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Scicast #182: Carnaval

por em sex 24America/Sao_Paulo fev 24America/Sao_Paulo 2017 em Destaque, Scicast | 24 comentários

Scicast #182: Carnaval

ALÔ PAGINA DO FACEBOOK (afinal comunidade é coisa do ORKUT)! A HORA É ESSA!!!!! (ou a hora que você quiser, afinal isso é um podcast, sei que muita gente vai ouvir depois do feriado)…

Essa semana o SciCast vai nos levar pela história do Carnaval sem sair do ritmo e espalhando sua alegria na avenida! Então vista sua fantasia, confeccione sua mascara de Veneza e suba em nosso carro alegórico do tempo!

Arte da Capa:

 


Publicidade:

  • Continuando a série Monsters of Science em grande estilo a Loja SciCast lança a camiseta Einstein Kiss, está esperando o quê pra pegar a sua?

IMG-20160809-WA0008

  • Ao lado de um dos mais conhecidos  cientistas da história da humanidade, temos uma das maiores e mais importante cientista na camiseta Marie Curie and the Radioactivity Experience, dentre muitos outros itens imperdíveis.

Avisos Paroquiais:


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Expediente:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Jujuba Vilela, Marcelo Rigoli, Willian Spengler e Marcio de Oliveira Arte da Vitrine: The Fight Between Carnival and Lent is an oil-on-panel work painted by Pieter Bruegel the Elder in 1559.


Material Complementar:

Sugestão de literatura:

  • BORGES, Paulo Alexandre Esteves. Da loucura da cruz à festa dos loucos: loucura, sabedoria e santidade no Cristianismo. Cadernos Vianenses, tomo XXIX, jan. 2001.
  • BURKE, Peter. Cultura Popular na Idade Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
  • CUNHA, Maria Clementina (org.). Carnaval e outras festas – ensaio de história social da cultura. Campinas: Unicamp/Cecult, 2002.
  • DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. [Disponível em https://comunicacaoeesporte.files.wordpress.com/2010/10/28211389-roberto-damatta-carnavais-malandros-e-herois.pdf]
  • DINIZ, André. Almanaque do Carnaval. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2006.
  • FERREIRA, Felipe. O livro de ouro do carnaval brasileiro. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
  • FOUCALT, Michel. História da loucura na idade clássica. São Paulo: Perspectiva, 1978.
  • LE GOFF, Jacques (dir.). O homem medieval. Lisboa: Editorial Presença, 1989.   
  • GÓES, Fred (org.). Brasil, mostra a sua máscara. Rio de Janeiro: Língua Geral, 2007..

Sugestão de vídeos:

Sugestão de filmes:

Sugestão de links:

  • Nel Adame

    Meus queridos como eu faço para baixar em MP3 o podcast ??
    Ta baixando em M4A !!

  • Soymara Ribas
  • Só entendi “…e o Egito…”

  • Foi muito divertido! Sonho realizado, pena que faltou o Tarik…

  • Eu fiquei com a impressão que faltou falar da influência de Hollywood construindo essa imagem do “País do Carnaval”, Carmem Miranda e tal. Tem a Disney com o Zé Carioca tb… Mas sou totalmente leigo no assunto. Achei que isso ia vir na hora que vcs estavam falando do Getúlio.

    • Juliana Vilela França

      Boa! Não sei o quanto o Zé Carioca foca em divulgar o carnaval, sinceramente não acompanho muito esse personagem (sou uma fraude!!! XD) o que me lembro é o filme “Você já foi à Bahia?”, que incentivava o turismo pra américa do Sul, mas assisti faz tempo, nem lembro o quanto eles entram no tema de carnaval…

  • É o carro do gás passando no seu comentário. https://www.youtube.com/watch?v=vowlsR3TpfI

    • Juliana Vilela França

      opa q legal!

  • Lucas Powl

    pq o tarik não participou da musiquinha ein?

  • Calista Jubilee

    O Castor de Andrade era, ou ainda é (não tenho certeza), presidente de honra da Mocidade Independente de Padre Miguel. No auge do “patronato” do jogo do bicho a Mocidade ganhou uns 3 ou 4 títulos, durante os anos 90. Agora os bicheiros diversificaram seus empreendimentos e também abrangem o tráfico de drogas atualmente e por isso meio que sumiram da frente das escolas, mas continuam por debaixo dos panos. E sei que em muitas comunidades esses bicheiros são tratados como deuses, principalmente os mais “velha guarda”

  • RMRacing

    Após breves momentos de meditação, o rei respondeu:
    — Vamos fazer uma experiência: decretaremos uma semana de
    inteira liberdade, para que todos se fantasiem daquilo que mais
    anseiam ser. Vamos fornecer-lhes trajes que caracterizem os desejos
    que em particular possam ter, a fim de que escolham o de sua exclusiva
    predileção.
    Desde os adornos do rei até o mais mísero farrapo foram postos
    numa exposição, para que cada um escolhesse o seu. Foram expostos
    até trajes de seres imateriais, aqueles com que se vestiam os anjos, os
    santos e os semideuses. Foram confeccionadas, enfim, sem faltar
    nenhuma, todas as vestimentas que pudessem representar um personagem.
    Depois, no edital, que foi colocado nos lugares mais visíveis, foi
    anunciado que o rei, acompanhado de sua corte, presenciaria, como ato
    final, o desfile de todos os fantasiados.
    E agora vem o mais curioso e sugestivo da lenda: o rei pôde conhecer,
    por meio dos trajes que vestiam, as aspirações íntimas de seus súditos,
    e observar, com grande surpresa, que a maioria tinha escolhido o
    de diabo.
    É interessante notar como em cada uma das épocas que a humanidade
    atravessa, incluindo-se nelas todos os povos, parece reproduzir-se
    essa mesma aspiração.
    Em épocas passadas, dizia-se que o diabo era o rei do inferno,
    que tinha poderes sobrenaturais, etc., gozando por essa causa de
    grande prestigio no seio da enorme massa de seres ignorantes que
    acreditavam nos artifícios de sua magia ou nos malefícios de seu
    poder vingador. De um modo geral, ele foi sempre representado como
    possuidor de extraordinária habilidade para seduzir as almas e submetê-
    las exclusivamente à sua vontade ou, melhor ainda, a seus sinistros
    desígnios. Pelo fato de também se dizer que ele comandava
    legiões de diabinhos e tinha meios para produzir encantamentos e
    transformar as coisas impossíveis em possíveis, não estranha que tantos
    aspirassem a ser diabos.
    Mas a lenda ainda não terminou. Quando o rei viu todos aqueles
    diabos armados com seus tridentes, fez preparar uma enorme fogueira
    e os intimou a que dançassem sobre as brasas, como fazia o próprio

  • Naelton Araujo

    que abertura é aquelaaa… disconjuro… até agora estou me recuperando daquilo…kkkk

    • Fernando Malta

      =(

      Desculpa ._.

  • Adoro vocês, mas o sambinha-enredo da abertura fez meus ouvidos sangrarem e quase me provocam convulsões! He he he! Bom Carnaval para todos!

  • Marco Peixoto

    Parabéns pelo programa. Gostaria de acrescentar ao comentário do Spengler, que citou Bonn (cidade natal de Beethoven) e acentuar que a cidade vizinha, Köln (Colonia), que tem um dos Carnavais mais importantes da Alemanha. A cidade, diferente da maior parte da Alemanha, tem uma representatividade Católica muito grande, por conta da influência do Império Romano, cujo o avanço ao resto do território germânico foi impedido em parte por conta do rio Reno. Assim, cresce a cidade de Köln à margem oeste do rio, abrigando a maior catedral Gótica do mundo e talvez o maior carnaval de rua da Alemanha. Alguns dos aspectos interessantes da festividade no local é que a festividade começa exatamente às 11:11 da manhã da quinta-feira, tento trabalho e aulas normais antes deste horário, proporcionando cenas hilárias de executivos no metro de peruca rosa e rostos pintados. A festividade é comemorada principalmente nas ruas, seja pelo “blocos temáticos” (Zug) ou em ruas de fechadas onde os bares e boates abrem desde de dez da manhã e só fecham às cinco da madrugada, apesar do frio do inverno de menos quatro graus de dia (imagina de noite). As fantasias são levadas à sério e diz-se que um nativo de Köln tem obrigação de ter uma fantasia para cada dia. Algo típico da cidade, é o uso do dialeto local em músicas locais, que são reproduzidas por pessoas de todas as idades e estrangeiros que se arriscam a cantar nesse dialeto alemão diferentão. Todos os dias são nomeados com nomes de flores, mas o principal, que talvez possa interessar a Jujuba, é o Rosemontag (Segunda das rosas). Neste dias,há o desfile de carros alegóricos que jogam os Karmelle (doces, jujubas, balas, barras de chocolate muito bom, etc) para ao público, composto de crianças, adultos, bêbados e brincantes de todos os cantos do mundo. Claro, esse carros sempre trazem um sátiras politicas fortes muito gráficas, inclusive. Depois de cinco dias de pura bebedeira e folia, a festividade acaba na terça-feira à noite na tradicional queima do Nubbel (boneco de palha) de cada bairro em uma concentração de rua que agregara quase todos que festejaram aqueles cinco dias. O boneco encarna todos os pecados e mazelas do ano, desde as bebeiras e excessos de carnaval, até crises politicas e catástrofes naturais. Esse ato pode parecer assustador, mas durante a queima as musicas tradicionais da cidade são cantadas em coro e é valorizado uma união geral entre as aqueles que assistem. Mas vale apontar, como um amigo meu disse, que eu não duvido que este boneco na idade média fosse uma pessoa de verdade. No mais, como se diz em Köln, ALAAF! (saúde, vamos beber, etc.)

    Ps: Abaixo um clipe de uma banda pop, cuja a musica ficou bem famosa como hino do Carnaval nos últimos anos: https://www.youtube.com/watch?v=kkiUUyIvZOo

  • Darley Santos

    Essa marchinha do início não se seria aprovada pelo júri do Rio hahah, muito nerd! Pois bem, o Carnaval e sua essência… Percam-se nas festividades da carne, embriaguem-se, suem, delirem, se percam no próprio umbigo! Digamos que o Carnaval, apesar de todos os pretextos culturais forjados, não traz muitos benefícios…

  • Rodrigo Braga

    “A pipa do vovô não sobe mais”. Muito bem lembrado, Jujuba! Assistindo SBT na minha infância nos anos 90, ficava imaginando inocentemente um vovô empinando pipa!

    • Fernando Malta

      Todos nós, Rodrigo… todos nós…

      ._.

  • Ótimo episódio ❤
    Por favor façam um sobre as festas de São João em Julho ?

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