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SciCast #234: Baterias

por em sex 12America/Sao_Paulo jan 12America/Sao_Paulo 2018 em Destaque, Scicast | 17 comentários

SciCast #234: Baterias

Sejam bem vindos deviantes e derivadas a mais um SciCast cheio de energia!

Essa semana vamos falar de baterias! Quanto falta para ficarem infinitas? Quais os tipos de bateiras existem? Como isso funciona? E, Principalmente, por que elas acabam quando você mais precisa delas?

*Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Arte da Capa:


Patronato do SciCast:


Contatos:


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim.

 Equipe de Pauta/Gravação: Giullian, Ronaldo Gogoni e Iuri de Barros

            Edição: Talk’ nCast. Vitrine: Jânio Garcia (Portfólio • Instagram)


Material Complementar:

 

 

  • Vicente Neto

    Onde está o Material Complementar…?

  • Esron Silva

    Eletrônica Analógica: Fontes de tensão em série: as tensões são somadas e a corrente é a mesma. Fontes de tensão em paralelo, as tensões são iguais e as correntes são somadas. Fica aí um pequena correção do que foi falado no inicio do cast sobre as pilhas.

    • Iuri

      Sério que rolou essa confusão?? Mas de qualquer forma obrigado pela correção!

  • Ótimo podcast, muito informativo, parabéns pelo trabalho.

  • Tiago Lima

    Sobre equipamentos maiores utilizando baterias de Lítio que tal um avião?

    https://en.wikipedia.org/wiki/Boeing_787_Dreamliner_battery_problems

    A bateria do Boeing 787 (Dreamliner) chegou a remover a autorização de voo de toda a frota dessa aeronave (groundear). Houveram dois incidentes em que a bateria entrou em chamas.

    Um grande problema, como dito no episódio, é que não se pode utilizar água para apagar o incêndio em uma bateria dessas. Tanto que existe um procedimento especial para tratar incêndio nesses locais da aeronave.

    http://www.boeing.com/assets/pdf/commercial/airports/faqs/787batteryprocedures.pdf

  • Tiago Lima

    Para quem quer ter uma noção da escala do problema da exportação de lixo eletrônico para a Africa

    https://youtu.be/mleQVO1Vd1I

  • Muito bom :)

  • Gabriel Giovani

    Eu achei a explicação introdutória sobre funcionamento da bateria ruim, não explicou muito bem o que seria uma solução, porque apenas os íons entrariam em solução, porque a ponte salina e o transporte de íons são necessários, como ocorre a formação dos cristais. Pode parecer simples ou óbvio mas eu como graduando em química levei um tempo pra entender como isso funciona, química na escola é muito fraco, queria que a minha tivesse metade dos experimentos propostos por vcs no programa

    • Iuri

      Oi Gabriel,

      Para explicar o pq dos elétrons irem de um metal para outro podemos fazer uma analogia com uma queda d´água. A água cai na cachoeira pq tem maior energia potencial na parte de cima certo? então os elétrons flui pelo mesmo motivo, em alguns metais os elétrons tem maior energia potencial e isso os força para o metal onde os elétrons tem menor energia potencial.

      Com relação a ponte salina, no cast trocamos o exemplo da pilha de Daniell ( o mais usado nos livros didáticos) pela pilha de limão. Na pilha de Daniell, a ponte salina possibilita a manter o equilibro elétrico nas soluções. Se em uma solução tiramos alguns cátions ira faltar ânions e vice versa. Na pilha de Daniell em uma das semi-células íons de cobre sai da solução para o eletrodo de cobre, e na outra semi-célula íons de zinco saem do eletrodo para a solução então isso deve ser equilibrado.

      Assim os elétrons fluem pelo sistema elétrico, e na solução para manter a continuidade da reação temos um fluxo de íons, mantendo o equilibrio elétrico das células.

      A formação dos cristais que comprometem a eficiência das baterias de Ni-Cd e mesmo de íons de lítio, é um pouco mais difícil de explicar em poucas palavras. Mas simplificando um pouco, existe uma migração de íons em função das reações eletroquímicas, esses íons podem formar sais, esetes sais são os cristais.

      Um outro experimento de eletroquímica interessante, é a gota salina de Evans, qdo proposto inicialmente demonstrou que a corrosão em temperatura ambiente é um processo eletroquímico. Como vc é estudante de química acho que consegue os reagentes necessários (https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj9kOTG1tXYAhULOZAKHdnKD5kQFggoMAA&url=http%3A%2F%2Fqnesc.sbq.org.br%2Fonline%2Fqnesc35_4%2F04-EA-191-12.pdf&usg=AOvVaw3PyXRybUTbKx3uMya98tUj).

      Abraços!

      iuri

  • Jardel Paiva

    Poderiam passar o link do portal Deviante sobre ciclo de problemas, em que a resolução de um problema trás outros a serem resolvidos?
    Vi que tem algumas fontes do Cast em um dos comentários, mas não achei a fonte pra esse, como no episodio foi comentado mais não foi dado o título, agradeceria se pudessem passar a fonte…

  • Keera Moon

    Ninguém falou da bateria de batata. Essa é a minha bateria gastrômica favorita.

    • Iuri

      Oi Keera, a de limão possibilita uma caipirinha kkkkkk

  • Darley Santos

    Já havia ouvido falar do grafeno e o quão promissor é essa área de desenvolvimento.

  • Lucas Dos Santos

    oii, ep.maravilhoso como sempre, mais eu fiquei com uma dúvida na qual vcs ñ abordaram no ep. , no caso de baterias de. notebook, o ciclo de “vida” delas e parecida com a do celular q foi falado, e outra já ouvi falar q é recomendado depois de carregado a bateria, retirar a bateria do notebook é usá-lo apenas ligado diretamente na tomada, é verdade?

  • Rodrigo Braga

    Senhores, excelente cast!
    Muito bom mesmo, muito bem explicado!
    E o assunto é bastante pertinente! É sempre legal para a divulgação científica temas com aplicação no cotidiano!

    Tirando a parte do carro de vegano (¬_¬) dava pra ficar sem essa!
    Mas a do “cobaixo” foi ótima =D
    Abraço à equipe toda!!!!

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