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Scicast #176: A História das Bicicletas

por em sex 20America/Sao_Paulo jan 20America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 53 comentários

Scicast #176: A História das Bicicletas

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast fora da caixa! Deixem suas bicicletas no bicicletário e não esqueçam de colocar a corrente (não nos responsabilizamos por eventuais transtornos).

Essa semana: Como surgiu a roda? Como ela evoluiu e se transformou nessa invenção que tanto faz parte da nossa vida? Quais foram os primeiros modelos de bicicleta? Quem, quando, como?

Afinal, você que pedala (ou não) sabe como as bicicletas evoluíram para os modelos atuais?

E principalmente, quantos podcasts o Portal Deviante ainda vai lançar?

Arte da Capa:


Publicidade:

  • Continuando a série Monsters of Science em grande estilo a Loja SciCast lança a camiseta Einstein Kiss, está esperando o quê pra pegar a sua?

IMG-20160809-WA0008

  • Ao lado de um dos mais conhecidos  cientistas da história da humanidade, temos uma das maiores e mais importante cientista na camiseta Marie Curie and the Radioactivity Experience, dentre muitos outros itens imperdíveis.

Avisos Paroquiais:

Campus Party 2017:

Bancada do Portal Deviante na Campus: http://campuse.ro/events/CPBR10-Grupos/workshop/republica-deviante-by-scicast/


Contato Comercial:

Quer anunciar seu produto, marca ou serviço aqui no SciCast? Entre em contato:


Redes Sociais:


Aperte o pause:


Expediente:

Produção Geral: Tarik Fernandes. Produção Beco da Bike: Werther Krohling

Ciclistas: Werther KrohlingRoberto PenaFelipe ReisFernando Malta, Marcelo Guaxinim e Willian Spengler.

Edição: Talk’ nCast.  Arte da Vitrine: 


Material Complementar:

Sugestões de livros:

  • DACOSTA, Lamartine (org). Atlas do Esporte no Brasil. Rio de Janeiro: Confef, 2006.

  • ENGEL, Ricardo José. Pedalando pelo Tempo – História da Bicicleta em Brusque. Itajaí: S&T Editores, 2010.

  • HALLET, Richard. A Bicicleta em Detalhes. São Paulo: Quarto Editora, 2016.

  • MELO, V. Corpos, bicicletas e automóveis: outros esportes na transi­ção dos séculos XIX e XX. In PRIORE, M.; MELO, V. (orgs.). Histó­ria do Esporte no Brasil: do Império aos dias atuais. São Paulo: UNESP, 2009.

  • SANTOS, César Conceição dos. O Mundo da Bicicleta. Ouro Preto do Oeste: Cristalgraf, 2007.

  • SCHETINO, André Maria. Pedalando na modernidade: a bicicleta e o ciclismo na transição do século XIX para o XX. Rio de Janeiro: Apicuri, 2010.

  • SCHETINO, André Maria. Até onde deu pra ir de Bike. Volumes 1 e 2. E-book gratuito.

  • SOARES, André Geraldo [et al]. A Bicicleta no Brasil – 2015. São Paulo: D. Guth, 2015. E-book gratuito.

Sugestões de filmes:

Sugestões de links:

Sugestões de vídeos:

Player Backup:

  • Antonio Pereira

    No meio do ano passado eu resolvi que passaria a pedalar, mas, como moro numa cidade com muitas elevações (o centro da cidade é num vale e 90% dos bairros ficam nas partes mais elevadas e numa diferença de até 200 m de altitude se comparado com o centro), pensei em comprar uma bicicleta dobrável. Além de poder transportá-la no coletivo urbano, nos locais que não tem estruturar para guardar uma bike eu poderia embalar a magrela e levá-la comigo. Esta ideia durou até eu descobrir que o valor deste tipo de bicicleta é quase o de uma moto. conclusão, continuo andando de ônibus… =/

    • Tiago Paulo

      Opa, da uma olhada no “ativo store” eles estão queimando a bike dobrável da Night RIders 2016, se não me engano são 400 contos. Aposto meu rim, que a bike fixa do pena é a Night Riders 2015, na época era uma Fixa e eu também tenho hehehe

      • Antonio Pereira

        Oh man…… A mão do cartão de crédito vai coçar MUITO se ainda tiver em estoque. =D

        • Tiago Paulo

          Não achei a pintura “Night Riders”, achei a do circuito pedalar: https://ativostore.ativo.com/c/bicicletas/

          Não é uma puuuuuta bicicleta, provavelmente vem com componentes que vocÊ vai ter que ir trocando com o tempo, mas o preço é muito bom.

          • Antonio Pereira

            Cara, de qualquer modo me ajudou muito. Já fiz a compra e estou aguardando a liberação. Comparado aos outros sites e opções que achei na época, este valor é quase de graça.
            Mais uma vez, muito obrigado pela ajuda e pela dica. o/

          • Uhuuu, o cast já tá servindo p alguma coisa rs.
            Espero que vc curta sua bike nova. Posta foto depois.

          • Antonio Pereira

            Scicast é útil, sempre.Fotos em 15 dias ou menos… =D

      • Werther Krohling

        Opa, essa dica é boa hein!!!!

      • Pode manter seu rim, a minha bike é exatamente a Night Riders 2015
        https://uploads.disquscdn.com/images/315afdb7e29015c95a2146eceedf3711e8e6b521cce8af24d11a22cd907dc5bf.png
        Eu gostei muito dela. Custava bem mais caro mas foi barateando com o tempo pq o evento não teve muita adesão. Paguei 350,00, de graça. Tive que trocar coisas como o banco, pedal, manoplas, etc. Mas no geral é uma ótima bike, ainda mais pelo preço.

        • Tiago Paulo

          Opa, gosto muito dela também. A minha paguei 300, mudei as mesmas coisas e fiz uma pintura marota, Firme e forte. https://uploads.disquscdn.com/images/570a68a3b4a9e036f67a59f31f745b8e107313c4dca6e20c585e2e66111c8973.jpg o

          • Que foto linda. @wertherkrohling:disqus e @disqus_5ENLTVuz0f:disqus acho que a gente poderia criar uma galeria com foto das bikes dos ouvintes em ambientes. É uma maneira de gerar interação e se comunicar com o público.
            Tiago, parabéns pela bike e pela foto.

          • Werther Krohling

            Gente, ainda dá pra comprar essas bikes online. Mas vale a pena? São de qualidade confiavel?

          • Tiago Paulo

            @wertherkrohling:disqus A Night Rider 2015 (fixa) já não existe mais no site da Ativo, tem uns cambistas no mercado livre/OLX tentando passar ela super faturada. A dobrável eu não sei, mas se levarmos a “caixinha” (NR2015) como comparação, ela vinha mal montada toda sem graxa, como minha ideia já era “reformar” ela desde o início, rodei com ela sem engraxar, além de perder o movimento central (é ruim, o pessoal recomenda a troca rápido), também perdi o pedivela visto que não soltava da central nem na porrada. A minha no fim eu troquei: Canote(coloquei um de alumínio maior, mais leve e mais forte que o original), Selim (conforto), Mesa, guidão e manete (sou meio “homão grandão”, tenho 1,89, precisava aumentar o TT dela), pedivela(alumínio), movimento central selado e mandei fazer a pintura. Ficou bem mais salgado que os 300 iniciais, mas ficou bem confiável e perdeu 1 kg em relação a caixa original ( 10,5 a minha vs 11,5 a original).

            Acho que a dobrável vai pelo mesmo caminho, deve possuir alguns componentes quebra galho que você vai ter que trocar na medida que usa.

            Se quiser uma Fixa, existem opções de bikes boas e baratas: RAF Bikes, 8Bikes e Viking (que eu me lembre) Também existem outras opções de quadros handmade no Brasil, tipo o Igor Myamura que faz quadros excelentes sob medida, a Cernunnos(particularmente tenho uma queda por elas) e a República da Bicicleta.

          • Werther Krohling

            Oi Tiago.

            Tenho uma vontade louca de ter uma fixa. Vou procurar pelas suas indicações.

            Tks,

            WK.

    • Werther Krohling

      Seja brasileiro e não desista!!!!

      • Antonio Pereira

        Graças a ajuda do Tiago (e a do Scicast por tabela) a magrela chega em 10 dias, desistir não é opção. =D

  • Tiago Paulo

    Olá Deviantes,

    Fiquei MUITO feliz de saber da criação de um podcast sobre ciclismo, é um assunto pelo qual eu sou apaixonado e até então não tinha visto um podcast “da minha confiança” falando sobre isso. Desejo muita sorte aos senhores, levem o bom trabalho “da casa” para mais esse assunto.

    Sobre o podcast em si, alguns pontos:

    Bike Fixa: Pena, sua bike fixa é a Night Riders 2015? A famigerada “caixinha”?
    Eu tenho uma dessas, comprei justamente para testar como anda essas bikes e caras… é muito bacana. Gostaria de andar mais com ela, mas a parte negativa é ser muito pesada em subidas o que me atrapalha aqui em SP (SP tem uma grande comunidade de fixeiros, eu que sou fraco mesmo). Já aproveitando, em determinado momento vocês comentaram sobre a maior parte das competições de velódromo utilizar bike fixa, nesse caso é bom pontuar que todas as competições de velódromo usam bike fixas e que na verdade a bike fixa é uma bike de velódromo sendo usada no lugar “errado” rsrs, as fabricantes passaram a fazer bikes fixas pensando no uso em rua com o tempo, mas em alto nível ainda é bike de velódromo.

    Sobre a Borracha, ainda hoje vale muito, rende verdadeiras fortunas. Anda bem comum no interior de SP onde conheci.

    Bike de equilíbrio/balance bike, são excelentes para ensinar crianças, pois foca no equilíbrio e na manobrabilidade da bike, teoricamente a criança vai sair da balance e partir para uma bike “de verdade” sem passar pelas rodinhas. Comprei uma pro meu sobrinho, o menino adora.

    Bikes 30 , 50 até 100 mil reais não são bikes “Normais”, são bikes de competição, seria como um fã de F1 comprar a Mercedes do Rosberg para sair na rua, não necessariamente seria o carro certo pra isso.

    Eu andei muito de bicicleta entre a infância e adolescência. Retornei ao vício em 2015 com uma MTB para perder peso e praticar algum esporte e sem duvidas é algo extremamente apaixonante. Isso inclusive mudou meu ponto de vista sobre a vida, andando de bicicleta pela cidade percebi na pele o quão hostil é o trânsito em relação ao ciclista. Me tornei um motorista menos babaca além de ter repensado radicalmente a minha relação e valores em relação aos carros.

    • Werther Krohling

      Tiago, obrigado pelo “podcast de sua confiança”!

      Sou louco pra andar numa fixa, mas nunca tive oportunidade. Acho elas charmosas e bem estilosas. E deve ser um belo exercício para as pernas. Aqui no ES quase não tem delas.

      Apesar do carbono não ser descartável, ele tem vida útil. E a reciclagem dele depois é complicada. Realmente esses produtos OEM ajudam a acabar com a reputação do carbono.

      Abraços e bons pedais.

      WK.

      • Bruno Farias

        Seguindo a galera no strava, rs

    • Tiago, muito obrigado por seu relato e todas as infos. Excelente. Tenho muito o que aprender nesse meio, mas vontade não falta.

      Você acertou em cheio a minha bicicleta, já pode mandar os números da mega-sena. Eu moro em Sampa também. de fato não é uma cidade tão amigável para as fixas, mas com um pouco de força de vontade e suor (muito suor) a bichinha vai subindo rs.

  • Daniel Martin

    Atendendo a um pedido pessoal do Werther :)

    Essa bicicleta de equilíbrio é uma das invenções mais geniais qu já vi! Eu fiquei bobo com a facilidade que as crianças aqui aprendem aqui na Alemanha (eu lembro que pra mim foi tão difícil…). Mas já tem no Brasil, né? Eu quis comprar pra minha sobrinha, e ela já tinha uma. ?

    • Werther Krohling

      Que isso meu nobre…. Obrigado pelo feedback.

      A molecada adora aqui tbm.

      • Leandro Gomes

        Pelo que vi não há diferença significativa entre uma bicicleta de equilíbrio e uma bicicleta padrão, se eu remover os pedais. Estou certo? Pretendo presentear uma criança e curti o conceito da bike de equilíbrio, mas ele já é um tanto crescido e me parece que os modelos disponíveis são muito pequenos.

        • Werther Krohling

          Oi Leandro.

          Eu não sei dizer se não existe diferença significa entre os modelos. Mas nas bikes de equilíbrio na existem correntes, pedais, Pedivela, coroas e alguns outros componentes. Não sei se adaptar uma bike normal para equilíbrio seria o melhor caminho.

          Converse com o lojista e o mecânico primeiro.

          Abraços,

          WK

  • Daniel Martin

    Bicicleta de equilíbrio em alemão = Laufrad. Lauf = de caminhar, Rad = roda (porque bicicleta é Fahrrad = dirigir + roda)

  • Naldo Colella

    Ola, poderiam me tirar uma duvida? Eu uso o PodCast Addict para ouvir meus podcasts, lá o ultimo episodio de vocês é o 157 sobre açúcar. É bug do aplicativo? Vocês não atualizam mais la? bug de RSS? Poderiam me ajudar? rsrs e caso seja bug no app mesmo, recomendam algum melhor?

    • Felipe Reis

      E aí, Naldo, blz?

      Cara, eu usava o PodCast Addict e sempre dava esse tipo de bug, com vários feeds, não atualizava nem a pau…

      O que eu infelizmente tive que fazer foi migrar de aplicativo, atualmente utilizo o Pocket Cast, que é pago (coisa de 5 reais) mas é o melhor que já usei, e também o CloudRadio, que está em desenvolvimento mas já está muito bom.

      • Eu uso o app Podcast nativo do iphone, que acho bem bom.
        Naldo acho que o jeito é migrar de app, ou desassinar o feed e assinar de novo.

      • Naldo Colella

        Opa, instalei ele e apos algumas semanas de teste estou gostando bastante! Obrigado pela indicação, foi um bom investimento de $$

  • Ana Lima

    Infelizmente hoje não posso ter uma magrela em casa pois aqui próximo e mto perigoso apenas subida e descida, meu marido acha que se eu tiver uma bike eu irei me matar..

    • Werther Krohling

      Nossa!!!!!! Avisa pra ele que vc quer bike só pra andar.

      Abraços,

      WK.

  • Tiago

    Como eu faço para assinar o podcast Beco da Bike sem assinar o feed do Deviante?
    Acontece que eu não quero baixar todos os podcasts do Deviante, então gostaria de escolher quais quero assinar!

  • Bicicleta é aquele brinquedo que acha que é meio de transporte?

    • Werther Krohling

      Sim, claro. Esse mesmo.

  • Gustavo Albertão

    melhor capa. Se tivesse um premio de melhor capa tinha q dar para essa.

    • Werther Krohling

      Culpa do Tarik tbm! heheheeh

  • Aldrin P. S. Castro

    muito legal o podcast. eu tenho uma sugestão de anime que se chama Yowamushi Pedal.

    Link:
    http://www.crunchyroll.com/yowamushi-pedal

    • Werther Krohling

      Que legal. Origado pela dica.

      WK

    • Bruno Farias

      Tenho q continuar assistindo esse anime… até onde vi ¨tava um pouquinho chato, mesmo curtindo o assunto… fui até o episódio do rei da montanha

  • Bruno Farias

    Ótimo episódio. Não sabia de mtas coisas explicadas no cast, principalmente como funciona o equilíbrio na bike. Também fico feliz em saber que agora tem um podcast de alta qualidade para ciclistas. Estarei por lá sempre. Por favor façam um episódio sobre bike courrier. Por algumas circunstâncias da vida, comecei a trabalhar full time nessa área e estou, nesse momento, curtindo cada vez mais a oportunidade que me foi dada.
    Segue meu perfil no Strava (não sou mendigo de kudos): https://www.strava.com/athletes/12655149

  • Darley Santos

    Ótimo episódio! Amo bicicleta ^^. Durante anos (até julho do ano passado 2016) tive o hábito de fazer, todo final de semana, uma trilha contornando minha cidade – toda ela! Pra mim é o melhor veículo! Pra rotina, pra corrida, pra espraiar a cabeça! Faz bem pro corpo, faz bem pro espírito! E ainda é perfeitamente “sustentável”! Como sempre, ótima contextualização histórica sobre a bike. Eu nunca cheguei a usar, mas um conhecido meu usa um aplicativo que marca todo o percurso que ele faz, bem legal. Todo deveria ter uma bike, pelo menos como alternativa ao carro em certos dias… Obrigado pelo cast, vlw!

    • Werther Krohling

      Oi Darley. Existem vários aplicativos para isso. Strava, Runkeeper, RidewithGPS,….. lá no beco usamos o Strava pq ele permite uma boa interação entre os atletas.

      Temos até um grupo do beco (https://www.strava.com/clubs/beco-da-bike-245360).

      Abraços,

      WK.

  • Ruy Acquaviva

    Parabéns pela escolha do assunto. O episódio ficou ótimo e tenho certeza que o Beco da bike vai ser mais um podcast de sucesso.
    Como uma pequena ressalva gostaria de destacar que ao contrário do que foi dito no podcast as bicicletas com pedal fixo no eixo da roda da frente, não tiveram essa roda aumentada para ficarem com o pedal mais “leve” (ou seja para fazer menos força ao pedalar. É justamente o contrário.
    Pendem bem, com o pedal fixo no eixo da roda, cada volta do pedal corresponde a uma volta da roda. Quanto maior for a roda mais a bicicleta vai andar, porém em compensação vai ser necessário fazer mais força no pedal.
    Quando você vai subir uma ladeira em uma bicicleta com marcha você coloca a marcha de tal forma que você vai pedalar bastante e a roda vai andar pouco, porém o pedal vai fcar mais leve. Nas bicicletas de pedal no eixo da roda e roda grande na frente ocorre justamente o contrário, você pedala menos e a roda anda mais. A roda da frente foi aumentada para a bicicleta ficar mais rápida e não mais fácil de pedalar.
    Uma sugestão para o Beco da Bike é falar um dia sobre bicicletas com transmissão de eixo rígido, que não usam correntes. Aqui em São Paulo tem a Ciclosampa http://www.ciclosampa.com.br que é um serviço de aluguel de bicicletas que usa bicicletas com eixo rígido em vez de corrente. Eu ví algumas desta aqui na Avenida Paulista e achei o máximo. Tem uma foto dessa bicicleta no site da empresa.

    • Werther Krohling

      Olpá Ruy, obrigado pelo feedback. Já vi uma bike de eixo fixo e o que dizer… Só lembrava de coisas feitas na Rússia!!! Super robustas. Mas infelizmente nunca tive a oportunidade de pedalar em uma dessas.

      Realmente seu comentário foi bem esclarecedor sobre as bikes de pedais fixos e rodas grandes.

      Abraços e bons pedais,

      WK

  • André Miola Bueno

    Olá Deviantes!

    Não sou da bike, gosto mesmo do meu patins (q já está anda bem encostado por enquanto), mas fico feliz pela iniciativa de vcs para um mundo melhor.
    Vida longa e próspera ;-)

  • Fabian Menezes

    Parabens pelocast! Muito bom.
    Sobre as bicicletas fixas, lembrei de um passeio muito interessante que fiz no estado da Flórida, EUA, em Everglades. Lá é um lugar conhecido principalmente pela quantidades de jacarés/crocodilos/aligatores (não sei qual exatamente). Existe uma pista pavimentada de aprox. 8 km em que você aluga bicicletas fixas com freio nos pedais e anda em meio aos crocodilianos! Eu ate fiz um vídeo cutucando a cauda de um coléga réptil gigante que estava se banhando de sol. Um passeio indispensável pra quem for pra essas bandas.

  • Yuri Motoyama

    Parabéns pela criação do podcast Beco da Bike! Uma coisa que veio a minha memória durante o programa…
    Quando eu era pequeno eu tinha uma daquelas bicicletas que dobravam no meio, uma vez eu perdi o parafuso que segurava ela dobrada e a encostei em um canto. Ela deu uma enferrujada na articulação e deu uma falsa segurança (kkkk já viu onde isso vai parar né?). Um final de semana meu primo veio me visitar em casa, a primeira coisa que ele fez foi pegar a bicicleta e sair voando pela rua, foi quando ele teve que fazer uma curva mais forte e literalmente ele voou da bike quando ela dobrou com ele em velocidade. Me lembro que foi a primeira vez na vida que eu vi uma pessoa banhada de sangue e um corte que precisaria de pontos! rs

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