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Scicast #151: Mente, Corpo, Espírito

por em sex 02America/Sao_Paulo set 02America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 30 comentários

Scicast #151: Mente, Corpo, Espírito

Sejam bem vindos Deviantes e Derivadas a mais um incrível episódio!

Essa semana no SciCast vamos falar do verdadeiro ouro do Brasil! Vamos conversar sobre as Paralimpíadas!

Onde surgiu? Quais são suas modalidades? Por que o Brasil se destaca mais nessa competição que nas Olimpíadas? E, principalmente, o correto é Paralimpíadas ou Paraolimpíadas?*

*Talvez ao fim do episódio sua resposta tenha mudado…

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Produção Geral: Tarik FernandesHosts: Fernando Malta e Marcelo Guaxinim. Edição: Talk’ nCastEquipe de Gravação/Pauta: Bárbara PaesRoberto Pena e Natalia Nakamura . Arte da Vitrine: Google  imagens

 

Comentado no Episódio:

We’re The Superhumans | Rio Paralympics 2016 Trailer

Paralimpíadas Brasil 2016

Jogos Paralímpicos Rio 2016

  • Gustavo Souza

    Excelente tema(como de costume). Continuem sempre com essa qualidade incrível e com esse trabalho maravilhoso que vocês nos entregam!!

  • Creio que o numero de atletas paraolímpicos seja maior pois ha muita iniciativa para ressocialização dos deficientes onde se usa o esporte, como o basquete com cadeira de rodas que é usado para evitar que os deficiente se deprimam

  • Willian Spengler

    Se a ideia é continuar o papo do cast por aqui….

    Que tal comentar um pouco sobre o “Coubertin dos Paraolímpicos”?

    Em 1917, aos 18 anos, trabalhando como voluntário em um hospital para mineradores, Ludwig Guttmann teve seu primeiro contato com a paraplegia: um jovem carvoeiro com fratura na coluna tinha perdido toda a sensibilidade. Após ajudar no atendimento, ouviu de um dos médicos: “não se preocupe, ele estará morto em pouco tempo”. Após cinco semanas, com um quadro de septicemia generalizada, o mineiro morreu. Guttmann se lembraria desse paciente pelo resto da vida.

    Exilado na Grã-Bretanha, a partir de 1939, e ajudado pelo Conselho para Assistência de Acadêmicos Refugiados, Guttmann iniciou sua pesquisa. Nessa época, os paraplégicos eram engessados e confinados em leitos onde viviam como aleijados inúteis, sem esperança e indesejados, condenados pelo resto da vida às instituições para doentes incuráveis. Inspirado em um tratamento de lesões na coluna vertebral introduzido nos EUA na década de 30 (onde os pacientes eram virados a cada 2 horas para prevenir as escaras), em dez/41 Guttmann apresentou um estudo com pacientes com lesões na medula espinhal, relatando como deveriam ser tratados e reabilitados.

    Em 1943, foi nomeado diretor-geral do primeiro Centro de Reabilitação para Pacientes com Lesões na Medula Espinhal da Grã-Bretanha, aceitando o cargo sob a condição de total independência para aplicar seu método de tratamento. Seu objetivo era a reintegração dos pacientes na sociedade, como membros respeitáveis e úteis.

    Nos primeiros anos, cansou de ouvir a mesma pergunta de praticamente todos os visitantes: “realmente vale a pena?” Uma frase de um dos primeiros pacientes sintetizava a atitude derrotista da sociedade e a força deles e do doutor: “uma das tarefas mais difíceis para um paraplégico é animar seus visitantes!”. Embora não fosse psicólogo, em toda a estrutura do programa de reabilitação, Guttmann demonstrou profunda compreensão dos fatores psicológicos dos pacientes. Esse foi seu triunfo: conhecendo o valor terapêutico, recreativo e psicológico, ele revolucionou ao introduzir no tratamento dos lesionados as atividades físicas para o fortalecimento muscular e a prática desportiva. Colocou pacientes e enfermeiros sentados em cadeira de rodas para competirem. Era a semente do paradesporto sendo plantada.

    Logo a prática desportiva foi incorporada ao programa de reabilitação em todo o país. Seus pacientes praticavam várias modalidades, do basquete em cadeira de rodas a corridas com próteses.

    Guttmann se aposentou em 1966, mas seu legado é até mesmo maior do que os Jogos Paraolímpicos e talvez superior ao de Coubertin. Quando foi acusado de não admitir que seus pacientes eram inválidos, que não teriam uma vida normal, um “quem eles pensam que são?!”, Guttmann respondia: “eles são os melhores dentre os homens”.

    Com o título de “The Best of Men”, sua vida foi retratada em um documentário muito interessante, produzido pela BBC:

    https://www.youtube.com/watch?v=xpSi2x6VjfU

  • Edgley Cesar

    Excelente cast. Tao bom que até animou o Tarik rsrsrs
    Queria deixar minha contribuição:
    Sobre o video “We’re the Superhumans” que foi comentado, ele é o video promocional do Channel 4, que é o canal de TV britânico que irá cobrir os jogos paralimpicos no Reino Unido. A Olimpiada normal foi coberta pela BBC, mas é este outro canal que irá cobrir as Paraolimpiadas.

    Devido a baixissima venda de ingressos para as paralimpiadas no Rio que foi noticia uns dias atras, surgiu em Londres e rapidamente se espalhou pelo mundo a campanha #FillTheSeats que é um crowdfunding com a ideia juntar uma grana de doações para comprar ingressos (+transporte e comida) para que crianças pobres ou portadores de deficiencia brasileiros possam ir aos eventos. Em 3 dias alcançaram a meta para comprar 10.000 ingressos.
    Foi muito falado por aqui (moro em Londres) sobre os assentos vazios durante as Olimpiadas no Rio (embora em 2012 tenha ocorrido de muitos eventos terem assentos vazios, nao tanto quanto no Rio. Quando se noticiou que apenas 12% dos ingressos para as Paralimpiadas tinham sido vendidos, aí é que se falou mesmo nisso. Eu realmente gostaria que as pessoas fossem aos eventos paraolimpicos por interesse, para experienciar tudo aquilo e tal, nao por pena dos atletas.

    O Tarik comentou sobre as calçadas desniveladas. Realmente é um problema serio isso, nao somente para cadeirantes e deficientes visuais, mas tambem para idosos, pessoas com carrinho de bebê ou crianças pequenas ou mesmo qualquer pessoa que goste de andar pela cidade. Moro em Londres e isso foi uma das coisas que me chamou atenção quando mudei pra cá, pois as calçadas sao todas niveladas e no mesmo padrão ao longo de uma rua – nada de calçadas escorregadias com ceramica, por exemplo. Procurei a respeito e descobri que aqui, a responsabilidade de manter as calçadas é da prefeitura, nao do dono da casa como no Brasil.

    E, por ultimo, queria fazer um pedido… Eu baixo os podcasts no celular e ouço por um app android que gosto muito chamado Player FM, que permite alterar a velocidade do audio (até 5x mais rapido ou na metade da velocidade normal). Infelizmente o Scicast é o unico podcast nacional (dos 9 que acompanho) que nao permite essa alteração da velocidade devido ao formato do audio – embora com os programas antigos isso era possível. Teria como voces voltarem a disponibilizar o audio no formato que permite isso por favor? Confesso que nao sei tecnicamente que formato é esse, mas tenho certeza que voces saberão do que estou falando.
    No Nerdcast com o Lucas Radaelli, que é cego, ele falou que deficientes visuais usam leitores de tela para usar o computador e celular e tem o ouvido treinado para ouvir tudo numa velocidade bem acelerada. Quando ele demonstrou, fiquei impressionadissimo com a habilidade dele de entender tudo naquela velocidade absurda.
    Eu tenho feito maratonas de podcasts ouvindo-os até 2x mais rapido e agora so ouço podcast assim usando esse app, principalmente os programas longos do Scicast, Nerdcast, Anticast etc. Consigo ouvir um programa de 2h de duração enquanto dirigo pro trabalho ou lavo os pratos da janta em apenas 1 hora hehehe
    Os programas mais recentes do Scicast nao tem permitido isso. E ai, tem jeito?

  • João Marcos Silva

    Eu só queria sugerir o tema Povos da Escandinávia, Vikings e afins

    • Willian Spengler

      Aguarde e confie!

    • Eric Adan

      Eita meu Odin de Vahala… a mão de curtir chega tremeu… hahaha

  • Kiefer Kawakami

    Senhores, fiquei super empolgado pra ver as Para(O)limpíadas agora, muito obrigado =D

    E, como de costume: vocês falaram de equilíbrio. O equilíbrio é intrínseco à gravidade. A gravidade ainda é uma incógnita na física, porém….. kkkkkkkk!!!!

    • Willian Spengler

      Coming soon…

  • Marco Eli da Silva

    Só pra saber, o Gobol mencionado pelo Tarik é o esporte do desenho Wakfu?

  • Victoria Holzapfel

    Primeiramente, Fora Te… Parabéns pelo cast, como sempre tá sensacional e agregador, e nós sabemos que o cast foi bom quando ouvimos alegria e amor na voz do Tarik, muito fofo.
    Queria agregar outra discussão ao tema. Segue no fim da mensagem um link que eu vi, ainda durante as Olímpiadas, e que me fez querer ver tanto online, quanto ao vivo, as Para(o)límpiadas.
    Me fez pensar em como as pessoas, não só os atletas, tem que se superar a cada dia em busca de seus sonhos.
    Além disso, o tema daria um programa minimamente interessante.

    https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/atleta-paralimpica-pedira-eutanasia-apos-os-jogos-do-rio/

  • Willian Spengler

    Conforme mencionado no cast, os esportes para atletas com alguma deficiência existem há mais de 100 anos. No período pós-II Guerra, sob a regência da Federação Mundial dos Ex-Militares, foi criado um grupo internacional de trabalho para estudar os problemas do desporto para pessoas com deficiência. Em 1964, criou-se a Organização Internacional de Desporto para Deficientes (ISOD), agrupando, além dos atletas cadeirantes com lesões na coluna, deficientes visuais, amputados, paralíticos cerebrais e paraplégicos.

    Em 1976, a cidade sueca de Örnsköldsvik :) recebeu os primeiros Jogos Paraolímpicos de Inverno. Nessa edição foram incluídos esportes para cegos e amputados e, em 1980, as disciplinas para atletas com paralisia cerebral. Nessa mesma época, criaram-se outras organizações, como a Associação Internacional de Esportes e Recreação (CPISRA) para deficientes cerebrais, em 1978, e a Federação Internacional para Esportes de Cegos (IBSA), em 1980. Para coordenar os Jogos Paraolímpicos de 1982, fundou-se o Comitê Mundial de Coordenação Internacional de Esportes para Deficientes (ICC), formados pelos presidentes e secretários dessas organizações.

    O Comitê Internacional de Esportes para Surdos e as Federações Esportivas Internacionais para Pessoas com Deficiência Intelectual (INAS-FID) juntaram-se ao ICC em 1986. Finalmente, em 1989, o Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) foi fundado em Dusseldorf, na Alemanha, para atuar como órgão regulador global do Movimento Paraolímpico.. A partir dos Jogos de Verão (off-topic: jogaço do Master System e do Nintendinho!) de Seul, 1988, e dos Jogos de Inverno de Albertville, em 1992, e graças ao acordo entre o IPC e o COI, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos são realizados nas mesmas cidades e locais nos mesmos anos, com diferença de poucos dias. O termo Jogos Paraolímpicos foi oficialmente adotado a partir deste ano.

    Com sede atualmente em Bonn, Alemanha, o IPC que rege o movimento paraolímpico é composto de 165 Comitês Paraolímpicos Nacionais (NPC) e quatro federações desportivas internacionais que representam deficiências específicas. É responsável pela organização dos Jogos de Verão e de Inverno, servindo também como a federação internacional para nove esportes.

    O lema do movimento paraolímpico é “Espírito em Movimento”, introduzido nos Jogos de Atenas 2004. O lema anterior era justamente “Mente, Corpo e Espírito”, de 1994. Finalizando, a visão do IPC é “permitir que os atletas paraolímpicos alcancem a excelência desportiva, inspirem e excitem o mundo”.

  • Luis Fernando Micalichen

    O que dizer deste episódio que ainda nem escutei, mas já considero pakas…
    #SaudadesdoOrkut

  • Matheus Ogeny

    Olá Deviantes e Deviantas

    Eu vim aqui com um certo atraso (quase 1 mês) para falar de uma dúvida que surgiu na seção de Detenção do episódio 148, do Albert Einstein para comentar que a Biblioteconomia continua firme e forte existindo.
    Ela continua firme forte para trabalhar no campo tanto com relação as bibliotecas em sua ideia inicial que não deixam e dificilmente deixarão de existir, quanto por vários campos em que atuantes da área podem exercer, como em: editoras para a organização e catalogação de suas produções; empresas e instituições que se utilizam de Tesauros; empresas que necessitam da organização da informação para a execução dos buscadores (Ex: Google, Yahoo, Bing) (Ex²: Periódicos); entre outros serviços que só um bibliotecário de formação vai saber explicar melhor, o que não é o meu caso exatamente.

    Abraços e continuem com o bom trabalho!

  • Calista Jubilee

    Aeeeee!! Posso pedir a música já? Tô ficando famosa com tantas menções no Scicast.
    Mas comentando sobre o cast, sou super fã do Daniel Dias, que pra mim é melhor que o Phelps, afinal o Phelps tem o corpo todo preparado pra natação e o Daniel não. E tem também o Clodoaldo, que é outro nadador fantástico.
    E mesmo conhecendo alguns atletas admito minha ignorância com os esportes paraolimpicos, nem sabia que tinha bocha, que eu adoro.
    Beijos a todos!

  • Salve, pessoas! Semana passada consegui ouvir o cast na sexta mas não consegui comentar. Tanto por falta de tempo quanto por falta do que comentar além de: excelente cast.
    Essa semana me envolvi numa playlist nova no meu Spotify, pretendo divulgar na página dos meus produtos artesanais, mas consegui terminar agora o cast dessa semana.
    Novamente: excelente cast.
    Quanto a olimpíadas e esportes em geral, acredito que mesmo tendo evoluído bastante ainda estamos muito aquém da diversidade humana. Tomemos o exemplo das lutas, que além das divisões por gênero ainda temos as subdivisões por peso. Acredito que divisões segmentações deveriam se enquadrar aos demais esportes. Neste caso, tomemos o exemplo do próprio Bolt. Ele tem um biotipo até então considerado inadequado para o atletismo de elite, afinal seu peso e sua envergadura não se adequam às técnicas até então estabelecidas. Na final dos 100m rasos no Rio 2016 o Bolt deu 3 passos a menos que o Gatlin. Pra mim fica evidente que a distância vs porte físico poderia ser um fator a se considerar na categorização dos atletas. Um atleta menor pode ter um desempenho proporcional superior aos vencedores tradicionais mas ainda assim ser mais lento, o que não o descaracterizaria como atleta de elite em sua categoria.
    Em alguns esportes essas divergências podem ser trabalhadas na classificação, como no caso do powerlifting. O powerlifting combina os resultados dos levantamentos de peso em supino, levantamento terra e agachamento. A pontuação é feita utilizando a tabela Wilks, que faz uma proporção entre o peso e gênero do atleta e a carga levantada. Desta maneira temos atletas de diferentes portes competindo em pé de igualdade.
    Levando em conta toda essa diversidade que temos nos atletas “completos” (leio o “metade” do “para” mais como não completo do que meio) considero importantíssimo o trabalho de se ampliar a acessibilidade nos jogos paraolímpicos mas também a necessidade de se ampliar a acessibilidade dos jogos regulares e direcionar os esforços para unificar tudo numa única e linda competição.
    A questão dos gêneros ainda precisa ser trabalhada. Neste aspecto considero estarmos quase na idade da pedra. Categorias mistas deveriam ser mais exploradas, não com regras de proporções ou cotas, apenas abertas para todos os gêneros. Ainda não entramos no mérito dos transgêneros. Não podemos ignorar que um transgênero, mesmo com tratamento hormonal, não altera sua genética ou seu desenvolvimento prévio. Utilizando novamente o exemplo das lutas, como colocar em confronto uma mulher cisgênero com uma mulher transgênero? Ignorar a carga da testosterona no desenvolvimento da transgênero não me parece justo. E uma mulher transgênero que não tenha feito a troca de sexo? A regras de golpes baixos precisariam ser revistas. Homens transgêneros competindo com homens cisgêneros? E o dopping?
    Enfim, amigos, é por esses e outros motivos que mesmo contente por ver o grande aumento dos esportes mais acessíveis ainda nos considero muito, muito, muito aquém das nossas diversidades.
    P.S.: as pernas no kaiak não são meros lastros ;)

  • Claus Tessmann

    Cara, quando vocês falaram de trans humanismo e usaram o exemplo de arrancar um braço para substituir por um melhor, me lembrou no mesmo instante do livro Homem-Máquina do Max Barry. Melhor livro para entender a mente de um engenheiro e retrata exatamente isso: um engenheiro que busca melhorar a si mesmo através da tecnologia e as consequências disso. Leiam.

  • Eu sou #TeamFencas Fencas é o melhor S2 Fencas

  • Márlon Luiz

    Que episódio maravilhoso, Scicast sempre divulgando o que realmente é importante. Gostei de cara do teatro de abertura, tocando num assunto importante… DIVULGAÇÃO.
    Embora tenha sido divulgado que o evento terá cobertura total em alguns canais fechados e na TV aberta, a Globo fará sua maior cobertura de Jogos Paralímpicos*, não sei se será uma cobertura com a mesma qualidade dos Jogos Olímpicos (Espero que sim, pois esses atletas merecem ser reconhecidos).
    Que tal propor um desafio para que todos possam cobrar de todas as emissoras, abertas e fechadas, em suas redes sociais (#MaisParalimpiadas), mais transmissões e mais menções sobre nossos Super Atletas, caso não seja feito uma cobertura à altura desse evento tão importante.

    Só para complementar: Sou Time Fencas

    *http://www.grupoglobo.globo.com/noticias/grupo_globo_anuncia_transmissao_jogos_paralimpicos-2016.php

  • Márlon Luiz

    Mais um comentário, sobre o vídeo da banda composta por pessoas com deficiência que foi comentado no episódio, gostaria de aproveitar e divulgar uma banda local, que também se encaixa neste tema por terem certas limitações mas isso não impede eles de apreciarem a boa música… a Banda Ab’surdos, é uma banda de percussão e harmonia que toca vários estilos e algumas músicas de autoria própria, formada por pessoas com deficiência auditiva, mas que conseguem se expressar através de seus instrumentos. O grupo, que já tem dois DVDs gravados e realiza apresentações no triângulo mineiro e em outras regiões do país
    Segue um vídeo da banda. Espero que gostem e vejam os outros vídeos.
    https://www.youtube.com/watch?v=sWAWAYCWWfM&index=1&list=PL8ECDB3E5A6B40BD5

  • Darley Santos

    Queria comentar um pouco sobre a questão do prefixo “para”, que uma das moças participantes afirmou como sendo indicativo de “metade” ou “meio”. Imediatamente achei estranho isso, pois tenho interesse em parapsicologia e paranormalidade, e esses conceitos sendo entendidos com a supracitada compreensão do referido termo ficariam um tanto inadequados. Mas uma pesquisa rápida é capaz de mostrar que o prefixo “para” possui o sentido de proximidade, de estar ao lado de, junto de; de estar paralelo a algo, assim como o caso de linhas paralelas; em certo sentido, pode significar “semelhança”; num desdobramento semântico, também tem o sentido de “oposto a” (talvez assim como para-raios, apesar do hífen?)… Enfim, parece que a palavra acompanhada do prefixo “para” possui intrinsecamente o senso de comparação. É como você pegar duas coisas e colocá-las na grelha, e então determinar a base de pontos comuns e a devida especificidade de cada uma delas. Pensemos pelo exemplo da psicologia e parapsicologia: ambas possuem inata/natural semelhança, no entanto a segunda terá sua devida especificidade, individualizando-a em algo diferente da primeira. A pretexto do cast passado sobre Forças Armadas, podemos ver também a diferença entre as palavras militar e paramilitar – enquanto a primeira palavra se refere ao grupo militar institucionalizado, o segundo refere-se a uma associação civil que, apesar de possuir cidadãos armados e até fardados, semelhantemente às forças armadas, não possui o mesmo aparato institucional dos militares.

    Acho relevante discutir esse assunto pois, após passar pela escola e pela faculdade, percebo o quão seria (in)formativo o conhecimento de etimologia. Na escola, poderia ser uma disciplina integrante ou complementar de Língua Portuguesa, ou, na universidade, já fora do tempo ideal, poderia ser uma daquelas disciplinas eletivas que você é obrigado a escolher, como oratória, português instrumental e etc. Fico imaginando o upgrade na leitura de texto e de mundo que ocorreria desde a mais tenra idade, imagino a liberdade que o indivíduo teria na construção de textos e sentidos ao longo da vida, enfim, um melhoria na compreensão das coisas de do mundo de forma geral.

    Ah, como de praxe, mais um ótimo cast! Abraços!

    • Fernando Malta

      Muito legal o comentário, Darley. Concordo inteiramente contigo quanto à necessidade de conhecermos a etimologia dos radicais, prefixo, sufixos; isso nos dá uma nova compreensão sobre seu real significado e potenciais interpretações.

      E obrigado pela correção; fica aí para registro dos demais ouvintes. ;-)

  • Andrey Santiago

    Novamente um ótimo scicast, eu só queria pedir um cast sobre algo relacionado ao continente da África (egito nao conta haha), é um continente que comecei a estudar recentemente e vi que é bastante rico em vários assuntos, só olhar aqui que voces vão achar muitas coisas interessantes.
    https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_science_and_technology_in_Africa

  • Edgley Cesar

    Ouvi um podcast fantastico essa semana e lembrei das discussões nesse episodio do Scicast.
    O podcast em questao se chama Invisibilia e o episodio chama-se: How to Become Batman (é todo em Inglês).
    http://www.npr.org/podcasts/510307/invisibilia
    Ele conta a historia de um cara cego desde a infancia. Ele “vê” e faz virtualmente tudo, como qualquer pessoa que tenha visão perfeita e consegue até a pilotar motos. Ele usa geolocalização por sons (fazendo uns cliques com a lingua) igual morcegos – dai o titulo do podcast. Muito impressionante.

  • Renato Moraes

    Gostaria de ver o artigo do Cardoso sobre os termos Paraolimpíadas e Paralimpíadas que o Guacha se referiu. Obrigado.

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