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Scicast #121: Crime e Castigo

por em sex 05America/Sao_Paulo fev 05America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 31 comentários

Scicast #121: Crime e Castigo

OBJECTION! Entre em nosso tribunal, junte suas provas e venha discutir sobre crimes e castigos. O que torna um homem o que ele é? O homem nasce bom e a sociedade o torna mau? O homem nasce mau e a sociedade o salva? O homem nasce mais  ou menos e vai pro Facebook reclamar? Essas e outras duvidas serão respondidas no SciCast de hoje…
Quem gostou recomenda! Quem não gostou TEJE PRESO!

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Produção Geral: Silmar Geremia. Equipe: Marcelo GuaxinimNicolas Hells, Natália Bells, Tarik Fernandes. Convidado Especial: Márcio Etiane do LexCastArte da Vitrine: Finder.

 

Comentado no Episódio:

LexCast –  o Podcast que traduz o Juridiquês para o Português. Visa entregar temas relacionados ao Direito de forma simples e acessível a qualquer pessoa.

  • Gabriel Eli

    Não ouvi o Podcast ainda… Mas, indico a leitura de um clássico da filosofia!
    Leia Crime e Castigo e depois Crítica a Razão Pura do Emannuel Kant…

  • Referência ao AC/DC entre os convidados? Curti :)

  • Andrey Santiago

    Um podcast meio filosófico/meio social, vamos ver como vocês irão abordar o tema, tomara que seja de um jeito não tão “biased” para algum lado, bom, vamos escutar!

    • Andrey Santiago

      Scicast ótimo, menos filosófico do que eu pensei e bem mais ligado as questões de judiciais/penais (o titulo e a descrição me enganaram um pouco hehe), tudo de um jeito bastante didático para o tema, recomendando já! :)

      • Tarik Fernandes

        Obrigado Andrey. Ah, e o título foi uma brincadeira mesmo :)

  • Inoue

    Excelente cast,o Márcio Etiane entende do assunto,só faltou ele mencionar o Lexcast,o podcast que traduz o juridiques para o português – http://lexcast.in/
    Vida longa e próspera.

  • Gabriel Giovani

    Nesse tema sobre direito podia abordar sobre vicios, o canal “in a nutshell” fez um video q se resume à “a maneira que abordamos o vicio está errada”
    Acho q daria uma boa conversa

  • Bruno Alexandre

    Esse Taríc/Tarique/Táric (sei lá como é que escreve) é um “bestalhado” mesmo! Desde que começou o programa ele começou com as ideias meio erradas… “A propriedade privada é o mal da humanidade”, que filha da p**. Depois vem querer falar de Direitos Humanos pra vagabundos. Cada uma, viu… Não tô dizendo que as prisões brasileiras são perfeitas, mas não passa de ser o retrato de um país que deixa a vagabundagem fazer e acontecer. Cadê os direitos humanos da vítima? Da pessoa que morreu ou que foi estuprada??
    Não adianta tu se preocupar com o sofrimento de vagabundos em um país que não tem politicas públicas que favoreçam que as pessoas cresçam na vida. Tem que brigar nas trincheiras, na câmara e no senado. Acabar com a putaria, e daí o efeito dominó chega nas prisões
    Quando eu vi o título do programa eu sabia que um merda ia ficar cagando pela boca.

    • Tarik Fernandes

      É “Tarik”. E dados são dados. Não inventei nada do que falei. Foi embasado em fatos, não em senso comum do tipo “direitos humanos da vítima”. Esse tipo de frase diz muito sobre a profundidade argumentativa e de conhecimento do enunciador.

      • samyr87

        Scicast nº 121, e ainda tem gente que não percebeu que dados científicos realmente são utilizados no programa.

        • Werther Krohling

          Se vocês tivessem acesso às pautas… vários artigos científicos garimpados e listados para embasar os participantes.

          • samyr87

            você não participou de alguns scicast’s ?

      • Bruno Alexandre

        Opa! Obrigado pela atenção, Tarik!
        Reconheço que passei dos limites ao comentar aqui no site, mas foi que na hora eu fiquei nervoso, e escrever sobre algo quando se tá com raiva é isso aí.
        Então, sabendo que temos ideias divergentes gostaria que: antes de tu colocar um rótulo, usar um monóculo e dizer “Bitch, please” ao enunciador, vamos pensar um pouco.
        Tu é de Anápolis, não sei se tu vive mudando de cidade e conhece outras realidades (talvez sim), mas já temos um choque de cultura logo de cara, Anápolis tá passando por um período promissor e diminuição de violência, graças a Deus ou quem tu achar que seja o responsável. Moro na região de Floripa mas nasci e vivi mais de 20 anos em uma cidade baiana chamada Feira de Santana (uma das mais violentas do país). Além de ser chamado de “preguiçoso” e ter meu nome mudado automaticamente pra “bahia” (não vem ao caso, mas já escrevi), aqui (em Floripa) eu aprendi que: sim, podemos andar com celular na mão no meio da rua, isso existe!! Isso é só um exemplo da disparidade de realidade que existe nesse país.
        Já na minha cidade natal… não existe um ser vivo que tu conheça, ou até mesmo o próprio, que não tenha passado por uma situação de: furto, roubo, atentado, sequestro ou tentativa do mesmo, estupro, apanhar no meio da rua pq tu mora em um bairro que não deveria existir pra alguns, ser trancado em mala de carro ou até parar no semáforo de moto e alguém sentar na garupa e colocar uma arma na cintura do piloto e o levar “alí”, tudo isso sendo chamado de vagabundo, “alemão” ou “galego” (mesmo se tu tiver o cabelo preto).

        Não, não sou um sofrido mesmo tendo passado por alguma situação citada, e muito menos santinho, mas são esses tipos de “realidades” que montam o modo de pensar das pessoas. Lá na minha cidade quando morre um “vagabundo” (como eu chamo) as pessoas dão graças a Deus, outros dizem “já vai tarde”, ninguém fica triste, a não ser, é claro, a família do que morreu. Por mais que as pessoas se sintam aliviadas, isso tá errado, eu reconheço.
        Os culpados são privados de sua liberdade, como um castigo, e a intenção é que os mesmos sejam reaproximados da sociedade, o famoso recondicionar, e eu reconheço que se o cara vai pra um lugar PIOR do que a sociedade, NUNCA vamos ter a verdadeira justiça, ainda mais se quem tá causando o mal é o próprio agente da “justiça”.
        Eu entendi seus dados, saquei o que tu quis dizer, mas a questão é que a forma que tu retratou a questão foi como se NÓS devêssemos estar preocupados com pessoas que só fazem piorar ainda mais a situação.
        Como falei, acho que precisamos mudar muito o país para que as pessoas tenham motivos de serem mais honestas e terem alvos alcançáveis na vida, daí vamos ter aquele famoso efeito dominó. Não adianta também tu mudar apenas as prisões com o país desse jeito.

        • Tarik Fernandes

          Tudo bem, entendo que esse tipo de assunto gera uma revolta muito grande. É comum que, sem acesso aos dados corretos e influenciados por políticos e outros que capitalizam em cima da violência, as pessoas respondam agressivamente contra quem tenta ver o outro lado.

          Não nego a violência diária. Fico muito tempo em Goiânia (migração pendular) e é horrível a sensação de insegurança. Mas a solução não passa por brutalizar ainda mais o Estado e as pessoas. Mesmo sem discutir a questão moral e ética disso, vamos para questões práticas: não está sendo eficiente o modo como tratamos (violentamente) as pessoas que cometem crimes. O cara que vai para cadeia, inevitavelmente voltará para a sociedade (não temos perpétua, nem pena de morte). A questão é: como queremos que ele volte? E isso depende muito do nosso modelo de punição e ressocialização.

          Como falei no episódio, 40% dos que estão presos, nem foram julgados. Ou seja, nem sabemos se ele realmente é culpado. Só estão presos pela ineficiência do Estado e por não terem acesso à lei. Diferente de quem pode pagar para fazer valer o que está no texto penal. Repare que falei que quem pode pagar não faz nada de ilegal, apenas pode usufruir da lei.

          Claro que o problema da violência é extremamente complexo. Portanto, a solução não é única e muito menos simples, como querem acreditar vários políticos da “bancada da bala” no Congresso. Mas, acredito que uma frente importante no combate à violência, é repensarmos nosso modelo de punição e repressão policial.

          Há muitos “lados” desse problema que eu não conheço, por isso é interessante discuti-lo com outras pessoas. Ah, e também sou da Bahia, de Irecê :)

    • Andrey Santiago

      Contra-argumentação (se é que se pode chamar disso) cheia de xingamentos e senso comum e ainda por cima sem fonte nenhuma, sinto um cheiro de reaça…

      • Bruno Alexandre

        Cara, nem ia responder, mas já que estamos aqui eu tenho umas questões:
        1. O que tem te errado em “senso comum”?
        2. Que diabo significa “reaça”? Sempre ouvi falar dessa palavra, mas nunca quis saber até tu se referir a minha pessoa…
        3. Pq tu deixa no ar me chamar de algo que foi criado por um grupo que possui um SENSO COMUM de ideias?

        • Andrey Santiago

          1. É um conhecimento raso, tradicional, acrítico e, portanto, falível. É uma noção desprovida de crítica que é admitida como verdadeira, mas sujeita às falhas cognitivas e experiências subjetivas.
          2. Diminutivo de reacionário. É alguém que tenta preservar o status quo quando alguém tenta mudar ele, normalmente é associado com conservadores.
          3. Desculpa, nao entendi sua pergunta.

          • Bruno Alexandre

            Saquei. O 3, na verdade, eu te questionei por ter induzido que faço parte de um grupo, com uma palavra que é utilizada por um outro grupo, ou seja, algo como senso comum tbm.

            Esse assunto é complexo, e mesmo contendo dados existem várias formas de se resolver as questões levantadas. Não entrei no mérito de tentar debater tais dados usando conhecimento raso, esse negócio de senso comum me pertuba já que cada um tem sua realidade.

            Tbm acredito que algumas linhas raivosas de texto não devem expor toda a minha opção política, podemos ser rígidos em alguns conceitos e maleáveis em outros.

          • loouiz

            Caramba, aonde você arrumou esse conceito de senso comum? HAHAHAHA Esse MEC formando só figura…É muita mortadela na cabeça.

          • Andrey Santiago

            Elabore mais por favor a sua critica ao meu conceito de Senso Comum, não vi nada de errado com ela.

          • loouiz

            Senso comum não tem nada a ver com conhecimento superficial ou profundo, critico ou acrítico, e muito menos com subjetividade. Tem a ver com experimentação prática. “Senso comum” é um termo que se usa para descrever uma coisa que seja razoável (senso) para uma coletividade de indivíduos (comum). Ele não é infalível, assim como nenhum tipo de conhecimento é. O único adjetivo correto que você utilizou foi “tradicional”.

            Outra coisa, não tem absolutamente nada de errado em ser tradicional, conservador, ou reacionário. Você deveria buscar literatura sobre esses assuntos, e verá que essas coisas que você pinta como ofensas podem ser muito mais conceitualmente interessantes, e dotadas de mais profundidade, do que um monte das baboseiras “””progressistas”””, muitas vezes inócuas, que você parece tender a acreditar.

            Não falo isso para lhe ofender, mas você é o puro estereótipo do “estudante do MEC”, eu já fui você, todo brasileiro já foi você. O bom é que depois dos 30 você passará a formar seu próprio convencimento de verdade, parece um rapaz inteligente, nenhum “estudante do MEC” sobrevive a maturidade. Boa sorte.

    • Agora que vi os comentários. Fico feliz que você reconheceu que exagerou e passou dos limites. Na minha opinião seu maior erro foi “atacar” a pessoa do Tarik e não as ideias / argumentos apresentados por ele e esse é um dos maiores erros que um operador do Direito (ainda que vc não seja um) pode cometer, pois é um verdadeiro atestado de incompetência ou impotência diante dos argumentos apresentados por quem vc ataca. Assim, mesmo que vc tenha razão, vc perde qualquer credibilidade agindo assim e perde a chance de convencer as pessoas de que o seu raciocino é o mais “correto.

      Dito isso, tenha a certeza de que todos os tópicos da pautas foram estudados em profundidade e o que foi dito foi sim baseado em dados e estatísticas comprovadas. Se vc quiser pode pesquisar junto às Corregedorias dos Sistemas Penitenciários e eu posso te passar os dados do DESIPE Amazonas e do Conselho Nacional de Justiça sobre as “denúncias” de estupros de mulheres de presos em visitas aos estabelecimentos prisionais.

      Deixo aqui também o link do Episódio Vigiar e Punir onde analisamos a questão da Pena e as Ideias de Michel Foucault. Espero que vc goste do conteúdo.

      http://lexcast.in/podcast/lexcast-35-vigiar-e-punur/

    • Alex Alonso

      eu amo essa sessão de humor nos comentários

  • Panino, o Manino

    Pensei que fosse sobre o livro…
    Sobre falso testemunho, talvez conheçam embora não tenham lembrado, um filme chamado “A Caça” (Jagten). Um professor de jardim de infância é acusado de abuso sexual, e você sabe que ele é inocente mas a comunidade e amigos não. Durante a investigação você vê como a polícia querendo apenas colher mais evidência direciona os depoimentos das crianças fazendo elas apenas confirmarem a imaginação dos adultos.
    Esse filme também tem a questão da suspeita que permanece z após terminado o processo.
    É um ótimo filme, relevante para o tema do cast.

    • Keilla Teixeira

      Esse filme é incrível. Eu queria pular pra dentro da tela pra ajudar o cara.

  • Mike

    Bom cast! Achei que seria meio chatinho, mas foi super divertido como sempre.
    Mal posso esperar pelos post de Pokemon; comecei a aprender as regras com um online muito tempo atras, mas desanimei, nem lembro porque mais.

  • Pedro Henrique Siqueira

    trilha de GTA San Andreas em mais ou menos 29min

  • Vinicius Duarte

    Sobre o caso da lancha que não ajudou o barco afundando… Não poderia alegar que ele corria risco de vida caso fosse ajudar? Tipo em Titanic, depois que naufragou os botes não voltaram na hora pq corria risco de virar já que todo mundo iria querer ser salvo

  • loouiz

    No geral o programa foi muito bom, mas sugiro que vocês, na próxima vez que forem falar sobre coisas polêmicas, busquem todos os ângulos do assunto, e apresentem os fatos completos, não apenas essa visão “progressista” e parcial, ainda mais de um tema polêmico como esse. Ouvi muito sobre Garantismo, mas não ouvi um “piu” sobre Lei e Ordem, teoria das Janelas Partidas, ou qualquer coisa do tipo, mesmo que essas sejam politicas rejeitadas no Brasil, elas existem e são importantes para compreender o universo de teorias sobre o assunto. Essa parcialidade, principalmente por parte do Tarik, realmente me incomodou ao ouvir o podcast, ao ponto de que tive que pausar pra respirar no meio de tanta demagogia.

  • Victor Mantovani

    Um dos melhores episódios, me surpreendeu.

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