Pages Menu
TwitterRssFacebook
Categories Menu

Contrafactual #11: E se o Silvio Santos tivesse sido presidente?

por em 6 06America/Sao_Paulo março 06America/Sao_Paulo 2017 em Ciência, Contrafactual, Destaque | 12 comentários

Contrafactual #11: E se o Silvio Santos tivesse sido presidente?

E o Sílvio Santos lá, la-la-la-la-lala… la-rai-a-la-la-la-la-la…

Em 1989, Senor Abravanel foi um dos 22 candidatos à presidência do novo regime democrático brasileiro. Sua candidatura acabaria impugnada e seu candidato ficou com o último lugar; mas e se… ele tivesse sido eleito? Como seria o Brasil de Silvio Santos no início dos anos 90?

Venha conosco em ritmo de festa e rodando e girando perguntar aos universitários a pergunta de UM MILHÃO de reais (em barras de ouro, que valem mais do que dinheiro)!

*Este programa especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*


Arte da Capa:

 


Publicidade:

  • Continuando a série Monsters of Science em grande estilo a Loja SciCast lança a camiseta Einstein Kiss, está esperando o quê pra pegar a sua?

IMG-20160809-WA0008

  • Ao lado de um dos mais conhecidos  cientistas da história da humanidade, temos uma das maiores e mais importante cientista na camiseta Marie Curie and the Radioactivity Experience, dentre muitos outros itens imperdíveis.

Avisos Paroquiais:

 


Contato Comercial:

Quer anunciar seu produto, marca ou serviço aqui no SciCast? Entre em contato:


Redes Sociais:


Aperte o pause:


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHost: Fernando Malta. Edição: Felipe Reis.

Equipe de Gravação: C.A, Willian Spengler e Roberto Pena.

Arte da Vitrine: Revista Mundo Estranho – Marcelo Costa

  • Caiado

    Saudades dos PodCasts sobre Fisica!!!!!
    Ohw Pena Esse ano saberemos as historias de Feymann e os guardanapos???!!!!

  • Anderson Cardoso

    Faz um podcast sobre “e se nós não tivéssemos noção do tempo”.

    • Seria legal mesmo.

    • Bruno Alencar

      Mas eu não tenho mesmo.

  • mááááááááá OOOOOOÊêêÊ!

    O Pablo seria o ministro da cultura…

  • Cesar Agenor

    Em primeiro lugar agradeço muito pelo convite para participar do Contrafactual!
    A gravação deste episódio foi extremamente divertida e um verdadeiro exercício cerebral, muito intenso. Estudar um período histórico e tentar encontrar as conexões com o multiverso é desafiante e vicia.
    O resultado final valeu em barras de ouro.
    Grande abraço a tod@s do Portal Deviante.

  • Rogeryo Rooseveltt

    Nao vejo a hora do contractual: “E se nao tivesse havido o regime militar no Brasil?”
    O comunismo seria implantado no Brasil? Seriamos uma nova Venezuela? A ponte Rio-Niteroi existiria? E a usina de Itaipu? Sao tantas coisas.. seria muito massa.. aguardando por esse dia épico..

    • Fernando Malta

      Excelente ideia, Rogeryo! Já coloquei aqui. ;-)

      • Rogeryo Rooseveltt

        Nao esqueçam a zona franca de manaus existiria? Sou daqui do amazonas seria interessante citar.. acabei esquecendo de mencionar antes.. um grande abraço..

  • Bruno Alencar

    Atingimos o limite da criatividade. Parabéns pelo podcast.

  • Bem difícil imaginar o que seria do país sem a estabilização da moeda, que só foi possível pelo impeachment do Collor – e foi algo que o Itamar tolerou mas não “concordava”. Será que o Silvio teria topado implementar algo como foi a URV – que mudava a base de conta que as pessoas faziam no supermercado? Arrisco dizer que o “grande pacto cidadão” que todo mundo fez lá em 93 foi justamente pelo trauma do confisco da poupança, o que gerou a transformação da moeda corrente naquela unidade “dolarizável” até pra comprar frango no mercado. Embora a tal “equipe de economistas de Campinas” já tinha proposto aquilo ainda antes da eleição do Tancredo, teria o Silvio dado ouvido a algo assim?
    Porque, sem moeda estável, o Silvio poderia ter apenas emulado o Getúlio Vargas do período democrático.

  • Darley Santos

    Cara… Sendo ele o cara da Porta da Esperança e do Pião da Casa Própria, poderia ser visto no imaginário coletivo como um messias terreno que livraria o país da estagnação econômica? Ou, sendo o cara também do Topa Tudo por Dinheiro, poderia ser visto como mais um político a fazer a farra, em “ritmo de festa”?