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Scicast #183: Dia Mundial do Rim

por em sex 03America/Sao_Paulo mar 03America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 25 comentários

Scicast #183: Dia Mundial do Rim

Sejam todos bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast sobre saúde!

Essa semana iremos falar dos rins, aproveitando o Dia Mundial do Rim, e o pós carnaval, vamos conversar com especialistas sobre o que é o rim, como ele funciona, mitos, verdades e, principalmente, se devemos nos preocupar quando acordamos em plena quarta-feira de cinzas dentro de uma banheira de gelo depois de uma baile de mascaras,  baile esse em que sua ultima lembrança é que estava tocando Sônia e você queria dançar, mas as pernas não o ajudavam…

Arte da Capa:

 


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  • Ao lado de um dos mais conhecidos  cientistas da história da humanidade, temos uma das maiores e mais importante cientista na camiseta Marie Curie and the Radioactivity Experience, dentre muitos outros itens imperdíveis.

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Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação: Werther Krohling.

Convidados:

Drª Carmen Tzanno Branco Martins –  Presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia

Dr. Marcelo Mazza do Nascimento – Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Nefrologia


Material Complementar:

Programação do Dia Mundial do Rim 2017

Sociedade Brasileira de Nefrologia

Como ajudar no dia Mundial do Rim

Gelber RP, Kurth T, Kausz AT, Manson JE, Buring JE, Levey AS, et al. Association between body mass index and CKD in apparently healthy men. Am J Kidney Dis 2005;46:871-80. DOI: http://dx.doi.org/10.1053/j.ajkd.2005.08.015

Ejerblad E, Fored CM, Lindblad P, Fryzek J, McLaughlin JK, Nyrén O. Obesity and risk for chronic renal failure. J Am Soc Nephrol 2006;17:1695-702. DOI: http://dx.doi.org/10.1681/ ASN.2005060638

4. Lu JL, Molnar MZ, Naseer A, Mikkelsen MK, KalantarZadeh K, Kovesdy CP. Association of age and BMI with kidney function and mortality: a cohort study. Lancet Diabetes Endocrinol 2015;3:704-14. DOI: http://dx.doi.org/10.1016/ S2213-8587(15)00128-X

Vivante A, Golan E, Tzur D, Leiba A, Tirosh A, Skorecki K, et al. Body mass index in 1.2 million adolescents and risk for end-stage renal disease. Arch Intern Med 2012;172:1644-50. DOI: http://dx.doi.org/10.1001/2013.jamainternmed.85

Iseki K, Ikemiya Y, Kinjo K, Inoue T, Iseki C, Takishita S. Body mass index and the risk of development of end-stage renal disease in a screened cohort. Kidney Int 2004;65:1870-6. DOI: http://dx.doi.org/10.1111/j.1523-1755.2004.00582.x

KOVESDY, C.P.; FURTH S.L.; ZOCCALI C. Obesidade e doença renal: consequências ocultas da epidemia. J Bras Nefrol, São Paulo, 39(1), p. 1-10. 2017. Disponível em: <http://sbn.org.br/app/uploads/1-Editorial-WKD-pt.pdf>. Acesso em: 01 mar. 2017.

  • Na questão do sódio. Temos os mesmos problemas com o potássio? Os sais lights que tem alta concentração de cloreto de potássio são mais saudáveis para a questão da hipertensão, mas para os rins eles são melhores ou piores?

    • Eu me autorespondendo a mim mesmo:

      http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2015-01-13/sal-sem-sodio-pode-ser-pior-que-tradicional-para-quem-tem-pressao-alta.html

      Segundo essa reportagem, alguns remédios para hipertensão causam acumulo do potássio (não necessariamente problemas pro rim, mas pro próprio coração), podendo levar a arritmias e até a problemas mais sérios.

      Remédios bem comuns como inalapril e ramipril (naprix) causam esse problema.

    • João Paulo Lian Branco Martins

      No sal light, parte do cloreto de sódio é substituída por cloreto de potássio. Em tese, isso deveria reduzir a quantidade de sódio ingerida. No entanto, o sabor dessa mistura não é tão salgado. isso, não raro, faz com que muitas pessoas usem mais desse sal misto para salgar os alimentos. Neste caso, sem o devido cuidado, pode ser apenas trocar seis por meia dúzia.

      Outro ponto que deve chamar atenção é a quantidade de potássio na mistura. Pessoas com Doença Renal Crônica avançada retêm potássio. Em excesso no organismo, o potássio pode causar problemas cardíacos. Além disso, hipertensos, diabéticos e pacientes com Doença Renal às vezes utilizam medicamentos que retêm potássio. Essa associação pode ser prejudicial.

  • Oi gente, programa muito bom e aprendi bastante sobre os rins, eu que nem imaginava haver um dia do rim nem muito menos uma área de estudos especificamente focada nos rins.
    Mas tenho uma critica a fazer sobre o episódio, pois fiquei um pouco incomodado com o tom e certas coisas faladas quando foi discutido sobre obesidade e saúde.
    Vejam bem, não estou querendo dizer que estejam errados em falar sobre obesidade e as possíveis relações entre ela e doenças, mas é preciso se ver essa questão de ser gordo além da simples lógica médica, pois generalizar e estigmatizar todas as pessoas gordas como doentes e por do outro lado o magro quase como um sinônimo de saúde é algo que gera muitos problemas sociais e de saúde mental além de não ser real.
    Foi dito que a preocupação com a obesidade vai além de uma questão estética, mas esse discurso médico vem acompanhado de gordofobia ou é apropriado pra ser usado no discurso gordofóbico que sustenta o magro como padrão estético de beleza e saúde.
    Ser gordo não significa necessariamente se alimentar mal, ser sedentário e doente, e ser magro não significa necessariamente se alimentar bem, ser ativo e saudável. Afinal há uma porrada de exemplos de atletas, aqueles mesmos que nas olimpíadas são ditos terem corpos no auge físico, que são gordos, modalidades que o seu corpo ser assim é algo importante, e duvido muito que esses atletas possam ser classificados como tendo uma má dieta e doentes.
    Afinal há pessoas que simplesmente tem um biótipo que é gordo e que por mais que façam dietas e exercícios dificilmente vão conseguir ser magras ou se manterem magras, e outras pessoas que podem ter uma dieta hipercalórica, comerem até dizer chega, e serem super sedentárias mas não engordam de jeito nenhum, os popularmente chamados “magros de ruim” .
    Mas esse discurso médico que diz que “ser gordo = doente” e “ser magro = saudável” não se preocupa com essas particularidades e a diversidade de tipos de corpos. Por mais que hoje haja um aumento da população gorda e se faça essa corelação entre sedentarismo e ser gordo, e gordo e doenças, ela na prática não funciona pra todos. Mas infelizmente parece ser mais fácil apenas generalizar ser gordo com ser doente e pedir a todos que sejam magros, independentemente de haver ou não pessoas gordas saudáveis e naturalmente com esse biótipo.
    Esse discurso médico é o tempo inteiro usado pra patologizar as pessoas e as excluir do convívio social o que acaba sendo extremamente maléfico pra sua saúde mental e qualquer ideia de vida saudável e normal.
    Isso acontece de um número enorme de formas, como por exemplo o tratamento que pessoas gordas recebem ao procurarem ajuda médica e sempre serem cobradas do seu peso mesmo que o seu problema não se relacione a isso, fazendo que muitas pessoas evitem ou até tenham pavor de um consulta médica.
    Pessoas que querem tentar praticar esportes e exercícios mas dentro dos ambientes e locais destinados a essas praticas há muita cobranças e julgamento pelo fato de serem gordas e supostamente não saudáveis .
    E também o bullying e preconceito nos ambiente de ensino e trabalho que pode ser extremamente prejudicial e limitador pra ascensão social das pessoas.
    Há uma cobrança estética enorme pra ser magro em praticamente todos os ambitos da sociedade, e que se disfarça com a suposta preocupação com a saúde e se usa do discurso médico pra isso, sem se preocupar que com isso esteja causando uma pressão social e psicológica enorme que leva as pessoas a distúrbios alimentares e psicológicos como bulimia, anorexia, vigorexia e etc. E ainda cirurgias bariátricas sendo feitas em massa que tem risco de morte como a garota que morreu á pouco tempo atrás e se tornou noticia com acusações feitas pela família de descaso médico.
    Ou ainda o maior risco de pessoas gordas se tornarem depressivas.
    Não adiantar de nada se na buscar por uma suposta sociedade mais saudável vai gerar um monte de gente mentalmente doente.
    Por fim desculpem pelo comentário gigantesco, e entendam que não estou acusando vocês de terem sido gordofóbicos, mas acho que realmente é preciso ter um pouco mais de cuidado quando se fala de ser gordo e de ser saudável, pra não estigmatizar pessoas gordas como doentes nem de que ser magro é o ideal e é fácil pra todos o serem.
    ——————————————————————————————————-

    deixando essa imagem com duas capas da revista Body Issue da ESPN com atletas gordos que provando que ser gordo não é o mesmo que ser se dentário ou doente.
    E também um texto legal sobre o assunto:
    Discurso biomédico: um pilar da gordofobia http://acoisatoda.com/2016/07/24/discurso-biomedico-um-pilar-da-gordofobia/

    https://uploads.disquscdn.com/images/add281808fa672a49177816b1af1dce1f73a6f9a5dae072fed037a270cd3d93f.jpg

    • João Paulo Lian Branco Martins

      O discurso médico não diz que “ser gordo = doente” e “ser magro = saudável”. O que a medicina diz é que o sobrepeso e a obesidade estão estatisticamente associados a problemas de saúde.

      Associação estatística não significa certeza, mas apenas aumento de probabilidades. O mesmo vale para o cigarro. Dizer que o tabagismo tem uma associação estatística com vários tipos de cânceres não significa dizer que “Fumar cigarro = cânceres”, apenas que a incidência de certos tumores malignos é maior em fumantes do que na população geral.

      No caso, a obesidade, além de ser um fator de risco para o desenvolvimento da doença renal, contribui para muitas patologias como doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, deslipidemia, apneia obstrutiva do sono, esteatose e osteoartrite. Em outras palavras, não se diz que pessoas com sobrepeso ou obesas desenvolverão esses problemas, mas apenas que, estatisticamente, elas têm risco maior do que a população geral de desenvolver os problemas acima mencionados.

      • Obrigado pela resposta.
        Agora está bem melhor explicado, é importante deixar isso claro pra não estimação das pessoas gordas, por isso fiz o comentário pois não senti que isso ficou claro durante a discussão do cast.
        Tomara que em próximos episódios haja um pouco mais de cuidado quando for preciso falar sobre obesidade.

        • Fernando Malta

          Oi Yã,

          Desculpa, rapaz, mas quando que NÃO houve esse cuidado no SciCast? Se puder apontar, agradeceria bastante. :-)

          Abraços!

          • Oi!
            Bem, da primeira vez que ouvi o ep a parte que a doutora falou sobre pessoas gordas que não tinham muito entusiasmo pra tentar emagrecer me incomodou, pois isso me pareceu tratar de uma forma muito simplista a questão, como um “basta se esforçar”.
            Mas agora ouvindo o episódio pela segunda vez e mais atentamente eu percebi que antes desse momento foi dito claramente que a obesidade pode ser um ~fator de risco~, e é justamente a forma correta de falar desse assunto ao meu ver.
            Atualmente ando bastante preocupado com esse assunto e acabei só me atentando a essa parte por pisar num calo, já que passei e conheço pessoas que também passaram por momentos complicados tentando emagrecer sob qualquer consequências pra se adequar ao padrão tido como saudável.
            Acho de fato que há um tratamento problemático e estigmatizador da obesidade e das pessoas obesas hoje em dia que se baseia no discurso médico sobre o assunto, mas realmente não foi o caso aqui, acho que levei pro lado pessoal e reagi de uma forma defensiva, não era minha intenção questionar a credibilidade do scicast, então desculpem por qualquer coisa, da próxima vez vou ter mais cuidado e reouvir antes de fazer uma crítica :) .

            Abraços pra todos tb! ❤

  • Tenho uma pergunta em relação aos alimentos que sobrecarregam os rins: O pessoal fala q a fruta carambola não pode comer, quem já tem problemas renais, por causa dos sais dela. Já vi gente acusando a fruta de problema renal agudo. Quanto isso é verdade? Se eu comer uma frutinha, UMA, as vezes, tem algum problema?

    • João Paulo Lian Branco Martins

      A substância neurotóxica caramboxina existe em baixa concentração na carambola.

      Em pessoas saudáveis, ela é facilmente eliminada, mas, em pacientes renais crônicos, fica na circulação e se concentra no organismo, causando sintomas como soluços constantes por várias horas, confusão mental, convulsão e sem tratamento adequado, pode levar à morte.

      Pessoas sem problemas renais, se comerem ou tomarem o suco da carambola em grandes quantidades (por exemplo, mais de 500 mL de suco puro da fruta) podem desenvolver problemas neurológicos e insuficiência renal aguda.

  • Adorei o episódio! Maravilhosos os convidados! Parabéns, gente.

  • Mathaus Cainã

    Meu parabéns por esse episódios gente!!

  • Darley Santos

    Mais um cast de utilidade pública típico do Scicast! Foi supimpa escutar as dúvidas sendo esclarecidas por especialistas da própria Sociedade Brasileira de Nefrologia, isso dá um plus e tanto para o cast ;)

  • Juliana Scheffer

    Só passei para dizer que aumentei meu consumo de água depois desse scicast, hahaha. Obrigada pelo trabalho de qualidade, pessoal! <3

  • Pablo Neves

    Sinto falta de Prometheus.

  • Sobre a parte das cores da urina, já ouvi falar em algum lugar que há uma doença que deixa a urina enegrecida, isso é real?

    E também lembrei de duas outras coisas relacionadas a urina.
    Primeiro o boato sobre Donald Trump ser adepto da pratica do golden shower.
    E também lembro de muito tempo atrás no programa do ratinho ter havido uma entrevista com uma mulher que tomava a própria urina como algo medicinal, que tenho quase certeza​ que não funcionava.
    Mas a pergunta é, ter contato com urina dessas formas pode causar ou trazer algum problema de saúde?
    A urina humana como a dos ratos pode carregar consigo doenças?

    • Bruno Suzin Saito

      A urina pode ficar enegrecida em pelo menos 3 situações (são as que eu me lembro)

      Na hematúria, há a presença de sangue na urina, sendo que dependendo da lesão e da quantidade de sangue, a mesma pode se tornar mais escura.

      Na hiperbilirrubinemia, há a presença de uma substancia chamada bilirrubina, que é encontrada normalmente na urina, porém lesões no figado, baço, vesicula biliar ou nos rins, pode causar o aumento da bilirrubina, enegrecendo assim a urina.

      Outra causa de urina escura é a utilização de alguns medicamentos que podem acarretar na liberação de compostos enegrecidos na urina, alterando a cor (não me lembro o nome do medicamento agora)

      • Muito interessante, obrigado pela resposta!

  • Ahh e outra dúvida que me surgiu agora, tomar água em excesso não deveria ser algo ruim pros rins? Já que eles vão ter que filtrar muito mais liquido?
    Há algum caso que até mesmo ingerir água de mais pode ser prejudicial?
    Eu mesmo geralmente bebo uns dois a três litros por dia.

    • Bruno Suzin Saito

      E ai cara.. o consumo de água ajuda o funcionamento dos rins, ajudando na filtração e diminuindo a necessidade de reabsorção de água e alguns eletrólitos pelos rins, porém como qualquer coisa nesse mundo, o excesso pode até mesmo ser fatal. vide estes casos:

      (Campeonato de tereré, morreu após ingerir junto com um grupo de mais 9 pessoas, 54 litros de tereré (praticamente água com erva) em 3 horas.) http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2013/05/jovem-morre-apos-competicao-que-premia-grupo-que-toma-mais-terere.html

      (Morreu após a ingestão continua de 2 Litros de água, sendo que a causa da morte relatada pelo IML foi intoxicação por água)
      http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u21394.shtml

      Sendo assim, água é essencial, sendo que uma média de 2 Litros por dia (sendo estes 2 litros a soma da ingestão direta e indireta, atraves de alimentos) o ideal, podendo sim passar um pouco, porém evitando a hiperhidratação

      • Eita! Agora deu um medinho hahaha
        Intoxicação por água, nunca imaginei.

  • Carlos Loco

    Grande programa, mas a parte final me deixa extremamente chateado. Os especialistas convidados apesar de muito bem intencionados em expor os riscos de certos suplementos alimentares ou práticas de exercícios acabaram por generalizar como tudo sendo de risco. Agora farei algo que condeno que é a evidência anedótica mas infelizmente é real: Tenho pelo menos uma dúzia de amigos e pessoas próximas que sofrem ou sofreram de cálculos renais. Nenhum praticava musculação. Na outra ponta, conheço dezenas de fisiculturistas, pelo menos uma dúzia destes são amigos próximos, alguns com mais de 20 anos de esporte e nenhum deles sofre de problema renal. Lógico que existem fatores de risco mas a forma como foi expressada no programa quando o assunto é suplementacão, treino e drogas me pareceu raso o suficiente apenas para aumentar o preconceito para com os praticantes de esportes de força e cultura física.

  • Alexandre Hagihara

    O engraçado é estar escutando o podcast no caminho pro trabalho e ficar no trânsito atrás deste veículo. https://uploads.disquscdn.com/images/5e3cd8998f437b73c5f3e282eaffec4906025753bf0089c885c7fe8e8a330b24.jpg

  • Marcos Paulo Morale

    Gostei muito deste episódio!

  • Fernando Maia Filho

    Excelente cast! Mto importante falar do tema, ainda mais pro pessoal mais novo q ouve o cast (me incluo nele por favor kkkkk)

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