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SciCast #197: Geopolítica

por em sex 26America/Sao_Paulo maio 26America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 14 comentários

SciCast #197: Geopolítica

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast multidisciplinar! Essa semana falaremos de Geopolítica.

História, Geografia Meio ambiente, Sociologia e Estratégia, do latim estrategia…

Venha descobrir como os países, e seus governantes, interagem entre si!

Arte da Capa:


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Redes Sociais:


Saldão da Loja do SciCast – corram!


Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: Matheus Professor Barbado, Willian Spengler e Marcelo Valença.  Vitrine: Jânio Garcia (PortfólioInstagram)


Material Complementar:

SciCast #136: Realeza

Scicast #190: Estado e Nação

Sugestão de literatura:

CASTRO, Therezinha. Geopolítica: princípios, meios e fins. Rio de Janeiro: BIBLIEx, 1999.

LACOSTE, Yves. A Geografia: isso serve, em primeiro lugar, para fazer a Guerra. Campinas: Papirus, 1988.

MAFRA, Roberto Machado de Oliveira. Geopolítica: introdução ao estudo. Rio de Janeiro: ECEME, 1999.

MATTOS, Carlos de Meira. Geopolítica. Rio de Janeiro: FGV, 2011.

MEARSHEIMER, J.J. The tragedy of great power politics. Nova York, Londres: W.W. Norton & Company, 2001.

MELLO, Leonel Itaussu. Quem tem medo da geopolítica? São Paulo: Hucitec/Edusp, 1999.

OSWALD, F. Soft balancing between friends: transforming transatlantic relations. Debatte, v.14, n.2, p.145-160, ago.2006

RAFFESTIN, Claude. Por uma geografia do poder. São Paulo: Ática, 1993.

TALIAFERRO, J.W. Power politics and the balance of risk: hypotheses on great power  intervention  in  the  periphery.  Political  Psychology,  v.25,  n.2,  p.177–211, 2004.

VESENTINI, José William. Novas Geopolíticas. São Paulo: Contexto, 2000.

Halford J. Mackinder, “The  geopolitical Pivot of History” In Human Geography – Na Essencial Anthology, john Agnew, David N. Livingston e Alisdair Rogers (orgs), Cambridge: Blcakwell, 1996), pp. 536 – 551.

Robert J. Art, “Geopolitics Upload – The Strategy of Selective Engagement” International Security, Vol 23, N.3, 1998/99, pp 79 – 113

Daniel Deudney, “Geopolitics as Theory: Historical Security Materialism”, European Journal of International Relations, Vol. 6, No. 1, 2000, pp 77-107

Gearóid Ó. Tuathail, “Thinking Critically about Geopolitics” In the geopolitics Reader, Gearóid Ó. Tuathail, Simon Dalby e Paul Routledge (orgs.), (Nova Iorque; Routledge, 1998), pp 1-12.

Gearóid Ó. Tuathail e John Agnew, “Geopolitics and Discourse: pratical geopolitical Reasonin in American Foreign Policy”, In The Geopolitics Reader, Op. Cit., pp. 78-91Roteiro para a Crítica da Literatura

Fonte dos mapas utilizados: ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA. Subsídios para estudo dos Fundamentos Doutrinários. Assuntos Específicos. Vol. II. Rio de Janeiro: ESG. 2000.

 

Sugestão de vídeos:

Do Netflix, “House of Cards”

Do Netflix, “The World’s War: Forgotten Soldiers of the Empire

Da Globonews, programa “Sem Fronteiras” episódio sobre “A geopolítica do petróleo no mundo”

Da Globonews, programa “Painel”, episódio sobre “Geopolítica e a estratégia dos grandes líderes mundiais”

Da Globonews, programa “Painel” episódio sobre “A geopolítica e a segurança internacional, após a eleição de Trump”

 

Sugestão de filmes:

“A Missão”

“Jogos de Guerra”

“Treze dias que abalaram o mundo”

“O Último Imperador”

“Gandhi”

“Comer, beber, viver”

“Caçada ao Outubro Vermelho”

Memphis Belle, a fortaleza voadora

 

Sugestão de links:

A geopolítica como teoria das relações internacionais: uma avaliação crítica 

Revista de Geopolítica

O que é geopolítica? 

A Geopolítica pelas imagens

Xadrez Verbal

A geopolítica dos BRICS

  • Denilton

    Outros podcasts legais que envolvem geopolítica, além do Xadrez Verbal, são o Petit Journal e a ONU News/Rádio ONU :D

  • Tiago Lima

    Caros, não sei faz parte da Geopolítica, ou não deu tempo de vocês abordarem no castelo, mas como fica o poder cibernético?

    Lembro muito bem quando explodiu o escândalo do PRISM, um especialista da polícia federal falou em uma entrevista: “Gente a internet nasceu no departamento de defesa dos EUA, não sei quando é nem porque deixaram de acreditar que ela é uma arma”

    Sobre esse aspecto é bom lembrar que os EUA possuem uma lei que permite que eles verifiquem qualquer dado que passe por solo americano. Juntando isso com o fato de vários servidores estarem em solo americano, existe uma chance razoável dos dados estarem sendo interceptados.

    É uma força que além de atuar na obtenção de dados sigilosos já realizou ataques de fato. Como o vírus Stuxnet no Irã, e mais recente o desligamento da rede de distribuição elétrica da Ucrânia.

    Vários países têm investido bastante nesse “poder”. No Brasil, acho que mais por conveniência do que por designação de fato, o exercito é responsável pela defesa cibernética, mas acredito que logo logo teremos uma quarta força.

    Abraços a todos!!

    • Fernando Malta

      Oi Tiago, bom ponto que compartilhou. A construção teórica em cima da “cybersegurança” é, obviamente, ainda muito recente pra ter uma base mais sólida. Há um artigo de 2011 da Foreign Policy (pra quem curte geopolítica, uma EXCELENTE fonte de informação, diga-se de passagem) que descreve os 3 principais aspectos de geopolítica e poder cibernético:
      – O uso governamental e direcionado de ataque cibernéticos nas mais diferentes áreas sensíveis a outros Estados, sendo ainda mais exacerbado pelo fato de não necessariamente ser evidente de onde partiu o ataque. O caso do Stuxnet é talvez o mais emblemático, mas longe de ser o único, exemplo.
      – O uso privado (em conjunção ou não com o Estado) de ataques virtuais a fim de obter dados sensíveis, desvirtuais competidores e coisas do gênero. É sabido que o governo chinês atua com algumas de suas empresas estatais muito nesse sentido para os mais diferentes fins, o que se torna um risco tanto pela ascensão de uma competição suja, quanto no desvirtuamento da própria produção dessas empresas atacas
      – O uso ideológico dos dados, muitas vezes alinhado a grupos anarquistas e afins, como visto muito bem no caso do Wikileaks, onde pequenos grupos não tão institucionalizados promovem a liberação de dados sensíveis a fim de desestabilizar governos a partir dos mais diferentes fins. De um ponto de vista geopolítico, a forma como os Estados lidarão com essa ameaça será similar a como lidam com o terrorismo, do ponto de vista de uma ameaça difusa, mas é desnecessário dizer as muitas diferenças de um pro outro.
      (pro artigo original: http://foreignpolicy.com/2011/01/12/the-geopolitics-of-cybersecurity/)

      Como você vê, ainda é algo bem embrionário, mas sem dúvida, como colocou, uma questão impossível de ser ignorada pelos Estados do século XXI. Obrigado por trazer o assunto! :-)

  • Naelton Araujo

    Caras me deu uma saudade enorme de jogar War… um dia destes eu estava reclamando como eu queria uma galera pra jogar War…War original… nada de aviões… vamos marcar um tornei na próxima Campus Party?

  • Anderson Cardoso

    Scicast diariamente? Muito bom, mas eu só consigo pensar em “coitado do editor”.

    Não sei se foi só eu, mas achei o assunto muito complexo. Vou ter que ouvir novamente.

  • Lucas Valente

    Cara, muito show o cast de hoje. Realmente esse assunto é de um complexidade tão grande que eu vou ter que ouvir mais uma vez (ou duas?) pra poder tentar entender tudo isso. Eu pensava que entendia mais ou menos os contextos das duas primeiras guerras e a importância geopolítica da heartland, descobri que não sei realmente nem o superficial.

    Só eu achei que o Spengler fica muito feliz ao falar “fímbrias”? Ele fica muito empolgado com a palavra. Participação dele sempre pertinente e muito boa, o cara é fera.
    Tenho a “leve impressão” de que o Fencas gosta bastante do assunto. Manja muito de geopolítica e atores internacionais.
    Todo mundo foi muito bom. E apesar do que o Tarik disse do feedback da amiga dele, eu acho um host notável.
    Obs: Scicast todos os dias? Melhor notícia do dia!!!
    Parabéns por mais um cast excelente!

  • Eric Souza

    Eu me diverti bastante com o episódio. Estou com várias dúvidas, parte delas vou pesquisar, as outras vou perguntar para vocês.

    1. Se um país for declarado de guerra por um de seus aliados, os outros aliados são obrigados a ajuda-lo de alguma forma?

    2. As alianças podem ser feitas ou desmanchadas a qualquer momento? Algum orgão poderia intervir?

    3. A única “força maior” digamos assim, que diz as penalidades para algum país é a ONU?

    Desde já agradeço.

    • Fernando Malta

      Oi Eric! Obrigado pelo elogio. :-D
      Respondendo:

      1. Olha, uma das coisas principais que devemos entender é: não existe NENHUMA obrigação no plano internacional. Convém aos aliados que se ajudem em tempos de crise, de guerra; oras, a 1° Guerra começou muito por causa disso. Mas, por exemplo, Canadá e EUA são “aliados naturais”; contudo, se um dos dois se envolve, por algum motivo que seja, em uma guerra contra, digamos, a China, não quer dizer que NECESSARIAMENTE o outro vá segui-lo. A probabilidade é sem dúvida maior do que se fosse, por exemplo, EUA e Cuba ou Canadá e Omã. Mas não há obrigação legal ou mesmo “Imperativo moral” que faça isso acontecer (o que pode, sim, promover a efetivação dessa aliança é, por exemplo, a opinião pública de ambos os países apelando pra que se unam; dado que são democracias, é plausível que seguirão o que seus eleitores desejam, mas não necessariamente assim acontecerá).

      2. As alianças podem ser feitas e desfeitas a qualquer momento e não há qualquer órgão que possa intervir. Veja, nós só lançamos esse episódio de Geopolítica DEPOIS do episódio de Estado e Nacionalismo justamente pra falar a grande máxima das relações internacionais: NÃO HÁ qualquer instituição “mais soberana” que qualquer Estado e, portanto, se é desejo dos dois que ambos se aliem assim será feito.

      3. Isso é uma puta controvérsia e exigiria uma resposta BEM longa. Sendo sucinto em tópicos:
      – A ONU não é uma “força maior”; a ONU é uma organização INTERnacional (e não SUPRAnacional), ou seja, ela não tem autonomia (ou SOBERANIA) para MANDAR um país fazer ou não fazer algo por si; qualquer decisão da ONU nada mais é que a decisão dos países que a compõem.
      – Dentro da ONU, há apenas um órgão que pode sugerir penalidades (sanções): o Conselho de Segurança. E ele tem uma estrutura bem diferenciada para tal que pode (e vai) ser explorada melhor em um cast que falaremos sobre a organização
      – Há em teoria outras organizações internacionais que tem “poder” de sancionar países, como o Tribunal Penal Internacional, a Corte Interamericana de Direitos Humanos ou mesmo a Organização Mundial do Comércio. Mas essas “sanções” são muito específicas e, realmente, não vale muito a pena falar delas aqui nesse comentário porque ficaria incompleto. Talvez valha entrar em cast futuro que passe pela temática.

      Perdão pelas respostas pouco precisas, mas é que principalmente a terceira demandaria uma explicação bem, BEM mais ampla… ainda assim, espero poder ter ajudado. E fica à vontade de fazer outras perguntas! =D

      Abração!

  • Alejandro Pinto

    Caros scicasters, aproveito este meio para sugerir um possível Scicast sobre geopolítica parte II ou então se poderem integrar alguns aspectos da geopolitica em outro scicast.

    Penso que ainda pode ser desenvolvido o tema da geopolítica mais economicamente falando. Como por exemplo: os direitos de passagem, como funcionam? como uma companhia aérea procede ao pedido de autorização e respetivo pagamento de taxas de passagem? O mesmo também aplica-se com os direitos de passagem de jatos particulares? E na circulação terrestre? como funciona? Um veículo de um país paga para poder circular no país visinho, ou o imposto de circulação já tem prevista essa posssibilidade?

    Gostaria acrescentar que a grande maioria dos países também possuem a chamada zona económica exclusiva, a qual se extende a uma distância máxima de 200 milhas náuticas,. Estas zonas permitem cada país expandir a sua soberania e exercer direitos de vigiar o tráfego, ser detentores dos recursos ali presentes, exsemplo: matérias primas, e atividades económicas como as pescas.
    Aqui na União europeia, existem planos para implementar o chamado céu único europeu. Lamentavelmente não tenho informações suficientes para saber se o projeto do céu único europeu vai anular os espaços aéreos dos estados membros.

    Um forte abraço desde a ilha da Madeira em Portugal.

  • Guilherme Almeida

    Scicast de humanas é o melhor scicast <3

  • Danuzia Dos Anjos Pereira

    O Brasil tem formato de coração.

  • Fabrizio Guzzon

    Salve galera
    Ótimo programa, já acompanho regularmente o Xadrez Verbal (que vocês já indicaram nos links) que trata do assunto na prática, e a abordagem realizada por vocês na teoria por trás da geopolítica foi muito pertinente inclusive para dar uma visão mais ampla as relações internacionais que vemos hoje.

    E foi muito legal encontrar vocês no Pint of Science e bater um breve papo com vocês.

    Abç
    Guzzon

  • Renato Zfz

    Scicast todos os dias na semana de prova, isso não é saudável kkkj

  • Darley Santos

    Strategy, estratégia, stratégie! De fato, moralidade aqui não entra muito, e um líder que se deixe envolver por questões morais será visto como fraco… Pragmatismo é a palavra-chave. E lá vamos de novo lembrar de Maquiavel

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