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Scicast #120: A Matemática dos Pontos

por em sex 29America/Sao_Paulo jan 29America/Sao_Paulo 2016 em Destaque, Scicast | 33 comentários

Scicast #120: A Matemática dos Pontos

ATENÇÃO! Só de ouvir esse programa você estará ganhando cinco mil scipontos*

O Scicast dessa semana fala da incrível matemática dos pontos, como
eles funcionam? O que fazer com os pontos no seu cartão de credito?
Como ganhar mais pontos? Posso ganhar pontos fazendo exercício e
troca-los por pizza? E o mais importante quando um barbeador é melhor que uma viagem de avião.

* Os scipontos podem ser trocados por videos exclusivos do Tarik no
Carnaval da Bahia ou abraços do Guaxinim…

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Produção Geral/Edição: Silmar Geremia. Equipe: Tarik FernandesMarcelo GuaxinimFernando Malta, Eduardo Costa. Convidado Especial: Eloy “Clooney” Neto.  Arte da Vitrine: Finder.

Comentado no Episódio

Especial da InfoMoney sobre pontos. Com simulador.

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  • Ricardo Tatsch

    Os EUA foram uma economia absurdamente livre até o século XIX e desde então vem caindo continuamente no índice de liberdade econômica desde então. O auge foi durante o combate à crise de 1929, quando o governo iniciou medidas de controle econômico que dariam inveja aos criadores do Plano Cruzado.

    • Bah! Tá maluco? Desde que Alan Greenspan assumiu a Fed, foi uma medida liberal atrás da outra, culminando na crise dos Credit Default Swaps; depois o próprio Greenspan admitiu que fui um erro ter dado tanta liberdade pra Wall Street e bancos.

      • Ricardo Tatsch

        Ai ai ai… eu falo de 1929 e o cara da um pulo de uns 100 anos para falar da crise de 2008. É isso mesmo produção? Mas vamos lá!!

        Já ouviu falar das empresas Freddie May e Freddy Mack? As pseudo empresas privadas, mas fortemente protegidas pelo governo federal americano, que eram quem compravam as hipotecas podres, o que permitia que as financeiras tivessem liquidez para emprestar mais, exatamente como queria o governo para financiar o “minha casa, minha vida” do Tio Sam. Nunca ouviu falar? Da um pulinho no site Mises Americano, tem quase uma dezena de artigos

        Capitalismo nos Lucros e Socialização dos Prejuízos foi o que aconteceu e isto NÃO É LIVRE MERCADO!!! Quem acha o contrário é que devia estar em camisa de força.

        PS: Da próximas vez, responde ao que eu escrevi em vez de largar um troço “out of the blue” para bancar o esperto.

        • Você afirmou que índice de liberdade econômica vem caindo durante o século, e usou de exemplo uma crise de 88 anos atrás, sendo que desde lá os índices de liberdade subiram muito, e só apertaram mais na crise mais atual. Cara, você não precisa ensinar crise de 2008 pra mim, eu passei um ano inteiro fazendo pesquisa acadêmica sobre o assunto.

          Não existe livre mercado. O EUA não tem livre mercado, e eu nunca disse isso. Nenhum país tem. O livre mercado é uma utopia. Mas você pode se aproximar dela, com cuidados realistas. E foi o que o EUA fez no último século, seguindo as medidas liberais recomendas pela Fed, comandada pelo Greenspan. Das economias atuais, a americana é uma das que mais se aproximou do liberalismo, gradualmente, uma medida atrás da outra, até chegar no grande refugo das útlimas duas décadas.

          Aqui vai uma dica pra diálogos futuros: não trate os outros como se não soubessem do que estão falando; se você não conhece a outra pessoa, não a julgue ignorante em um assunto antes de conversar com a mesma; você pode se surpreender.

          • Ricardo Tatsch

            Apelou para falácia de autoridade! YES!!! I DID!!!

            Tche, quem saiu chutando foi fossa senhoria me chamando de maluco. Eu sou só mais um na multidão que tem como passatempo estudar sobre escola austríaca.

            “Dotor”, fica nessa vibe que tu vai longe!!

          • Não apelei pra falácia da autoridade. Eu nunca disse que estou certo por ter alguma autoridade. De novo, um erro interpretativo seu. O que eu fiz foi pedir para parar de me tratar como leigo, parar de fazer perguntas como se eu nunca tivesse visto o assunto antes só para estabelecer uma superioridade intelectual, auto-afirmação. Fazer perguntas como se o outro não soubesse a resposta é uma tática argumentativa para se mostrar correto sem realmente mostrar evidências. É mais produtivo para esta conversa se eu não tiver que responder o que você provavelmente já sabe.

            Também disse aquilo para você parar de me atacar com base em falso pressupostos: por exemplo, eu nunca disse que o EUA é um livre mercado e você usou isso contra mim, colocando palavras na minha boca. Já é a segunda vez que você faz isso.

            A parte do “tá maluco” foi mais no tom descontraído, coloquial. Eu não estava te desafiando, só achei estranha a colocação visto o histórico de desenvolvimento do país no último século.

            Eu não saio tratando os outros como ignorantes antes de conhecê-los. E foi exatamente o que tu fez. Fica a dica.

      • Ricardo Tatsch

        Outra, vc sabia, por exemplo, que o setor de planos de saúde americano é caraterizado? Que uma empresa de saúde de um estado não pode concorrer com outra? Que em NY o governo intervem nos contratos de aluguel com uma lei que impede o reajuste dos alugueis em algumas situações? Que durante a crise de 1929 ouve controle de preços? Que nesta crise o governo PAGOU para agricultores não plantarem? Que conforme o governo INTERVIA na economia a crise só aumentava?

        Os EUA estão várias dimensões à nossa frente em matéria de livre mercado, mas eles tem algumas incongruências, como a dos planos de saúde ( para detalhes, visitem o site do Mises Brasil, procurem “Como realmente funciona o sistema de saúde americano” ) e com o crescimento da esquerda limusine, isto tende a piorar.

        • Sim, eu sei. Eu vivo no EUA, eu vivo o plano de saúde americano. As empresas de saúde não competem entre elas mas as de seguro sim (lembrando que aqui não se paga convênio, mas sim seguro de saúde). Você falava em medidas de controle econômico, mas não em medidas de controle de serviços sociais. Normalmente falamos dos dois assuntos separadamente.

          As leis de controle de aluguel em Nova York são uma resposta a um oligopólio que estrapolava os preços e quase arruinou a cidadena década de 50. Recomendo estudar a história de como essas leis foram estabelecidas. Se você quiser ser um nit picker e fuçar leis locais, eu tenho várias bizarras pra você: não pode atravessar com cavalos a 2nd Street depois da 1 da manhã, no Cook County; não pode jogar um alce vivo de um avião em movimento no Alaska; etc. Essas leis não determinam política econômica. Tanto é que a crise de 2008 está muito atrelada à falta de controle da indústria imobiliária.

          O EUA subsidia sua agricultura de forma drástica desde a década de 70, isso não é de hoje. Eu trabalhei em uma grande empresa de commodity agrícula. Sem o subsídio, os fazendeiros não tem como competir no mercado de exportação. As empresas de commodity mal estão conseguindo dar lucro dentro do EUA (a margem é de $0.008 por bushel, quase nada). Mas essa não é uma restrição ao liberalismo, só um incentivo econômico. Ninguém é obrigado a plantar nenhuma commodity, nem tem um restrição de preço mínimo ou máximo pra vender. Tanto é que o preço das commodities flutua bastante. O milho que estava $12/bu a 2 anos agora está $3/bu na alta estação. Essa liberdade de flutuação de câmbio é berço dos mais variados instrumentos de hedging, só possíveis por causa da falta de regulação sobre os mesmos. Você, nesse momento, da sua casa, sem nenhuma restrição, pode investir na alta ou na baixa, ou até na não mudança de preço, do milho, ou qualquer outra commodity – nem precisa ser agrícula. Eu tenho vários amigos traders que ganham a vida trocando commodity em casa.

          Em 1929 ouve muito mais que controle de preços, ouve praticamente um reboot de toda a estrutura econômica do país. Dessa época, pouca coisa ficou (vale lembrar que já fazem quase 88 desde a crise de 29) e muita, muita coisa mudou. Dessa época, sobrou praticamente só as leis de precauções bancárias: restrições mínimas na reserva que os bancos tem que manter, impedindo que um overdrawn em cascata ocorra com facilidade (como o de 29), e um máximo de empréstimos de mortgage que os bancos podem fazer, pra impedir justamente o que aconteceu em 2008 (resultado direto da retirada das restrições em 2004). Fora isso, os bancos e as empresas públicas fazem praticamente o que quiserem. Pega o caso do JP Morgan chamado de London Whale. Eles tinham tanta liberdade de investimento que se sentiram livres pra assumir uma quantidade imensa de risco; o grande risco gerou muito lucro, até o mercado virar contra eles e então perderem$900 milhões em uma semana, depois $2 bilhões em um mês. Tentaram esconder e quando a frause estourou, tiveram que pagar mais de $7.2 em indenizações.

          Como exemplo, o mercado de derivatives e instrumentos financeiros, hoje passa dos $700 trilhões em volume conhecido – fora os over-the-counter contracts que não são conhecidos pelo público (justamente por causa da falta de regulamentação dos mesmos, não existe nenhuma lei dizendo que as empresas e investidores tem que divulgar estes contratas, ficando a maioria no escuro); estes são estimados nos quadrilhões (sim, os números são realmente absurdos). Eu sou um analista financeiro, o que eu mais fiz foi desenhar contratos over-the-counters de valores absurdos.

          Dentre os países de primeiro mundo, o EUA não só passou o último século com uma das políticas econômicas mais liberais, como liderou as mudanças liberais em outros países. Isso tudo muito influenciado por um dos maiores defensores do liberalismo econômico do último século: Alan Greenspan.

          Seguindo a estratégia dele, a Fed basicamente mudava apenas o juro de empréstimo para bancos e impressão de dívidas do governo. A idéia era reduzir todo controle econômico de escala nacional para apenas esses dois controles. E realmente deu muito certo por muito tempo. Foi só depois da queda da Worldcom e da Enron que as leis começaram a apertar, e depois de 2008 e a quebra do Bank of America que ficou óbvio que o governo não podiam deixar os investidores fazerem o que quiserem.

          Não existe liberdade econômica plena. Essa é uma utopia e, toda vez que um país se aproxima dela, alguma crise acontece por causa da falta de controle. Todavia, se tem algum país que se pode apontar como exemplo de liberalismo no último século, com certeza é o EUA. Aqui você investe no que quizer, do jeito que quiser. Eu posso investir no resultado do tempo, se vai chover ou não, na quantidade de garrafinhas de plástico que vão ser produzidas, etc. Se você imaginar algo para ser investido, eu posso desenhar o OTC daquilo. Essa é a beleza e o perigo dos OTCs: você pode emprestar pra quem eu quiser, com o juro que quiser, até com juro predatório (ver o estado atual da indústria do payday loans). Você pode arrecadar dinheiro como quiser: capital, capital preferido, bonds fixos, bonds variáveis, Credit Default Swaps, Long Calls, Puts, uma mistura maluca de tudo isso, etc.

  • Carlos Greenberg

    Poxa galera, vcs estao imitando ate as coisas ruins do Nerdcast. Essa ideia do tema do podcast ser igual ao ramo de negocios do patrocinador é bem fraca. Comecei a ouvir, me senti meio enganado e parei no meio. Abraço.

    • Diniz Bortolotto

      Tá faltando assunto?!? As ciências (exatas/naturais/sociais/humanas/etc.) são um território tão vasto que é praticamente impossível! Você chegou ao meio Carlos? Eu não sei nem se vou começar.

    • Bruno Serrão

      @carlosgreenberg:disqus o Scicast/deviante é uma empresa e precisa faturar.

    • Fernando Cabral

      em minha opinião, tudo bem o programa ser no ramo do patrocinador mas matemática dos pontos realmente não é um bom assunto como os outros como o de computadores que tambem foi patrocinado e ainda assim muito interessante

    • Diniz Bortolotto

      Meu comentário anterior foi removido!!
      Acho que não é assim que se lida com opiniões divergentes/negativas.
      Já que meu comentário foi sumariamente removido, irei remover também sumariamente minha contribuição no Patreon. Adeus!

    • André Moura

      Faça como eu unsubscribe.

    • Vitória Vidal Paz

      Meio enganado? Em que mundo você vive? Você tem noção que é por causa de programas assim que pode ouvir todos os outros?

    • Maurien Aragaki

      Ouve até o fim, é importante pra formar uma opinião…

  • *Off Tópic* Alguém já reparou que a voz do Guaxa é igual o tiozinho gordo do Porta dos Fundos, sem ser o Totoro (Pausa para pesquisar)… Luis Lobianco! https://www.youtube.com/watch?v=_vIMTXIy15U

    Sobre o episódio de hoje: Nem vou ouvir, não acredito em milhas! xp

  • Caramba, continuando a análise vocal do Guaxinim, a voz dele lembra a do dublador Eduardo Borgerth (Jake de Hora de Aventura, Cyborg, Jarvis) só que menos hétero.

    Ps.: Já estou ouvindo esse programa a uma hora e tá bem interessante, não usem esse argumento de que “Ain tão fazendo propaganda” pra justificar a sua preguiça de ouvir ;)

  • Pedro Henrique Siqueira

    Como, posso pedir, um episódio, agora que é no Deviante, fiquei perdido.

  • Pedro Henrique Siqueira

    U Scicast sobre geração de energia no Brasil, como as turbinas comuns e as tipo Bulbo.
    A sincronia entre as unidades geradoras. Sobre o fato de todas as usinas elétricas do Brasil ligadas ao SIM devem estar sincronizadas em um ângulo.
    E com um segundo episódio mostrando os benefícios do SIM e outros pontos como falhas e consequências dessas falhas.

    Os efeitos das Reatâncias sobre os circuitos locais e o todo sobre os grandes circuitos.
    o envelhecimento do sistema num todo entre outros.
    Vcs ditam como deverá ser, ou, se é possível, mas seria muito interessante, algo assim.
    Um louco por Ciência Nerd por Eletricidade ao Scicast.

    • Tarik Fernandes

      Temos um episódio sobre Eletricidade (#70), mas com certeza ainda faremos um sobre a matriz energética brasileira e falaremos da geração hidrelétrica. Abraço, Pedro. :)

      • Pedro Henrique Siqueira

        eu, ouvi o, (#70), muito bom.
        obrigado pela atenção.

  • Ze Duarte

    Putz, serio que vcs fizeram um podcast sobre milhagem so pra agradar o patrocinador? E ainda tentaram dar uma visão cientifica pra isso… Vcs nao vou conseguir ganhar dinheiro com podcast e enganar o publico de vcs ao mesmo tempo. Fica a dica.

  • Fernanda Arantes

    É engraçado o negacionismo dos pontos. Aqui no PR as pessoas não aceitaram bem o CPF na nota, pois muitas dizem “que não funciona”, “que é perca de tempo” ou “que vão usar meu cpf”. Resultado: pouca gente coloca o CPF na nota, o estabelecimento comercial declara uma quantia menor e volta uqase nada pra gente =/

    • Ricardo Tatsch

      Isto só poderia acontecer o estabelecimento emitir a nota manual, se estabelecimento estiver usando nota fiscal eletrônica isto é impossível. O valor que sai na nota é o que vai para receita estadual.

      Fim da resposta séria, agora momento troll “volta quase nata pra gente” HUAHAHAHAHAH. Sério que tu acredita nisso??? O governo ROUBA 5 meses dos nossos salários por ano e tu acha pouco??? Moça, quando o governo extinguir fundo partidário, cortar 30% da verba de custeio dos ministérios, cancelar bolsa empresário, bolsa artista, bolsa O”n”G, propaganda institucional, eu não ter que pagar plano de saúde, segurança privada, estacionamento para deixar meu carro, desburocratizar e reformar nosso sistema tributário totalmente MALUCO, aiiii eu posso talvez, quem sabe considerar que tu tem razão. Mas até lá, IMPOSTO É ROUBO.

  • Victor Carvalho

    Tenho multiplus, smiles e amigo. Mas NMO jnvestir tempo e esforço em programas de milha não vale a pena por um simples motivo. O programa de fidelidade controla o valor da moeda. Antigamente dava pra comprar uma passagem ida e volta por 15 mil pontos. Depois virou 20 e depois 30. Internacionais já vi por 40 e agora ele fala que são 100. Elas se desvalorizam em uma velocidade muito maior que a inflação. Não deixo de pontuar, mas ficar comprando tudo em certas lojas pra pontuar, alterar minha rotina, sinceramente não vale a pena.

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