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Scicast #61: Primeira Guerra Mundial

por em 26/12/2014 em Destaque, Scicast | 25 comentários

Scicast #61: Primeira Guerra Mundial

fones-de-ouvido_318-29044Extremamente recomendado ouvir este episódio com fones de ouvido.

 

Em agosto de 1914 começou uma das fases mais sombrias que a raça humana já enfrentou. O que era pra ser uma guerra rápida que acabaria com todas as guerras, tornou-se somente a primeira grande prova das atrocidades que o ser humano é capaz de cometer.

A Primeira Guerra Mundial veio para bater todos os recordes de perversidade conhecidos até então. Nunca, até aquele momento, houveram tantos soldados, tantas armas, tantas batalhas, tantas mortes. Mais uma vez a industria da guerra fez com que novas tecnologias surgissem e tecnologias já existentes fossem aprimoradas, tudo em prol da eficiência assassina. A locomotiva, o rádio, o telégrafo, antes utilizadas para diminuir as distâncias agora eram usadas para auxiliar na tomada de territórios e no posicionamento de tropas.

Esse evento mostrou muito bem o quanto o ser humano pode ser poderoso e evoluir a passos largos quando se une por um objetivo em comum. Mas infelizmente esse objetivo era cruel, mesquinho e egoísta. O conflito acabou se estendendo por quatro anos, deixando 20 milhões de mortos, número semelhante de feridos e mudando os rumos da história para sempre.

 

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Produção e Coordenação: Silmar Geremia. Equipe de Pauta: Estrela Steinkirch@marceloguaxinim" href="http://www.twitter.com/marceloguaxinim" target="_blank">Marcelo Guaxinim, Matheus Silveira, Rafael Brisola e Pedro Alcides. Revisores: Estrela Steinkirch @marceloguaxinim" href="http://www.twitter.com/marceloguaxinim" target="_blank">Marcelo Guaxinim. Apresentação: Silmar GeremiaEngenharia de Som: Silmar Geremia. Edição: Silmar Geremia, Estrela Steinkirch e Daniel Cápua. Sonorização e Mixagem: Silmar Geremia e Estrela Steinkirch. Convidado Especial: Joselito Sousa. Colaboraram: Ronaldo GogoniAndré Carvalho. Foto da Vitrine: Pablo Rigamonti.

Diretoria:

 

Comentado no episódio:

Links interessantes:

  • Armistício – Artigo que descreve a origem e significado do termo “Armistício”.

Filmes:

  • Filme Joyeux Noël: filme que retrata a trégua entre os exércitos da Alemanha, Escócia e França na véspera de natal de 1914. Quando estoura a guerra, na calmaria do verão de 1914, milhões de homens são pegos de surpresa e levados a agir. Chega o Natal, com sua neve e vários presentes da família e do exército. Mas a surpresa não viria de dentro dos generosos embrulhos que se encontram nas trincheiras francesas, escocesas e alemãs. Naquela noite, um evento momentâneo mudaria o destino de quatro personagens: um padre anglicano, um tenente francês, um excepcional tenor alemão, seu amor e sua companheira, uma soprano. Durante a noite de Natal, acontece o inesperado: soldados saem de suas trincheiras e deixam para trás seus rifles para apertar as mãos do inimigo.

Games:

  • Verdun. Verdun é um jogo de Tiro em Primeira Pessoa (FPS Shooter) em que você entra em vários servidores (cada um com capacidade para 32 jogadores dos dois lados). Os times são divididos em Alemães e Franceses. Com fardamentos e armas da época da Primeira Guerra, É uma experiência interessante. Ainda está em processo de melhoramentos (já que é uma empresa indie que o fabricou e não tem muitos  fundos para desenvolvimento).

Livros:

  • Nada de novo no frontfoi escrito pelo alemão Erich Maria Remarque (1898-1970) a partir das lembranças da sua participação na guerra, durante a qual foi ferido três vezes. Publicado primeiramente em folhetim e, em 1929, em livro, o romance atingiu um sucesso imediato, vendendo 500 mil exemplares somente na Alemanha. Até então, na literatura, a guerra era retratada como um pano de fundo para romances de aventura ou com neutralidade, e era admissível como solução para conflitos políticos. Com a obra-prima de Remarque, pela primeira vez foi dado um tratamento radicalmente pacifista à experiência da guerra – razão pela qual o livro é considerado o fundador do caráter pacifista que habita a moderna literatura ocidental e o próprio pensamento intelectual até hoje. As ânsias do autor, que teve seus livros proibidos e queimados pelas autoridades nazistas, foram de encontro às da população de um mundo traumatizado pelo conflito e temeroso (não sem razão, mostraria a história) por um novo embate. Em 1930, o livro foi levado ao cinema pelo diretor Lewis Milestone, alcançando também sucesso mundial e fama de filme cult.