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SciCast #192: Fármacos

por em sex 21America/Sao_Paulo abr 21America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 58 comentários

SciCast #192: Fármacos

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast que faz bem a sua saúde! Essa semana iremos de drogas, mas, em geral, apenas as que fazem bem para você (se tomadas com moderação).

Saiba do que são feitos os remédios, como são classificados, as diferentes formas que agem em nosso organismo e todas as outras perguntas que você sempre quer saber e sempre teve vergonha de perguntar; seja hipocondríaco ou não!

*Estepodcastécontraindicadonocasodesuspeitadeterraplanismo*

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Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Pauta/Gravação: André Bacchi,  Fernando CezarFlavia Ward e Marlyni Zens Vitrine: Jânio Garcia


Material Complementar:

Drug Interactions Checker

  • gabi

    Dar comprimido pra gato é realmente um dos maiores desafios da vida. Peguei um velhinho que sempre morou na rua e nunca tinha tomado remedio, imagina como foi agradável passar alguns dias dando antibiótico pra ele.

    • Menina… te falar q os gatos da veterinária aqui não são lá essa facilidade. Dia de dar vermífugo é uma enchente de baba nessa residência!

  • Maria Lourdes

    Tenho tanto nitrato de Prata no meu organismo que mancho camisetas da Lupo , um tipo termico. a ingestão do nitrato foi através de gotas homéricas de Argirol no Nariz

    • Fernando Maia Filho

      Oi Maria Lourdes, obrigado por comentar. Realmente o uso cronico do argilol faz acumular a prata no organismo

    • Hehehehe, mãe! ❤️ Mas agora cê parou com isso, né?

  • Maria Lourdes

    Fico dopada com suco natural de maracujá

    • Fernando Maia Filho

      E eu fico muito ligado com cafeína. Algumas pessoas são mais sensíveis para algumas substâncias

    • Filipe Siegrist

      eu tb, e não quero saber se é placebo ou não, pq funciona que é uma beleza.

  • Maria Lourdes

    Falem do Aloe Vera

    • Fernando Maia Filho

      Neste programa falamos de maneira mais geral sobre os fármacos, quem sabe em outras oportunidades falaremos mais sobre outras substâncias

  • Esperando uma call de emprego

    <3

  • Cesar

    SciCast deveria virar rádio

  • Nyell Quantos

    Esse scicast está um sexto delicia!

    • André Bacchi

      Aiii que delicia!!

  • Corredor Ortográfico

    por que a voz do Guaxinim não tá saindo? sei que é ele que tá falando nos silêncios pq os outros falam das coisas que ele disse… mas não saiu a voz dele :(

  • Calista Jubilee

    Adorei, como sempre aprendi muito. Mas senti falta de comentarem sobre o perigo de se tomar remédios com o prazo de validade vencido. Esses dias tomei um sem querer e tive um surto achando que ia morrer, sorte a minha que a Flávia e a Marlyni me acalmaram.

    • Eita!!! Esquecemos mesmo.

    • André Bacchi

      Obrigado Calista! Na verdade tinha muita coisa pra falar em pouco tempo e acabamos focando na farmacologia básica…a questão da farmacotecnica, a produção, formas farmacêuticas e outros aspectos, como a estabilidade e a validade, ficaram de lado ja que nosso foco foi mais o fármaco em si do que o produto final na forma de medicamento. Mas futuramente podemos abordar este e outros aspectos com certeza. Um grande abraço!

    • Fernando Maia Filho

      Esquecemos mesmo. Lembrando que remédio vencido não deve ser jogado no lixo. A maior parte das Unidades Básicas de Saúde e farmácias no Brasil coletam para dar um destino correto.

  • Vinicius Zhu

    Fala, galerinha! Foi mal o sumiço mas as coisas estão meio corridas ultimamente (tô uns 5 episódios atrasado, mas já to correndo atrás do prejuízo, juro!!)

    Gostei muito da temática do episódio. Mas gostaria de fazer uma pergunta aos entendidos no assunto: certa vez um médico me receitou azitromicina, e quando fui ler a bula, tinha um alerta mais ou menos assim: “Azitromicina contém o corante amarelo de TARTRAZINA que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.”

    Sendo eu uma pessoa que já teve que ir ao hospital com crise de asma desencadeada por AAS, fiquei um pouco apreensivo em tomar o medicamento (talvez tenha sido um pequeno efeito nocebo), mas no fim tomei e não aconteceu nada.

    Eis que me perguntei: POR QUE DIABOS alguém coloca num medicamento um componente adicional, aparentemente com finalidade cosmética, que pode causar alergia? Digo, qual é o efeito procurado em se colocar um corante no fármaco?(além de reduzir o universo de pessoas que podem consumir este fármaco por conta do risco de reações alérgicas).

    Obrigado e parabéns pelo ótimo cast!

    • André Bacchi

      Realmente é algo bizarro, mas é puramente estético, por mais imbecil que pareça. Da mesma forma que este mesmo corante está presente inclusive em alimentos e refrigerantes, para deixar a Fanta bem “atrativa” aos olhos, por exemplo. Concordo que é um absurdo do ponto de vista sanitário.

      Sobre sua reação de asma com o AAS, mas que não aconteceu com azitromicina, provavelmente é porque você pode não ser necessariamente alergico ao corante em si, mas o efeito que sofreu pode ter relação com o mecanismo de ação do AAS. O AAS é um analgesico e antiinflamatorio inibidor de uma enzima chamada COX (ciclooxigenase). Resumidamente, as ciclooxigenases convertem ácido araquidônico em prostaglandinas (algumas benéficas e outras que provocam sensibilidade à dor, febre, inflamação. Ao inibir a COX, atua como antiinflamatório. Até aí tudo bem. Porém o ácido araquidônico também sofre ação de outra enzima, a LOX (lipooxigenase), formando entre outros compostos, os Leucotrienos (moléculas pró inflamatórias, envolvidas na inflamação do sistema respiratório e broncoconstrição). Sendo assim, quando você usou o AAS, você inibiu a conversão de ácido araquidônico em prostaglandinas (e tratou sua dor e inflamação), mas acabou deixando mais ácido araquidônico livre para ser convertido pela LOX, aumentando a formação de leucotrienos (que favorecem a crise asmática). Algumas pessoas, principalmente as que já sofrem ou sofreram de asma, podem ser sensíveis a este mecanismo, que é um mecanismo um pouco diferente do mecanismo genérico de hipersensibilidade à uma determinada substância.

      Abração e obrigado!

      • Vinicius Zhu

        Nussa, obrigado pela explicação detalhada! Tá explicado porque meu pediatra mandava minha mãe cortar os salgadinhos industrializados quando eu estava em crise!!

        Por um instante eu achei que o corante no medicamento tivesse alguma função obscura como facilitar a diferenciação entre medicamentos parecidos (se não me engano, tem um ep de House que os médicos pegam um frasco de remédio do paciente e percebem que o conteúdo diverge do rótulo pelo formato e cor do comprimido). Mas nos EUA acho que é comum venderem comprimidos em frasquinhos padronizados. Aqui os comprimidos em blisters individuais com embalagens distintas, a meu ver, são mais que suficientes pra diferenciar uns dos outros, então realmente não entendo quem achou que seria legal “pintar a droga de amarelo pra ficar bonita” em detrimento de uma fatia do mercado. “Jênio”.

        • André Bacchi

          Acredito que realmente tenha essa função de diferenciar, mas no sentido de atribuir uma carcterística que destaque e carcterize a marca, como o caso do viagra (que todo mundo sabe que é azul). Mas o ideal é nem sequer tirar do blister, a não ser no momento do uso. Então também acho que na maioria dos casos, o corante mais provoca riscos do que traz algum benefício ao usuário.

          • Vinicius Zhu

            Tenho a impressão (vendo House, principalmente) que nos EUA muitas drogas são distribuídas “a granel” – o farmacêutico vai lá e enche um potinho laranja com a quantidade desejada do comprimido prescrito e cola um adesivo no potinho falando qual é esse comprimido (mais ou menos como fazem as farmácias de manipulação aqui). Talvez por esse motivo faça todo o sentido diferenciar formatos e cores dos medicamentos pra evitar vender um laxante pra alguém que precisa de um betabloqueador.

            Agora, não tinha pensado por esse lado do marketing. Tava conversando com meu irmão e ele comentou que leu em algum lugar que existe um “trend” em colorir alguns gêneros de medicamentos (por exemplo, opióides ou benzodiazepínicos) com cores específicas, pois se a pessoa tomar uma overdose e vomitar, pela cor do vômito fica mais fácil afunilar as opções do que ela pode ter tomado – sei lá, se vomitar azul foi rivotril, se vomitar amarelo foi antibiótico, se vomitar verde foi AINE, e assim por diante.

            Enfim, é mais uma possibilidade! Mas acho que não faz tanto sentido – por exemplo, no caso que citei lá em cima, a azitromicina continha tartrazina. E era em cápsulas (não comprimidos), e a cápsula é que era amarela – portanto presumo que ela é que tivesse o corante. Sei lá, acho que fazer isso por segurança num antibiótico que é um remédio caríssimo, controlado e vendido em caixas individuais não faz tanto sentido. Se a pessoa quiser se matar com remédios, mais provável que ela acabe dissolvendo uma cartela de paracetamol naquelas vodkas de 10 reais do que provocar uma infecção generalizada pra conseguir receita suficiente pra azitromicina pra comprar 32089423 caixinhas e tomar de uma vez.

          • André Bacchi

            Interessante, nunca vi por esse lado, até por que hoje a prática de induzir vômito em pacientes intoxicados não costuma ser a mais comum, mas enfim, esse debate sobre corantes alergênicos se estende inclusive pra alimentação e daria pano pra manga para um Scicast só disso rsrs. Abração!!!

          • Fernando Malta

            Olha esse Bacchi querendo descolar mais pautas de SciCast… tá virando moda isso aqui! :-P

            ;-)

          • André Bacchi

            Hahahahahahahaha

      • Fernando Maia Filho

        Concordo com o relator kkkkkk

        • André Bacchi

          kkkkkkkk

  • João Pedro De Oliveira

    Olá pessoal do scicast, meu nome é João Pedro de Oliveira, tenho 16 anos e moro em São Paulo SP
    .Neste último final de semana eu participei da marcha pela ciência aqui em São Paulo , la pudi perceber melhor a importância dos pesquisadores aqui no Brasil, e a falta de financiamento público para o meio científico, não menos importante , pudi dar um abraço e falar com alguns de vcs. Aproveitando peço-lhes humildemente um cast sobre artes marciais . um beijo e um abraço a todos.

    • Fernando Maia Filho

      Oi João tudo bem? Acho que o André é um dos caras mais indicados tb para o cast sobre artes marciais kkkkkk

      • André Bacchi

        Hahahahahahahahhahaha

  • Josyane Carla

    Então a faixa preta na caixinha indica a possibilidade do medicamento causar dependência, mas e a vermelha? Esse risco é “menor” ou a causa é outra???

    • André Bacchi

      Tarja vermelha indica que o ideal é usar apenas sob prescrição médica. Portanto se é tarja vermelha não causa dependência no seu sentido real da palavra. Ou seja, não há ativação do sistema de recompensa cerebral nem síndrome de abstinência na retirada da droga.

  • Brubs

    Excelente episódio!
    Gostaria de pedir a vocês que abordassem em algum episódio o assunto doenças de pele. Sofro de dermatite atópica e as pessoas nem imaginam o sofrimento e preconceito que pessoas como eu passam (e são muitas!). Seria muito legal conscientizar as pessoas sobre isso :)

  • Edu Balbino

    Fala crianças e crianços. Quando falaram na possibilidade de nascer o Amoxilina Junior, corri para alertar todas as mulheres da minha vida. Agora eu entendi o motivo do meu coração acelerar quando eu uso meus remédios de asma. Imagino que também seja isso que me deixa agitado e trêmulo.

    • André Bacchi

      Exatamente Edu…medicamentos pra asma (aqueles usados durante a crise) são agonistas de receptor Beta 2. O receptor beta 2 está nos brônquios e quando ativado pelo seu medicamento leva à broncodilatação aliviando a sua asma. Porém temos receptor beta 2 em outros locais e tem 2 hipóteses que podem explicar o seu coração acelerado. A primeira é que no coração existem receptores Beta 1 que aumentam a frequencia cardíaca, e o medicamento da asma pode talvez ativá-los de forma inespecífica. A segunda e mais aceita hipótese é que nas artérias musculares existem receptores Beta 2 que quando ativados levam à vasodilatação. Ao vasodilatar, a sua pressão começa a cair. Para não deixar a pressão cair, o seu coração começa a bater mais rápido. Por isso chamamos de taquicardia reflexa. Um abração!

    • Fernando Maia Filho

      Oi Edu. Apesar dos efeitos colaterais e nada desejáveis, a medicação de mantém no mercado devido ao benefício pra asma. Pra crise aguda é um ótimo remédio!

  • Márlon Luiz

    Parabéns pelo Cast, ótimo episódio. Hoje que consegui ouvir e espero pode participar da discussão, pois tenho uma dúvida que gostaria da visão dos especialistas.
    Primeiramente, senti falta do Tarik nesse episódio.
    Entendo os riscos da auto-medicação e o uso de medicamentos, receitados anteriormente, quanto volta a sentir os mesmos sintomas tempo depois… no entanto, minha dúvida é sobre os medicamentos que sobram. Por exemplo, recentemente estava com uma certa dor e o médico me receitou um remédio, para ser tomado duas vezes ao dia, durante três dias; fui à farmácia e comprei exatamente conforme a receita, porem a cartela continha 15 comprimentos, sendo que teria que tomar apenas 6. O que fazer?
    Foi citado no programa, e reforçado aqui nos cometários, sobre a coleta em estabelecimentos de saúde, entretanto como fica a questão do custo para o paciente? Alguns medicamentos são caros e ainda serão devolvidos por que não irei tomar novamente?
    Talvez não seja rentável a venda de cartelas fragmentadas, nem para a industria nem para as farmácias, porém como pode ser resolvido, já que ninguém vai querer perde dinheiro?

    Gostaria muito de saber se há alguma proposta e interesse neste caso. Principalmente, continuar a discussão aqui nos comentários.

    • André Bacchi

      É uma excelente questão Márlon. Realmente se o paciente recebesse a quantia exata que precisa, não sobrariam medicamentos para serem descartados, evitando custos ao paciente, à farmácia ou estabelecimento de saúde (já que descarte de medicamentos é caro) e principalmente ao meio ambiente. A proposta para solução deste impasse veio com a lei do Fracionamento de medicamentos. Nas enfermarias dos hospitais isso já é feito, as cartelas são fracionadas e os pacientes recebem apenas a quantia que precisam naquele dia de internação. Nas farmácias isso é permitido por lei, mas pra isso o medicamento precisa atender a diversos critérios, como ter bula disponível (mesmo no caso de dispensar apenas 1 comprimido), a embalagem primária (que está diretamente em contato com o medicamento) precisa ser fracionável, etc. Então não basta haver um interesse da farmácia ou da Anvisa, mas as empresas que produzem medicamentos precisam atender a estes critérios para poder vender fracionado.

      A lei do fracionamento é esta aqui: http://www.anvisa.gov.br/fracionamento/rdc.htm

      Abração!

  • Ana Luíza Martin

    Bacana ouvir sobre medicamentos! A forma como isso discutido é bacana! Mais uma informação importante é que a legislação a respeito dos medicamentos similares mudou desde 2003. A RDC 134/2003 exige que os similares novos apresentem os testes de bioequivalência (o mesmo que é exigido pelos genéricos) e dá um prazo de 10 anos para que a indústria se adeque em relação aos similares que já estão no mercado. Em 2015, saiu a lista dos similares que possuem os testes de bioequivalência e, portanto, também são intercambiáveis como os genéricos, garantindo a mesma segurança, qualidade e eficácia dos medicamentos de referência! Bom, é isso aí! Bacana o episódio!

    • André Bacchi

      Opa, muito obrigado pelo excelente complemento Ana Luíza! Faltou citar a nova lei realmente, falha minha. É uma lei muito importante, pois garante maior qualidade para os similares, mas gera uma baita confusão de o porquê existir duas categorias que na verdade, em ultima instância, precisarão atender aos mesmos requisitos.

      • Ana Luíza Martin

        ?! Parabéns pelo programa! Sou iniciante em Podcast! O Scicast é bem interessante e divertido!

        • André Bacchi

          Que legal, também sou prof de farmaco, mais especificamente psicofarmacologia, mas acabo trabalhando cinética, dinâmica e outros assuntos na graduação dependendo do curso :) Podcast é uma mídia muito legal.

          • Naielly Rodrigues da Silva

            Ana e André, fiz mestrado e faço doc na área de psicofarmacologia também, mas já trabalhei em indústria e farmácia comercial. O que eu aprendi na industria é que os similares são importantes (mesmo com a mesma legislação e controle de qualidade) porque as vezes o nome comercial de um similar fica mais conhecido do que o medicamento referência como é o caso do Ocylin (amoxicilina) e Alivium (ibuprofeno) que são similares muito mais conhecidos do que o referência. Essa estratégia de marketing faz com que os similares sejam muito interessantes porque uma vez que ficam famosos eles vendem muito mais pela confiança dos pacientes (e alguns médicos que prescrevem achando que é o referencia mas não é!) :D

          • André Bacchi

            Isso é muito comum mesmo Naielly. Hoje é muito difícil diferenciar um referência de um similar mais tradicional, realmente! Muito obrigado pelo comentário, bem legal ter alguém da área da indústria pra falar sobre o assunto. Aprendi muito com vocês duas :D

          • Naielly Rodrigues da Silva

            Não sou da área da industria não, já trabalhei mas hoje faço pesquisa na área de psicofarmacologia na FMRP-USP, trabalho com o canabidiol e esquizofrenia. Vi pelo scicast que vc também é da área de psicofarmaco da USP, de qual grupo você é?
            Abraço.

          • André Bacchi

            Oi Naielly, foi isso que eu quis dizer, alguém que já entrou em contato mais diretamente com a indústria rs. Eu faço parte da Psicofarmaco, mas da UEL (Universidade Estadual de Londrina). Lá que fiz meu doutorado, embora tenha feito alguns experimentos no laboratório do prof. Brito aí no ICB. Eu trabalhei com exposição pré-natal à Fluoxetina e consequências a longo prazo para a prole. Atualmente estou como prof temporário na UEL com minha carga horária voltada apenas ao ensino até o término do meu contrato. Muito legal sua área, me interesso demais tanto pelo canabidiol quanto pelo tema da esquizofrenia, vc usa modelo animal? Qual? Abraços!

          • Naielly Rodrigues da Silva

            Olá André, interessante saber que você é da UEL, eu fiz minha graduação na UEM, aí pertinho. Muito interessante seu trabalho, fazemos algumas coisas aqui com exposição pré-natal também.
            Eu sou do grupo do professor Francisco Guimarães aqui e utilizo o modelo animal de esquizofrenia baseado no tratamento repetido com antagonistas NMDA (no meu caso MK-801), estes antagonistas produzem comportamentos nos animais muito relacionados com os observados em pacientes com esquizofrenia (defict em interação social e memória, por exemplo) e pelo que testamos aqui o canabidiol parece ser capaz de reverter esses deficts o que é interessante visto que nenhum antipsicótico é capaz de reverter sintoma cognitivo na clínica.
            Se quiser fazer algum contato conosco para trabalhar com o canabidiol ai meu e-mail é naiellyrodrigues@gmail.com. Seria um prazer ajuda-los.
            Abraço!

          • André Bacchi

            Muito legal e promissor, agradeço muito e quem sabe faremos alguns contatos futuros sim! Anotei seu e-mail aqui. O meu é andre.bacchi@outlook.com . Abração!

      • Ana Luíza Martin

        Ministro aulas de farmacologia e é essa mesma confusão ao falar sobre os três tipos de medicamentos em sala de aula!

  • Darley Santos

    Olha aí, Dr. Bacchi em grande contribuição. Acho de grande responsabilidade a atuação desse profissional, e esse cast só reforçou isso!

    “I’m so happy, cause today i’ve found my friends…”

    • André Bacchi

      Opa, valeu Darley!! E boa referência ao Lítio na música rsrs

  • Alexandre Hagihara

    Haha, esse episódio começou excelente. Quando o Guaxa começou a fazer o gancho pro merchan do episódio do Miçangas com o Pena (ka-ching!!), me veio a cena aquele quadro com as freiras da Praça é Nossa (lá vem o golpe….). Editor, numa próxima vez, coloque esse áudio do “lá vem o golpe…”, por favor.

  • Tito de Carvalho

    Galera deviante, seria também o caso, a diferença entre medicamento referência, genérico e similiar, a existência de algum isomeria ?

  • Alexandre Hagihara

    Pessoal, por que de muitos medicamentos são contra-indicados no caso de sintomas de dengue? E cara, quando o Bacchi falou que a ferramenta de análise de interações tinha o link mais inesperado eu já imaginei “humm, http://www.drugs.sexy? será?”.

  • Marcelo Rigoli

    Bacchi estava certíssimo! São os mecanismos de reforço positivo e reforço negativo. Ambos aumentam a frequência de um dado comportamento. O positivo aumenta ao acrescentar alguma coisa após o indivíduo executar o comportamento, como ganhar algo, um presente, ou uma sensação boa. O reforço negativo aumenta a frequência do comportamento ao tirar algo do indivíduo assim que ele executa o comportamento, como por exemplo a retirada de um desconforto. Excelente cast galera! Muito bom mesmo!

  • Thiago Melo

    Não tenho muito o que dizer além de Ótimo cast e parabéns pelo trabalho.
    Amo vocês….

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