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Costelas e Hidromel #066: Hel

por em 07/11/2017 | 4 comentários

Costelas e Hidromel #066: Hel

As diversas mitologias tentam explicar para os vivos o que acontecerá com suas almas quando falecerem e quais condições tem que ser cumpridas para que isso aconteça, para a Mitologia Nórdica há três opções, duas voltadas para os valorosos guerreiros e uma para os comuns.

Nos aventuramos pelos domínios conhecidos anteriormente como Nifelheim para conhecermos um pouco mais sobre a deusa Hel, que reina no submundo nórdico, o Helheim.

Guilherme Vertamatti (@gvertamatti), Renato Sevegnani (@setsunaryu) e Rodolfo Cunha (@RodolfoMRCunha) descobrirão as condições para entrada no submundo, seu cão de guarda e continuarão trabalhando por toda a eternidade.

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Costelas e Hidromel #065: Lendas Africanas

por em 24/10/2017 | 10 comentários

Costelas e Hidromel #065: Lendas Africanas

O continente africano é o berço da humanidade e devido à grandiosidade do continente é repleto de povos e culturas de diferentes desenvolvimento e características.

Retornamos à África para conhecer um pouco mais sobre como os animais são vistos pelos povos e conhecemos um pouco sobre algumas lendas africanas envolvendo estes animais.

Renato Sevegnani (@setsunaryu) e Rodolfo Cunha (@RodolfoMRCunha) se aquecem à fogueira de um vilarejo para ouvir como os cães, leopardos, burros e coelhos foram moldados e moldaram nosso mundo.

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Costelas e Hidromel #064: Dionisio

por em 10/10/2017 | 7 comentários

Costelas e Hidromel #064: Dionisio

Pensando nas festividades de Outubro, seguimos para a Europa encontrar a origem da bebida dos deuses antigos e aportamos nas praias da Grécia para ouvir as lendas do deus dos vinhos: Dionisio.

Caminhando em meio às fartas parreiras enquanto nos contavam podiam ser dois deuses, não apenas um e como sua origem como semi-deus e sua trajetória pelos cantos do Mediterrâneo o fizeram alçar ao Olímpo e ser clamado deus dos vinhos.

Embriagados pelo vinho Guilherme Vertamatti (@GVertamatti) e Renato Sevegnani (@setsunaryu) se juntam às festividades para honrar e celebrar o rei dos boêmios.

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Costelas e Hidromel #063: Folclore Brasileiro

por em 26/09/2017 | 27 comentários

Costelas e Hidromel #063: Folclore Brasileiro

Saímos do calor Indiano para buscar frescor nas matas Brasileiras. Fomos atrás das histórias que permeiam nosso país e pudemos ouvir sobre três grandes criaturas do nosso folclore.

O Curupira, com seus pés virados para trás, cabelos vermelhos e corpo de criança. Sua curiosidade inata sendo um de seus únicos pontos fracos enquanto protege as matas.

A Caipora, uma guardiã implacável dos animais, podendo até os ressuscitar caso necessário. Não sabemos se é um ser masculino ou feminino, mas definitivamente, contra o senso comum, não é o curupira ou o saci. Apesar de gostar de seu fumo tanto quanto eles.

E a chamativa Mula Sem Cabeça, galopando pelos campos e plantações assustando a todos com seus relinchos e destruindo qualquer tentativa de racionalização sobre como ela pode ter cabeça, sem ter cabeça.

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Costelas e Hidromel #062: Kali

por em 12/09/2017 | 10 comentários

Costelas e Hidromel #062: Kali

Em diversas culturas as representações destrutivas são tratadas como entidades adversárias dos deuses principais, devendo ser contrapostas e combatidas, mas este não é o caso da mitologia hindu e da deusa da destruição Kali.

A renovação após a destruição fortuita da natureza e a escuridão da noite de lua nova dão os tons da voracidade e escuridão trazida por Kali em suas ações nos campos de batalha.

Guilherme Vertamatti (@GVertamatti) e Renato Sevegnani (@setsunaryu) conversam sobre a capacidade da deusa em punir os que se desviam do caminho e eximir e apoiar os que são afligidos.

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Costelas e Hidromel #061: Tengu

por em 29/08/2017 | 15 comentários

Costelas e Hidromel #061: Tengu

Fartos de comer mingau, decidimos tentar seguir uma fada pela floresta. Aparentemente atravessamos uma passagem e fomos parar do outro lado do planeta.

Percebemos isso ao observar a fada ficar vermelha, trocar suas asas de inseto por asas de corvo e suas roupas por um kimono. Claramente ela começou a mentir muito, pois seu nariz cresceu desproporcionalmente, quase se tornando um bico.

Estávamos na presença de um poderoso TENGU!

Pensamos em fugir, mas ele desejava que escutássemos sua história. Seja para nos ensinar ou para nos desviar do caminho.

Ficamos sabendo como eles foram criados e evoluíram de pássaros, hoje seus servos. Nos contou como o Budismo era uma furada e que deveríamos seguir o caminho do Shugendô, muito mais místico e poderoso.

Disse ser um mestre das artes marciais, mas por algum motivo, ao toparmos com um grupo de crianças, ele foi espancado e expulso da nossa presença. Sem termos mais com quem conversar, seguimos nossa viagem.

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