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Scicast #153: China Medieval

por em sex 16America/Sao_Paulo set 16America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 59 comentários

Scicast #153: China Medieval

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um SciCast! Essa semana vamos viajar para o outro lado do mundo e continuar a contar a incrível história da china!

Como se organizaram seus reinos? Como funcionava a figura do imperador?Aprenda a pagar seu imposto com girafas! E descubra o que podemos servir ao menino com sede.

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Aperte o pause:

Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Roberto PenaMatheus Professor Barbado e Willian Spengler. Arte da Vitrine: Google  imagens

 

Artigos Deviantes indicados nos emails:

O Sono e seus Horários

Nintendo NX e seus rumores

Ignorância humana é responsável por dizimar milhões de abelhas

O que a ciência pode nos dizer sobre o “Caso Bel Pesce”

 

Sugestões de literatura:

BUENO, André & MARIA NETO, José. Antigas Leituras: Visões da China Antiga. União da Vitória: UNESPAR, 2014

CARVALHO, João G. S. O Império Ming ou o Tempo dos Dragões. In: SILVA, Francisco Carlos Teixeira da; CABRAL, Ricardo Pereira; MUNHOZ, Sidnei (org). Impérios na História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

FAIRBANK, John King & GOLDMAN, Merle. China: uma nova história. Porto Alegre:L&PM, 2006..

GELBER, Harry G. O dragão e os demônios estrangeiros: a China e o mundo, de 1100 a.C aos dias atuais. Rio de Janeiro: Record, 2012.

GOODY, Jack. O Roubo da História: Como os europeus se apropriaram das ideias e invenções do Oriente. São Paulo: Contexto, 2008.

GRANET, Marcel. A Civilização Chinesa. Rio de Janeiro: Otto Pierre, 1979.

SPENCE, Jonathan. Em Busca da China Moderna. Companhia das Letras: São Paulo, 1996.

TREVISAN, Cláudia. Os Chineses. São Paulo: Contexto, 2012.

 

Sugestões de vídeos:

 

Sugestões de links:

  • Zumbizinho

    partiu ouvir

  • Werther Krohling

    Flango flito.

    • Willian Spengler

      :)

  • Werther Krohling

    Balato balato

  • Denilton

    Meudeus, mais sobre a história oriental <3

  • Episódios de história são meus preferidos ❤

    • Dany Madrid

      <3!!!!!!!

  • AR Terra

    Adoro todos os temas que vcs abordam, mas o de história são os mais entusiasmantes. Certa vez, em uma palestra, escutei um colega psiquiatra dizer que para conhecer a alma humana, verdadeiramente, não adiantava estudar a psicanálise ou outras teorias psicológicas, mas sim a História. Concordo plenamente!! Sempre escuto os podcasts dirigindo e vcs tem sido meus constantes colegas nas minhas longas viagens! Obrigado!!

    • Marcelo Rigoli

      Isso é muito verdade!

    • Dany Madrid

      Concordo!! Adorei <3!

  • Fernando Malta
    • Lucas Santana

      Obrigado! Ele podia continuar gravando ao menos.

      • Fernando Malta

        Portas sempre abertas pra ele, Lucas, assim que quiser retornar.
        ;-)

      • Juliana Vilela França

        Estamos trabalhando em algumas coisinhas na Prótons, mas quem sabe ele aparece por aí de vez em quando? ;)

  • CAST MARA

  • Willian Spengler

    Enter the Dragon – Main Theme no início do cast!!!!!!! Obrigado Adriano e seus red caps!

    • Adriano João Silva

      Estamos aí pra isso Will ;-)

    • Jônatas Siqueira

      E eu Willan? Esqueceu de mim?

      • Willian Spengler

        Quem sois vós, tovarish?

        • Jônatas Siqueira

          Sou o cara que editou este cast! :D

          • Willian Spengler

            Aeeeeeeeeee! Ézu…Ézumonstro! Dázu…Dázumbanho!

  • Miguel Nakajima Marques

    Pessoal, na página do Patreon do SciCast, o link para o PagSeguro está apontando para uma página inexistente (http://deviante.com.br/seja-um-patrono-atraves-do-pagseguro/). A página correta seria http://deviante.com.br/comunidade/recadinhos/seja-um-patrono-atraves-do-pagseguro/

    Outra coisa: Acredito que uma recompensa de US$1,00 chamaria bastante gente que não contribui ou que deixou de contribuir para ajudar a sustentar o programa.

    • Juliana Vilela França

      Obrigada pela ajuda Miguel, acho que o Guaxa vai parar de tentar vender nosso microfone XD que sugere pra esse valor de patronato? :)

      • Miguel Nakajima Marques

        Minha sugestão é fazer algo que gere trabalho uma única vez para vocês. Algo como um e-mail de agradecimento ou o agradecimento em áudio em um único episódio.

    • Dany Madrid

      Me too! Expectrum Patronum!!! Finally <3!

  • Panino, o Manino

    O início sobre o “Hércules chinês” me lembrou dessa notícia, um indício da existência da lenda: http://arstechnica.com/science/2016/08/incredible-discovery-reveals-the-truth-behind-an-ancient-chinese-legend/

  • Jean Moreno

    A respeito do Patreon, alguns blogs e podcasts que usam o Patreon atualmente por conta das dificuldades de bancos bloqueando pagamentos (obrigado BB), estão realizando uma migração para o Apoia.se e outras iniciativas tupiniquins.

    Tendo dito isso, ter um serviço de patronato em reais, não facilitaria pra angariar mais patrões e facilitar pra todo mundo?

  • Icaro Kossmann

    Excelente episódio. Curto muito quando o tema é história que não seja europeia, porque quase não estudamos durante nossa formação escolar. Mas só pra dar aquela cutucada, quando será falado da Mãe Rússia e seus parentes eslavos?

    • Fernando Malta

      Estamos seguindo a cronologia história, Ícaro. À época que finalizamos o cast (século XIV), a Rússia começava a ganhar alguma força com o reino da Moscóvia; podexá que ainda chegaremos aos mesmos. ;-)

    • Willian Spengler

      :P

  • João Marcos Silva

    Bom tema, agora só falta Japão Feudal e Povos Nórdicos hein

    • Fernando Malta

      Aguarde e confie. ;-)

    • Willian Spengler

      :)

  • Leandro_O

    Muito bom, sensacional, parabéns pelo conteúdo!!

    Segue um artigo que escrevi sobre o futebol e a China, caso tenham interesse:
    “Revisitando a história do futebol”
    http://leandro2112.wordpress.com/2014/09/28/revisitando-a-historia-do-futebol/

    Seguem também algumas outras considerações que faço:

    China in the sixteenth century: the journals of Matthew Ricci: 1583-1610:
    .
    “… Parece valer bastante a pena registrar mais algumas coisas em que este povo difere dos europeus. Para começar, parece ser bastante notável quando paramos para pensar nisso, que em um reino de extensão quase ilimitada e inumeráveis habitantes, e abundante em fontes copiosas de todas as formas, embora eles tenham um exército e marinha bem equipados que poderiam facilmente conquistar as nações vizinhas, nem o rei nem o seu povo sequer pensa em travar uma guerra de agressão. Eles são muito satisfeitos com o que eles têm e não são ambiciosos quanto a conquistas. Nesse aspecto, eles são muito diferentes das dos povos da Europa, que são frequentemente descontentes com seus próprios governos e avarentos com o que os outros desfrutam. Enquanto as nações do Ocidente parecem estar completamente consumidas com a idéia de dominação suprema, não podem sequer preservar o que seus antepassados legaram-lhes, como os chineses têm feito através de um período de alguns milhares de anos.

    Sua ordem e harmonia que prevalece entre magistrados, altos e baixos, nas províncias e na Cúria real é também digna de admiração.”
    .
    “…it would seem to be quite worth while recording a few more things in which this people differ from Europeans. To begin with, it seems to be quite remarkable when we stop to consider it, that in a kingdom of almost limitless expanse and innumerable population, and abounding in copious supplies of every description, though they have a well-equipped army and navy that could easily conquer the neighboring nations, neither the King nor his people ever think of waging a war of aggression. They are quite content with what they have and are not ambitious of conquest. In this respect they are much different from the people of Europe, who are frequently discontent with their own governments and covetous of what others enjoy. While the nations of the West seem to be intirely consumed with the idea of supreme domination, they cannot even preserve what their ancestors have bequeathed them, as the Chinese have done through a period of some thousands of years.

    Their order and harmony that prevails among magistrates, both high and low, in the provinces and in the regal Curia is also worthy of admiration.”
    .
    .
    RUSSELL, Bertrand. The problem of China, 1922.
    “O mérito distintivo da nossa civilização, devo dizer, é o método científico; o mérito distintivo do chinês é uma simples concepção dos fins da vida. São estes dois que se deve esperar ver gradualmente se unindo.”
    .
    “The distinctive merit of our civilization, I should say, is the scientific method; the distinctive merit of Chinese is a just conception of the ends of life. It is these two that one must hope to see gradually uniting. “
    .
    .
    CREEL, Herrlee G. Chinese thought: from Confucius to Mao Tse-Tung. 1953:
    “A tendência agressiva e competitiva mostra-se como uma das virtudes de que somos mais orgulhosos, o nosso espírito expansionista. Os indivíduos e as empresas devem fazer mais dinheiro este ano do que no ano passado. Nações deve “exportar ou morrer”, encontrar novos mercados, e constantemente ampliar seus territórios ou pelo menos suas esferas de influência. Cedo ou tarde impérios em expansão (tanto pessoais quanto nacionais) devem se esbarrar, e algo deve dar. O resultado é o conflito, que deploramos mais frequentemente do que analisamos sua causa.
    “Contentamento” é uma palavra que muitas vezes não é ouvida no Ocidente moderno. Tecnicamente, ele é listado entre as virtudes, mas, na realidade, parece que consideramos um pecado tão escuro que estamos relutantes pronunciar seu culpado nome. Há alguma base para isso; em excesso torna-se preguiça e irresponsabilidade. No entanto, a maioria dos psiquiatras, cuja atividade é consertar os destroços na estrada da vida moderna, provavelmente concordaria que uma dose razoável de contentamento seria uma excelente forma de medicina a maioria de nós.”
    .
    “The aggressive and competitive tendency shows itself in one of the virtues of which we are most proud, our spirit of expansionism. Individuals and businesses must make more money this year than the last year. Nations must “export or die”, find new markets, and constantly widen their territories or at least their spheres of influence. Sooner or later expanding empires (both personal and national) must meet, and something must give. The result is conflict, which we deplore more often than we analyze its cause.
    “Contentment” is a word that is not often heard in the modern West. Technically it is listed among the virtues, but in reality we seen to consider it a sin so dark that we are reluctant to pronounce its guilty name. There is some basis for this; in excess it becomes laziness and irresponsability. Yet most psychiatrists, whose business it is to patch up the wreckage on the speedway of modern living, would probably agree that a reasonable dose of contentment would be excellent medicine form most of us.
    .
    .
    BODDE, Derk. Chinese thought, society, and science, 1991:
    .
    “Em suma, embora o militarismo e o expansionismo chinês não pode ser negado, suas consequências esperadas eram afetadas por uma variedade de considerações ideológicas. Estes incluíram não só o pacifismo chinês por si só, mas também desdém pelos literatos em relação aos comerciantes e artesões, suspeitas quanto a construções tecnológicas “inúteis” e caras, e inculcamento das virtudes da frugalidade e simplicidade de vida. Como tudo isso é diferente do mundo europeu! ”
    .
    In short, although Chinese militarism and expansionism cannot be denied, their expected consequences were blunted by a variety of ideological considerations. These included not only Chinese pacifism per se, but also disdain by the literati of the merchant and the artisan, suspicion of “useless” and costly technological constructions, and inculcation of the virtues of frugality and simplicity of living. How different all this was from the European world!”

    A China teve o sistema jurídico mais estável que o homem já pôde produzir, a raiz da meritocracia teve ascensão na China e muito pregada pelo Confucionismo, daí surgiu a ideia dos concursos públicos, o mandarinato, a burocracia estatal.

    O concurso público formal escrito mais antigo data de 165 a.C., cujo registro está impecável. Exames escritos na Europa só em 1693, em Berlim – Cambridge, só em 1702 (muitas evidências indicando ordem de influência desde Bagdá, 931 d.C., Rogério II, 1140 d.C.)

    A título ilustrativo, a China tinha em sua administração central uma burocracia profissional preenchida por todos os estratos da sociedade, de forma que dentre os homens ocupantes de postos mais altos, dos chanceleres imperiais, durante os dois primeiros séculos a.C., pelo menos 22% (*possivelmente mais) vinham de famílias pobres e humildes. Já nos EUA durante 1789 e 1953 era somente 18%.

    Desde a antiguidade até os tempos modernos há muitos desenvolvimentos na teoria e prática de governo no ocidente para os quais a história chinesa fornece paralelos – Marx Weber, por exemplo, comparou otimização administrativa (máquina pública) da Europa moderna e da China dos Estados Combatentes (463 a 222 a.C.). Até hoje há dados do censo realizado no ano 2 d.C.

    Nenhum outro sistema de governo manteve seu domínio sobre um território ao menos comparável por 2 milênios sucessivos quase que ininterrupto.
    Foi o governo mais viável já desenvolvido pelo homem. (CREEL, Herlee G. The origins of statecraft in China, vol.1)

    Em contraste às tradições ocidentais que enfatizam os direitos individuais, a ênfase em ambas as Chinas, tradicional e moderna, tem sido no interesse do grupo ou coletivo sobre os interesses do indivíduo.
    Ordem e harmonia, não liberdade individual, são os valores mais altos da sociedade e os direitos individuais devem se render quando em conflito com os interesses do coletivo.
    Esse conceito está explicitamente incorporado na Constituição, no art. 51.

    A Lei, na visão dos códigos chineses:
    O fato de que os códigos legais eram inspirados pelo confucionismo, praticamente garantiam que eles tivessem conteúdo moral. Não se trata de não haver corrupção, mas sim de que a fundação estatal tinha uma base ética.
    Da Dinastia Han para frente, as ideias confucionistas encontraram expressão na aplicação dos códigos legais e logo em seguida estudiosos confucionistas eram comumente envolvidos em elaborar os códigos.

    Ah, os contos sobre o Grande Yu é tido por muitos historiadores ocidentais como mitológico, mas uma recente descoberta comprova o que é contado desde Sima Qian e pelos outros clássicos (como Livro dos Documentos):
    Massive flood may have led to China’s earliest – Aug. 4, 2016

    http://www.sciencemag.org/news/2016/08/massive-flood-may-have-led-chinas-earliest-empire

    • Hilbert Franca

      Caraca, ce escreveu um TCC hein kk mas valeu, deu pra ter uns insights legais

      • Leandro_O

        kkkkkk – na verdade estou mesmo escrevendo um TCC sobre a China – e quanto mais eu leio mais admirado eu fico com a história deles e mais eu vejo o quanto os brasileiros nada sabem sobre a China (apenas que é comunista e que, na visão nossa, seria um regime de ditadura).

  • Josue Barros

    Pessoal, eles tem a opção de doar pelo PayPal. Por ele dá para colocar qualquer valor de doação e tem a opção de tornar recorrente, com isso vai virar uma assinatura mensal, até que você queira cancelar. Eu achei isso agora e comecei a doar R$ 5,00 por lá. Não tenho como doar mais, mas sei que esse pouco ajuda muito no final.

    PS: Acho que poderiam dar um destaque maior para essa opção, pois ela está no último parágrafo do texto para ser patrono.

    http://deviante.com.br/comunidade/recadinhos/seja-um-patrono-do-scicast/

  • Soymara Ribas

    Amei o tema

  • Josyane Machado

    Mais um episódio excelente!!!
    Tanto pela imponência da China tanto na parte técnica, histórica e social. E por nos trazer sobre essa personagem histórica incrível que merece ser destacada!
    #GirlPower
    Parabéns ao Time!

  • sapobrothers

    Desapontadíssimo que a Espada Cantante não existe de verdade… https://www.youtube.com/watch?v=6u8wBfDtZkE

  • Tarik, eu comi beterraba <3

  • Darley Santos

    Realmente pouca gente deve saber do protagonismo que a China tem na história do mundo, o como ela já foi precursora ou pioneira com relação a certas invenções ou tecnologias. Mas sério que até do concurso??? Olha só… Interessante saber que o Confucionismo foi antes uma ideologia de Estado ou doutrina social do que uma religião, pode ser uma pista para entender a mentalidade desse povo. E a forma da China lidar com a proximidade de outros povos nas adjacências territoriais, de lidar com as pressões estrangeiras me fez lembrar do Império Romano, que de tão grande e extenso tornou-se incontrolável; e quando falaram do poder ideológico circunstancial e da “hegemonia sem conquistas bélicas”, lembrei do soft power dos Estados Unidos da América.
    Hah, amei a inserção do Mestre Ancião no meio do cast!

  • Comentei pelo Twitter, mas venho aqui também <3

    Eu amo os episódios mais científicos, mas devo confessar que sou apaixonada pelos de História <3

    ~Sentem que lá vem história~
    Ouvindo esse SciCast me lembrei quando eu era pequena e o canal Futura pegava na casa da minha vó, o que aumentou para três os desenhos que eu conseguia assistir nas férias. E Sagwa era, de longe, meu desenho favorito.

    Justamente por retratar uma família do imperador chinês pelos olhos dos gatos deles, que também eram tidos como os " imperadores dos animais", o desenho passava então a mensagem que ele queria, mas também tinha uma carga um pouco histórica por ambientar toda a história na história da China.

    Tanto que lá no twitter eu comentei que foi o desenho que me ensinou porque os signos chineses são esses animais, o que cada um deles representa pra cultura.
    E, vocês falam muito sobre Civilization, mas tem um joguinho chamado Age of Mithology que " recentemente" lançou uma DLC sobre a mitologia da China e é maravilhoso <3 hahaha Esses jogos acabam por nos ensinar muito e confesso, amo <3

    Nem tenho o que adicionar sobre o cast, já que o que sei de China foi justamente o que tive que ler para entender essa nova DLC e Sagwa. Mas é um ótimo episódio. Vocês explicam muito bem e tem uma linha de raciocínio muito fluida e são muito claros no que falam. Só tenho elogios <3

    • Hilbert Franca

      Pô, esse desenho parece ser super legal, é muito antigo? Pena que não peguei. Na real não sei quase nada da história da China mas cresci vendo filmes de kung filu, pratiquei um pouco e tal e meus tios sempre praticaram. Acho que por isso a china me fascina tanto. A arquitetura, as vestes, as artes marciais, a música, a natureza de lá… Nossa, sou doido pra viajar pela china. Ainda vou fazer, de bike ainda por cima haha. E sim, os melhores scicasts são os de história <3

  • Hilbert Franca

    Muito foda esse episódio! Confesso que conheci o scicast ha pouco tempo mas to curtindo muito os episódios sobre história. Nesse quesito vcs são bem melhores que o nerdcast

    • Fernando Malta

      Valeu, Hilbert! Nossos historiadores são craques, mesmo. É um prazer pra mim estar em tão boa companhia nos episódios de história.

  • Carlos Chrispino

    uma sugestão, será que colocando um .torrent (e incluindo um .lnk para o post daqui site) dos ep antigos não aliviar o trafego dos servidores?

    separados por ano.. dai novos maratonistas baixariam pelo torrent :)

    o cast tava ótimo… tive q ouvir com pause p acompanhar hahahah mas vale a pena

    • Fernando Malta

      Oi Carlos! Obrigado pela sugestão.
      O problema de usar um torrent ou não deixar no nosso servidor é que perdemos uma informação crucial, que são as estatísticas de quantas pessoas estão nos ouvindo. Além disso, ainda que haja o efeito da cauda longa e temos um bom número de downloads de episódios mais antigos, o tráfego principal vem, claro, dos 3 últimos episódios, então o impacto de uma ação dessa que sugeriu acabaria por ser superficial. :)
      Abração!

      • Carlos Chrispino

        ah sim, entendi.

  • Episodios de história me fazem tomar um gosto pelo conteúdo que nunca tive no colegio (^:

  • Marcelo Paz

    Realmente, fazer podcast sobre história antiga é um negócio da China.

  • Ronan

    Olá, olha eu aqui atrasado hahahaha. Meu comentário será um tanto extenso mas vamos lá.
    Gostei muito da forma direta e sincera em que vocês estão tratando a questão do patronato e da necessidade para manter esse projeto tão amado. Estou trabalhando para poder virar um patrono à algum tempo, mas realmente não estava ligado nos valores hahaha então creio que conseguirei ainda mais cedo que eu imaginava. Continuo espalhando a palavra do SciCast para todos que conheço e tenho bom apreço hahahaha

    Sobre o episódio, eu queria poder dar um abraço e um beijo em cada um de vocês =D estou a um tempo bastante interessado nas histórias da china feudal (Motivo estará mais abaixo) e nossa a quantidade de informações que recebi ouvindo esse episódio, não só uma mas 3 vezes, me fez esclarecer algumas dúvidas quanto à alguns furos em minhas pesquisas hahahaha simplesmente perfeito.

    Gostaria de contribuir um pouco com o episódio e deixar um indicação do que para mim hoje é o melhor mangá em produção. Sim estou indicando um MANGÁ hahaha. O nome do dito cujo é Kingdom e a proposta do autor Hara Yasuhisa segue a mesma linha dos livros de Cornwell em colocar um personagem fictício no meio de fatos históricos afim de romantizar um pouco os acontecimentos e poder contar a história por um ponto de vista diferenciado, porém nesse caso a história acontece na china feudal (Não entregarei aqui a exata época, pois faz parte da emoção do plot). O mangá é realmente bem escrito e com muitas informações históricas e estratégicas das guerras da época. Aos que se interessaram, deem uma chance, leiam o primeiro capítulo, no meu caso foi paixão á primeira lida hahaha

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    • Fernando Malta

      Que maneiro a proposta, Ronan! Não sou muito de mangá, mas vou procurar.
      Deu pra ver no episódio que sou um POUQUINHO apaixonado pelo tema, não? =P

      • Ronan

        Haha só um tiquinho, quase imperceptível seu interesse. Legal, depois, se possível, me diga o que achou =D

  • Carlos

    Tá. Me convenceram. Vou ajudar. E não precisam vender o Tarik. E que conste: programa foda, como sempre. E com um assunto que poucos tocam: o oriente.

  • Vitor Hung

    Adoro os podcast de vcs e pela qualidade do material vcs estão de parabens, como viajo muito os programas de vcs tem sido companhia indispensável nessas viagens.
    Dito isso, gostaria de apontar alguns erros dito no programa:

    1) o periodo final da Dinastia Han foi um periodo muito conturbado, após o periodo de três reinos que durou mais ou menos 60 anos, após varios outros reinos coexistiram por um longo periodo para finalmente começar a dinastia Sui e depois Tang;
    2) o imperador que estabeleceu a dinastia Tang não é do povo Turco, a familia real dessa dinastia e como grande maioria das outras dinastias no decorrer da historia chinesa são da Etnia “HAN” a etnia predominante da China. O povo turco foram expulso da China pela dinastia Tang;
    3) a dinastia com maior territorio foi a Qing e não Ming, logo vem a Dinastia Yuan ( logo antes de Ming ).

    Abs

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