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Scicast #143: Império Bizantino

por em sex 08America/Sao_Paulo jul 08America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 32 comentários

Scicast #143: Império Bizantino

Onze séculos de História. Romanos e ao mesmo tempo “Não-Romanos”. Falavam o grego e não o latim, tinham seu próprio estilo de cristianismo, seus ícones, incríveis catedrais e patriarcas.

Bizâncio conheceu dezenas de imperadores, cesaropapas, santos, heresias, guerras, momentos economicamente prósperos, crises agrícolas, comerciais e cantorias. Sim, cantorias, vocês entenderão. Fiquem com o Império Bizantino!

Capa143

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Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: Matheus Professor BarbadoRoberto PenaWillian Spengler e Juliana VilelaArte da Vitrine: Google Imagens

 

 

Comentado no Episódio e Leituras complementares:

FRANCO JUNIOR, Hilario e ANDRADE FILHO, Ruy de Oliveira. Império Bizantino. São Paulo: Brasiliense, 1995.

SCHERMANN, Sergio F. Alois. O reino de Deus na Terra: o Império Bizantino. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; CABRAL, Ricardo Pereira; MUNHOZ, Sidnei (org). Impérios na História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

WELLS, Colin. De Bizâncio para o mundo: a saga de um império milenar. Rio de Janeiro: Difel, 2011.  

MARTIN, Thomas R. Roma Antiga, de Rômulo a Justiniano. Porto Alegre: L&PM, 2012.

Série do History Channel intitulada “Construindo um Império”, episódio sobre Bizâncio

Série do NatGeo intitulada “Arquitetura Secular”, episódio sobre a Basílica de Santa Sofia.

Série “Bizantine Empire – Justinian and Theodora” – Canal Extra Credits

Série “Extra History – Os primeirs cismas cristãos” – Canal Extra Credits

Bizantinística

Tour virtual pela antiga Mileto

Ilustrações de Constantinopla por Antoine Helvbert

Personagens da cultura pop retratados como ícones bizantinos, pelo artista ateniense Fotis Varthis

Geacron

  • Maowun Maowun

    Opa, Eu ia dormir mas…

  • Gabriel Eiji Uema Martin

    Que satisfação que dá de toda vez que eu entro no site ter conteúdo novo e interessante!

    • Fernando Malta

      Boa, Theodora!
      (pessoalmente, não gosto muito dos Bizantinos no jogo; acho que as habilidades únicas deles são meio “meh”; mas isso mostra o quão bom jogador você deve ser por liderar esta partida! =D)

    • Juliana Vilela França

      Eu gosto de jogar de Catarina =) Aqui no Scicast a gente faz cada jogo que olha… aulas e muitas risadas garantidas com essa turminha do barulho, que apronta muitas confusões XD

      • Willian Spengler

  • Willian Spengler

    Capitão Haddock pediu para avisar que curtiu esse cast!

  • John L. F. Silver

    Depois dessa abertura vou ali me suicidar…

    • Willian Spengler

      Adivinha?! :)

  • Tiago

    Caramba, eu adoro o Scicast. Recomendo para um monte de gente. Isso porque eu gosto de ciência, gosto do clima do Scicast, do ambiente acadêmico, e claro, do conteúdo. Gosto tanto que pago. Mas tem um coisa que me irrita muito são as indiretas esquerdistas. Nesse último cast, aos 47:35 min, soltam a seguinte frase: preconceito contra uma governante mulher, ainda bem que não vivo em nenhum pais assim.

    Não vou entrar no fato que estamos no meio de um processo democrático de impeachment (e de lembrar o que partido da digníssima entrou com o mesmo tipo de processo contra TODOS os presidentes eleitos democraticamente que não pertenciam ao seu partido). E nem no fato que o que derrubou a referenda governante foi a incompetência e não o gênero. Mas o sim o fato que o Scicast é escutado por muitas pessoas em idade de formação de opinião, como secundaristas, e a voz do Scicast possui muita importância nesse período.

    Os integrantes do Scicast podem ter um pézinho na esquerda, podem ser comunistas podem até até marcianos, é direito de vocês, mas peço que não caia no erro muito comum – e veementemente negada – do nosso sistema educacional: a doutrinação política.

    Então, novamente, só peço cuidado.

    • Fernando Malta

      Grande Tiago! Obrigado pelos elogios. :)

      Sobre seu ponto principal, fui eu que falei isso. E acredite, meu amigo, não sou “esquerdista”, nem mesmo votei na presidente afastada. Por outro lado, o fato de eu não apoia-la ideologicamente não fecha meus olhos às potenciais injustiças por ela sofrida. Não estou falando de perseguição, impeachment ou coisa assim – sinceramente não vejo qualquer ligação entre este processo e machismo -, mas de coisas escabrosas como, só para citar um exemplo, aqueles péssimos adesivos da mesma para se colocar perto de um tanque de combustível. Neste ponto, acho difícil alguém discordar que é, no mínimo do mínimo, um baita desrespeito àquela que ocupa(va) a chefia do Executivo nacional.

      Sobre o outro ponto, de doutrinação, é um debate interessante. Inclusive, que está em voga por conta da discussão desses projetos de “escola sem partido”. Acho improvável um ouvinte apontar que “doutrinamos” para qualquer espectro político (até porque, ainda bem, a política não se resume só na dicotomia esquerda-direita). Inclusive, dentro da equipe há ENORME divergência de posicionamentos políticos. Volta e meia discutimos (sadiamente) sobre isso, estre nós. Mas meu ponto é que, ainda que esteja longe de ser O interesse deste projeto, é impossível, simplesmente impossível, falar de forma absolutamente não-ideológica. Podemos equilibrar, apontar os dois, três, quatro, mil lados, mas não há como passar qualquer conteúdo retirando em absoluto o aspecto ideológico. Ao escrever assim, dessa forma, pra você, estou usando sendo político, logo passo uma ideologia, uma agenda própria. O ponto, acho eu, é sermos moderados o suficiente para não desprezar aquilo que discordamos (até pra aprender coisas novas e, por vezes, repensar o próprio posicionamento), dialogar com o máximo de partes possíveis e, no fim, para este projeto, focar neste conteúdo lindo de meu deus que você mesmo elogiou no início.

      Grande abraço!

    • Fernando Malta

      Grande Tiago! Obrigado pelos elogios. :)
      Sobre seu ponto principal, fui eu que falei isso. E acredite, meu amigo, não sou “esquerdista”, nem mesmo votei na presidente afastada. Por outro lado, o fato de eu não apoia-la ideologicamente não fecha meus olhos às potenciais injustiças por ela sofrida. Não estou falando de perseguição, impeachment ou coisa assim – sinceramente não vejo qualquer ligação entre este processo e machismo -, mas de coisas escabrosas como, só para citar um exemplo, aqueles péssimos adesivos da mesma para se colocar perto de um tanque de combustível. Neste ponto, acho difícil alguém discordar que é, no mínimo do mínimo, um baita desrespeito àquela que ocupa(va) a chefia do Executivo nacional.
      Sobre o outro ponto, de doutrinação, é um debate interessante. Inclusive, que está em voga por conta da discussão desses projetos de “escola sem partido”. Acho improvável um ouvinte apontar que “doutrinamos” para qualquer espectro político (até porque, ainda bem, a política não se resume só na dicotomia esquerda-direita). Inclusive, dentro da equipe há ENORME divergência de posicionamentos políticos. Volta e meia discutimos (sadiamente) sobre isso, estre nós. Mas meu ponto é que, ainda que esteja longe de ser O interesse deste projeto, é impossível, simplesmente impossível, falar de forma absolutamente não-ideológica. Podemos equilibrar, apontar os dois, três, quatro, mil lados, mas não há como passar qualquer conteúdo retirando em absoluto o aspecto ideológico. Ao escrever assim, dessa forma, pra você, estou usando sendo político, logo passo uma ideologia, uma agenda própria. O ponto, acho eu, é sermos moderados o suficiente para não desprezar aquilo que discordamos (até pra aprender coisas novas e, por vezes, repensar o próprio posicionamento), dialogar com o máximo de partes possíveis e, no fim, para este projeto, focar neste conteúdo lindo de meu deus que você mesmo elogiou no início.
      Grande abraço!

      • Tiago

        Obrigado pela resposta, Fencas.
        No seu texto você tocou num ponto muito interessante – não é política -, mas para não desvirtuar o tema do cast, não me prolongarei.

        Novamente, muito obrigado.

        • Fernando Malta

          Que é isso, rapaz. Sempre que quiser comentar por aqui, portas abertas. =D

        • Willian Spengler
          • Adriano João Silva

            Will, é o mesmo dublador do Chaves né? hehehe

          • Willian Spengler

            Sim! A dublagem clássica de “A Vida de Brian” foi feita pela MAGA (o mesmo “estúdio” que dublou Chaves, Spectreman, Snoopy, O Super Herói Americano). O dublador era o inesquecível Marcelo Gastaldi!

  • samyr87

    Todos os caminhos levam a Roma, ops !!!!, aqui é Bizâncio, sabia que deveria ter virado a esquerda em Albuquerque

  • Tiago Sotero TiagoJedi

    Pessoal, já larguei os 2 gordinhos mais famosos da podosfera. Hoje em dia vcs são os primeiros a ser baixados mas alguns temas eu curto mais que outros, um q adoro é história e por causa de vcs descobri muitos outros podcasts, com o barbado descobri o temacast q faz parte dos ? ? da minha balada. Acreditem vcs estão em todas viagens! Abcs Galera

  • Victor Coutinho

    Para a campanha eleitoral do Tarik:
    “Vote Tarik para prefeito, o que não vai dormir em serviço se for eleito”

    E para a funerária:
    “Funerária Tarik Fernandes, passando a vida acordado em benefício do seu sono eterno”

    • Juliana Vilela França

      GENIAL!!!!! <3

    • Adriano João Silva

      Perfeito cara kkkkk

    • Willian Spengler

      Já tem meu voto.

  • victor coelho

    Gente, muito obrigado por me fazerem parecer um louco rindo insanamente dentro do ônibus enquanto ia para o trabalho, com essa abertura.

  • Yuri Real Franco

    Essa segunda parte da introdução, foi inspirada de algum podcast de maromba?rs

    • Yuri Real Franco

      Sim, é verdade. Gymcast!!

      • Fernando Malta

        o/

  • rice

    Ótimo podcast

    Foi os turcos-otomanos que invadiram, não os arabes, parece besteira mas erros desses faz pessoas estereotiparem o universo islâmico esquecendo suas variedades e vertentes

    Por favor, faz um podcast sobre logaritmo e as revoluções que os logs trouxeram

    • Willian Spengler

      Salve! Primeiramente, agradecemos o comentário. Importante ressaltar que Constantinopla cai nas mãos dos turcos otomanos em 1453. Antes disso, foi vítima de vários cercos, perpetrados pelos godos, persas e dos árabes. Sobre os árabes, normalmente se divide as ações militares de maior vulto em Primeiro Cerco Árabe (674-678, levado a cabo pelos omídias, entretanto) e o Segundo Cerco Árabe (717-718). Saudações!

      • PauloAlbq

        Oi Willian e Rice! Tenho uma resposta de prova comentando isso (Willian, por favor corrija caso tenha alguma bobagem):

        A decadência do Império Bizantino não ocorre da noite para o dia, muito pelo contrário: é resultado de um processo que se alastra ao longo de séculos, e que no ano de 1453 se concretiza através da tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos.
        Bizâncio perde o vigor desde meados do século X, quando se vê pequena frente aos interesses venezianos, que recebem liberdade de comércio e isenção de taxas alfandegárias nos portos de Constantinopla. Em 1204, consequências da Quarta Cruzada eclodem no coração do Império, sendo estabelecido o Império Latino de Constantinopla, que vigora até 1261. Após este ano, Gênova auxilia o Império Bizantino a se reconstruir, e adquire por sua vez inúmeros benefícios comerciais e financeiros, que invariavelmente acabam por prejudicar o próprio Império Bizantino.
        A decadência econômica de Bizâncio também merece destaque. O Estado enfraquece perante a grande propriedade, perdendo o controle sobre as principais fontes de renda, o que faz com que a moeda se desvalorize. As despesas para manutenção do funcionamento da corte, do aparato militar, e os benefícios conferidos à nobreza e ao clero resultam na derrocada econômica do Império.
        A extensão do império é uma ilustração deste panorama: outrora vasto, abraçando desde a Península Ibérica, a Itália e a Grécia, o norte e o nordeste da África e uma pequena porção do Oriente Médio, é reduzido a nada mais que a cidade de Constantinopla pouco antes de sua queda.

  • Forrest Gump

    Pra complementar os podcasts de história, um vídeo da história da humanidade ano por ano de 3200 AC até os dias atuais
    https://www.youtube.com/watch?v=ymI5Uv5cGU4&feature=youtu.be

  • PauloAlbq

    Oi gente!

    Apesar de formado em Administração, fiz algumas eletivas de História na faculdade, o que fez com que eu me apaixonasse ainda mais pela matéria. Na cadeira de Medieval II, estudamos o Império Bizantino, e foi muito massa aprender mais sobre esse povo que quase ninguém conhece mas eu considero pakas. Vou colar abaixo uma resposta que escrevi numa das provas para complementar um pouco o que foi dito no cast. Se tiver alguma bobagem a culpa não é minha, a professora Eliane disse que as todas minhas respostas estavam certas! :p

    O Império Bizantino foi fundado sob a égide da cruz. A religiosidade de fato pauta toda a organização do império, influenciando profundamente as áreas políticas e sociais. Desde a figura do imperador estas ligações já são evidentes, uma vez que o imperador era considerado a manifestação visível de deus. É importante destacar também que, no ato de sua coroação, o imperador deveria jurar pelos direitos e privilégios da Igreja.
    A religião era o cerne do império, e pode ser tomada como o elemento que uniu tão diferentes povos sob uma mesma abóbada: a língua grega e a religião católica ortodoxa compunham a noção de “ser bizantino”. A religião era assunto de trato popular, já que as discussões acerca de temas como o monofisismo e a iconoclastia estavam difundidas na sociedade bizantina. Em 1054, ocorre um evento que vem a se tornar marco: o rompimento das Igrejas do Ocidente e do Oriente, que a partir de então se dividem em Igreja Católica Apostólica Romana e Igreja Católica Ortodoxa. O distanciamento entre o lado ocidental e o lado oriental, primeiramente geográfico e no decorrer dos anos, político, é culminado com a separação religiosa, o que realça ainda mais o papel da religião para o império.

    Por fim, a catedral de Santa Sofia, era a magnum opus da cidade de Constantinopla, e seu tamanho e suntuosidade impressionavam àqueles que a viam: é sem sombra de dúvidas a melhor representação arquitetônica da força que a religião exercia sobre todo o Império Bizantino.

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