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Scicast #70: Eletricidade

por em sex 27America/Sao_Paulo fev 27America/Sao_Paulo 2015 em Destaque, Scicast | 14 comentários

Scicast #70: Eletricidade

SciCast_MP3Cover

Numa dessas tempestades faltou energia na sala de aula do SciCast. Justamente no dia que recebemos a visita de Bluehand (sim, ele mesmo), durante a aula do professor Pena. Então, entre gritos e a luz de velas, conversamos sobre aquela que sem a qual não viveríamos no mundo de hoje, a água Eletricidade.

Preparem suas gaiolas de Faraday para este eletrizante episódio em que falamos sobre como o Alessandro, para dar a “volta” no Luigi, construiu uma pilha com perfumados lenços umedecidos. Descubra como uma ideia de bêbado baseada no desenho do pica-pau sobre o Benjamin Franklin provou que raios eram manifestações elétricas e como o ser humano é retardado ao ponto de brincar por séculos de dar choquinhos nos outros. Pense bem antes de achar que você está protegido de raios dentro do seu carro por causa dos pneus. E NÃO eletrifique a gaiola do seu hamster (mas se for fazer, mande um vídeo pra gente, #pfv).

Produção e Coordenação Geral: Silmar Geremia.  Coordenação deste episódio: Estrela Steinkirch. Equipe de Pauta: Tarik Fernandes e Cristian Gomes Revisores: Marcelo Guaxinim e Caroline FreireApresentação: Silmar GeremiaEngenharia de Som: Silmar GeremiaEdição, Sonorização e Mixagem: Silmar GeremiaConvidados Especiais: Roberto Pena e Caio Boiteux (BlueHand)Foto da Vitrine: Pablo Rigamonti.

 

Diretoria:

 

Arte dos Ouvintes:

Comentado no episódio:

 

Filmes e Séries:

Mythbusters S05epi29 – A bateria de Bagdá foi reproduzida com materiais que estavam disponíveis na época e foram avaliadas as suas funcionalidades, a bateria gerou uma corrente elétrica que permitiu a realização de galvanização de materiais, uma placa de zinco e cobre foram submetidas ao processo com resultados positivos. Outro teste foi a acupuntura, no qual a corrente elétrica estimularia os nervos, se mostrando plausível. O último teste foi para a “punição divina”, transmitindo corrente elétrica de diversas baterias a um metal o penitente levava choques por sua má conduta.

Penny Deadful: Em Penny Dreadful, alguns dos personagens mais famosos e assustadores da literatura mundial, como o Dr. Frankestein e sua criação, o eternamente jovem Dorian Gray e icônicas figuras do romance Drácula, estão todos vivendo nos cantos obscuros de Londres Vitoriana. Um Thriller psicológico que mescla histórias de terror clássicas e histórias originais em um drama inteiramente novo.

Voyage en électricité (Viagem na eletricidade): animação francesa, de 1981, em 26 episódios de cerca de cinco minutos, criado por Jacques Rouxel. Mostra conceitos básicos do que é a eletricidade e como ela é usada no nosso dia-a-dia.

Revolution (1ª Temporada 2012; 2ª Temporada: 2013): Nossa vida inteira depende da eletricidade, portanto, quando um grande apagão toma conta do mundo, a situação se modifica completamente. Aviões caem do céu, hospitais fecham suas portas e a tecnologia se torna algo do passado. Um grupo de pessoas luta para sobreviver e se reunir com seus entes queridos em um mundo onde todas as formas de energia desapareceram misteriosamente. Como seria viver em um mundo assim?

Shock and Awe: The Story of Electricity: minisérie britânica em três episódios que apresenta aspectos da história da eletricidade, foi uma co-produção da BBC e da Open-University em 2011 apresentada por Jim Al-Khalili.

Frankestein (1930): Boris Karloff estrela com o mais memorável monstro do cinema , no que é considerado por muitos um dos maiores filmes de terror de todos os tempos. Dr. Frankenstein (Colin Clive) ousa mexer com a vida e a morte ao criar um mostro humano (Karloff) com partes de corpos sem vida. A adaptação do diretor James Whale do romance de Mary Selley e a apaixonada atuação de Karloff como a criatura em busca de identidade, fazem de Frankenstein uma obra de arte inesquecível.

 

Livros:

Frankestein (Mary Shelley): Escrito por Mary Shelley quando esta tinha 18 anos, Frankenstein conta a história do jovem e impetuoso Victor Frankenstein, que deixa família e amigos na Suíça e vai estudar na Alemanha. Sempre muito curioso sobre os mistérios da criação, ele não consegue se livrar de uma pergunta que o atormenta – de onde vem a vida? Após muitas tentativas, o Dr. Frankenstein acaba criando um ser semelhante aos homens. Ou nem tão semelhante assim, já que o que ele acaba inspirando é terror e medo. A história da criatura que foge ao controle do seu criador mostra as consequências da ambição desmedida e levanta discussões sobre os limites da pesquisa científica.

  • Gostei da “nova” detenção. Lembrou de um avento que vai ocorrer aqui, na grande Porto Alegre: http://codebeers.github.io/

  • Lucas Bahamut

    Como é bom ouvir a risada inconfundível desse mito. O Bluehand, assim como o Pirula, tem que voltar!

  • Finalmente consegui pegar um Podcast no lançamento. Bluehand solto feito o diabo no pasto. Parabéns pelo podcast, muito bom! Comecei a maratona hoje, os dois primeiros já foram no horário do trabalho. Abraço!

    • Lucas Bahamut

      Seja bem vindo! Adoramos maratonistas por aqui xD

      Se for gostando, recomendo muito o grupo do Amigos do Pause no Facebook.
      Lá os muitos fãs divulgam ciência, trocam opiniões e se divertem bastante, além de ter contato direto com os SciCasters. É muito legal!

  • Régis Tomkiel

    Parabéns pelo Podcast, pessoal! Conheci o SciCast, por indicação do Andrei do Mundo Freak(Outro ótimo podcast, mesmo com temática diferente).
    Gosto muito da divulgação cientifica, principalmente quando ela é tratada com “cautela”, deixando as pseudices de lado heheehe
    Hoje, tomo como referencia de podcast revolucionários, que saíram do nicho, já saturado de coisas “NERDs e cultura POP”, uma lista pequena,mas não menos importante de casts, como diriam, meu Top 7(algumas indicações ;) ):
    -SciCast
    -Papo Lendário(Mitografias)
    -Mundo Freak
    -Dragões de Garagem
    -Fronteiras da Ciência
    -Frango Fino
    -LivroCast

    Gostei muito da maneira divertida, como são apresentados os temas. Vivemos num mundo cercado por pseudociências e ignorância, e uma iniciativa como a de vocês é louvável, diga-se de passagem! Gostaria que existissem mais programas assim…
    PS: Silmar, conheço muito bem a tua cidade colonia… digo, natal! heheheh Meu irmão mora por aí e eu quase estudei na Universidade da cidade. Hoje moro em Bento Gonçalves, RS. Enfim, parabéns pelo ótimo trabalho!

  • FabricioVaz

    Que a Força da Ciência estejam com vocês, scicasters!

    O episódio dessa semana tá fantásticamente eletrizante, desde a abertura até o último segundo me diverti aprendendo ciência hehehe!

    Confesso que minha participante preferida é a Estrela, mas confesso estar apaixonado pela Bel, que ganhou uma voz metálica que a deixou muito charmosa e sexy, hehehe!

    O conteúdo tá maravilhoso, sem comentários adicionais… Só quero saber quando as ações da #TropaDeEliteScicast vão começar…

    Amplexos estaticamente carregados!

  • Caps, look!

    Achei muito escroto quando o Silmar mandou reproduzir a Gaiola de Faraday com Hamsters, ai a Estrela vai lá e diz: “Isso mesmo, usem os animais!”
    Maneirem suas piadas abusivas, parsas…

    • Lucas Bahamut

      Chama-se sarcasmo: eles disseram isso mas a conotação é justamente a oposta. Ninguém ali quer machucar animais.

      Manere seu literalismo abusivo, parça…

  • Gabriel de Oliveira

    rindo muito…muito divertido. Apesar da troca dos termos. Como trabalho na área, acho estranho ouvir “voltagem” ao invés de tensão, e “amperagem” ao invés de corrente. Seria tipo usar “newtagem” ao invés de força. Mais um podcast que vai pros favoritos! Abraço e ótimo trabalho.

  • claudinhopero

    Só corrigindo o nome do livro é Frankenstein e não Frankestein.

  • Romulo Martins

    shock and awe é muito bom !!! na verdade todos os documentários do Jim-Al-Khalili são excelentes =)

  • Tiago G. Rocha

    Nossa, o Blue Hand é muito inteligente.

  • Gibram Raul

    Não falem voltagem nem amperagem não. Pelo amor de deus! O correto é tensão e corrente. Além disso, uma residência com 220v não é mais perigosa do que uma com 127v. (110v como vocês dizem). O que mata é a corrente, não a tensão.

  • Jader Gonçalves de Matos

    Mais essa. Levar alfinetada elétrica é o fim da picada!
    http://www.tecnicoeletricista.com.br

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