Pages Menu
TwitterRssFacebook
Categories Menu

SciCast Debate: Ciência, Política e a Bolha Acadêmica

por em qui 13America/Sao_Paulo abr 13America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 36 comentários

SciCast Debate: Ciência, Política e a Bolha Acadêmica

Estrangular a ciência é pôr em risco nosso futuro como país.

Não é de hoje que o investimento público na ciência brasileira vem perdendo foco. Os recentes cortes no orçamento da União, a fusão do Ministério da Ciência e Tecnologia com o da Comunicação e a finalização de programas específicos da pasta são exemplos de uma mesma preocupação, inerente a qualquer cientista brasileiro: qual o projeto de país para a ciência? Há algum?

Nesse debate proposto, discutimos o rumo atual da ciência no Brasil (e em comparação com o mundo), abordamos aspectos do investimento e escolhas políticas, falamos sobre a temida “bolha acadêmica” – problema que não se resume ao nosso país – e conversamos sobre opções de ação para superação dos problemas encontrados.

Respirem fundo e preparem-se para colocar conosco o dedo na ferida. Pois a dor será sentida em nós mesmos.


Publicidade:


Redes Sociais:


Aperte o pause:


Expediente:

Host: Fernando Malta. Edição: Felipe ReisEquipe de Gravação: Werther Krohling, Natalia Nakamura, Barbara Paes e Luciano QueirozVitrine: Hal Mayforth


Material Complementar:

Sugestão de links:

  • Berserk

    13 anos de governo socialista, de corruptos… ia dar merda de um jeito ou de outro não é só a ciência que está sucateada o Brasil todo está, quando as pessoas vão entender que o livre mercado é a saída? não é atoa que todo mundo vai pros EUA, Se o Elon Musk dependesse do Estado Brasileiro não existiria Elon Musk, não existiria Tesla Motors nem Space X.

    • Se não houvesse investimento estatal em ciência e tecnologia por mais de um século nos EUA e na Europa, podes ter certeza, não existiria Elon Musk. Todos os elementos básicos para criar o mundo que hoje vivemos partiram de pesquisa básica e aplicada gerada à partir de financiamento estatal (direto ou indireto)

      • Berserk

        Eu não falei que tem que acabar com o financiamento estatal, leia de novo o que eu escrevi, vou te contar um segredo: não vivemos mais no passado, se o Estado dono de tudo é tão bom assim a Coreia do Norte é o país mais avançado do mundo né.

  • Matheus Pereira Furlan

    eu tenho planos de tentar ser presidente daqui uns 20 anos, e agora, o principal objetivo disso é fazer o brasil ser uma potencia cientifica, mas vai ser dificil se essa onda conservadora continuar

    • Bruno Fernandes

      Bom plano.

  • Adorei esse programa! Parabéns pela iniciativa. Extremamente necessária a discussão e a união para mudar a situação atual. Formei numa universidade q sempre pregou muito o “Ensino, pesquisa, extensão”. Já trabalhei nessas 3 áreas da ciência. E elas realmente tem que andar sempre juntas. Uma dando respaldo e força à outra. O que sinto muito falta aqui no Brasil (q é o q conheço) é a extensão dessa ciência. Como vocês falam no episódio, a população não apoia por puro desconhecimento. A Fiocruz e o Instituto Butantan aí numa crise gigantesca e ninguém se abala. Mas não se abalam porque não tem noção da importância dessas instituições no nosso dia a dia. Acredito que deve sair de nós mesmos essa divulgação, esses esclarecimentos. Por isso que faço questão em ser madrinha do Scicast, pois acredito nessa ideia. Mas temos que avançar mais. Sim, temos que ter politicos que nos represente. Se ainda não temos, temos que convencer os que estão lá (e que não estiverem pra ser presos) da importância. É um trabalho imenso. É sim. É fácil? Lógico que não. Mas deve ser feito. E eu to aqui pra somar nessa batalha. Podem contar comigo. (eu vou escrever meu textão picotado, ao longo do tempo… :) Tenho muito mais pra falar. Eu realmente amei esse programa!) Abraços grandes.

    • Eu estive na Universidade de 1995 a 2002 e sim, foi sofrido. Estudar numa universidade federal nessa época, foi misturar estudo com luta pelo ensino público de qualidade. Estudei numa universidade q a maioria dos alunos era de baixa renda; tinhamos vantagens como alojamentos, refeitórios ótimos com preço acessível e alguns auxílios (eles nos remuneravam com alimentação). Como era filha de funcionária pública, não enquadrei como aluno carente, não consegui o alojamento. Porém trabalhava no bandejão e assim tinha alimentação grátis. Desde o segundo semestre estive nos laboratórios. Nunca consegui bolsa de iniciação científica. No mestrado, tivemos que dividir a bolsa de 700 reais e uns quebrados, em 3 pessoas. Foi tudo muito difícil. Várias greves: de professores, de funcionários, de estudantes (a refeição custava 1 real e eles queriam subir para 3. pra nós, isso seria fator limitador para continuarmos estudando). Tenho até hoje um sentimento ruim ao ouvir o nome Paulo Renato (quem é que guarda nome de ministro da Educação? pois é… eu traumatizei). Toda vez que vejo o sucateamento das instituições de pesquisa, das universidades, da educação ´pública de modo geral, lembro do tanto que a gente lutou, se uniu, se manifestou para que tudo não fosse jogado no ralo. É muito triste mesmo. Mas não sou do tipo de pessoa que fica quietinha vendo a banda passar. Fora do meio acadêmico por vários anos, fica um pouco mais difícil em atuar diretamente. Porém, fazendo meu trabalho que é Defesa Agropecuária, e isso inclui Educação Sanitária (ou seja, trabalhando a promoção de saúde), trabalho a conscientização da importância da ciência no dia a dia, construindo conhecimento conjunto, fazendo um elo de conhecimento científico com o conhecimento popular. Digo isso porque, além de me orgulhar do meu trabalho, acredito que cada um de nós, nas mais variadas esferas de conhecimento e educação, somos capazes de trabalhar essas ideias em conjunto dando a ciência brasileira o devido valor, por todos os cidadãos.

    • Sobre o Ciência sem Fronteiras: eu tive dois exemplos de amigos que fizeram (ou tentaram) que me admiro muito. Um era meu amigo aqui, menino de família muito humilde, acabando a graduação numa faculdade, aqui no meio de Rondônia… Estudou inglês pelo LiveMocha… Bom, ele foi durante a graduação para a Flórida, e o sucesso foi tão grande que agora está lá acabando o Doutorado. Tenho muito orgulho da força de vontade e determinação dele, porém se não houvesse esse programa, ele não teria a mínima condição de ir. O outro, é filho da minha amiga. Ele conseguiu a bolsa para o Doutorado no Canadá, na área de engenharia (engenharia de pontes, ou coisa assim). Chegando lá, após uma semana de enrolação, o supervisor o chamou para discutirem o projeto. Final das contas, ele não ia fazer absolutamente NADA que havia sido combinado. Esse mocinho disse o seguinte: Eu estou aqui pelo governo brasileiro, bancado pelo governo brasileiro, para desenvolver estudos nessa área de interesse do Brasil. Não sendo dessa forma, finalizo aqui minha participação.” Pegou as malinhas e veio embora. Então, do mesmo jeito que algumas pessoas podem não estar dando o devido valor, outras (100% das que conheci ;) ) deram e ainda dão o exato valor a esse programa. Que obviamente teve falhas, mas era de extrema importância.

      • Fernando Malta

        Flava, foi justamente esse meu ponto: a intenção é excelente! Mas o problema é que só conseguimos medir o impacto real, positivo ou negativo, a partir de exemplos anedóticos como esse que descreveu agora. Não tenho dúvida que foi uma PUTA oportunidade pra milhares de pessoas e, como em qualquer projeto, tiveram aqueles que aproveitaram completamente e outros que o deturparam. Minha crítica está no fato de que não temos mecanismos de saber qual lado foi maior. Não houve acompanhamento posterior, obrigatoriedade de pesquisa posterior, qualquer tipo de relatório de conclusão ou coisa assim. Política pública sem medição de impacto é um tiro às cegas – mas com o nosso dinheiro… isso que me preocupou desde o início.

        • Entendi perfeitamente sua colocação durante o debate e concordo. Fico triste pelo fim do programa de qlq forma. Para o próximo programa desse (sou muito positiva!), esses pontos levantados deverão ser corrigidos para uma maior eficiência

        • Ah sim! Eu entendi direitinho seu posicionamento durante o debate e concordo com isso. Minha colocação foi só para ilustrar como pode dar certo. Deverá ocorrer melhoras para uma proxima vez, com certeza. Mas a ideia principal, incluindo a parte que a Barbara comentou de terem a experiência, abrirem os horizontes, é extremamente válida. A única parte do debate que não concordo 100%, embora ainda esteja avaliando, é sobre recursos publicos x recursos privados. Acredito que as instituições públicas devem continuar sendo publicas (morro de medo da ideia da privatização. Esse é meu maior problema sobre isso). Ainda tenho que pensar mais a respeito de outras situações.

          • Fernando Malta

            Não falamos de privatização, Flavia. Falamos sobre a aproximação da academia com o setor privado, como é comum em outros países do mundo em que há associação de empresas à universidades de ponta. ;-)

          • hehehehehe, eu sei, mas esse é o meu receio. To te falando! Eu sou traumatizada com isso, como comentei ali abaixo. Menino, o medo de eu ter que largar a faculdade dos meus sonhos por falta de dinheiro pra me alimentar por lá, me deixou sequelada assim! :D

          • Inclusive a universidade q estudei tinha e ainda deve ter associação de pesquisas com a Monsanto e Nestlé ( q não são lá uns docinhos de côco, porém até certo ponto foram muito benéficas. Até o momento em q manipulavam as políticas públicas).

  • Bruno Fernandes

    Pelamor de Deus… vcs entendem que a gente está em época de prova? Não dá tempo de acompanhar tanto conteúdo. Podem desacelerar um pouquinho. Vão curtir uma praia, pegar um cineminha… já assistiram Fragmentado?

    • Fernando Malta

      Desculpa ._.

      E assisti semana passada. Filme muito legal, com um final melhor anda. ;-)

  • Vinicius Lisboa

    Ok! Era o empurrão que eu precisava. Obrigado, amigos. Nesse momento estou tirando da gaveta meu projeto de divulgação científica. Tá na hora de mostrar quem somos.

    • Fiquei curiosa atééééééé falar chega! Depois me conta, Vinicius!!!!!

    • Fernando Malta

      Seja desde já bem vindo, Vinicius. :-)

    • Luciano Queiroz

      Precisando de ajuda no processo de produção do seu projeto é só entrar em contato conosco que ajudamos da forma que for possível.

  • Thiago Almenara

    Da mesma forma que o Brasil não vai pra frente enquanto o brasileiro médio não entender que a politica não vai mudar se todos se engajarem na politica, a ciência no Brasil não vai ir pra frente enquanto os cientistas não saírem de trás das suas bancadas e irem para os púlpitos dos parlamentos. Existem bancadas da bala, da bíblia e do boi, por que não uma bancada cientifica? Acredito que o trabalho dos divulgadores de ciência brasileiros já está maduro o suficiente para promover algumas campanhas para deputados pelo menos em alguns estados.

  • Thiago Almenara

    Nos ultimos 20 minutos do programa eu tive a impressão que eles iam lançar a candidatura do Luciano Cupim. Infelizmente não foi dessa vez, mas como eu disse abaixo, se a galera se organizar da para lançar pelo menos uma candidatura viável a deputado federal e outra estadual em cada estado brasileiro já nas próximas eleições.

    • Luciano Queiroz

      Ainda não Thiago, seria bom, mas tem gente melhor preparada para disputar as eleições que se aproximam. =D

      • Thiago Almenara

        Luciano, desde 2011 quando eu tive contato com os movimentos científicos na internet eu venho batendo nessa tecla de uma movimentação politica cientifica, e sempre os maiores interessados no assunto se esquivam. Bem se as pessoas que tem uma ideia de moldar um projeto de nação com base no conhecimento cientifico perderem esse momento onde a internet está redistribuindo as cartas do poder talvez daqui a 30 anos nos veremos um contrafactual com o Malta abrindo com a seguinte frase “E sé o movimento cientifico tivesse eleito um representante em 2018?”. Olha o que o estrago que o MBL está fazendo baseado em pseudoinformações em nome de manter o status quo no poder.

  • Wallace Dos Santos Damião

    Bater cartão é culpa da CLT, que muita gente não quer que mude, pois o que mais acontece hoje são empresas sendo processadas por horas extras não pagas

  • Wallace Dos Santos Damião

    A maior parte dos estudantes do Ciência Sem Fronteiras queriam mesmo era a oportunidade de ficar lá fora. Isso sim

  • Marcos Vinícius Lima

    Grande maioria dos iniciantes científicos estão apenas fazendo turismo sim, não adianta generalizar e dizer que todo mundo está gerando renda. Querem mais iniciativa privada? Corram atrás! Nenhuma iniciativa privada bate na porta oferecendo um cheque em branco. Cientistas brasileiros são acostumados no vitimismo. Menos estado e mais liberdade, é isso que devemos debater.

  • Darley Santos

    “Depender de discussões políticas das quais não se participa”… As deliberações de políticas públicas para a Ciência poderia se dar em colegiados? Pensei que era assim que não funcionava…

  • André Miola Bueno

    Soturno, porém necessário, continuem com o trabalho. Entretanto discordo na defesa do modelo de “defesa dos interesses de um grupo específico” já que todos deveriam estar abaixo do mesmo guarda-chuva, tendo oportunidades equivalentes.

  • Prezados, sou fã incondicional do scicast e constantemente recomendo-o para meus alunos. Mas devo dizer que este episódio me pareceu um tanto, muito ou até bastante ingênuo em termos de relação entre economia, política e investimento em ciência e tecnologia. Posso ter ouvido errado, mas me pareceu que o episódio atacou as superestruturas da questão e muitas vezes assumiu que a falta de comunicação entre academia e público possa estar na raíz do atual escasseamento de verbas para pesquisa. Me parece que o programa olhou pouco para a infraestrutura do problema: em um país que joga fora seu projeto de indústria e economia autônomas o investimento em ciência e tecnologia perde quase que completamente o sentido, voltamos à república de bananas. Independente da simpatia ou não pelo indivíduo, creio que uma palestra no IESE Business School (Barcelona) dada pelo Ciro Gomes, explorando questões econômicas e políticas que traçam relações fundamentais com o abandono do investimento acadêmico no país (link: http://migre.me/wt1wX)

  • Bruno Fernandes

    A minha opinião provavelmente não vai encantar os participantes do programa nem os ouvintes do SciCast que são todos amantes da ciência e muitos que ainda trabalham na área, mas um não cientista disse uma vez que toda unanimidade é burra, e por isso lanço a minha voz dissonante.

    Lamento muito por todas as pessoas que querem trabalhar numa atividade que, para ser praticada, depende de dinheiro amealhado do fruto do trabalho de milhões de brasileiros que não têm o menor interesse no resultado desse trabalho.

    Os brasileiros se acostumaram demais com a ideia de que o governo é responsável por resolver todos os seus problemas, dos maiores aos menores. “Inclua essa matéria do meu interesse na grade curricular” “Serviço X deveria ser um direito fundamental!” “Proíba concorrência com a minha categoria” “Ajude a criar mais mercado para o meu negócio”

    Cada categoria vai ao governo tentar garantir que uma fatia maior do orçamento público seja usado para custear atividades que vão beneficiar aqueles profissionais. Professores, médicos, sindicalistas, advogados… cientistas.

    Eu sei que vocês amam a ciência e dirão que é a ocupação mais nobre que existe. E eu tendo a concordar. Mas, novamente, Professores, Médicos, Advogados e praticamente qualquer categoria profissional dirá a mesma coisa, ou pelo menos defenderá fervorosamente, a importância da sua atividade para a coletividade.

    Independente da importância da atividade ou não, a cooptação do Estado para atender interesses específicos acaba atrasando a todos os setores. Não deveria ser surpresa os dados de que os países onde a ciência faz mais progresso sejam aqueles em que a iniciativa privada é responsável pela maior parte do financiamento. Porque quando a iniciativa privada financia uma pesquisa com objetivo de lucro, ela terá o cuidado de escolher as pesquisas mais promissoras, formar as melhores equipes, nos ambientes mais adequados, tudo que for necessário para que os resultados sejam obtidos no prazo e com economia (economia esta que permite que um número maior de pesquisas sejam financiadas com os recursos disponíveis).

    No Estado brasileiro (e não tenho motivos para imaginar que em outros países seja diferente), os órgãos públicos quase sempre estão mais preocupados em gastar o dinheiro do que em avaliar se esse gasto foi produtivo.

    Para que a ciência, e qualquer outra atividade de importância social, se desenvolva, o mais importante é que ela se afaste do Estado e se aproxime da iniciativa privada. Mas como foi mencionado no programa, a maior parte da pesquisa científica no Brasil é realizada em universidades públicas. O que não foi explorado no programa é que essas universidades são habitadas (talvez até dominadas) por uma horda de pessoas que abominam a iniciativa privada e tudo o que ela representa.

    E depois reclamam que a ciência no Brasil se encontra no mesmo estado lastimável de tudo o mais em que o governo decidiu atuar.

  • Dairon_Martins

    No final o problema é a politica ter tanto poder para influenciar a sociedade…

  • thenets

    Eu fiquei pensando numa coisa já a um tempo. Pq cientistas ou universitários em geral são tão importantes no Brasil? A gente não possui nem técnicos o suficiente para suprir as vagas de emprego. Me parece natural que universitários tenham sub-empregos nesse cenário, pois as vagas de nível intermediário precisam ser preenchidas. Enquanto não tivermos uma educação de base bem desenvolvida com uma população mais crítica e com trabalhos que exijam mais que o ensino médio, não vejo o que irá motivar a população média a se importar com a ciência. Pelo menos essa é a minha visão das pessoas a minha volta, pois eu não consigo sequer recomendar o SciCast ou Dragões de Garagem para nem 1/5 das pessoas que eu conheço, já que “essas coisas cientista são muito chatas”. Talvez melhorar o ensino de base, criar cursos técnicos junto às empresas e diminuir o número das universidades seja o primeiro passo para melhorar a ciência em termos de qualidade e investimento, dentre tantas coisas que vcs citaram, como utilizar capital privado.
    Parabéns pelo cast. Ficaria bem feliz de ver mais casts nesse formato e com assuntos satélites à ciência em si.

  • Rodrigo Braga

    Mesmo na área de engenharia no Brasil, infelizmente não existe muita abertura para criatividade, pesquisa e desenvolvimento nas empresas de projetos e indústrias. O engenheiro no Brasil trabalha principalmente com administração de recursos, compra e importação de materiais e equipamentos, manutenção, etc. As principais tecnologias vêm do exterior para operarmos, administrarmos, projetarmos os periféricos, etc. Até na área de alimentos isso acontece. Já acompanhei, numa grande indústria brasileira, a compra de uma linha de produção da Itália e outra vez da Holanda. Os italianos e holandeses mandaram o equipamento, montaram e mandaram até a receita e os parâmetros do alimento a ser produzido. Muito pouco a ser pesquisado e desenvolvido aqui pela gente.
    Abraços e parabéns pelo cast

  • Thiago Melo

    Extremamente triste com essas informações… Porque ciência é tudo.

  • Lívia Godoy

    Pessoal, não sei se já tiveram contato com essa notícia, mas pelo menos no programa vocês não comentaram. Segue anúncio recente dos planos da CAPES quanto a internacionalização das universidades Brasileiras: http://www.jornaldaciencia.org.br/presidente-da-capes-anuncia-edital-para-internacionalizacao-de-universidades-brasileiras/

%d blogueiros gostam disto: