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Scicast #162: Debate Nobel 2

por em seg 31America/Sao_Paulo out 31America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 10 comentários

Scicast #162: Debate Nobel 2

Queridos ouvintes, para começar bem a semana temos mais um SciCast extra. Desta vez, na segunda parte da Live Debate Nobel 2016, conversamos sobre os prêmios de Medicina, Paz e Literatura.

Entenda como um mecanismo de autodestruição pode ajudar em muitas doenças neurodegenerativas. E, afinal, Bob Dylan mereceu o prêmio?

*Este episódio especial, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

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Sobre o Encontro Podcast:
No fim de semana (3 e 4 de dezembro) faremos um grande encontro na CCXP com muitos amigos podcasters;
Vai ser um grande bate papo e reuniremos no palco e no mesmo ambiente diversos podcasters do Brasil todo;
É a oportunidade de conhecer pessoalmente o seu podcaster preferido, fazer muita bagunça e provar que o podcast é sim, uma mídia incrivelmente forte;
Vamos encher as redes sociais com a #EncontroPodcast e fazer muito barulho, porque vai ser épico!

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Redes Sociais:

Aperte o pause:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Matheus Professor Barbado e  Marcelo Rigoli  Arte da Vitrine: Google  imagens

 

 

Comentado no episódio:

SciCast #89: Célula

ZAMIN, L.L. et al. Resveratrol and quercetin cooperate to induce senescence-like growth arrest in C6 rat glioma cells. Cancer Science. v. 100, n. 9, p. 1.655-62. 2009.
HIPPERT, M.M. et al. Autophagy in cancer: good, bad, or both?. Cancer Research. v. 66, n. 19, p. 9.349-51. 2006.
HARRISON, D.E. et al. Rapamycin fed late in life extends lifespan in genetically heterogeneous mice. Nature. v. 460, p. 392-5. 2009.
TORMO, D. et al. Targeted activation of innate immunity for therapeutic induction of autophagy and apoptosis in melanoma cells. Cancer Cell. v. 16, n. 2, p. 103-14. 2009.

  • Anand Devesh

    42 caminhos

  • Marcelo Paz

    Deviantes não eram personagens criados pelo Jack kirby quando ele tava na Marvel?
    “Os Eternos são uma raça fictícia de super-humanos que aparecem nas histórias em quadrinhos americanas publicadas pela Marvel Comics. Eles são descritos como um desdobramento do processo evolutivo que criou a vida senciente na Terra. Os criadores originais deste processo, os alienígenas Celestiais, destinaram os Eternos como sendo os defensores da Terra, o que leva para a inevitabilidade da guerra contra os seus homólogos destrutivos, os Deviantes. Os Eternos foram criados por Jack Kirby e fez sua primeira aparição em Os Eternos # 1 (Julho de 1976).” https://pt.wikipedia.org/wiki/Eternos_(Marvel_Comics)

    • Fernando Malta

      Somos os destruidores da raça humana, “os geneticamente instáveis e monstruosamente grotescos Deviantes”.
      Que ótimo… =P

      Isso é intriga da oposição!!

      • Marcelo Rigoli

        É nóis

  • Silvana Oliveira E Silva

    Legal a proposta da discussão…. parabéns
    Só uma observação: no Nobel da Paz, vcs citaram que o entrave para a Paz com as FARC era o congresso colombiano (no minuto 7 vcs até trocaram por boliviano rsrsrs), mas na verdade foi a vitória do não no referendo.
    E o alto número de abstenções, segundo os especialistas, foi devido principalmente a dois fatores: 1o que as pesquisas mostravam uma larga vantagem do “sim”, o que trouxe certo relax a alguns setores favoráveis a ele; 2o que houve uma tempestade tropical sinistra no final de semana do referendo, o que prejudicou o acesso de muitos às urnas. Então por isso a taxa de comparecimento foi tão baixa e a história pode ter mudado. Só uma pequena contribuição para tão grande discussão.

    • Anthenor Júnior

      Pois é, e depois decorreu toda uma discussão sobre a afirmação incorreta, e de repente o Tarik fala sobre as regiões que votaram, eu fiquei totalmente confuso se sabiam que foi um plebiscito popular ou achavam que foi votação no congresso. Não vi se já teve errata no cast do Japão, mas sugiro que publiquem uma em um próximo cast!

      • Fernando Malta

        Oi gente, faremos uma errata na próxima leitura de emails, sim. ;-)
        Obrigado por apontarem!

  • Guilherme

    Olha.. confesso que me decepcionei com esse podcast.. sempre gostei da didática que tratavam alguns assuntos, mas a forma como abordaram o Nobel da paz acho que foi muito superficial.. quase sem conhecimento de alguns dos participantes sobre fatos relevantes da pauta.. como por exemplo, o “professor barbado” não saber sobre a posição da população sobre o referendo na Colômbia de anistia das FARC, ou melhor, não sabia nem se havia ocorrido.. que era um absurdo negarem um acordo de paz, que isso so ocorreu nos centros menos influenciados pela guerrilha, já que diziam que a guerra não era no quintal deles.. depois o “fencas” me diz ainda que o Nobel da paz deveria ser dividido com os terroristas das FARC!!! O que é isso?! Ao menos o Rigolli contrapôs essa loucura apontando que a populacao geral nao quer a guerra, mas também não aceita a paz nos termos enfiados goela abaixo como estava sendo feito.. anistiando criminosos terroristas.. que por décadas foram responsáveis por dezenas de milhares de mortes e milhares de sequestros que duravam anos a fio.. que além de anistiar todos esses crimes, com seus líderes livres e impunes, ainda ganhariam de bandeja cadeiras políticas para atacar num novo front.. gosto de vocês em geral, mas foram muito infelizes dessa vez

    • Fernando Malta

      Oi Guilherme!
      Obrigado pela crítica, rapaz. Mas pode me chamar de Fencas, mesmo, sem aspas, que é meu apelido. :-)
      Como havia dito no cast, na verdade a crítica não foi minha (ainda que eu a endosse, de certa forma), mas de diversos cientistas políticos que apontam a incoerência dos laureados baseado no próprio histórico do prêmio. Por exemplo, o prêmio de 94, dividido por Yasser Arafat (Palestina) e Shimon Peres (Israel); o de 78, dividido por Menachen Begin (Israel) e Anwar al-Sadat (Egito); o de 73, dividido pelo Kissinger (EUA) e por Le Duc Tho (Vietnã). Ou seja, o histórico é dar para os dois lados do conflito e essa foi a primeira vez que isso não aconteceu; talvez por não se tratar de um Estado oficialmente reconhecido (mas aí, a Palestina também não é por muitos); talvez porque a mensagem fora realmente de apoio à causa colombiano. Enfim, os motivos podem ter sido vários; mas o fato, que gerou controversa, não poderia NÃO ter sido comentado no episódio por conta de uma discordância ideológica ou não.
      Inclusive, e não menos importante, é legal frisar que nas ciências sociais não necessariamente há O certo e O errado. Este é um caso. Apenas discordamos ideologicamente (ou nem isso; só discordamos desse ponto em específico). O que não necessariamente leva a esse tom exacerbado que colocou de que isso seria uma “loucura” ou que fomos infelizes por uma simples discordância. ;-)
      Abraços!

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