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Scicast #154: Economia

por em sex 23America/Sao_Paulo set 23America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 101 comentários

Scicast #154: Economia

O fenômeno econômico é tão antigo quanto a primeira propriedade. Antigo quanto a própria sociedade. Indissociável da política, da vida moderna, das manchetes do jornal… e das discussões de bar.

Mas qual sua base, seus conceitos fundamentais? Como que um fenômeno social se utilizou da Medicina, da Física e da metodologia científica pra virar, em si, um campo da ciência?

Desconstruamos conceitos dados, como propriedade, moeda, preço e mercado, e embarquemos no início de uma jornada fundamental para que entendamos a nossa sociedade e, enfim, nossa própria vida. Comecemos agora uma introdução à Economia – no SciCast dessa semana.

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Redes Sociais:

Aperte o pause:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Roberto Pena, Eduardo e Willian Spengler. Arte da Vitrine:Google  imagens

 

 

Comentado no Episódio:

SciCast #131: Trabalho

 

Sugestões de literatura:

CHANCELLOR, Edward. Salve-se Quem Puder: uma história da especulação financeira. São Paulo: Companha das Letras, 2001.

STRATHERN, Paul. Uma breve história da Economia. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

VERSIGNASSI, Alexandre. Crash: uma breve história da Economia – da Grécia Antiga ao século XXI. São Paulo: Leya, 2011.Flávio A. M de SAES; Alexandre Macchione Saes. História Econômica Geral. 1 .ed, – São Paulo: Saraiva, 2013.

Manual de Economia (Equipe de professores da USP) – 5 .ed. – São Paulo : Saraiva, 2004.

 

Sugestões de vídeos:

Economia Brasileira: a História contada por a quem fez – Série produzida pela TV Cultura, muito interessante

A Ascensão do Dinheiro

A Origem Secreta dos Bancos

Humanidade: A História de Todos Nós – Parte 6 – Série produzida pelo History Channel, sendo que este episódio trata, entre outros itens, do surgimento dos bancos.

“A Grande Aposta”

  • Willian Spengler
  • Tiago Bastos

    Já colocaram o link do novo projeto? Procurei aqui e não achei. (pode ser porquê eu sou meio cego)

  • Lucas Alves

    https://www.padrim.com.br/ criem um conta no padrim que em reais eu posso contribuir

  • Rodrigo Dias

    Não curti o programa, o papo filosófico não me apetece

    • Fernando Malta

      Mas por que, Rodrigo? A Filosofia é a base do pensamento científico!
      O que te incomodou?

      • Rodrigo Dias

        Só não curto, EU não acho bom tempo gasto, rs
        Como estou atrasados com os programas ou pegar uns anteriores (Y)

        • Fernando Malta

          Bem, ainda tem que tem tema pra todos os gostos aqui, então! S2

  • Yuri Real Franco

    Opaa!!

  • Yuri Real Franco

    Em qual ep ocorreu isso?

    • Leandro Gomes

      Salvo engano foi no #125 Movimentos Migratórios

    • Denilton

      Marie Curie

  • Lá vai a minha contribuição para este Scicast!

    Comprei na bolsa,
    A bolsa me comprou,
    Perdi meu dinheiro,
    Nada me sobrou.

    Abraços randômicos!

    • Mike

      Haikai da jujuba! Ótimo poema Escritor Randômico.

  • Leandro Gomes

    Pessoal, que coisa linda! Talvez eu passe por louco (acho que souum pouco, mesmo) mas devo dizer: Economia é um assunto delicioso! E o cast também é uma lição para a vida. Quando eu era pequeno e atormentava minha avó ela dizia “vai cagar na lata”. Se eu tivesse ouvido a voz da experiência hoje seria empresário.

    • Fernando Malta

      As vós sempre têm razão, Leandro! =P

  • Pedro Eric

    Quanto tempo eu esperei por esse podcast <3

  • Werther Krohling

    Bom dia deviantes e derivadas. Gostaria de comentar dois tópicos abordados nesse episódio.

    O Cocô de pássaro no Chile (da Celeuma Chile/Bolíiva) é o Guano. Na verdade, Guano são ggrraannndddeessssss depósitos de fezes de aves marinha em geral (também de morcegos em fundo de cavernas). O que acontece é que as aves marinhas se alimentam de peixes no mar e habitam algumas áreas costeiras para fazerem seus ninhos. E o cocô das aves vai se acumulando formando esses depósitos.

    Uma característica do Guano é que ele é muito concentrado em nitrogênio (que é a principal forma de excreta das aves). Nas aves marinhas essa concentração é elevada pois estes são organismos que não podem perder muita água em sua vida (afinal vivem no ambiente marinho) por isso defecam um cocô super concentrado.

    O nitrogênio do Guano serve tanto para a adubação como para fazer bombas estilo TNT.

    E porque tem muito cocô de ave naquela região? Lá existe a ressurgência do pacífico, onde águas ricas em nutrientes emergem de regiões profundas. Esse nutriente alimenta o fitoplâncton que é a base da cadeia trófica marinha. Logo nesse local, a abundância de biomassa de peixes é enorme, o que resulta numa grande quantidade de predadores (incluindo aí as aves marinhas).

    https://uploads.disquscdn.com/images/3daf88fa67e621e975314ca52113458ebf74c606cada524ed3c8d7e7a8f0b212.jpg
    Foto da Wikipedia mostrando a exploração de uma jazida de Guano.

    Mudando de assunto…

    Fui na delicatessen aqui do lado de casa pra registrar o tal Café do Jacú. O preço é de modestos R$199,99 dinheiros por 250 gr do produto. O que dá um total de R$799,96 assaltos por quilo.

    https://uploads.disquscdn.com/images/e035e0a216d81b8bb5bd1b57b8bfcbaaa9652dd33cd65c9b250b6eb65faa4922.jpg

    Será que vale a pena? Pelo menos o texto é bonito…
    https://uploads.disquscdn.com/images/956a05a03e2eeff772711c19be359676bf42f7646c151f4e6a8b29fed438b0e4.jpg

    Para fins de comparação, um outro café muito bom produzido na mesma região do Jacu custa apenas R$8,99 jujubas por 250 gr (totalizando R$ 35,96 furtos).

    https://uploads.disquscdn.com/images/26ea0cfe2197f426d4a02bb4a530b1d029cc99b507515f24abb65051e457e32a.jpg

    No mais, beijos pra todos.

    WK

  • Guilherme

    Meu deus, eu não acredito!

    Há tempos esperava por isso. Cheguei a me planejar para começar a escrever sobre assuntos econômicos para a página do Deviante para incitar o tópico.

    Obrigado Deviantes, dia após dia o Scicast se prova como a minha aplicação de maior retorno!

  • Miguel Nakajima Marques

    Gente, muito legal esse episódio!
    Só achei que vocês exageraram um pouco no bullyng ao Tarik no final do episódio.

    • Fernando Malta

      S2
      O Tarik está nos nossos corações
      (e ele se vinga na semana que vem XD )

  • Guilherme

    [DÚVIDA]

    A vírgula sonora do Tio Patinhas é uma falácia de bola de neve (slippery slope)?

  • Daniel Hovadick

    Durante o cast lembrei de uma anedotinha que explica bem esse sistema de “fezes” que é a Economia:

    Numa cidade no velho oeste de SC, numa noite de muito frio, a cidade parece deserta…

    Os habitantes, endividados e vivendo as custas de crédito. Por sorte chega um viajante rico e entra num pequeno hotel.

    O mesmo saca uma nota de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto. Enquanto o viajante vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.

    Este, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.

    O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.

    O veterinário, com a nota em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).

    A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, as vezes, levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e paga a conta.

    Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede a nota de volta, agradece mas diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.

    Ninguém ganhou nenhum vintém, porém agora toda a cidade vive em PAZ!

  • Guilherme

    Sobre moedas,

    As vezes é difícil explicar porque um objeto, ou uma mercadoria é (ou se torna) moeda. Assim, um ponto interessante e que esperava ser levantado, é a determinação do que é uma moeda, pautando-se em suas funções; nessa ótica, todo bem que consegue cumpri-las pode ser classificado como moeda. Suas 3 funções seriam, nesta ordem:

    1. Meio de troca
    Como se intui, a primeira função é a de funcionar como um bem intermediário na economia, através do qual as trocas possam ser realizadas, sem que assim se necessite de uma dupla coincidência de desejos, como foi dito no cast.

    2. Unidade de conta
    Sem a moeda um bem (carne, por exemplo) deveria poder ser avaliado em termos de todos os outros bens da economia (couro, cenoura, dadinho, pentes, etc), para que qualquer troca pudesse ser feita; a moeda evita esse trabalho, permitindo que qualquer bem seja referenciado apenas em quantidades de moeda (unidades monetárias), facilitando notações e comparações entre os bens.

    3. Reserva de valor
    Toda moeda deve ser capaz de carregar valor através do tempo. Assim, supondo que eu faça uma venda, eu devo poder guardar esta moeda recebida por quanto tempo me for necessário, até que a troque por outra mercadoria numa futura compra.

    Existem vários outros bens que podem adotar funções de moeda. Um imóvel pode reservar valor, balas podem funcionar como meio de troca, mas eles não serão moeda, enquanto não absorverem todas as 3 funções. Ao mesmo tempo, qualquer bem que exerça as funções citadas será moeda, como são os cigarros numa prisão.

    • Guilherme

      Outro ponto interessante de se notar é a relação da moeda, e em especial das suas funções aqui citadas, com a inflação. A inflação (um aumento generalizado dos preços)não só retira o valor da moeda, como também deteriora suas funções (progressivamente, de 3 até 1).
      Assim, suponhamos que a inflação se eleve em um determinado país, para exemplo o Brasil; logo, os produtos brasileiros cotados em real passarão a ter preços cada vez maiores com o tempo, e o dinheiro poderá comprar menos mercadorias do que antes, atrapalhando a função 3 (reserva de valor). Se o descontrole de preços seguir, logo a população irá procurar outra unidade para referenciar seus bens, como ocorreu com o Brasil, quando, devido a nossas altas taxas de inflação, víamos alguns bens serem referenciados em dólar. Por fim, se o processo continua, deixa de fazer sentido usar a antiga moeda como meio de troca, e ela é abandonada.

      • Fernando Malta

        Excepcional comentário, Guilherme. Obrigado pela contribuição!

    • Guilherme

      Faço a ressalva de que a economia conta com diversas escolas de pensamento, e que o conceito de moeda pode ser posto de outras formas, mas a definição citada é bastante aceita.

  • Bruno Gonçalves

    Ótima tarde!! Alguém poderia me informar aonde eu consigo as musicas de fundo deste cast?

    • Juliana Vilela França

      Vou invocar os editores lá no grupo pra responderem Bruno :)

  • João Marcos Silva

    Caraca, excelente tema! faço faculdade de Finanças na UFC e fiquei felizão, baixando, se tiver alguma coisa a adicionar faço outro comentário.

    • Werther Krohling

      Aqui é satisfação garantida ou seu download de volta!

  • Marcelo Paz

    Podiam ter chamado o Zé de Abreu para ele nos ensinar como enriquecer através do mercado de ações.

    • Marcelo Rigoli

      HUahuahuauhuhahua

  • Isabelle Rosendo

    A gente podia fazer uma campanha #doe1real
    Acho que se todo mundo que escuta doasse 1 real por mês já ia ajudar bastante, né? E só um realzinho, todo mundo pode ajudar… O que vocês acham?

  • Marcelo Rigoli

    Crianças, não briguem. Por mais louco que possa parecer, a cooperação e o egoísmo podem co-ocorrer. Tudo depende do ponto de vista e nível de análise. Quem fez uma análise bem interessante sobre isso foi o Richard Dawkins no “Gene Egoísta” (Recomendo). Ainda assim, achei essa tabela bem instrutiva sobre os principais equívocos no aritgo “Sixteen common misconceptions about the evolution of cooperation in humans” de West, Mouden e Gardner (2011). Divirtam-se!

    https://uploads.disquscdn.com/images/21b2040304a00408d17ad215aa986e58260b12fd60d4458683e44d2a0fd85705.png

  • Marcelo Rigoli
    • Fernando Malta

      Sério, cara… hahahahahaahha

      • Marcelo Rigoli

        Humanos humanarão

  • Marcelo Rigoli
  • Jonathan Rocha

    Passando para deixar meus parabéns pelo excelente cast.

    • Juliana Vilela França

      <3

  • Meus caros, muito bom o cast e a forma como foi tratado o assunto. Muita gente não entende nada de economia e sempre que possível tentar fugir deste assunto.
    Entendo que a dificuldade de muitos em encarar a economia como ciência é o fato de que economistas tem que aplicar uma “futurologia”, o que pode causar uma descrença grande para quem ouve ou lê.

    Para auxiliar a compreensão de muitos, eu gravei dois episódios do meu podcast sobre o tema, em relação ao nosso momento econômico atual:

    CRISE POLÍTICA: ONDE, QUANDO E COMO

    Em que com o pessoal do site Terraço Econômico eu converso sobre o que é a nossa crise econômica, qual a sua origem e como podemos identifica-la

    http://www.alobrandalise.com/2015/09/alobrandalise-04-crise-economica.html

    GOVERNO E ECONOMIA

    Em que também com o pessoal do Terraço Econômico eu conversei sobre a relação entre governo e economia. O governo é refém do mercado, ou é o inverso? Quais os desafios para o novo governo sobre os temas inflação, desemprego, crescimento do PIB?

    http://www.alobrandalise.com/2016/05/alobrandalise-11-governo-e-economia.html
    Grande abraço.

    • Juliana Vilela França

      Opa, bacana! Vou ouvir :)

  • Mike
    • Juliana Vilela França

      Gente, quando eu acho que não dá pra melhorar…. vcs me surpreendem. Obrigada por isso Mike! <3

    • Tarik Fernandes

      hahahahahaha, gente… O.o

    • MarceloGuaxinim

      mas, mas, mas

  • Josyane Carla

    Olá deviantes e derivadas. Muito boa a escolha desse tema. A economia chama a atenção de uma parcela bem pequena da população, que por falta de conhecimento acaba não compreendendo como ela afeta diretamente o seu dia-a-dia. Mas, como abordado no episódio, através dela podemos entender, entre diversas coisas, a nossa sociedade. Adoro o tema, que de longe foi o que mais me surpreendeu na faculdade. Diante de todas as disciplinas do curso de Comunicação Social, a Economia conseguiu ir além das minhas expectativas, que eram de encontrar estritamente números e de como decifrar o “economês”. Mas, assim como nosso convidado, meu professor ressaltou que a Economia está entre as ciências sociais, e através dela compreendemos o relacionamento entre as pessoas, seja através da macro economia, e principalmente da micro economia….
    Grande abraço

  • Filipe Siegrist

    Nossa, que nostalgia de Breakfest Cub

  • sapobrothers

    Opa, pediram desenho? Então aqui vai uma tirinha que bolei enquanto ouvia a abertura: http://sapobrothers.net/sb/gatonaomiaproeco.htm

  • Celso

    To aqui chorando com o “alimente suas plantinhas” =D

    Sempre que ouço falar em Bolha.com, não sei pq, me vem a palavra start-up na cabeça… Sou só eu?

    • PauloAlbq

      Olá Celso!

      Em partes, faz sentido… Muitas startups são realmente bolhas próximas a explodir, até porque o conceito de startup prega que é um modelo de negócio não-consolidado e com alto risco de dar errado. Porém outras que atingem o sucesso escapam à este famigerado rótulo…

      Abraços,
      Paulo Henrique

  • PauloAlbq

    Bom Dia a Todos!

    Ótimo cast introdutório sobre o assunto! Apesar de eu ser da área da Gestão, gosto muito de estudar economia! Alguns apontamentos que tenho a fazer:
    – não cheguei a viver o período de hiperinflação, então por mais que eu estude sobre o assunto, não pude sentir na pele esse problema (ufa!). Dessa forma, eu acho meio difícil compreender não o conceito em si, mas sim a sua aplicabilidade. Por exemplo, uma vez um caminhoneiro que conheço (um verdadeiro filósofo) me disse o seguinte: “Paulo, inflação existe para cada um, porque os caras podem medir através de uma cesta básica com biscoito e café mas eu por exemplo não consumo biscoito e café. Então como posso confiar num índice que a meu ver não é individualizável?” Fiquei refletindo sobre o que ele disse, e, de certa forma, ele tem um pouco de razão em sua colocação, não?
    – adicionando mais pimenta à polêmica frase do Pena sobre economia ser matemática aplicada: concordo mas bem de leve, e cito um exemplo citado no cast: a bolha.com. Analisando apenas cruamente sem nos aprofundarmos muito, esse não é um problema quase que exclusivamente subjetivo? Pois lidou com as pessoas e suas expectativas (infundadas, óbvio) sem um aparente compromisso com alguma métrica matemática… (lembrando que o Pena ter dito ao final da discussão algo como não é preto no branco, é matemática aplicada em partes o salvou das iminentes fogueiras! :p)

    Enfim, que prossiga a discussão!

    Fraternais abraços,
    Paulo Henrique

    • Guilherme

      E aí Paulo,

      Sobre o problema na métrica da inflação, o que você comentou está correto; não há como se medir a inflação para cada indivíduo.

      Esse é um problema que não para na inflação. A economia, sendo uma ciência humana, dificilmente consegue resultados precisos; desta forma, o que tentamos fazer é encontrar aproximações dos eventos que nos rodeiam.

      Para o caso da inflação, os preços podem mudar entre as regiões do país ou, assim como você disse, a pauta de consumo pode mudar para cada cidadão. Essas tantas dúvidas permitem que surjam vários índices de métrica de inflação, cada um com suas particularidades; podemos citar IPCA, IGPM, entre outros.

      No fim das contas, mesmo que eu não coma bolachas, tome café, nem compre arroz, ainda podemos utilizar um índice de inflação que faça uso desses produtos, pois ele pode servir como uma indicação na variação dos preços da economia (aqui, ao menos para os alimentos).

    • Guilherme

      Sobre a economia ser matemática aplicada, eu recomendo um episódio de outro podcast, o IMB número 25.
      Tive impressão de que a polêmica se desenvolveu especialmente pela confusão na questão da “matematizacao”; esse conceito pareceu um pouco mais amplo pro Pena.

  • PauloAlbq

    Ah, e pr’aqueles Miçangueiros de plantão, segue uma foto que explica todo o conceito de inflação de uma forma simples e direta:

    https://uploads.disquscdn.com/images/d69b40c28bdb22b02d98845feca94dcb976c1158b4cbea8b547538fb531bbec2.jpg

    É como diz o velho ditado né?: uma imagem vale mais do que mil palavras. Ops, nesse caso um pouco menos né, porque com essa inflação que tá uma imagem hoje não tá valendo mais do que umas 900 palavras… :p

    • MarceloGuaxinim

      GÊNIO!

  • André Luiz

    Apesar do dinheiro virtual ser intangível e a galera se surpreender , é o esforço para obtê-lo, seja com o trabalho do individuo ou com a estrutura gigantesca de internet, cabos e servidores que o da valor, melhor, mas um dos critérios pra isso

    Pra chegar a este ponto tivemos que dominar o átomo, os zeros e uns no fim das contas são elétron agrupados.

    Como foi dito o controle da escassez também contribuí para o conceito de valor, por isso que grão de areia não é dinheiro.

    Acho que quem fugiu um pouco desta regra foi o diamante, que nem é tao raro e a industria conseguiu enfiar na cabeça da galera que é uma pedrapreciosa

  • Nathan de Graauw

    Otimo episodio

  • sapobrothers

    Ah, sim, importante salientar aqui: Eu sou um ativista da “compra do mês” – embora chamar de rancho me pareça meio pejorativo. Afinal, cada ida ao mercado, mesmo sem comprar nada, vai tomar pelo menos uns 20 minutos. Se contar o tempo da fila do caixa, mais 10 minutos. Imagine fazer isso toda semana, ou mais de uma vez por semana? Fora que pra comprar coisas a preços reais, é preciso ir a grandes mercados (ou a atacados que vendem varejo ou até mesmo a “clube” de compras). Não é pela inflação, é pela comodidade e economia… De tempo, principalmente.

    • Willian Spengler

      Nos anos 80, era questão de sobrevivência….do seu dinheiro. :)

  • Werther Krohling

    Todos ficamos…..

  • Darley Santos

    Gosto das explicações ilustrativas haha, o poder de fazer entender de diversas formas!

    • Darley Santos

      Lembro que quando estava a ler sobre teologia cristã católica, deparei-me com os termos “economia da salvação” e dentro desse contexto “economia sacramental”, o que deu um nó na minha cabeça porque nos acostumamos a ver a palavra sendo aplicada somente no contexto do setor comercial-financeiro-industrial. Mas aí um padre explicou a origem etimológica da palavra ECONOMIA e ficou tudo claro. Eu já sabia da formação etimológica da palavra ECOLOGIA, isto é, conhecia a origem do vocábulo “eco” do grego “oikos”, que juntamente com “logia” resulta em… mas não conhecia o termo “nomos” ou “nomein”. Então, a palavra economia vem do grego “oikonomia”, que tem o significado de gerenciamento/administração do lar, porque formada pelos vocábulos “oikos” que significa “casa” e “nomein” que significa “gerenciar”, palavra esta ainda com sentido ulterior em “nomos” que significa “lei”.

      Perdoem minha falta de conhecimento ou amnésia, mas alguém pode me dizer quais são as músicas sempre utilizadas no começo do cast, tanto aquela que toca antes da apresentação dos casters quanto aquela que abre a sessão dos recadinhos? Pleeeeeeeeeaaase!!!

      • Fernando Malta

        Excelente comentário, Darley!
        Sobre as músicas, são ambas temas de batalha e de vitória do Final Fantasy; especificamente o Final Fantasy VI. ;-)
        Abraços!

  • No meio de uma correria maluca me deparei surpreso com um SciCast em plena sexta feira de manhã. Achei estar em dia mas em algumas horas me deparei com mais um SciCast, o sobre Douglas Addams. Mais um excelente cast. Inesperado e excelente. Ansioso por um cast sobre bolsa de valores, derivativos, mercadorias e futuro :)

  • vou ouvir depois. Ué economia não ciencia humana?

    • Guilherme

      Ciência social aplicada

  • Willian Rochadel

    Que episódio demais!

  • thenets

    Eu tava pensando. Esse cast depois dos q falaram da China só me fez pensar numa coisa: a galera do ocidente demorou muito. Para suportar cidades tão gigantescas e fronteiras que, mesmo que voláteis, sempre foram grandes, eles já deveriam ter uma economia muito bem desenvolvida mesmo antes dos anos 1000. E esse cast começou a falar depois de 1800.
    Os chineses são assustadores. Seria legal ter mais e mais casts sobre a Ásia.

    E obrigado por este cast, aprendi pra caramba. Sou bem ignorante no assunto e foi um bom ponta-pé inicial para eu aprender a respeito.

    • Fernando Malta

      Quando você começa a estudar a fundo a China, Phelip, é IMPRESSIONANTE o que os caras já conseguiram fazer. Ou ainda fazem.
      Nosso desconhecimento, e daí essa “mística” em torno do que eram e são, nublam nossos sentidos para obviedades tão claras como o quanto estávamos, como Ocidente, atrasados em relação a eles até o século XVIII…

  • Dirio Damiani

    simplesmente ótimo.!

  • Rodrigo Braga

    Adoro os exemplos do Tarik!
    E muito bom esse cast! Parabéns.

  • Pedro Henrique

    uma das coisas que queria saber e sobre o que sao as bolhas imobiliarias, como ela pode afetar a economia

  • excelente podcast!

  • Laura Colete Cunha

    Não consigo achar o player ;-; apenas pude ver pelo CloudRadio

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