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Scicast #105: Computação na Nuvem

por em sex 16America/Sao_Paulo out 16America/Sao_Paulo 2015 em Destaque, Scicast | 29 comentários

Scicast #105: Computação na Nuvem

No ar mais um incrível episódio do SciCast Podcast! Ok, talvez no ar não seja exatamente a verdade, pois o programa está na nuvem, mas não NA NUVEM, só na nuvem entenderam? Não? Então ouve ai…

Essa semana aprenda para onde vão seus arquivos? Isso é seguro? Como se executa uma tarefa a distância? Quem é o terminal burro? E, principalmente, ONDE ESTÁ A LUCY?

Com Silmar Geremia (Cumulus), Ronaldo Gogoni (Stratocumulus), Marcelo Guaxinim (Cumulonimbus), Carlos Godrix (Congestus), Diogo (Altocumulus) e Caio Gomes (Nimbostratus), parafraseando os profetas de nosso tempo, os Mamonas Assassinas: “Se der uma chuva de NUDES no meu colo cai o “Stênio Garcia” (SÉRIO MARCELO??!!)

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Produção Geral/Edição: Silmar Geremia. Equipe:  Marcelo Guaxinim, Ronaldo Gogoni, Carlos Godrix Diogo JesusConvidado Especial: Caio GomesArte da Vitrine: Pablo Rigamonti.
Comentados no Episódio

Videos:

Filmes:

  • Terminator – Skynet se espalha por inúmeros servidores e clientes ao redor do mundo, e com base nos dados deduz que a humanidade ira se auto-destruir.

Textos:

 

 

 

  • A Major Motoko, por exemplo, vive na nuvem, literalmente.

  • Jack Sullivan

    “Tem tanto nude na nuvem que eu estou esperando chover mulher”. Isso tinha que estar em uma camisa hahaha.

    • Diogo Santos

      Eu concordo hahaha

      • MarceloGuaxinim

        XXXG por favor.

    • Juliana Vilela França

      Versão para meninas tb gnt, pq o mundo tá facio não prazamiga XD It´s raining man só se for em outro estado pq em SP é q não é u.u

      • A versão pra mulheres ja tem, e até musica… It’s raining men, pq se chove homem eles tem que vir das nuvens né

        • Juliana Vilela França

          Pois é.. mas como falei, aqui em Sampa que não é pq olha… tá faltando chuva… rs

          • Ai ja entra outro hit manero, e com milhares de reinterpretações, a famigerada ~~dança da chuva ☔

    • Jotta Santos

      Sou designer gráfico, eu bem q poderia furtar esta idéia e vestí-la nos próximos dias heim???

  • Henrique Tavares

    Nossa, mas vou boiar bonito.

    • Diogo Santos

      Vai nada, tentamos fazer o mais didático possível!

  • As dicas da Maria ao som da “Problem Child” ficaram muito boas :)

  • Puppet e Chef são ferramentas de provisionamento de maquinas.
    Para quem quiser saber mais sobre Go Horse, segue o link http://www.gohorseprocess.com.br/extreme-go-horse-(xgh)

  • Mas quem foi o LOUCO que achou que o YouTube “encoda” vídeos em tempo real para transmitir em resoluções mais baixas? Isso é um pesadelo de TI, ter milhares de máquinas processando vídeo por vídeo para reduzir a qualidade (o custo de processamento para ENCODAR é dezenas de vezes maior que o simples decode para reproduzir). Se fosse realmente assim o YouTube não perderia aquele tempo todo após o upload “processando” o vídeo para gerar todas as resoluções possíveis a partir dele. O YouTube atualmente funciona igual (ou pelo menos tenta ser) à Netflix: o download adaptativo à qualidade. Pelo menos enquanto você deixa no Automático, pois, ao contrário da Netflix, ele ainda te deixa escolher uma resolução fixa para reproduzir (ainda que correndo o risco de ficar travando para fazer buffering). Aliás, é bem verdade: foi-se o tempo que o YouTube baixava o vídeo inteiro enquanto pausado, para só então darmos play e ver tudo direto até o fim. Isso já era, infelizmente.

    Quanto ao Traffic Shapping, ele é um conceito que nasceu para o bem, mas que acabou sendo utilizado para o mal. A ideia principal do TS é priorizar pacotes considerados mais importantes. Por padrão, o protocolo TCP/IP não dá “peso” às conexões, e se sua máquina faz 200 conexões ao mesmo tempo, ele tentará utilizar todas igualmente. Se sua conexão é de 10Mbps, e todas as 200 conexões forem estáveis e conseguirem ser utilizadas na velocidade máxima proporcional, ou seja, todas as 200 com a mesma velocidade estável, isso quer dizer que cada uma irá utilizar uma fração de 10Mbs/200 = 50kbps (e nem estou levando em conta os overheads). Ou seja, o equivalente à uma conexão discada para cada conexão ativa. AGORA imagine o seguinte: 2 dessas conexões são geradas por você usando o browser enquanto navega enquanto as outras 198 são do seu programa de torrent. Imagino que você não ficará muito feliz com a lerdeza dos acessos, não? Pois o TS foi criado justamente para criar prioridades de acesso: cada conexão teria uma preferência maior ou menor de banda exclusiva, quando estivessem concorrendo umas com as outras. assim, você poderia baixar suas páginas no browser em 9Mbps enquanto momentaneamente a somatória dos torrents caísse para 1Mbps, para depois voltarem a utilizar tudo quando o resto voltasse a ficar ocioso. Isso também recebe o nome de QoS, ou Quality of Service.
    Agora, qual o problema com as operadoras quanto ao TS? É que muitas delas, se não todas, optaram pelo caminho draconiano (ainda que neguem veementemente): CAPAR mesmo e limitar o máximo de banda somada que você poderia ter disponível para baixar torrentes, acessar Netflix, YouTube ou qualquer outro serviço de streaming, fazendo com que as conexões nunca usem toda a banda disponível, deixando parte dela ociosa devido à limitação forçada.

    Sem mais para o momento, pois ainda estou ouvindo e tive que vir comentar logo senão depois iria esquecer de corrigir essa barbaridade proferida no cast :D

    • Diogo Santos

      Grande Marcio, tudo bem?
      Re-ouvi o trecho citado sobre encodação, realmente a inrterpretação ficou dúbia, mas faço questão de relatar aqui:

      Quando subirmos um vídeo para o youtube, normalmente em qualidade alta, ele realmente não encoda na entrada, afinal, são 72 horas de vídeo por minuto em média. Mas ao selecionar a qualidade de vídeo de stream, ele de fato proporciona de acordo com a velocidade de conexão no automático, ou solicitada pelo cliente. Visto que não é de fato uma encodação, mas uma interpretação de recebimento de arquivo enxuta para que você não leve uma hora para baixar o vídeo de uma hora.

      Explico melhor, a decodificação do que é recebido dá-se no momento da reprodução, definindo assim, momento a momento a melhor qualidade do próximo pacote enviado, garantindo (as vezes) menor travamento na reprodução.

      Calma, não sou louco, te convido a abrir o código do crhomium e vermos todos os parâmetros de recebimento de vídeos do youtube (Sim, tem algorítimo específico!), é bem interessante e vale a pena vê-lo, até mesmo para agregação de conhecimento.

      Sobre o TS, atualmente ele é crime de acordo com o marco civil, mas deixando de lado isso e focando no QoS, podemos pensar por dois lados, o de cliente e o de fornecedor, se eu contrato um serviço, quero o tráfego dele 100% de acordo com o que contratei, já a operadora de serviços precisa garantir o básico para todos os contratantes.
      Então não é bem “Para o bem”, até é quando aplicamos para um ambiente controlado, como uma empresa ou algo do tipo, mas quando falamos de serviço contratado é um problema, como você colocou muito bem “Draconiano”, realmente é assustador.

      Espero não ter soado como “Refutação”, não é a intenção, apenas um ponto de vista diferente.

      Forte abraço!

      • A parte do player rodando no browser não é problema, até expliquei acima o funcionamento básico, que é muito similar ao do Netflix. O lance é dizer que ele guarda nos servidor só uma versão e que faz encode em tempo real das resoluções mais baixas, o que é loucura. O custo em ter máquinas suficientemente poderosas para entender toda a demanda ultrapassaria em muito o custo de simples armazenamento extra.

        O que o YouTube faz é, assim que recebe um vídeo nos servidores, encodar as resoluções mais baixas primeiro, para o vídeo já ficar disponível para play o quanto antes. Depois, com o tempo, as resoluções mais altas (720p, 1080p, 4K, etc) vão liberando conforme vão passando pelas filas de processamento dos datacenters

        • Diogo Santos

          Não é loucura, é a maneira mais coerente, investir em processamento e poupar armazenamento, não é como o netflix, senão ele não travaria, sempre mandaria 144P antes de mandar a versão melhor.

          • Não é como o streaming adaptativo da Netflix porque o YouTube ainda é meio burro, nesse sentido, e o HTML5 não é lá muito prático para fazer esse alternância “on-the-fly” :)

            E outra: como expliquei, se você for lá no vídeo e FIXAR uma qualidade, ele só fica nela, não importa o que aconteça. Mas se deixar no auto, pode sim cair até 144p, já me aconteceu muitas vezes (e a ainda assim o vídeo ficar travando por falta de buffer!!) ;)

    • Diogo Santos

      Trocando em miúdos, o vídeo vem “minimizado”, a página do YouTube que decodifica :)

  • Gilson Camargo

    Excelente episódio! Parabéns. Todos em perfeita sintonia, Guaxinim inspirado.Edição PERFECT! Trilha (80’s) não precisa nem falar, agora a presença da Maria foi a cereja no bolo, “Inclusive estou qui do lado da mamãe…” Beijo Maria!

  • Jotta Santos

    Baixei pelo celular hoje cedo, já ouvi duas vezes, Pra variar aprendi coisa nova. Eu não conhecia os “TERMINAIS BURROS”, mais um ponto pro SCICAST aqui na tabelinha!!!

  • Gilson Camargo

    Excelente episódio, Parabéns! Convidados nota 10, Guaxinim inspirado! Trilha 80’s nem precisa comentar, show, Mas a cereja do bolo foi a presença da Maria…” inclusive estou aqui no lado da mamãe” <3 Beijo Maria !

  • Anthenor Júnior

    Porra meu! Cade o link do video que o Guaxinim participou? Foi dificil achar no google cara!

  • Willian Spengler

    ???? “Aquela nuvem que passaaa….Lá em cima sou eu…” ???? – Gilliard feelings

  • Samyr Abdo

    Aquele com o pensamento na nuvem por acaso é o Cloud-io?
    Ba dum tsss

  • Homem Que Não é Possível

    Venho aqui apenas para agradecer a piada do Guaxinim sobre Dragon Ball. Ri alto!

  • Bom tema, mas os e-mails… DEMAIS! Ouvir Tears for Fears e conhecer a história do maluco com hiepratividade foi ótimo!

  • Bruno Trevizan

    Pessoal, parabéns pelo podcast.

    Apenas um comentário sobre o método de sicronização de arquivos do Dropbox:
    As funções de hash comumente não utilizam chaves criptográficas e, mesmo quando utilizam, a segurança não depende das mesmas. Esse tipo de primitiva gera apenas resumos criptográficos de tamanhos fixos, sendo sua segurança dependente da resistência a colisões (a dificuldade de achar duas ou mais entradas para uma mesma saída) e não do estabelecimento de um segredo (chave).

    Concordo que o método pode gerar problemas de privacidade, como a detecção de um conteúdo/arquivo específico por parte da empresa, mas não tão graves o quanto os que poderiam ser gerados a partir do compartilhamento de uma chave criptográfica.

    Particulamente, considero que a Dropbox tem acesso a todas as informações que coloco na sua nuvem e acho que todos deveriam considerar. Falsa sensação de segurança e privacidade é muito pior que a própria falta delas.

  • Matheus Deglan

    bla bla bla *respira* bla bla *respira* bl.. *respira* *respira*…*respira* bla bla bla bla *respira* *respira**respira* pq tem que fazer esse *rhaaah* enquanto respira?

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