez falta a Elizebeth Friedman que decodificou outra máquina Enigma. A série de documentários “O triunfo dos nerds” também relata a transição entre os “mainframes” e os PC´s. Dá bastante material quando for falar sobre S.O´s… (https://www.youtube.com/watch?v=A1xZeGQxdew&list=PL9YCzd_DioZC4Lhq4sY-0lHIDw8e-RajM). E sim, desde os computadores valvulados o pessoal jogava algo parecido com um desses jogos de foguetes que desviavam de obstáculos. E depois do pong e do telejogo, o resto é história.

    []´s

  • FabricioVaz

    Que a Força da válvula estejam com vocês, nobres engenheiros e cientistas da computação!

    Eu ia dizer que o Caio tava solto hoje por causa do tema, mas eu já havia ouvido ele falar apaixonadamente sobre o os primórdios e conceitos da microinformática. Legal mesmo foi ver o Silmar, que também é da área, falando como se fosse um jovem que descobriu semana passada como funciona um processador, ;)

    Falando do tema, achei uma matéria falando dos projetos de clusterização do PS3, feito por ninguém menos que a Força Área dos EUA: http://phys.org/news/2010-12-air-playstation-3s-supercomputer.html

    Eles conectaram nada menos que 1760 VIDEOGAMES! Só não sei que fim eles levaram quando a Sony cortou o suporte ao Linux pro PS3…

    Enfim fica como curiosidade, no mais o programa tava ótimo.

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  • FabricioVaz

    Que a Força dos Bits e Bytes estejam com vocês!

    Excelente cast, melhor do que ver o Bluehand “em casa” no tema, foi o Silmar falando com paixão da sua profissão, do que põe pão na mesa hehehehe

    Complementando o assunto, que estava muito bom, indico um link com uma notícia sobre um projeto de clusterização de PS3 feito pela USAF: http://phys.org/news/2010-12-air-playstation-3s-supercomputer.html

    Os caras conectaram “só” 1760 consoles pra fazer um supercomputador! E como foi dito no cast que a Sony cortou o suporte ao Linux, não sei que fim deram a esses videogames todos (ou resolveram de outra forma, vai saber).

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  • Queria deixar apenas um texto do grande Isaac Asimov. ” A última pergunta ” Que fala justamente do futuro da Inteligência Artificial

    E gostaria que falassem mais dos temas astrofísicos e tecnológicos =)

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