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SciCast #220: Zoonoses

por em sex 13America/Sao_Paulo out 13America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 38 comentários

SciCast #220: Zoonoses

O assunto preferido do pessoal das biológicas, doenças! E essa semana falamos sobre as doenças transmitidas dos lindos animaizinhos ao feio ser humano! Aprenda quais são essas doenças e como se prevenir. E lembre-se, toda forma de amor é válida, mesmo que envolva lambidas no olho!

*Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Arte da Capa:


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Redes Sociais:


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo GuaxinimEdição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: Flávia Ward, Thais Boccia, Werther e Fernando Maia  Vitrine: Jânio Garcia (Portfólio • Instagram)


Material Complementar:

George Rosen – Uma história da Saúde Pública

Fernando Dias de Ávila-Pires – Zoonoses: Hospedeiros e Reservatórios

One World, One Health

LeisNão!

Primeiro episódio de House já é uma zoonose (são vários episódios sobre o assunto)

Toxoplasmose e acidentes de carro: increased risk of traffic accidents in subjects with latent toxoplasmosis: a retrospective case-control study

Toxoplasmose e o comportamento de roedores: Behavioral changes induced by Toxoplasma infection of rodents are highly specific to aversion of cat odors

Contágio

  • Brenno Zanandrea

    Caramba, a quanto tempo que eu não ouvia essas lindas vozes do time de história!

  • Brenno Zanandrea

    Vocês comentaram muito sobre o número 3 nesse ep, me surgiu uma duvida, é daí que os historiadores estipulam que tenha surgido a santíssima TRINDADE? Como vocês mesmos falaram alguns druidas viraram clérigos( no RPG não pode isso não!), então não me espantaria se fosse verdade. Senti falta de referências ao RPG, do mais otimo cast.

    • Bruno Gallas

      Boa questão, Brenno!
      Eu li uma vez (época de Saint Patrick’s) que o São Patrício se aproveitou desse “fetiche” dos Celtas pelo número 3 e usou o trevo de 3 folhas (Shamrock) para explicar a “santíssima” trindade. Então, creio eu, isso é anterior ao contato celta.
      Mas bom ponto levantado o teu. Espero que alguém responda.

  • Miquéias Jacinto

    Okay… Eu estou mega assustado com esse episódio, principalmente por ter sido diagnosticado com toxoplasmose.
    Ótimo cast!

    • Ei Miqueias! Bom q gostou do cast. E se foi feito diagnóstico e encaminhado tratamento, fica tranquilo q vai ficar tudo bem! Beijão!

    • Fernando Maia Filho

      Fica tranquilo Miquéias. Geralmente boa parte das pessoas pegam a doença e passam a vida sem nada!

  • Filipe Siegrist

    Nossa! Que saudades desses Scicasts de biologia! Não vejo a hora de ouvir!

  • Darley Santos

    Tá vendo, a relação entre homem e animais não é só amorzinho não hihihi! Aqui na minha cidade, sul do Pará, tivemos quase uma epidemia de esquistossomose, de repente passou a surgir uma caralhada de caramujos, parecia uma caravana, na orla do rio Araguaia. Não dava pra saber o que era pior – a ameaça da doença ou as pessoas sádicas jogando sal nos caramujos…

  • Silvana Oliveira E Silva

    Eu gosto de Scicast de doença hahahahhhahaha

    Como médica, gostaria de fazer algumas contribuições sobre o tema:
    1o Sobre a raiva, a vacina para humanos tem CINCO doses, e é relativamente mais cara que as outras. O esquema é curto e precisa ser seguido à risca, sendo pouco prático em vista de saúde pública usá-la como estratégia para prevenção da doença. Quem sabe no futuro, já que anualmente isso é revisto.
    2o Também sobre a raiva, quem viaja para área em que pode haver contato com morcegos ou animais infectados, principalmente onde o soro antirrábico tem estado em falta, pode tomar a vacina. Eu o fiz numa viagem para a Amazônia, em que eu conviveria com os ribeirinhos. Não foi muito muito fácil pq eu não ficaria diretamente lidando com animais, mas a Secretaria de Saúde da minha cidade no final liberou para vacinação. Tem que tomar pelo menos 3 semanas antes do embarque. Atenção para quem viaja à áreas fronteiriças e América do Sul. Tem país próximo com surto de raiva (e sem soro!)
    3o Sobre a miíase, todo cuidado é pouco. É o tipo de praga que dá nó no estômago. E a história é sempre dramática. Já vi um idoso com deficiência visual cheio de larvas no curativo da perna (elas às centenas dando tchauzinho na radiografia da tíbia); uma senhora com demência e Miíase no céu da boca (deu uma trabalheira fazer a drenagem, olha a equipe da buxomaxilofacial trabalhou pra chuchu), e por último, no mês passado, cheguei na casa do meu paciente, toda feliz porque ele estava indo muito bem e eu iria trocar o dispositivo da traqueostomia dele para um mais simples quando…. pois é, isso mesmo aí que vc está pensando…. as desgracentas estavam lá. No pescoço dele. E ninguém havia notado. Tinha uns 3 dias pelo menos. Casa de alto valor econômico, família abastada e com boa higiene. Olha…. que desespero da minha parte, tendo que manter a compostura diante do meu pobre querido. As moscas depositam os ovos durante o sono da pessoa, então tem que evitar lixo perto de casa mesmo. Ser radical, e exigir do poder publico o mínimo de trabalho bem feito.

    Continuem com ótimos episódio de Biologia, como este.

    • Oi Silvana! Obrigada. Eu lembrei tbm de um detalhe sobre a vacina contra raiva. Nós q trabalhamos em situação de risco, temos q fazer sorologia para os anticorpos de 6 em 6 meses para saber o grau de proteção, se tá tudo bem, se precisa de reforço ou até msm saber se seu organismo reagiu. Se não reage após reforço , depois da pré exposição normal, o trabalhador é retirado desse tipo de serviço.

    • Fernando Maia Filho

      Oi Silvana. Obrigado pelo feedback!
      Eu realmente não sabia destes dados da viabilidade econômica da vacina da Raiva..mto bom saber disso.
      Miíase realmente é uma praga..na minha prática clínica já atendi miíase em ouvido (maior parte), dentro do nariz nos seios paranasais (paciente sentia o tinhoso mexendo na face) e um caso onde as larvas dissecaram todo o assoalho da língua da paciente, e deu um baita trabalhão pra toda a equipe da otorrino na época.
      Valeu!

  • Anderson Cardoso

    Muito bom esse episódio, embora seja muito parecido com um filme de terror. Nunca mais vou comer na rua, uma vez vieram bichinhos na salada de uma refeição do shopping.

    Meu filho agora tem 2 anos. Mas lembrei da época que minha esposa estava grávida dele, muitas pessoas falaram que tinha que me desfazer dos meus cachorros. Nós não temos o costume de lamber eles, nem deixar que nos lambem, mas de vez em quando ganhamos um “bom dia canino”, hehehe.

    Senti falta da participação do Tarik.

    • Thais Boccia

      Oi Anderson! Eu acho que não precisa ser tão radical heheh

      Acho que é só procurar um lugar que você confie na higiene! Salada ainda faz bem =)

      • Fernando Maia Filho

        Só não deixa a salada lamber o olho…vish..acho que misturei as coisas!

    • Bom dia canino é tudo de bom! Valeu Anderson!!!

  • Ana Da Rocha Kurata

    Informação ao público
    Em muitas cidades a solução de hipoclorito 2.5% (igual aquela comercial) está disponível nos postos de saúde de forma gratuita

  • Arthur Accioly Pereira

    Gente! Tô aqui só pra dizer duas coisas:

    1) parabéns pelo episódio!
    2) precismos de um episódio sobre computação quântica!

    Abraços!

  • Rogério Porto Ribeiro

    Apenas uma coisa: melhor teatro de abertura, tá de parabéns todo mundo!

  • João Paulo

    Eu sabia que já tinha ouvido o nome Zoonose antes.

    Gostaria de deixar aqui uma situação que eu e minha esposa vivenciamos.

    Há aproximadamente 3 anos começou a aparecer um nódulo no pescoço da minha esposa. Não doía e não dava nenhum sintoma, porém, continuava crescendo. Os médicos esperaram crescer um pouco e deram um remédio para ela que não lembro para o que era. Esse nódulo cresceu, ficou parecendo uma espinha grande e estourou saindo bastante pus. Fomos ao médico novamente e foi feita limpeza, raspagem e curativo. Na época foi diagnosticada como se fosse apenas algum verme que tivesse entrado em contato com ela.

    Porém, alguns dias depois começaram a aparecer várias outros nódulos. Voltamos ao hospital e começamos a fazer exames. Primeiro com um hematologista que disse que isso não poderia ser nada referente ao sangue e depois com uma infectologista que descartou a possibilidade de infecção e falou que tinha características cancerígenas. Sendo assim, fomos ao Oncologista. O oncologista falou que não parecia exatamente um tumor mas que precisaria fazer uma autópsia para confirmar. Assim, foi feita a cirurgia, e no outro dia quando o doutor veio nos visitar no quarto ele comentou que até achava que poderia ser cancer, mas no momento que ele abriu o pescoço da minha esposa ele falou que não era cancer com quase certeza. Mas por desencargo ele nos mandou novamente paraoutro hematologista.
    Esse hematologista falou que na verdade os outros médicos estavam com medo de dizer mas era cancer sim, inclusive marcou vários procedimentos para realizarmos, preencheu umas guias para irmos a São Paulo em um hospital que possuía um certo equipamento que faria a detecção, deu 25 % de chances de cura para minha esposa e tudo mais.

    Em um momento de nervosismo tive a lembrança da biópsia do oncologista, que demoraria 1 mês para ter resultado devido a cultura do material coletado e pedi para ligarem e ver se já havia resultado. Por sorte já tinha saído e o hematologista olhou e disse que devíamos esperar um pouco antes de realizar os exames que ele pediu mas que ali estava comprovado que era cancer.

    A minha esposa ficou arrasada assim como eu, mas por via das dúvidas pensamos em buscar outro profissional em outro hospotal. Fomos no Marcelino Champagnat aqui em Curitiba, que não aceitava nosso plano de saúde. Nunca 500 reais pela consulta foi tão bem pago. O infectologista que nos atendeu inicialmente só pediu para ela relatar o que aconteceu tanto e nem quis ver os exames inicialmente. Após o relato ele pediu para ver e examinar. De início ele falou: olha, parece tuberculose ganglionar mas vamos olhar agora os exames. No primeiro exame já estava descrito uma possível tuberculose ganglionar mas foi ignorado por todos os outros médicos. Quando ele viu o resultado da biópsia estava escrito exatamente o nome da bactéria da tuberculose. Ele jogou no google o nome e apareceram várias imagens de pessoas com o mesmo exemplo da minha esposa. Dessa forma, foram 6 meses de tratamento e na segunda semana já haviam sumido todas os nódulos conforme dito pelo doutor.

    Desculpem-me pelo textão, serviu mais ou menos como um desabafo pois foi 1 ano e meio tantando descobrir o que era sendo que no primeiro mês o infectologista anterior já havia levantado a hipótese.

    Deixo isso mais como um reforço quanto ao fato de dever sempre procurar mais de um profissional na área para dar o diagnóstico, haja vista que o hospital inicial que fomos é referência aqui em Curitiba.

    • Fernando Malta

      O bom dessa história é que você conseguiram identificar a tempo e, tirando a apurrinhação, sem grandes sequelas. Muito bom, João Paulo, obrigado por compartilhar!

      • João Paulo

        Obrigado Fernando, vamos dizer que a única sequela que ficou foram três cicatrizes de aproximadamente 3 cm no pescoço. :P

        Mas o que importa é a saúde dela e a parte de mostrar o pescoço consegui convencer ela de que isso não vai mudar o que ela é para mim e como pessoa perante os outros. É tipo um Achievement.

        No mais, agradeço a atenção e continuem com o ótimo programa. :)

    • Fernando Maia Filho

      Que legal João. E parabéns por abrir esta história pra todos nós. Realmente o diagnóstico correto e rápido é essencial!

      • João Paulo

        Com certeza, no nosso caso ficamos presos inicialmente pelo Plano de Saúde, por isso demoramos para buscar um segundo diagnóstico.

    • Nossa João! Q situação, hein! Imagino o estresse de vcs… Maravilhoso q conseguiram fazer o diagnóstico correto e q ela está bem. Tenho uma amiga na mesma situação, só q ao invés da biópsia no pescoço, foi no pulmão. Tirou 1/4 do pulmão direito. Mas é isso aí! Beijos pra vcs e MUITO OBRIGADA por compartilhar/desabafar com a gente.

  • Murilo Jacob

    Pessoal, a relação entre cães e humanos foi criada e construída ao longo de milhares de anos, de forma que os parasitas ficaram extremamente indivualizados. Parasitas de cães dificilmente infectam humanos e vice versa (vide o “ancylostoma caninum” e “Ancylostoma duodenale” ou o “Toxocara canis” que enquanto no cão é um tipo de lombriga que atua no intestino, no homem é apenas uma larva que morre dentro da pele, o Bicho Geográfico. Ate mesmo em mordidas por exemplo, vc tem chances muito maiores de morrer de infecção generalizada por uma mordida humana do que em uma mordida canina, porque as bactérias da boca do cão não sobrevivem no corpo humano.
    O ponto que eu quero chegar é pode deixar se cachorro te lamber sim, brinca com ele e rola com ele no chão, e deixa seu filho pequeno brincar com ele também, principalmente se o cachorro é criado apenas dentro de casa, porque ele não traz parasitas da area externa. (mas deixar o cão lamber seu OLHO é bizzaro sim.)

  • visitante

    Onde eu posso encontrar o artigo sobre a bactéria que diminuiu a viremia do aedes aegypti?

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