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Scicast #150: Forças Armadas

por em sex 26America/Sao_Paulo ago 26America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 80 comentários

Scicast #150: Forças Armadas

Queridos ouvintes, é incontestável a afirmação de que a guerra moldou a história da humanidade. Como um conceito tão antigo evoluiu ganhando técnicas e teorias complexas? E sobretudo falamos sobre quem está por trás desses conceitos, as Forças Armadas. Há diferenças e limites entre as atuações dessas forças?

Proteja a retaguarda, pegue seu equipamento e senta o dedo nesse Play!

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Aperte o pause:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Juliana Vilela, Matheus Professor Barbado e Willian Spengler. Arte da Vitrine:

 

Comentado no Episódio:

AZEVEDO, Pedro C. História Militar. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1998.

CLAUSEWITZ, Von C. Da Guerra. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

DE ASSIS, Machado. Quincas Borba

FUNARI, Pedro P. (org). História Militar do Mundo Antigo. São Paulo: Annablume, 2012.

KEEGAN, John. Uma história da guerra. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

MAGNOLI, Demetrio. (org). História das Guerras. São Paulo: Contexto, 2006.

MAQUIAVEL, Nicolau. A Arte da Guerra. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

REMARQUE, Eric M. Nada de Novo no Front. L&pm, 2004.

SUN TZU. A Arte da Guerra – Os Treze Capítulos Originais. São Paulo: Jardim dos Livros, 2006.

Episódio “Em guerras médicas, a baioneta se chama bisturi”, do Chapolin

Nada de Novo no Front, filme baseado na obra de Eric Maria Remarque

Do History Channel, A Arte da Guerra, por por Sun Tzu

Também do History Channel, da série “Construindo um Império”, Napoleão

Quincas Borba, filme nacional, de 1986

  • Mr. F

    Frist !!!!!!!

    Não assisti ainda mas adorei o tema.

  • Pedro Ramises Martins

    Excelente Cast! Parabéns a todos os envolvidos. Foi simplesmente fantástico mesmo!

    Sobre a presença de fortes no litoral brasileiro e seu papel na formação de diversas cidades importantes, vale o lembrete sobre o Forte Schoonenborch, construído pelos holandeses na sua segunda invasão ao Brasil, que deu origem à cidade de Fortaleza (que inclusive, tem este nome, graças a tal fortaleza =D ), capital do meu querido Ceará.

  • Cast da hora como sempre e o Tarik declamando poema é MARAVILHOSO <3

  • Lorein

    O que eu mais gosto é que tem uma indicação bibliográfica. Por favor continuem com esse diferencial.

  • Aproveitando esse tema, lembrem que tenho um texto rápido sobre a formação e evolução do Exército Romano. http://deviante.com.br/noticias/ciencia/as-tres-principais-fases-do-exercito-romano/

  • Jones Gonçalves

    Tarik Marvin na leitura de e-mails, foda ein kkkkkkk! Como havia dito antes, estou trabalhando em um tabletop RPG Simulator, então me inspirei em alguns dos podcasters da podosfera para criar alguns personagens e mestres, abaixo as imagens. Abração.

    [url=http://imgur.com/j9pK71Y][img]http://i.imgur.com/j9pK71Y.png[/img][/url]

    [url=http://imgur.com/zzuKYJ5][img]http://i.imgur.com/zzuKYJ5.png[/img][/url]

    [url=http://imgur.com/jUnGYjk][img]http://i.imgur.com/jUnGYjk.png[/img][/url]

    • Janio Garcia

      Que da hora!

    • Jones Gonçalves

      É claro que falta o Fencas! kkkkkkk

  • Diógenes A. Cardeal

    Em protesto a cantoria do Guaxa eu não vou comentar aqui no site!

    Ops… o.0

  • Kiefer Kawakami

    No #147 vocês fizeram o link bélico, e aqui dá pra fazer o link esportivo. Têm os atletas que possuem a patente do Exército, fato que não passa de um apoio das Forças Armadas. Provavelmente isso demonstra o poderio do país de uma forma sutil, além de ser um incentivo pro atleta, pois é um aporte financeiro e eles podem treinar nas bases em que isso é possível. Pensando na China, a forma quase cruel que eles treinam seus atletas desde criança é pra justamente demonstrar que são fortes em todos os aspectos, justificando a atleta que chorou ao ganhar Prata!!
    Novamente, agradeço pelo trabalho.

    E pra não perder o hábito, as Forças Armadas impulsionam alguns aspectos da ciência. Mesmo não havendo aplicação a curto e médio prazo, existe uma teoria que propõe mudanças completas em como entendemos o mundo, seu nome é TEORIA DAS CORDAS…. kkkkkk (Se tiver chato eu paro viu ‘-‘)

    Valeeu o/

  • Janio Garcia

    Dica de jogo pra celular baseado no tema de hoje é DomiNations. https://play.google.com/store/apps/details?id=com.nexonm.dominations.adk&hl=pt_BR

  • Jun Ohashi

    Depois q assisti Zootopia não consigo imaginar mais a Jujuba como um ser humano, toda vez que a escuto ,imagino a Judy (a coelhinha ) , agora então q ela disse que queria entrar na Marinha, acabou confirmando isso . Sempre me alegro qdo ela (arroz de festa)participa de outros podcasts ,inclusive já fez um sobre o Zootopia .

    • Juliana Vilela França

      o/ yey!!!! Imagina que legal, eu de uniforminho fofo de marinha? <3

      • Werther Krohling

        Olha aí um coelho militar….

      • Pedro Henrique Souza de Assis

        @jujubavi:disqus

  • Gradash

    Tarik falou que por causa das armas americanas que de vez em quando tem um maluco que sai matando todo mundo… Bem Tarik então me explica uma coisa.

    http://msalx.vejasp.abril.com.br/2015/05/13/1417/alx_grafico-taxa-obitos-arma-fogo-mundo_original.jpeg
    Por que o Brasil que é um país onde é TOTALMENTE proibido armas de fogo tem 21,9 homicídios por arma de fogo a cada 100.000 habitantes e os estados unidos tem 10,2?

    Outra coisa, Suíça nem aparece neste gráfico mas lá é ainda mais fácil de conseguir armas que nos EUA, e eles tem uma taxa ÍNFIMA de assassinatos.

    Até o Pirula já fez um ótimo vídeo sobre isto que ele chegou a resposta mas como sempre quis ficar em cima do muro, não é liberar ou proibir as armas que gera assassinatos, é a desigualdade. Ao ponto que entre os países desenvolvidos o EUA é o com o maior índice, e por uma coincidencia absurda da natureza também é o com a maior desigualdade.

    Agora a pergunta que vem é? O que causa desigualdade? Desigualdade é em sua maioria causada por governos tirânicos que querem mandar em tudo e prendem a população em suas regrinhas. E o Brasil é um destes países onde para você poder abrir uma empresa é um INFERNO, para contratar uma pessoa? UM INFERNO AINDA MAIOR. Onde 103% do seu querido salário vai para o governo para bancar toda a sua corrupção e bancar os lindos honorários de uma cambada de escorado no serviço público. Uma pessoa que recebe 1000 reais por mês na realidade recebe 2030 reais, porém os 1030 adicionais vão para o “queridinho” governo que sabe gastar o seu dinheiro melhor que você, construindo pontes de 5000 reais por 1.000.000.

    • Paulo Roberto Galliac

      Esses reacionários com cabeças de estegossauros com argumento falho como suas sinapses. Só falácia. Então é contra pagar imposto? Não pague. Mas também não faça uso de NENHUM bem público. Não use luz pública, água, telefone e muito menos a segurança pública. Faz uso de algo que não paga é o que? Além de hipocrisia é roubo. Compre um bola de volei e viva em uma Ilha longe de tudo e todos. Anarcocapitalismo é uma piada pronta vivem da ficção e de nenhum modelo funcional real. Alias o modelo de pensamento já se mostra falho por N fatores.

      • Paulo Roberto Galliac
      • Gradash

        Eu pedi para usar eles? Não, eu pedi para bancar eles? Não. E outra nem mesmo sou inteiramente contra governos, sou contra SUSTENTAR VAGABUNDO, sustentar LADRÃO, CORRUPTO E ASSASSINO pois quantos morrem em hospitais por causa do dinheiro que eles roubam.

        Eu sou a favor de que países sejam no tamanho máximo de uma cidade pequena como é o caso de Luxemburgo, Mônaco e até o Vaticano. Se o presidente do meu país fosse o prefeito, eu poderia muito bem ir lá e dar um tapa na orelha dele, agora posso fazer isto com aquele filha da puta do Lula? Posso fazer isto com aquela jumenta da Dilma? Posso mandar o Aércio ir tomar no cú?

        Não quero sustentar estes deuses intocáveis, não quero sustentar juiz ganhando 50 mil reais e achando pouco, não quero sustentar vagabundo em prefeitura que vai trabalhar uma vez por ano e quando vai fica só lá para dizer que foi.

        Se pudesse, não faria uso das estradas deles, da luz pública deles ou de QUALQUER MERDA que eles me enfiam goela abaixo, mas eu posso? Não. Você pode falar “então se mude para outro país”, eu me mudaria se todo o meu dinheiro não tivesse ido para sustentar esta cambada de vagabundo e eu não estivesse aqui fudido trabalhando em serviço informal recebendo menos de um salário mínimo para não passar fome por causa destes FILHAS DA PUTA que saquearam o país e a TODOS, eu e até VOCÊ. Mas pelo jeito como os defende, também está ganhando a sua parte ai então. É servidor público? Provavelmente, é fácil defender um sistema corrupto quando seu salário está em dia por os otários aqui sustentam este sistema podre.

      • Jones Gonçalves

        Aqui está parte dos impostos que voce alegremente paga em nosso Brasil, veja bem 3 dias de estadia!
        “A presidente do Brasil poderia ter ficado na embaixada, mas escolheu o hotel pois acreditava que ele facilitaria “o trabalho de rotina”

        A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, parece viver à margem dos ditames da austeridade e da pobreza de que o Papa fala.

        Durante a sua estadia em Roma para assistir à missa de inauguração do pontificado do Papa Francisco, Dilma revelou que o Governo do Brasil viaja em grande estilo.

        Em vez de ir para a embaixada do país em Roma, o que é normal em uma viagem deste tipo, a comitiva em que viajou a Dilma Rousseff, 4 ministros, guarda-costas e pessoal de apoio, escolheu ficar em um hotel da cidade.

        A embaixada brasileira está localizado em uma mansão no centro da capital e teria sido completamente gratuita. Mas, como relatado pelo jornal brasileiro “Folha do Brasil” Rousseff reservou 52 quartos em um hotel de luxo e fez uso de 17 carros em sua estadia de 3 dias no Vaticano.

        Neste estabelecimento, paga-se pela noite pelo menos 700 euros, e 6.000 euros pela suíte. De acordo com um porta-voz da presidência, isto foi feito pois “assim o trabalho de rotina é mais fácil.” [faz sentido] Além disso, a representação do Brasil em Roma carece no momento de embaixador.”
        “O valor informado pelo Itamaraty por si só é um descomunal absurdo, mas a conta que cabe aos brasileiros é ainda maior porque há o custo do deslocamento do avião presidencial. Considerando apenas os R$ 324 mil, o entourage palaciano conseguiu a proeza de torrar em uma saída para a missa o equivalente a 478 salários mínimos, montante que um reles trabalhador demoraria quarenta anos para conseguir.

        Levando-se em conta que Dilma Rousseff descobriu a fórmula mágica de derrotar a miséria com R$ 80 mensais, o valor gasto em Roma seria suficiente para manter 38 pessoas, durante dez anos, longe da chamada linha da miséria extrema.”

    • Jun Ohashi

      Olá Gradash, sobre um maluco q sai matando geral, o q entendo é literalmente isso mesmo , o cara é “maluco” , o motivo é diferente . Aqui no Brasil, acredito eu , q a maioria das mortes por armas de fogo acontecem por causa de assaltos .

      • Gradash

        Não só isto, meu primo é policial e falou que no Brasil a quantidade de assassinatos é absurda, pois não entram nas estatísticas os crimes passionais, por exemplo marido matou mulher, mulher matou marido e por ai vai, pois estes crimes são cometidos usando facas, pedras, espancamento, etc.

    • Marcelo Rigoli

      Vou me meter aqui e responder pelo Tarik. Eu acho que estamos falando de duas coisas diferentes. Os dados apresentados aqui se referem a taxa geral de mortalidade por armas de fogo, isso inclui qualquer incidente. Existem países na lista que estão abertamente e conflito de guerra, o que é um viés se formos analisar esses dados como um parâmetro de violência urbana. Acredito que o que o Tarik quis dizer foi que o fácil acesso a armas de fogo, de forma indiscriminada e mal regulamentada, pela população geral aumenta muito a chance de incidentes. Incidentes esses que não necessariamente são promovidos por violência urbana, como aqui. Os fatores que promovem esses índices são diversos, entre eles estão a falta de acesso a educação, moradia e outras necessidades básicas, baixo policiamento, legislação branda e/ou judiciário falho, baixo investimento em segurança etc… Coisas que são muito menores nos EUA e que mesmo assim, devido ao fácil acesso às armas, ocorrem situações de morte por arma de fogo.

      • Gradash

        Assista a série de vídeos do Pirula que fala sobre isto, ele passa todos os dados, fontes e afins sobre o uso de armas. O Brasil é um dos países com a maior regulamentação de armas do MUNDO, e é o país NÃO EM GUERRA com a maior taxa de mortes com armas de fogo do mundo também.

        Enquanto isto suíça é um dos mais liberais para se ter armas, basicamente sem regulamentação nenhuma (pois lá eles promovem muito a caça) e a taxa deles chega a ser uma piada de tão baixa. E outro um dos estados americanos mais liberais para armas (muda de estado para estado) é o Texas e é o que tem menos destes malucos saindo mantando geral.

        • Marcelo Rigoli

          Que legal que ele gravou sobre isso, tens o link meio a mão? É sempre complicado compilar dados sobre isso! Valeu pela dica!

    • Pedro Henrique Souza de Assis

      Gradash, tem alguns pontos que eu gostaria de comentar a respeito desse gráfico apresentado.

      Primeiramente, não há a data da informação. O SIM possui uma análise regular das taxas de mortalidade por arma de fogo, porém não está informado se foi ao ano, semestre ou se são dados atuais.
      Mais uma coisa sobre o gráfico. Ele compara diversos países, porém utiliza as fontes apenas do Sistema de Saúde (MS). Será que as Ilhas Virgens e a Venezuela utilizam o mesmo sistema de análise para as mortes ocasionadas por armas de fogo? Sei que os Estados Unidos não utilizam. A França também não.

      Em segundo lugar, é importante salientar que o SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade) foi criado pelo DataSUS para organizar dados sobre mortalidade no país. Portanto, os indicadores sobre mortalidade do SIM são direcionados à saúde pública e tem como finalidade promover políticas públicas nessa área. Assim, o SIM não consegue trazer dados suficientes sobre a segurança pública, pois não foi criado para isso. O SIM utiliza apenas os dados de Declaração de Óbito (DO) que, como sabemos, necessita apenas da declaração do médico para atestar a causa da morte (artigo 115 do Código de Ética Médica, Artigo 1º da Resolução nº 1779/2005 do Conselho Federal de Medicina e a Portaria SVS nº 116/2009). Isso não explica nada sobre violência, ou o porquê das mortes.

      Os dados sobre mortes ocasionadas por armas de fogo são um problema no Brasil, pois cada estado utiliza um indicador diferente para gerar os dados. São Paulo e o Rio de Janeiro são os estados que possuem os melhores dados sobre violência, pois fizeram um massivo investimento em instituições dedicadas à pesquisas na área da Segurança Pública. Os estados do Norte e Nordeste não fizeram isso. Não significa que o Piauí tenha menos mortes derivadas por armas de fogo em comparação proporcional ao estados do sudeste.

      No Rio de Janeiro, como exemplo, a política de Delegacia Legal e a criação de Institutos de Segurança Pública trouxeram uma maior visibilidade para os dados e informações públicas sobre sua criação. Dessa forma, é possível fazer uma crítica de como é a violência causada por armas de fogo no Rio de Janeiro e em que sentido ele se perpetua.

      Não queria ser o chato fazendo o contraditório. Queria apenas demonstra o quanto é complexo fazer afirmativas sobre violências causadas por armas de fogo no Brasil.

      Lembre-se os regulamentos não servirão de nada, senão olharmos atentamente para dados sobre mortalidade causados por armas de fogo. O Brasil possui as melhores leis do mundo, porém a realidade é outra.

      Abraços fraternos.

      Obs.: Dê uma olhada no Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Lá tem uma série de indicadores sobre violência, inclusive sobre mortalidade derivada de arma de fogo. O site possui um anuária que traz informações sobre as violências de diversos estado. vala a pena conferir.

      • Gradash

        A data do gráfico é de 2008, pelo visto não leu o que escrevi.

  • Márlon Luiz

    Que episódio maravilhoso… nunca imaginei que um podcast sobre ciência iria tratar de um tema como esse. Posso afirmar que vai ser um dos meus favoritos. Gostei muito dos poemas e textos lidos pela equipe (principalmente o primeiro, lido pelo Tarik) e dos livros citados durante todo o episódio, com certeza tentarei ler/comprar todos eles, inclusive os livros dos textos lidos.

    • Márlon Luiz

      Mais dois comentários: Quando foi falado sobre o 11 de setembro, assim como o Barbado, eu também estava esperando para ver desenho na televisão… lembro-me de ficar aborrecido por que não começava Sailor Moon (não me lembro em qual canal) pois só falava sobre (inicialmente) um possível acidente com um avião; só quando cheguei na escola que soube que era um ataque. Hoje, gostaria de ter tido mais maduridade, na época, para entender o verdadeiro significado do ocorrido e ter prestado mais atenção.

      • Fernando Malta

        Na época, as próprias pessoas não sabiam bem o que isso significava. O engraçado dos eventos históricos é que não temos dimensão de sua repercussão histórica naquele momento. O que parece ser pífio pode ter uma repercussão gigantesca; o que parece ser colossal pode ser somente mais uma vírgula.
        Por exemplo, quando Henrique I assinou a Magna Carta, ele estava só solucionando um problema dele, daquele momento. Com certeza não tinha noção de que seria o primeiro passo para a queda do absolutismo, séculos depois; ou os primórdios de um governo constitucionalmente legítimo.
        É justamente essa dificuldade do cientista – no caso, o historiador – do seu objeto de estudo – o fato, a sociedade, o “presente” – que faz com que muitos rebaixem a História (e as Ciências Sociais como um todo) a uma proto-ciência (ou, no máximo, “soft science”). Besteira no meu ponto de vista: temos diversos filósofos do método que já superaram essa questão.
        Mas isso é assunto pra um podcast futuro. ;-)

        • Willian Spengler

          “Em Física ou Química ampliamos nossas idéias relativamente aos fenômenos, observando como eles decorrem, quais suas afinidades, como se associam ou como reagem. Mas todas estas propriedades são apenas diferentes aspectos da mesma coisa, e nosso conhecimento dela é a soma total de nossas análises. Ninguém pergunta o que é um elemento — exceto em termos de outros elementos. Seu significado tem mudado, na medida que se amplia nosso conhecimento, de um montão de lama para um composto de elementos. A interpretação de fenômenos físicos, portanto, é a sua descrição em termos de suas propriedades mesmas. O mesmo acontece com a História, mas em vez da descrição temos a narrativa. Pois a História difere das ciências naturais neste fato fundamental: enquanto as ciências naturais consideram os fenômenos do ponto de vista do espaço, a História encara-os do ponto de vista do tempo”. (SHOTWELL, James T. . A Interpretação da História e outros ensaios. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1967, p. 10)

      • Juliana Vilela França

        Sailor Moon! <3 Acho que mesmo que a gente não tenha tido a maturidade na época pra entender, é fato que marcou nossas vidas, todo mundo sabe o q estava fazendo no 11 de Setembro.

    • Willian Spengler
  • victor coelho

    a cena foi: eu com os olhos cheios de lagrimas com a leitura do trecho de Nada de novo no Front, então marcelo comece a cantar

    • Fernando Malta

      Acabou que não combinou TANTO assim, né, Victor? Mas espero que tenha curtido. Pelo menos de um dos dois. =P

      • victor coelho

        Nada, foi até bom, ia pegar muito mal pra mim começar a chorar no meio do trabalho kkk

  • Quero saber onde estão os Scicasts de física!

    • Fernando Malta

      Você ouviu o de Einstein duas semanas atrás? ;-)

      • Ouvi sim :D excelente podcast. Só falei de “zoeira”. hehe

        • Willian Spengler

          :P

  • Quanto a questão do exército fazer o papel da PM, eu esperava que vocês comentassem algo sobe o trabalho do exército no Rio ocupando favelas e durante a segurança nas olimpiadas.

    • Fernando Malta

      Nós comentamos por alto a questão, Matheus. Não tínhamos tanto tempo para nos focar nisso, ante a extensão da pauta, e seria temeroso fazermos observações superficiais. Mas se quiser deixar registrado seu ponto aqui, fique à vontade!

  • Ronan

    Além de um ótimo passa tempo com muito aprendizado consegui mais um possível bom livro para ler /o/

    “Nada de novo no fronte” está oficialmente na lista hahaha.
    Sun Tsu está na lista para reler a um bom tempo =x

    • Willian Spengler

      É uma obra SENSACIONAL, te garanto! “Este livro não pretende ser um libelo nem uma confissão, e menos ainda uma aventura, pois a morte não é uma aventura para aqueles que se deparam face a face com ela. Apenas procura mostrar o que foi uma geração de homens que, mesmo tendo escapado às granadas, foram destruídos pela guerra”.

  • Calista Jubilee

    Ave Deviantes!
    Vovô Jubilee (para Jujuba: se lê Jubili) é militar reformado e assim como o Barbado também pensei em seguir carreira militar, mas não foi meu peso que me afastou, foi minha tendência a esquerda. Acho que seria um ~pouco~ conflitante criticar a ditadura militar sendo militar.
    Vocês me fizeram me sentir um pouco velha, já que me lembro do Plantão da Globo da primeira guerra do Iraque e do meu pavor de estourar uma guerra mundial e saber que meu avô e meu pai teriam idade para ir lutar. Estava em uma sorveteira em uma cidade litorânea de São Paulo e se bobear consigo lembrar o sabor do sorvete que pedi. Na queda das torres gêmeas já trabalhava e acompanhei pela Internet assim como o Tarik. Só que dessa vez não fiquei pensando em guerra mundial, já estava escolada :p
    P. S.: Assim como o Spengler tinha medo de uma guerra nuclear. Uma vez falei na escola que esse era meu maior medo e obviamente sofri bullying por anos.
    P. S. 2: Tarik, a fanpage da sazon está cheia de receitas de beterraba.
    P. S. 3: Alguém que toma café com leite condensado não pode ser mau humorado. Olha as máscaras caindo

    • Willian Spengler

      Tinha um episódio do Globo Repórter, transmitido no anos 80 (antes de Chernobyl), que tratava sobre guerra nuclear. Lembro que era sinistro, uma vibe meio The Day After!

      • Calista Jubilee

        Desse Globo Repórter eu não lembro, mas Chernobil e The Day After me deixaram traumatizada pro resto da vida.

  • O Maia

    Guaxinim faltaram as referências geográficas, principalmente do livro do Yves Lacoste com o titulo A Geografia serve antes de mais nada, para fazer a Guerra.
    Sou de Macapá AP, professor de Geografia e informática. Aqui na capital cortada pela linha do equador tem a maior fortificação, Fortaleza de São José, ver mais detalhes na wikipedia https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Fortaleza_de_São_José_de_Macapá

  • Caraca, o trecho de Quincas Borbas de Machado de Assis foi muito esclarecedor!

    Os episódios estão demais!

  • Marcelo Rigoli

    Uma das coisas que eu mais gosto dos casts de história, além da participação do nosso querido time, é a quantidade de coisas que me dou conta de que não havia me questionado de por que são como são. Por exemplo, por que o espírito nacionalista no exército brasileiro e na maioria do ocidente. Muito bom o cast!

    • Fernando Malta

      Ainda planejo (e aí é desejo pessoal mesmo, nem joguei pro grupo) fazer um cast SOBRE nacionalismo. Origens políticas, psicossociais e biológicas e consequências na história do mundo.
      Ao som da Marselhesa.
      Será épico.
      =D

      • Marcelo Rigoli

        Count me in! Seria um assunto excelente e muito multidisciplinar!

      • Luciano Faria Abel

        Nacionalismo, bom ou ruim? Pronto já fiz minha parte, agora é só montar o time. Contigo o Marcelo e Eu já são 3. Bora fazer esse cast ai.

      • Jones Gonçalves

        Ai vai Nacionalismo, Regionalismo ou bairrismo??? Pq algo que vejo nas minhas andanças pelo Brasil a fora sao as diferenças entre a galera do Sul e do centro oeste, tipo o Regionalismo sulista no qual muitos sabem de cor o hino do estado e muito pouco o hino nacional, fora é claro a vertente separatista do Rigoli! kkkk

  • Luciano Faria Abel

    Primeira mente quero esclarecer que, apesar de gostar muito da Jujuba do Guaxa e do Tarik, eu sou time Fencas!!
    Apenas como curiosidade quero compartilhar a existência desse livro com vcs. O Príncipe de Maquiavel com os comentários de Napoleão Bonaparte, da editora Hemus. Existe um com os comentários do Hitler, mas esse nunca foi publicado em português, mas é possível achá-lo em espanhol.
    Segue a foto da capa do com os Coments do Napu!
    No mais excelente cast! Abraço a todos.
    Luciano Abel (39 anos) – Miçangueiro dono de livraria – São Lourenço do Sul/RS
    Minha fanpage: http://www.facebook.com/pseudo.filosofo.oficial

    • Fernando Malta

      Eu tenho um time!!! Ç_Ç
      Obrigado, Luciano!

      • Luciano Faria Abel

        Tipo, não é qualquer um que pode fazer comentários sobre o livro, o cara leu e aplicou na prátia as teorias do cara! Mas ele tb não pode falar muito pq ele falhou na última parte, “Manter-se no poder”.

    • Willian Spengler

      Eu tenho na versão pocket:

      • Luciano Faria Abel

        Eu tenho uma outra ainda, outra capa, mas não achei pra postar.

      • Soymara Ribas

        Excelente livro

    • Marcelo Rigoli

      @lucianofariaabel:disqus Também li esse comentado pelo Napoleão Boas Partes (Ui). Não sabia que tinha com comentários do Hitler, deve ser interessantíssimo! Vou ver se acho!
      Abraços separatistas! (sqn)

      • Luciano Faria Abel

        É difícil de achar. Aqui no Brasil as pessoas confundem muito conteúdo com ideologia. Qualquer coisa que venha do Hitler é boicotada. O Próprio Mein Kump ta numa briga judicial desde que caiu em domino público. Quando essa patrulha do politicamente correto cai em cima é foda. Não que eu concorde com as ideias deles ou tenha algum interesse. Já li o livro em inglês e achei pifio, um textículo (olha o X ali!!!) ultranacionalista como tantos outros da época. Mas não tem realmente nada de mais, o livro só foi boicotado por causa de quem é o autor. O que é uma pena,pq bom ou ruim, é um documento histórico importantíssimo.

        • Marcelo Rigoli

          Infelizmente se confundem certas coisas e o conhecimento é que sai perdendo.

  • Soymara Ribas

    Gente excelente cats como sempre mas, estou esperando o desafio com Jujuba e Fencas.

    • Fernando Malta

      ^^”
      Um dia!

  • Willian Spengler

    O sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina foi construído quase integralmente durante o século XVIII, com o objetivo de consolidar o domínio português nessa região, que se configurava como ponto estratégico fundamental para navegação e ocupação do sul do continente americano.

    As construções mais significativas desse sistema são as fortalezas de Anhatomirim, Ponta Grossa e Ratones, que formavam o triângulo defensivo da Barra Norte da Ilha de Santa Catarina e a Fortaleza de Araçatuba, na Barra Sul. Posteriormente foram construídos ainda os fortes de Santana, Santa Bárbara, São João, Lagoa, São Francisco Xavier e São Luiz (estes quatro últimos já desaparecidos), além da Bateria de São Caetano e do Forte de Naufragados (este já no século XX). Além das fortalezas da Barra Norte, os fortes de Santana e Santa Bárbara estão restaurados e abertos à visitação. Araçatuba, Naufragados e São Caetano permanecem como ruínas.

    Para aqueles que visitarem Florianópoliss, não deixem de conhecê-las! É uma verdadeira viagem no tempo!

  • Luciano l

    Eu odeio ver as fotos dos podcasters depois de ouvi-los a muito tempo… eles nunca têm as caras que eu estava imaginando. que ódio!!! #teamGruaxaRik #JujubaDoce #RIPSilvar #MalditoFencas hehehehe

    • Fernando Malta

      =(
      Eu sou legal, cara.

      • Luciano l

        Hahahah eu sei mas não deu pra perder a piada!!!… suas contribuições são o que fazem do scicast um dos meus podcasts favoritos… tipo top 1…

        • Fernando Malta

          o/

  • Soymara Ribas

    Quando falaram sobre sistemas defensivos com forte me lembrei do forte príncipe da beira aqui de Rondônia que fica na cidade de Costa Marques que foi usado para evitar invasões dos espanhóis.
    Projetado pelo arquiteto italiano Domingos Sambucetti, que morreu de malária durante a obra, a construção está localizada às margens do Rio Guaporé, na fronteira do Brasil com a Bolívia, no município de Costa Marques (RO). A função do forte inaugurado em 1783 era guardar os limites entre os impérios português e espanhol. Quando a ocupação da região já estava consolidada, perdeu sua função e acabou abandonado.
    Que infelizmente esta abandonado hoje em dia.
    http://www.injipa.com.br/noticias/index.php?option=com_content&view=article&id=242:historia-forte-principe-da-beira-arqueologia-resgata-historia-de-forte-abandonado-em-rondonia&catid=52:amazonia

  • João Paulo

    Aquele momento em que você ouve a abertura do Tarik no Podcast e acaba cuspindo o que estava comendo no volante do carro. ¬¬’

  • Willian Spengler

    Primeira reportagem sobre a 1a Guerra do Golfo, do Jornal Nacional
    https://www.youtube.com/watch?v=LPRy5sQxMRw

  • Darley Santos

    Primeira vez que escuto o podcast e achei uma iniciativa muito bem-vinda. Não sei a quanto tempo existe, mas também não é a primeira vez que escuto falar do Scicast, vossa boa fama os precede. Amei a forma leve e acessível como vocês tratam os assuntos abordados, desde a explanação acerca da evolução histórica até as citações pertinentes, vocês tornam assuntos assim, conhecidos como chatos na escola, surpreendentemente convidativos!
    De fato, o poder bélico é essencialmente tecnológico, guerra e tecnologia estão intrinsecamente interligados… Uma questão que acho bem interessante é o poder bélico nas mãos de grupos privados, isto é, corporações privadas atuando na área de segurança. Li tempos atrás sobre a atuação, ora competitiva, ora cooperativa, de empresas privadas de segurança ( como a Blackwater Worldwide, por exemplo) em conjunto com o exército “das forças aliadas” nas sucessivas guerras contemporâneas no Oriente Médio. Há um histórico da atuação desse grupos em conflitos internacionais… O quão legítimo é a presença e atuação desse grupos nesses conflitos? O cidadão comum tem algum poder de crítica com relação a esse grupos privados?
    Amei também a discussão sobre o aspecto ideológico da guerra, e digo uma coisa, até as piores intenções precisam de um discurso de legitimidade para se fazerem valer, seja um discurso totalmente falacioso ou um discurso de meias-verdades, é preciso acreditar ser certo o que se está fazendo.
    Deixo aqui uma musiquinha da banda Legião Urbana pertinente ao assunto, o nome da música é “A Canção Do Senhor Da Guerra” (tem a versão mais polida dela, mas preferi essa por achá-la mais provocativa e explosiva, kabum!).
    https://www.youtube.com/watch?v=uwGO9hqmP3o

  • Wender Valério

    Quando tento “downlodar” o podcast, me enviam para um site de convert, isso é assim mesmo? mês passado não acontecia isso.

    • Fernando Malta

      Se você clicar em “baixar”, baixa direto. Mas se for em “Baixar MP3”, vai prum site de conversão, sim. =)

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