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Game jams: e dá pra fazer um jogo em 48 horas mesmo?

por em sex 12America/Sao_Paulo jan 12America/Sao_Paulo 2018 | Nenhum comentário

Game jams: e dá pra fazer um jogo em 48 horas mesmo?

Todo mundo joga. E eu não falo exatamente de jogar videogames, eu falo de jogar alguma coisa. Pode ser o Mario ou o Sonic da sua infância, o Overwatch ou o LoL que os jovens gostam hoje, o Truco ou o Buraco do churrasco de domingo passado, aquele jogo de tabuleiro invocado que seu primo que mora no exterior comprou ou até mesmo o Pega-Pega ou o Esconde-Esconde que você vive falando que os jovens deviam brincar ao invés de ficar no computador o dia todo (jogando Overwatch ou LoL).

Mas você já parou pra pensar que alguém teve que pensar e fazer esses jogos todos? Programar os níveis, desenhar os personagens e os cenários, compôr as músicas, escrever o roteiro…

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MeiaLuaCast #160: Desenvolvimento de Jogos

por em qui 28America/Sao_Paulo set 28America/Sao_Paulo 2017 | 7 comentários

MeiaLuaCast #160: Desenvolvimento de Jogos

Desenvolver jogos é um sonho para muitas pessoas que gostariam de poder imaginar novos mundos, personagens, mecânicas e trilhas sonoras e fazer o mundo usufruir deles para diversão e aprendizado.

Por ser um sonho parece muito distante, principalmente quando pensamos nos grandes títulos que chegam aos consoles mensalmente e que são abraçados por milhões de jogadores imediatamente, mas a realidade mostra que o sonho não é algo impossível.

Há milhares de exemplos de pessoas que se dedicam a explorar o mundo digital para criar jogos, muitos deles trabalham sozinhos ou em pequenas equipes e possuem orçamentos diminutos para investimento, normalmente chamados de desenvolvedores independentes, ou carinhosamente, indies.

André Bacchi e Renato Sevegnani (@setsunaryu) conversam com Daniel SND (@danielsound) e Thiago Adamo (@thiagotd) para conhecer um pouco sobre como é desenvolver jogos de forma independente.

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MeiaLuaCast #156: Terapia com Realidade Virtual

por em qui 31America/Sao_Paulo ago 31America/Sao_Paulo 2017 | Nenhum comentário

MeiaLuaCast #156: Terapia com Realidade Virtual

Equipamentos de realidade virtual possuem utilizações associadas às mais diversas áreas, seja arquitetura, projetos aeronáuticos, experiências em entretenimento, jogos e há 25 anos é explorado o uso dessas tecnologias em terapias para tratar distúrbios psicológicos como o estresse pós-traumático e o pânico.

Os altos custos dos equipamentos no início da década de 1990 limitaram seu uso em pesquisas terapêuticas e a tecnologia era mais frequentemente utilizada pelas forças armadas.

André Bacchi, Marcelo Rigoli (@marcelorigoli) e Renato Sevegnani (@setsunaryu) conversam sobre a evolução do uso da tecnologia nas pesquisas, a metodologia aplicada e alguns exemplos de como isso é utilizado no Brasil.

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O Guia das Drogas nos Games (parte 1)

por em dom 16America/Sao_Paulo jul 16America/Sao_Paulo 2017 | 2 comentários

O Guia das Drogas nos Games (parte 1)

Quais substâncias os personagens de games ‘consomem’ e quais são seus efeitos durante o jogo?

O uso de substâncias químicas com o objetivo de modificar estados de consciência, aumentar criatividade e performance ou mesmo com finalidades recreativas é tão antigo quanto a própria humanidade.

Hoje vivemos em uma sociedade na qual o consumo de drogas (sejam elas lícitas – incluindo medicamentos – ou ilícitas) é crescente. Isso advém, em parte, do papel central que os medicamentos ocupam no âmbito da saúde no ocidente e do anseio humano em buscar uma “pílula mágica”, capaz de resolver seus problemas, ampliar sua percepção ou aumentar seu rendimento.

Portanto, se na sociedade temos a presença destas substâncias sendo utilizadas cotidianamente, com certeza isso se reflete na arte e na cultura pop. E isso inclui os games.

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MeiaLuaCast #145: Hype

por em qui 15America/Sao_Paulo jun 15America/Sao_Paulo 2017 | 6 comentários

MeiaLuaCast #145: Hype

Em plena semana da E3, maior feira de games do mundo, elevamos nossas expectativas e nos empolgamos com cada anúncio e até mesmo com a possibilidade deles mesmo sabendo que quanto mais alto o hype, mais dura a queda.

A chance de termos uma recompensa à altura para nossos desejos nem chega perto de nossas cabeças quando estamos falando de coisas que gostamos muito e é por isso que os efeitos do hype são tão interessantes e nos permitem extrapolar emoções diversas.

Pensando nisso, André Bacchi, Marcelo Rigoli (@marcelorigoli), Matheus dos Santos (@Matheus_2Santos) e Vanessa Reis (@vanrbbueno) tentam entender como este fenômeno nos afeta e relembram alguns exemplos de como foram afetados positiva e negativamente pela construção da expectativa.

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