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Scicast #127: Humor

por em sex 18America/Sao_Paulo mar 18America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 16 comentários

Scicast #127: Humor

Olá Deviantes vocês lembram de como eram os trapalhões na sua formação original? Faz tempo não é? Afinal, como dizem os escorregadores, os anos passam depressa… Pense bem: Trapalhões (clássico), Mr Bean, El Chavo del 8 ou Filmes do Adam Sandler? O que te faz sorrir? E gargalhar?

Essa semana no scicast vamos falar da história do humor: o riso é uma construção social? Nascemos bem humorados e vamos ficando chatos? Ou seria o contrário? Como foi tratada a gargalhada ao longo do tempo? Por que o teor das piadas mudaram? Que tipo de piadas podemos fazer? O que é socialmente aceitável? Podemos traduzir piadas? Qual foi a primeira piada que temos registro? E, principalmente, vocês conhecem a piada do pônei?
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Produção: Tarik Fernandes, Fernando MaltaMarcelo Guaxinim e Juliana Vilela. Equipe de Gravação: Tarik FernandesFernando MaltaMarcelo Guaxinim, Dani Madrid, Juliana Vilela e Cristian Alexandro. Arte da Vitrine: Google Imagens

 

Comentados no Episódio:

The Science of Comedy: Kavin J – TED

Peter McGraw: The Science of Humor

Why is Humour Funny?

Stephen Fry on American vs British Comedy

60 minutes – Brasil

Laughter Lowered the Increase in Postprandial Blood Glucose

Laughter Therapy for Patients with Cancer

Documentário O Riso dos Outros

  • Pablo Neves

    Por que não tem mp3 direto?

    • …porque m4a (MP4) tem tamanho menor?

      • John L. F. Silver

        Qualquer arquivo com qualidade inferior a mp3 tem qualidade menor…
        …porque jpg é menor que png?

        • Parcialmente: a qualidade de um m4a não é necessariamente inferior ao mp3.

  • Tá no Ar: seria o novo… TV Pirata?

  • Willian Spengler

    Bora para as tradicionais dicas bibliográficas sobre o tema?
    – “História do Riso e do Escárnio”, de Georges Minois;
    – “Uma História Cultural do Humor”, organizado por Jan Bremmer e Herman Roodenburg;
    – “Riso, Cultura e Sociedade na Idade Média”, de José Rivair Macedo.

  • Rafael Silveira

    Que bizarro… ao trocar (manualmente) a extensão para .mp3 o o cast passa a ter 10 min.

    • SciCastPodcast

      Trocar o seu nome não torna outra pessoa ;)

  • Vinicius Freitas

    É só eu, ou vocês estão com saudade do Silmar tbm?

  • Inoue

    Tarik,o vulcano.
    Vida longa e próspera.

  • Claudio Rax

    Ainda dá pra participar do Desafio? Os links ñ pegam de jeito nenhum! #help

    • Juliana Vilela França

      Claudio, na teoria está tudo ok, testado e funcionando. Mas você precisa se cadastrar pra conseguir visualizar o desafio =) Me avise se não conseguir que te encaminho pro pessoal responsável e eles te dão um suporte o/

  • mstrey

    Achei interessante quando o Tarik explanou sobre as interpretações do “politicamente correto”. Eu sempre fui um defensor do humor sem limites por acreditar ser praticamente impossível fazer humor sem ser politicamente incorreto. Mas é interessante este viés onde o politicamente correto se restringe a não usar termos que carregam estigma por si só.

    Mas continua achando praticamente impossível fazer humor sem ridicularizar alguém ou sem falar de dogmas como religião, futebol, politica, etnias, sexo e coisas que invariavelmente vão ofender alguém.

    O que me incomoda é o pessoal que acha que não se pode contar piada de cadeirante, mas de “ceguinho” pode. Que é errado contar piada de português ou de evangélico, mas de judeu pode.

    Enfim, pra mim é um requisito básico que uma boa piada precisa ser ofensiva. Já desafiei vários amigos a contarem piadas realmente engraçadas sem ser ofensivo e sempre ganho. Talvez alguém saiba uma ou duas que se salvem mas é impossível fazer um standup de alguns minutos sem ofender alguém.

  • Rafinha Martinelli

    28 anos
    São Bernardo do Campo
    Podcaster iniciante (Flores No Asfalto)

    Oláááár,

    Acabo de ouvir o cast #127 sobre humor e entraram num assunto que me é muito querido, o humor em hospital.
    Por muito tempo trabalhei profissionalmente como palhaço de hospital. Até onde pesquisei, os estudos que tratam o humor como ferramenta de cura são muito variados em questão de resultado.
    O que posso apontar sobre a prática que tive é que, mais do que oferecer uma cura, é oferecer uma resistência lúdica ao ambiente hospitalar em si.
    O palhaço entra naquele ambiente sensível e oferece, acima de tudo, humanidade e brincadeira, não somente aos pacientes, como aos funcionários e acompanhantes.
    No meu trabalho era importante fazer o dr se lembrar que além do paciente há uma pessoa (e vice-versa) e através do jogo tudo isso é feito de maneira leve, cria-se um laço quando se brinca junto com alguém e é feito de maneira espontânea, o que torna a experiência ainda mais agradável.

    Outra coisa importante é tirar o aspecto negativo do ambiente. Temos o habito de ir para o hospital já com a expectativa de ficar tristes, quebrar essa ideia já é um grande avanço. Apesar dos problemas, podemos rir. E, uma vez sabendo que podemos rir, ganhamos a habilidade de tratar a doença com mais leveza.
    Aprendemos a nos apegar ao negativo e talvez um simples toque de brincadeira libertamos a ideia de que o fato de estar doente ou deficiente de alguma forma não exclui todas os lados positivos da vida.
    As vezes ainda servimos de anestésico durante a aplicação de algum medicamento, simplesmente distraindo o paciente.

    Bom, sem mais delongas, pra quem se interessa pelo assunto, tenho um podcast que tratei duas vezes sobre o assunto através de storytelling:

    http://floresnoasfalto.com.br/2016/03/14/ep02-a-arte-da-plateia/
    (Com vários relatos de interações de palhaço em hospital)

    http://floresnoasfalto.com.br/2016/03/07/ep01-uma-toalha-e-so-uma-toalha/
    (sobre a inspiração de se tornar palhaço)

    Parabéns pelo cast!

  • Thiago Carlos

    FINAL FANTASY *-*

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