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SciCast #227: Segurança do Trabalho

por em sex 24America/Sao_Paulo nov 24America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 38 comentários

SciCast #227: Segurança do Trabalho

A cadeira central da nossa sociedade é o trabalho. O setor que garante que as pessoas não morram e não se machuquem e continuem produtivas, é a Segurança do Trabalho. Entenda os estudos por trás desse conceito. Seja um vidente de acidentes, pegue seu capacete e venha conosco!

*Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Arte da Capa:


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E como funciona? O User se cadastra na plataforma, busca pelos advisors que tenham a ver com seu perfil e interesse, e agendam uma sessão com ele. Tudo agendado e acertado, na hora marcada User e Advisor fazem uma videoconferência, tudo pela plataforma. Fácil, simples e exclusivo.
Quer conversar com os nossos Scicasters? Preparamos mentorias de carreiras pra você, que gostaria de saber mais sobre, e com a nossa equipe:

Fernando Maia – Medicina (LINK)
Descrição: Dedicação intensa (e contínua) aos estudos, mente aberta para ouvir e entender as mais diversas histórias e visões de mundo e compaixão. Esses são alguns dos muitos atributos que um médico deve ter. Se você é estudante ou quer entrar nesta carreira, conte comigo! Uma área tão abrangente assim pode trazer dificuldades ao escolher a especialidade, sua atuação e claro, os desafios no começo dos estudos. Com meu direcionamento através da mentoria, posso compartilhar minha experiência e te ajudar nesta trajetória.

Marcelo Rigoli – Psicologia (LINK)
Descrição: Por que fazemos o que fazemos? Por que gostamos do que gostamos? Como algumas pessoas ficam deprimidas e outras não? Como eu consigo lembrar de algumas coisas e outras não? Se você já se fez essas perguntas, talvez você queira rumar pelos tortuosos caminhos da psicologia. Nela podemos responder perguntas tão amplas podemos usar de recursos sofisticados da ciência para investigar e construir respostas, seja como psicólogo clínico na área de Terapia Cognitiva e Comportamental, Neuropsicologia ou como Pesquisador. Se você tem interesse desde as grandes questões humanas até como se inserir no mercado de trabalho da psicologia, pode contar comigo. Tenho experiência nessas áreas e posso compartilhar contigo como fiz para chegar onde cheguei e fazer as melhores escolhas.

Roberto “Pena” Spinelli – Física e Cinema (LINK)
Descrição: Física ou Cinema? Explorar a realidade ou criar novas alternativas? Fazer perguntas ao universo ou contar estórias de mundos fictícios? Se debruçar sobre os modelos matemáticos que ousam reproduzir os processos da natureza ou dialogar com as artes e técnicas de fotografia, representação e roteiro que ousam emular as naturezas humanas? Esses dois caminhos, dentre outros, me instigaram a perseguir as carreiras de físico e cineasta, numa tentativa de compor uma verdade mais significativa para minha vida. Pode ser que uma troca de informações e experiências, numa conversa saborosa pelos caminhos de uma ou ambas dessas áreas, possa ajudá-l(x) a encontrar suas próprias verdades também. ;)

Redes Sociais:


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim.

 Equipe de Pauta/Gravação: Guilherme Vertamatti, Gabriel, Willian Spengler

Edição: Talk’ nCast. Vitrine: Jânio Garcia (Portfólio • Instagram)

 


Material Complementar:

SciCast #131 – Trabalho

Sugestão de literatura:

  • DARMO, Paulo S. do. História e ética do trabalho no Brasil. São Paulo: Moderna, 1997.
  • HENDERSON, W. O. A Revolução Industrial. São Paulo: Verbo/EDUSP, 1979.
  • OLIVEIRA, Carlos Roberto de. História do Trabalho. São Paulo: Ática, 2006.
  • PARKER, Matthew. Febre do Panamá: a história de uma das maiores realizações do homem. Rio de Janeiro: Record, 2011.
  • SILVA, José Carlos Plácido da [org.] A Evolução Histórica da Ergonomia no Mundo e seus Pioneiros. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010

 

Sugestão de filmes:

 

Sugestão de vídeos:

 

 

Sugestão de links:

  • sdq

    Seria legal vocês fazerem scicast sobre engenharia, episódios sobre engenharia eletrica, mecatronica, materiais, etc..

    • Venozmat

      Mandei e-mail pedindo também, até me disponibilizo a ajudar na Pauta. Tem assuntos incríveis na engenharia a serem abordados.

    • João Paulo

      Existe um episódio antigo sobre Eletricidade que é tratado bem pouco na real, acredito que um episódio baseado na engenharia elétrica, mecânica, etc igual você diz seria de grande valia, além da possibilidade de esclarecer vários mitos.

      • Guilherme Vertamatti

        Sim, tem muita coisa da engenharia, não importa a especialidade, que é sensacional. Tanto se fala de ciência e a engenharia pode trazer uma aplicação bem direta e palatável desses aspectos mais teóricos!

    • Guilherme Vertamatti

      Acho insana a ideia também!

  • Mas e aí, cadê o link do promobit? não encontrei no post…

    • Ruizzera

      Ainda não terminei de ouvir o cast mas do que já ouvi, está muito maneiro!
      Sim, tb nao encontrei o link :(

      • Fernando Malta

        Está no post desde o início gente, como vocês não viram…?
        o.o

        (Culpem o Tarik. Sempre…)

    • Fernando Malta

      Está no post desde o início gente, como vocês não viram…?
      o.o

      (Culpem o Tarik. Sempre.)

  • Sandro Leite

    Grande galera!
    A Jujuba e o Fernando fizeram um apelo para a gente clicar nos links dos patrocinadores, acho até obrigação principalmente de quem nem ajuda como patrono, que não é o meu caso, rss, mas eu escuto pelo podcast addict e na descrição nunca vem esses links, se der para colocar lá talvez ajude a aumentar os clicks.

    Um grande abraço pessoal.

    • Juliana Vilela França

      Eita que essa parte eu não sei como faz… XD Mas muito obrigada pelo apoio, de verdade <3

  • Maurílio Leite

    Jujuba, nos amamos vcs s2

  • Lucas Dos Santos

    o Ep. foi bacana, mais vocês deviam ter chamado um Fisioterapeuta pra falar mais de ergonomia, LER e DORT

    • Guilherme Vertamatti

      Cabe um programa só sobre isso ;) Tem muito assunto

  • Heitor Oliveira

    Olá, meu nome é Heitor e sou do Rio de Janeiro. Meu pai é Tecnico de Segurança do Trabalho e ouviu comigo todo o episódio. Eu estou tentando convertê-lo e trazê-lo para essa mídia maravilhosa e este episódio caiu como uma luva. Espero que isso possa fazê-lo cada vez mais ouvir podcasts. Além disso, durante o episódio é falado sobre a questão de exposição a ruídos poder causar impotência sexual, só que o convidado que falou sobre isso disse não ter certeza. Quando meu pai ouviu isso ele confirmou que sim, a longa exposição ao ruído pode causar impotência.
    Continuem com o maravilhoso trabalho e espero que evoluam cada vez mais e passarei a contribuir para que isso aconteça. Abraços de um ouvinte assíduo!

    • Guilherme Vertamatti

      HAhauhaa que bom que ele ouviu! Bacana mesmo!

      E o Fernando Maia, um dos médicos aqui do Deviante, confirmou também a questão da impotência! Agora vou usar ainda mais esse argumento! hauhauah

      • Heitor Oliveira

        Não vão ter fuga para não usar EPI. HAHAHAHAHA

  • Gradash

    Uma coisa que muitos não sabem ou talvez simplesmente ignorem para defender um lado ideológico específico é que o trabalho infantil NÃO COMEÇOU na revolução industrial, na realidade a possibilidade da criança ser tratada como uma criança como é hoje que começou lá.

    Antes disto e até depois disto crianças não existiam na área rural, eram mini adultos, podia andar? Então pode trabalhar. E qualquer um que já trabalhou na campo (meu caso), sabe que não existe trabalho pior e mais depreciativo que lá. Acordar 5 horas da manhã, trabalhar até 10 horas da noite. Isto é rotina durante a época de colheita.

    Meu pai começou a trabalhar com 6 anos de idade, obviamente trabalhava antes disto dando aquela “ajudinha” (o que eles não consideravam trabalho mas é trabalho para qualquer um que olha de fora), meu irmão mais velho começou com uns 10 anos e eu lá para uns 12. Agora meu irmão mais novo nem sabe o que é trabalhar, pois hoje não vivemos mais dependendo de agricultura, conseguimos sair de lá graças a possibilidade de fazer um pouco de dinheiro.

    E isto é coisa de 20 anos atrás! Não 100, muito menos 200, apenas 20 anos. Trabalho infantil existe hoje em regiões rurais e não vai deixar de existir simplesmente pois ou trabalham ou morrem de fome.

    Achar que crianças não trabalharem é um direito só pode vir de uma pessoa que acha que carne de vaca vem do mercado e nem sabe o cheiro de bosta, quando você está no limiar de trabalhar e comer ou morrer de fome, você não tem escolha.

    A medida que a condição de vida das pessoas melhoram, as condições das crianças também. Quando você não tem acesso a nada, vive na miséria. Trabalha ou morre.

    E antes de vir idiota que nunca trabalhou na vida falar merda. O trabalho de crianças na agricultura familiar NADA tem haver com o capitalismo pois normalmente o trabalho é de subsistência, você produz o que come amanhã e não tem dinheiro ligado a isto. Pois quando o capitalismo é livre para acontecer as pessoas tendem a melhorar sua condição de vida, se minha família pode sair desta merda de vida, foi graças a muito esforço e trabalho e ao capitalismo. Caso contrário estaríamos lá até hoje.

    • Como bem disse tu mesmo era trabalho de subsistência, nisso se diferencia do trabalho no regime capitalista aonde o trabalhador já é explorado pelo proprietário da empresa e acho todos concordamos que explorar crianças é muita sacanagem já não interessando a área.

      • Gradash

        Você critica o capitalismo mas sabe o que é capitalismo?

        Segundo Marx:
        Capitalismo é o acumulo de capital.
        O que é Capital? Segundo Marx é qualquer coisa que possua um valor intrínseco. Não só dinheiro como patrimônio ou objetos.

        O problema como já diz Ludwig von Mises no Ação Humana, o valor é relativo. O seu iPhone tem um valor para você que aceitou pagar mais de 3000 nele, para mim o valor dele por exemplo é zero pois mesmo que tivesse dinheiro para tal, não pagaria por algo assim.

        O que você critica não é o capitalismo que é o direito de ter algo para dizer que é seu mas sim o corporativismo. O engraçado que ao se ler as obras de Marx ele se contradiz pois ataca o que chama de capitalismo mas defende o corporativismo governamental onde o governo precisa ser dono de tudo que no final das contas é tudo a mesma coisa quando colocamos suas explicações lado a lado.

        Marx dizia que só se haveria o comunismo completo ou de verdade quando o governo tirânico entregasse o poder ao povo e assim não haveria mais capitalistas ou governistas. Porém havia um dos alunos de Marx (que não consigo recordar o nome infelizmente) que perguntou a ele o que aconteceria se o governo tirânico não entregasse o poder? Marx ficou sem resposta.

        E no final das contas, nenhum entregou e nunca entregará.

        A obra de Marx é contradição de começo a fim e foi refutada poucos anos após publicada com um famoso “não vai dar certo”. E não deu e nunca dará e o resultado foi apenas milhões ou bilhões de mortes pois os números reais são secretos e provavelmente nem conhecidos. Pessoas eram exterminadas por simplesmente discordar.

        O sonho de todo pobre que viveu de subsistência é crescer na vida, sei disto pois sai da subsistência e conheço muita gente que também conseguiu e outros que estão tentando. A maior exploração que uma pessoa pode sofrer é não ter o que comer, acordar 5 da manhã e dormir 10 da noite com medo de dar chuva de granizo e se fuder. Só quem nunca precisou se esforçar na vida é capaz de atacar o esforço dos outros.

  • Adorei a apologia a sexo oral em mulheres 👏👏👏

    • Guilherme Vertamatti

      Tem que fazer sim! É bom para todo mundo! hehehe

  • Venozmat

    Então quer dizer que causa impotência mesmo? kkk

    • Fernando Maia Filho

      Causa sim kkkkk

      • Guilherme Vertamatti

        Complementação maravilhosa, meu querido Maia!

        E a gente nem teve tempo de falar de radiação e riscos associados a ela. Ali sim o comprometimento do “brinquedo” pode ser significativo de verdade, hehehe

  • Gabriel Giovani

    O EPI ser confortável também deveria ser obrigação, não? Nunca tive que usar EPIs robustos, mas por exemplo em Lab, óculos que embaça torna impossível uso no dia-a-dia, sendo usado só quando necessário e olhe lá…
    A descrição dos protetores auriculares que vcs deram me fez imaginar aquele pedaço de plástico ultra desconfortável
    Logicamente é melhor usar, mas só de não ser um incomodo incentiva

    • João Paulo

      Quanto ao óculos eu tive muito problema no meu estágio devido ao embaçamento dele, mas no meu caso foi só trocar o modelo, especificando melhor, peguei um modelo em que o formato superior do óculos deixava passar ar sem deixar exposto os meus olhos. O protetor também possui modelos diferentes sendo que seguindo as regras que estão na caixinha ou no plástico normalmente não causam tanto desconforto assim (sério, muita gente não sabe que tem o modo de usar lá). Na minha opinião as empresas poderiam dar uma olhada melhor no mercado antes de comprar EPI’s porque existem de fato modelos homologados que são muito pouco práticos, principalmente se tratando de Abafadores.

      • Gabriel Giovani

        Eu dei alguns exemplos, no programa tem outros exemplos. Mas no fim, se for desconfortável é muito impulso a não usar, e os verdadeiramente confortáveis são muito mais caros. Mais barato comprar qualquer um, não é como se o chefe se importasse muito com a vida do kra depois de aposentado

        • João Paulo

          Bem dessa. Infelizmente igual foi dito no programa, o problema de segurança no final das contas vai ser humano mesmo. :D

          • Guilherme Vertamatti

            Infelizmente não existe mágica, tem que ter uma melhora na qualidade, mas também demanda um esforço de aprender e se adequar do usuário. É um caminho de mão dupla.

      • Guilherme Vertamatti

        Exato.
        Mas esse seu caso do embaçamento, existe uma chance de ter resolvido um dos problemas com a troca, mas com certeza a sua máscara estava colocada de modo errado também, para o ar estar subindo em direção aos olhos.

        Não só a marca precisa ser revista, mas os treinamentos de uso ;)

        • João Paulo

          Pois é, no meu caso não era máscara, eram óculos de segurança com proteção lateral. Só que o modelo anterior “encaixava” exatamente no formato da minha testa, enquanto o novo apesar de proteger toda a região dos olhos ele não encosta totalmente na testa.

          Mas concordo contigo em relação à saber utilizar também. Até situações que parecem mais simples podem estragar o EPI, por exemplo, lavar roupas anti-chamas (destinados a serviços envolvendo risco de explosão ou arco elétrico). Junto com o material vem uma lista de coisas que não se pode fazer e o modo de lavar está junto. Mas conheço muita pessoa que lava como uma roupa qualquer.

    • Guilherme Vertamatti

      Muito da questão ergonômica do EPI vem do uso correto. Por exemplo, um jogo de óculos e máscaras bem colocados não irá gerar o embaçamento das lentes.
      O duro é que na maior parte dos cursos, ninguém ensina a gente a usar direito.

      Esse caso do protetor auricular, por exemplo, tanta gente fala mal, mas fica não sei quantas horas direto com fones de ouvido e não reclama… É uma questão de colocação, mais do que de “acostumar”

  • João Paulo

    Trabalho em Subestações de Energia e Usinas Hidroelétricas, Eólicas, Termoelétricas etc. e fico exposto direto aos riscos da produção e transmissão de energia elétrica. Devido ao meio de atuação minha empresa sempre foi apoiadora do serviço seguro e deu tudo o que é necessário para capacitar os empregados, mas mesmo assim, acredito que um grande divisor de águas na minha vida relacionado à segurança foi a participação ativa na CIPA da empresa em que atuo. Eu sempre busquei realizar os serviços com segurança, porém, após a passagem pela CIPA parece que o leque se abriu e pude fazer uma autoavaliação do que eu fazia, achava que estava certo mas no fim ainda corria um certo risco que não era identifica no momento.

    • Guilherme Vertamatti

      A CIPA é uma ferramenta maravilhosa para os trabalhadores, ela é quem dá voz à eles, para falarem de seus problemas e até riscos que consideram relevantes, mas que não estão nas análises atuais.

      Uma CIPA atuante e ativa é de suma importância para o amadurecimento em segurança de uma empresa.

  • Diego Miguel

    Qual a minha surpresa ao ver que o assunto do SciCast era exatamente sobre a profissão que estou me formando. Estou no meio de um curso de Técnico de Segurança do Trabalho e se tudo ocorrer bem, começo a trabalhar na área em 2018. Mais surpreso também fiquei ao saber que o Verta é de (ou mora em) São José dos Campos, local onde nasci e moro. Espero um dia encontrá-lo por aí para um bate papo, ou até quem sabe, trabalharmos juntos. =D
    Grande abraço a todos SciCasters, ótimo episódio!!!

  • Darley Santos

    Bastante esclarecedor o cast! A impressão que fica é como a legislação hoje protege os trabalhadores. Como por exemplo, um fato externo ao local de trabalho ocorrido com o trabalhador pode implicar o empregador, a exemplo do funcionário que vai almoçar fora porque não tem refeitório na empresa e acaba acontecendo algum acidente com ele, rsrsrs, pra ver só até onde a empresa pode ser responsabilizada.

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