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Scicast #77: Memória

por em sex 17America/Sao_Paulo abr 17America/Sao_Paulo 2015 em Destaque, Scicast | 20 comentários

Scicast #77: Memória

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Nós somos basicamente o que lembramos ser e, ainda que inconscientemente, o que escolhemos esquecer. Só amamos ou odiamos porque lembramos e esquecemos coisas e pessoas o tempo todo. Somos súditos e deuses desse complexo mecanismo elétrico e químico em nossos neurônios.

Ao terminar de ouvir esse Scicast, talvez você perceba que imaginação e memória sejam, muitas vezes, tons diferentes do que você pensou que havia vivido, ou mesmo do que você é. E de tão complexo, ainda sabemos muito pouco sobre isso tudo.

Quem sabe um dia não desvendamos completamente como funciona a Memória. Ou não, talvez estejamos limitados pelo nosso próprio objeto de estudo e nunca daremos mais do que leves pinceladas. Seja como for, venha conosco explorar a Memória Humana.

 

Produção/Apresentação/Edição: Silmar Geremia. Coordenação deste episódio: Caroline Freire. Equipe de Pauta: Estrela Steinkirch e Tarik Fernandes. Revisores: Marcelo Guaxinim e Gustavo Simioni.  Convidado Especial: André L. Souza. Foto da Vitrine: Pablo Rigamonti.

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Comentado no Episódio:

 

Filmes e Documentários:

  • The Mystery of MemoryThe Mystery of Memory, the first documentary within the AstraZeneca Nobel Medicine Initiative, is a 30 minute documentary which delves into the foundations of today’s memory research which was laid by early 20th Century Nobel Prize-awarded pioneers, and uncovers how today’s neuroscientists are helping to find new treatments for disorders of memory.
  • Como se fosse a Primeira Vez (50 first dates, 2004):Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.
  • Procurando NemoO passado reserva tristes memórias para Marlin nos recifes de coral, onde perdeu sua esposa e toda a ninhada. Agora, ele cria seu único filho Nemo com todo o cuidado do mundo, mas o pequeno e simpático peixe-palhaço acaba exagerando durante uma simples discussão e acaba sendo capturado por um mergulhador. Agora, o pai super protetor precisa entrar em ação e parte numa busca incansável pelo mar aberto, na esperança de encontrar seu amado filhote. No meio do caminho, ele acaba conhecendo Dory e, juntos, a dupla vai viver uma incrível aventura. Enquanto isso, Nemo também vive uma intensa experiência ao lado de seus novos amigos habitantes de um aquário, pois eles precisam ajudá-lo a escapar do destino que lhe foi reservado: ir parar nas mãos da terrível Darla, sobrinha do dentista que o capturou.
  • Inception (A Origem) (2010, Christopher Nolan): Em um mundo onde é possível entrar na mente humana, Cobb (Leonardo DiCaprio) está entre os melhores na arte de roubar segredos valiosos do inconsciente, durante o estado de sono. Além disto ele é um fugitivo, pois está impedido de retornar aos Estados Unidos devido à morte de Mal (Marion Cotillard). Desesperado para rever seus filhos, Cobb aceita a ousada missão proposta por Saito (Ken Watanabe), um empresário japonês: entrar na mente de Richard Fischer (Cillian Murphy), o herdeiro de um império econômico, e plantar a ideia de desmembrá-lo. Para realizar este feito ele conta com a ajuda do parceiro Arthur (Joseph Gordon-Levitt), a inexperiente arquiteta de sonhos Ariadne (Ellen Page) e Eames (Tom Hardy), que consegue se disfarçar de forma precisa no mundo dos sonhos.
  • Esquecí oque eu ia comentar…. vixe rapáz… que coisa!

  • Wellington Ribeiro

    Vou escutar agora, quero ver o que vou conseguir lembrar no final do episódio. Rsrs

  • Duas semanas seguidas de André Sousa. Primeiro no Nerdcast e agora no SciCast… nice :D

    Estou começando a ouvir agora, mas queria aproveitar para deixar minhas felicitações ao André pela história de vida dele. O cara botou a cara à tapa, desbravou, persistiu e conquistou. Esse está de parabéns :)

    • Em tempo, o Tarik estava QUASE certo:

      The name Gibraltar is the Spanish derivation of the Arabic name Jabal ṬTāriq (جبل طارق), meaning “Mountain of Tariq”. It refers to the Rock of Gibraltar, which was named after the Umayyad general Tariq ibn-Ziyad who led the initial incursion into Iberia in advance of the main Umayyad force in 711 under the command of Umayyad Caliph Al-Walid I. Earlier, it was known as Mons Calpe, one of the Pillars of Hercules

      • Tarik Fernandes

        kkkkkk. Vlw, Marcio.

    • A lembrança mais antiga que tenho é de um dia que estava na casa de um vizinho que morava do outro lado da rua e fiquei brincando de andar com um vagão do Ferrorama dele no chão, como um carrinho, e dele me dar bronca para não estragar o brinquedo… eu devia ter no máximo 3 anos, pois nessa época a minha irmã ainda não era nascida, e ela é 3 anos mais nova do que eu :)

  • Olá pessoal, aqui é o Victor, curti muita coisa lá no G+, então parem de falar mal dessa linda rede social no podcast. Abs!

    • Aslanterna Verde

      Só que se falarem lá, ninguém vai lembrar de ver…

      • Claro que tem que existir uma ampla divulgação, é só estabelecer uma boa estratégia, eu aposto com você que está lotada de gente lá que procura por esse conteúdo.

  • Tiago Enfadonho

    Olá, queria agradecer pela oportunidade de participação por email desse episódio e me desculpar em relação a má escolha de palavras quando disse que as piadas eram “enfadonhas”. Bem, por pura ignorância e falta de conhecimento da palavra, acabei utilizando-a erroneamente, não escolhendo uma palavra para melhor representar as piadas de vocês. Ficou muito confuso, más a ideia que queria passar era de comparação às brilhantes piadas ao estilo “A praça é nossa”. Pelo menos já estou ciente e espero não cometer mais erros fatais como esse no futuro. Obrigado mais uma vez :D

  • Parabéns pelo programa e ao convidado: sempre são interessantes os podcasts em que o André Souza participa.

    Gostaria, no entanto, de apontar alguns incômodos. Senti que o tom geral desta edição foi o de naturalização de uma certa noção de memória que, do ponto de vista social, é bastante problemática: a ideia de que a memória seja meramente um dispositivo de armazenamento e posterior coleta de informações. Existe toda uma tradição crítica, nos campos da filosofia, das ciências sociais e da psicologia social — que envolve autores como Bergson, Halbwachs, Jeudy, entre outros, e sobretudo Ecléa Bosi no contexto brasileiro — que aponta os problemas desta maneira de enxergar a memória. Memória é, antes de tudo, uma invenção social, mais do que armazenamento e coleta: a própria ideia de “memória falsa”, neste sentido, é bastante problemática, pois de algum modo toda memória é ao mesmo tempo falsa e verdadeira em si mesma.

    A própria analogia do computador (pela qual a memória humana é comparada a uma estrutura composta por memória RAM e por armazenamento em HD), citada na gravação de algum especialista que vocês colocaram no meio do programa, é bastante problemática pois ela apenas indica a dificuldade com que temos de lidar com o problema para além dos dispositivos com que lidamos usualmente.

    Mais do que produto do passado, a memória é sempre invenção do presente, de seus condicionamentos e contingências.

    Além disso, o programa tomou esta noção de memória como um armazém de informações de tal forma positiva que acabou ignorando a necessidade do esquecimento como um processo socialmente relevante e mesmo necessário, como brinca o clássico conto ‘Funes, o memorioso’, de Borges. O mesmo vale para a escola: sua função ideológica (em condicionar corpos e mentes para obedecerem normas sociais de forma dócil e subordinada, já amplamente denunciada por muitos autores, de Ivan Illich a Foucault, passando por intelectuais tão díspares quanto Paulo Freire e Jacques Rancière) foi naturalizada e mesmo celebrada.

    Fica a sugestão de um texto clássico e bem bacana que apresenta um panorama desta problemática: http://www.ieb.usp.br/publicacoes/doc/estagio_arquivo_2012_artigo_rieb3401_1348517923.pdf

  • Muito bom o programa. Parabéns a todos

  • Aslanterna Verde

    Gostei do cast, foi muito bom, e tocou em muitos pontos que geralmente não escuto quando vejo discussões sobre o tema. Mas senti falta de vocês falarem mais a fundo sobre a função evolutiva do esquecimento. Esquecer em nossa espécie é demasiado importante em diversas situações, pois justamente nos permite “limpar o ruído” de experiências negativas do passado, e excesso de informações não úteis, nas nossas práticas e vida cotidiana no decorrer da vida. A tão sonhada hipermemória que alguns acham ser uma dádiva a permitir que passemos em todos os concursos e aprendamos tudo pode ser uma terrível maldição. Imagine lembrar-se todos os dias, com detalhes, da morte e da dor da perda de um ente querido…

    No mais, esqueci o que ia complementar… Não é piada, esse esquecimento pega!!!

    • Pablo Rodrigues

      Eu fui perceber tal coisa dita em um episódio de House, acho que da sétima temporada se alguém quiser procurar

  • Guest

    Qual o podcast sobre o One Piece que foi comentado no final do Cast? Falaram tão rápido o nome que eu não consegui escutar mesmo repitindo várias e várias vezes!

  • Rafael Pereira

    Já ia esquecendo… Cast muito… ah… muito…. como é mesmo aquela palavra..?

  • Rafael Pereira

    André é muito bomo

  • Sinval Felisberto

    Hum? Quê?

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