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Semana da saúde 2018 – Autismo e Esquizofrenia podem ser produtos da seleção sexual

por em 02/04/2018 | Nenhum comentário

Semana da saúde 2018 – Autismo e Esquizofrenia podem ser produtos da seleção sexual

Existem especulações de que Albert Einstein tinha um quadro de autismo leve, já chamado síndrome de Asperger. Outros concordam que Einstein talvez tivesse transtorno bipolar. Tudo isso se deve às suas características socialmente peculiares, interesses restritos e a fixação por eles. Segundo a biografia de Walter Isaacsson, que inspirou a recente série do NatGeo (imagem acima), a vida amorosa atribulada e sem freios de Einstein dá a entender que o físico talvez tivesse mais traços associados ao transtorno bipolar do que ao espectro autista — caso concordemos que ele possuía um quadro patológico.

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O paradoxo da inteligência: O papel da herdabilidade e da maleabilidade

por em 28/03/2018 | Nenhum comentário

O paradoxo da inteligência: O papel da herdabilidade e da maleabilidade

Francis Galton foi um dos primeiros estudiosos a alegar que a inteligência poderia ser hereditária. Galton foi um homem polêmico, um dos primeiros a falar sobre eugenia e outras formas de teorias racistas, algo muito comum no século XIX. Polímata, teve contribuições em diversas áreas do conhecimento, especialmente na Estatística. Estima-se que seu QI chegava a 200 pontos. Galton era primo de Darwin — sim, esse mesmo, o da Origem das Espécies.

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O aprendizado das máquinas: o que estamos ensinando a elas?

por em 21/05/2016 | 1 comentário

O aprendizado das máquinas: o que estamos ensinando a elas?

Em breve, não estaremos mais programando computadores, e sim treinando-os, como cachorros. O machine learning – aprendizado de máquina, é a nova tecnologia que já permite isso. Mas, como isso é possível? Como pode uma máquina aprender?

Antes da invenção do computador, a maioria dos psicólogos experimentais acreditavam que o cérebro era uma caixa preta inalcançável. Podíamos analisar o comportamento de um indivíduo – anuncie comida e ele irá salivar – mas o que acontecia dentro do cérebro, pensamentos, sentimentos, estava além do alcance dos cientistas. Assim, estes “comportamentalistas” focaram no estudo do estímulo e resposta, desistindo de estudar o funcionamento da mente em si.

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